A Herança dos Filhos – Luciano Subirá

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Paz um Privilégio – Pr Paulo Jr Borges

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Egito legaliza 127 igrejas em aprovação histórica

Um comitê criado pelo governo egípcio aprovou a legalização de 127 igrejas que anteriormente estavam sendo consideradas ilegais naquele país.

Milhares de igrejas construídas no Egito esperavam desde 2016 para serem legalizadas e, assim, não sofrerem com a represália do governo.

Apesar da lei aprovada naquele ano, o processo de legalizações das igrejas não foi acelerado e apenas 1.021 receberam permissão para continuarem funcionando, segundo a International Christian Concern.

Muitas igrejas ainda aguardam para serem legalizadas, mas a autorização dessas 127 denominações já representa um começo promissor em um país onde os cristãos enfrentam violência e perseguição.

Segundo o Portas Abertas dos EUA, os cristãos egípcios ainda enfrentam a perseguição diária de grupos dentro da população de maioria islâmica, bem como os maus-tratos do próprio governo.

O Egito ocupa o 16º lugar entre os países mais hostis para com os cristãos.

 

Diretora de escola é acusada de punir alunos cristãos que recusaram atividade LGBT

A diretora de uma escola primária que forçou crianças a participarem de uma Parada Gay no ano passado agora foi denunciada às autoridades por punir ilegalmente seus alunos – crianças de 10 anos – com base em supostos comentários anti-LGBT.

Susan Papas, chefe da Escola Primária Heavers Farmer, na região de Croydon, sul de Londres, suspendeu um menino e uma menina por cinco dias depois que uma das crianças pediu permissão a um professor para não participar de uma aula sobre o Mês do Orgulho Gay.

No dia 20 de junho, o menino Farrell, sentado ao lado de sua amiga Kaysey em sala de aula, perguntou ao seu professor: “Senhor, por favor, posso não participar desta lição?”. O menino havia acabado de receber material LGBT para colorir. Ele negou a permissão dizendo que a aula LGBT fazia parte do currículo.

Depois da aula, o professor teria anotado em seu relatório que Farrell teria usado “linguagem homofóbica” por supostamente dizer “LGBT é uma droga idiota”, o que a criança nega.

Farrell, que estava sentado com Kasey, diz que é cristão e disse a um professor visitante que ele não aceitava LGBT por causa de sua religião.

Na ocasião, o professor perguntou às duas crianças: “Você quer que eles [LGBT] morram?”. “Nós dissemos não”, respondeu Farrell. Se, no entanto, isso ocorresse em outros países, eles seriam punidos por serem gays, disse o menino.

O professor perguntou a Farrell de onde ele era, e ele disse que ele tinha ascendência “africana jamaicana”, e acrescentou que lá “todo mundo é cristão e católico, então eles não aceitam LGBT”.

Mais tarde, a diretora Susan Papas gritou para as duas crianças na frente da turma, de acordo com Kaysey. “Como você ousa? Você é uma decepção para a escola”.

Susan Papas então colocou as crianças em salas diferentes e inquiriu a Kasey: “Como você se atreve a dizer que quer matar pessoas LGBT?”. Kasey respondeu: “Eu não disse matar”. Em seguida, a diretora então gritou para ela dizendo “sim, você disse, e não minta”.

Kaysey, uma cristã pentecostal, diz que ela foi mantida em detenção por cinco horas das 10h às 15h, de acordo com informações da entidade Christian Concern.

Os pais de ambos os filhos se queixaram ao Diretor Principal: “É ilegal excluir por uma razão não disciplinar”.

O código de disciplina também declara que “seria ilegal suspender um aluno” por falhar em “atender a condições específicas antes de ser reintegrado, como participar de uma reunião de reintegração”, no que a escola insiste no caso das duas crianças.

Ambos os pais insistem que seus filhos não fizeram comentários homofóbicos e a versão dos meninos é apoiada por outras crianças da turma e seus pais. Eles citam o parágrafo 8 da Orientação de Exclusões: “Ao estabelecer os fatos em relação a uma decisão de exclusão, o diretor deve aplicar o padrão civil da prova; isto é, ‘no equilíbrio das probabilidades’ é mais provável que um fato seja verdadeiro, em vez do padrão penal de ‘além da dúvida razoável’”.

Em cartas separadas, os pais também apontam que “a imposição da suspensão de um dia falta tanto a necessária proporcionalidade e equidade necessária para justificar uma longa punição” dada a “idade, maturidade, origem religiosa e cultural” de seus filhos.

“Você agiu de maneira contrária ao Dever de Igualdade da escola; precisamente o dever de eliminar a discriminação baseada na religião ou crença e de promover boas relações entre aqueles com características protegidas”, os pais acrescentam em sua carta à diretora Susan Papas.

As mães Karen Francis-Austin e Lisa Spence também pediram que seus filhos “sejam dispensados de qualquer outro ensino ou atividades que envolvam a promoção de pontos de campanha LGBT”.

Além disso, os pais citam a Seção 9 da Convenção Européia de Direitos Humanos insistindo que “as escolas mantidas devem ter em consideração o princípio de que os alunos devem ser educados de acordo com os desejos dos pais”. As famílias citaram ainda o Protocolo 1, Artigo 2, que cria uma obrigação legal da escola de respeitar a maneira como os pais procuram criar os seus filhos de acordo com sua fé cristã.

“Eu afirmaria ainda que a imposição aos pais de materiais de campanha divisórios que se chocam com as crenças religiosas profundamente arraigadas da minha família, equivale a doutrinação tanto no sentido do Protocolo 1, Artigo 2 da Convenção e Seção 406-407 da Lei de Educação de 1996. e, portanto, é totalmente proibido”, escrevem os pais.

Histórico ativista

Esta não é a primeira vez que Susan Papas é acusada de fazer militância LGBT. Em outra oportunidade, ela despertou a ira dos pais na escola que educa 750 alunos em um bairro altamente multicultural e de religiosidade plural em Londres.

Em 29 de junho de 2018, os pais ameaçaram protestar em uma Parada Gay organizado pela escola primária. Susan Papas tinha enviado cartas convidando os pais para assistir ao desfile e celebrar juntos “o arco-íris de coisas que eles e sua família especial fazem”.

Na ocasião, 14 pais queixaram-se que a diretora foi “forçando a agenda LGBT agressivamente para as crianças pequenas de uma maneira que abusa dos direitos dos pais e vitima os pais”.

Uma das mães, Izzy Montague, cristã, se recusou a permitir que seu filho de quatro anos de idade participasse do desfile e queixou-se com a Secretaria de Educação Damian Hinds que a escola tinha iniciado “proselitismo sistemático de seus jovens e vulneráveis alunos”.

O Christian Legal Centre, que está apoiando Izzy Montague, argumentou que a escola fez o tema “LGBT se tornar um elemento onipresente da vida escolar”.

Montague diz que se sentiu “intimidada”e que a escola adotou postura de confronto em relação a ela depois da queixa de que seu filho “foi forçado a participar de um evento que vai contra nossas crenças cristãs”. Mais tarde, essa mãe transferiu seu filho para uma escola católica.

Os pais ficaram ainda mais indignados quando Attie Papas, a filha da diretora, marcou uma reunião com eles e compareceu usando uma camiseta com as palavras: “Por que ser racista, sexista, homofóbico ou transfóbico, quando você pode simplesmente ficar quieto?”.

Susan Papas disse que a camiseta usada por sua filha – uma estudante de pós-graduação de “sociologia esportiva e teoria feminista” – cujos artigos incluem “Uma abordagem psicanalítica feminista aos papéis do pênis, o falo e as normas de gênero hegemônicas” não violou o código de conduta da escola.

Ruth Anderson, uma das mães, declarou que a diretora havia abusado seu papel e deveria renunciar. Ela ainda explicou que vários pais haviam se recusado a deixar seus filhos irem para a escola no dia da Parada Gay em protesto contra a postura militante de Susan Papas.

“Havia bandeiras de arco-íris ao redor da escola, e as crianças foram orientadas a usar cores brilhantes. Isso não é ter orgulho em si mesmo, isso é um apoio gritante para LGBT. Eu não sou homofóbico, mas minha fé me ensina um certo conjunto de crenças, e eu não quero que a escola da minha filha faça escolhas por ela”, disse Ruth.

O Christian Legal Centre está apoiando Karen Francis-Austin, mãe de Kaysey, e Lisa Spence, mãe de Farrell, alunos que foram punidos por solicitar o direito de não fazer a atividade com temática LGBT.

Andrea Williams, diretora executiva do Christian Legal Center, disse: “É por isso que os pais estão começando a ver os perigos da imposição da nova ideologia sexual e de gênero que não permite a dissensão mesmo de crianças inocentes de dez anos de idade”.

“Esse incidente ressalta novamente quão agressiva e intolerante a agenda LGBT pode ser. Uma ideologia que tem que recorrer a táticas tão pesadas para forçar crianças de dez anos a aceitar algo que, instintivamente, não o fazem, apenas destaca como essa ideologia é esmagadora da vida”, acrescentou a jurista cristã.

“Aqui vemos a fragilidade de toda essa agenda sexual imposta a nossos filhos e incapazes de resistir ao desafio de crianças inocentes de dez anos. Quando os ‘valentões’ sabem que o direito não está do lado deles, recorrem à coerção e à intimidação. Isso é exatamente o que está ocorrendo na Escola Primária Heavers Farm”, contextualizou Andrea Williams.

Ao final, a jurista especializada na defesa da liberdade religiosa declarou que o comportamento dos ativistas é contraditório com seus discursos: “Não é o sinal de uma ideologia vivificadora sendo promovida em uma escola quando tem que recorrer a táticas tão cruéis em crianças de dez anos para forçá-las a aceitar algo que, instintivamente, elas não aceitam”.

Agentes comunistas interrompem culto e levam o pastor e fiéis presos, na China

A perseguição religiosa aos cristãos na China tem adotado táticas cada vez mais perversas, visando a restrição da liberdade de culto local, especialmente dos cristãos, o segmento religioso que é mais visto como uma ameaça à estabilidade do regime comunista que controla o país.

Um dos casos mais recentes ocorreu em 27 de junho passado, quando agentes do Partido Comunista Chinês invadiram uma igreja na província de Guangxi, sul da China, às 10h00 do horário de Pequim.

As autoridades interromperam o andamento do culto para interrogar o pastor acerca da atividade religiosa. Em seguida, o pastor e outros membros da igreja cristã foram levados presos. Segundo informações da agência China AID, até o momento não se sabe o que fizeram com o pastor e os demais irmãos em Cristo.

Invasão de igrejas na China

A tática das autoridades comunistas da China de invadir igrejas tem sido frequente. O objetivo é verificar o que os líderes religiosos estão ensinando para os fiéis, por isso algumas vezes a invasão ocorre de forma discreta, até que é revelada por meio da força.

Em março desse ano, cerca de 50 cristãos foram levados presos em outra invasão, muitos dos quais crianças e idosos.

“Às 2:00 da tarde, enquanto estavam sendo interrogados, eles foram pessoalmente humilhados, abusados ​​e violentamente espancados por sete a oito policiais da Delegacia de Polícia de Chengdu Taisheng. Eles foram detidos por quase oito horas”, infirmou um comunicado da igreja.

Também na China, quando invasões não ocorrem, o fechamento definitivo da igreja é outra prática adotada. A Igreja Shouwang, uma das mais tradicionais do país, com cerca de 1.000 membros ativos e conhecida mundialmente após o seu pastor, Jin Tian-ming, é um desses exemplos.

Shouwang foi fechada também no início desse ano pelas autoridades comunistas da China.

“Há uma pressão crescente para exaltar o Partido Comunista sobre Deus. A comunidade internacional deve continuar a pressionar a China por seus abusos contra os direitos humanos até que esteja disposta a fazer mudanças positivas”, afirmou Gina Goh, diretora da organização Internacional Christian Concern (ICC).

Igrejas transformam crise migratória nos EUA em oportunidade de evangelismo

A tentativa de entrada ilegal nos Estados Unidos da América é um problema que se arrasta durante décadas, mas que se intensificou após o início da gestão do atual presidente, Donald Trump, e a crise humanitária na Venezuela. Todavia, para algumas igrejas, essa também é uma oportunidade de evangelismo que não deve passar despercebida.

Sami DiPasquale, diretor executivo da New Town, um centro de apoio que atende pelo menos 1000 imigrantes em El Paso, região americana que faz fronteira com o México, informou que 30 igrejas se uniram para realizar um trabalho pioneiro com essas pessoas.

“Elas foram anfitriões, elas doaram materiais, motivaram suas denominações”, disse DiPasquale. Apenas a igreja Tiny El Elyon recebeu 70 imigrantes todas as noites e por vários meses seguidos. No local eles têm suas necessidades básicas acolhidas, mas também recebem apoio espiritual.

“Costumávamos fazer isso todos os dias, sete dias por semana”, disse o pastor Maribel Velázquez. O líder religioso disse que diante da crise migratória, entendeu que sua igreja não poderia ficar de braços cruzados. “‘Senhor, o que você quer que eu faça? É uma multidão que precisa de nós’”, orava ele.

O pastor DiPasquale explicou que a intenção das igrejas é mudar o foco na abordagem aos imigrantes, nesse caso, não simplesmente mandando-os de volta para seus países de origem, mas aproveitando a ocasião para realizar um trabalho missionário com eles.

“Deus está nos chamando para entrar em uma lacuna”, disse o presidente da World Relief , Scott Arbeiter, se referindo ao papel da igreja no suporte humanitário e espiritual aos imigrantes, segundo informações da rede de TV CBN News.

“A diferença não pode ser preenchido pela Patrulha de Fronteira, e eles reconhecem isso. Eles não podem ser preenchidos pelo governo dos Estados Unidos, e eles reconhecem isso. As igrejas estão entrando com essa necessidade desesperada”, conclui.

Jornada com o Senhor

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Filhos da Fé – Paulo JR. Borges

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China lança campanha para eliminar as igrejas nas casas e assim exterminar o cristianismo

O governo chinês lançou uma nova campanha em abril para erradicar as igrejas domésticas clandestinas, de maneira que só permaneçam as igrejas de Três Eu autorizadas pelo estado e fortemente restringidas.

A nova campanha, de acordo com a International Christian Concern (ICC), é chamada de retorno à zero. O objetivo é “desmantelar a escala [das igrejas], dissolver a organização e dispensar a igreja”, disseram fontes à ICC.

O objetivo final é “eliminar o cristianismo” da esfera pública, disse a ICC.

Igrejas dentro da China são obrigadas a se registrar no governo e se tornar parte do movimento Três Eu. Pastores dentro do movimento Três Eu enviam seus sermões para autoridades do governo para aprovação. Em algumas igrejas de três ou três anos, o governo proíbe que as crianças participem.

Tais restrições levaram milhões de chineses a se unirem a igrejas em lares ilegais e sem registro.

Em Return to Zero, as igrejas domésticas devem se unir ao movimento dos Três Seres ou se dissolver.

Em abril, funcionários do governo visitaram a Igreja de Zaidao em Pequim e foram orientados a participar do movimento Três Eu, informou o ICC. A congregação faz parte da China Gospel Fellowship, uma rede de igrejas domésticas.

A China fechou a Igreja Shouwang, de 1.000 membros, uma congregação da casa, no início deste ano.

“Até agora, tem havido igrejas em todo o país que foi oprimido com diferentes táticas pelo governo local, com o objetivo de forçá-las a se juntar a Três Eu ou cessar suas atividades”, disse um acadêmico cristão não identificado ao ICC. “Aqueles que se recusarem serão banidos ou terão que fechar suas igrejas. Para essas grandes redes de igrejas domésticas, a atitude do governo é atacá-los e destruí-los com firmeza”.

 

Cristão sobrevive milagrosamente após ser queimado vivo três vezes pelo Estado Islâmico

Em entrevista para um documentário feito por Sean Feucht e Bethel Music, um cristão iraquiano conta que Jesus apareceu para ele duas vezes em seus sonhos quando foi preso pelo Estado Islâmico. Além de ter sofrido tortura, ele diz que sobreviveu após ter sido queimado vivo três vezes.

O homem, que não teve o nome revelado, faz parte da comunidade yazidi, povo massacrado por militantes do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) desde 2014. Ele conta que Jesus o resgatou da religião do seu povo para ser um cristão.

Feucht relata em entrevista à Fox News que “os yazidis foram realmente alvos do genocídio do ISIS. Eles foram estuprados, espancados, executados”.

O músico, que também é missionário, explica que “o ISIS não queriam aprisioná-los, eles queriam matá-los, apagá-los do mapa.”

O homem contou que foi queimado vivo três vezes pelo ISIS depois que descobriram que ele era um seguidor de Cristo. Ele disse que seu corpo “não ardeu” nenhuma vez quando foi preso e torturado pelos terroristas islâmicos radicais por dois meses.

“Ele falou comigo”, compartilhou o cristão perseguido, referindo-se a Jesus em seus sonhos.

Feucht disse ao homem: “Jesus apareceu duas vezes para você em um sonho porque Ele ama você”.

Ele conta que os membros do ISIS o encharcaram em 20 galões de gasolina. Mas apesar de ter sido queimado vivo, ele disse que inexplicavelmente sobreviveu ileso. Ele creditou sua sobreviência a Jesus.

“Eles me atearam fogo, mas eu não queimei”, disse ele.

Documentário

A história do cristão iraquiano faz parte do próximo documentário “Hearts and Hands: Iraq” (Corações e Mãos: Iraque), que deve ser lançado ainda este ano. Uma prévia será mostrada na conferência “Heaven Come”, que acontece em agosto, em Los Angeles.

Feucht disse que procura mostrar a realidade dos cristãos perseguidos e ajudá-los em suas necessidades.

Seu grupo recentemente arrecadou mais de US$ 100.000 para distribuir alimentos, cobertores, colchões e outros materiais, além de oferecer aconselhamento sobre terapia de trauma e programas para crianças, ensinar música e orar com cristãos perseguidos na região onde o cristianismo floresceu, mas está quase extinto, de acordo com avaliação de líderes cristãos.

“Eu sinto que somos realmente chamados para os lugares mais perseguidos, fechados, escuros e marginalizados”, disse Feucht.

Nos últimos 15 anos, o líder de adoração da Bethel Music foi para a Coreia do Norte, Índia, Afeganistão… “São alguns dos países mais fechados e lugares onde é ilegal ser cristão”, explicou.

Ele conta que nestes lugares viram e ouviram incríveis histórias de milagres.

Feucht disse que é encorajado pelo crescimento da igreja no Iraque, China e Índia, lugares onde a perseguição aos cristão é mais acentuada.

“Nossa equipe está no Iraque agora, e o Departamento de Estado dos EUA acabou de enviar uma notificação para que ‘todos os americanos deixassem o Iraque’ e todas as ONGs foram embora, mas nosso pessoal ainda está lá. Estávamos lá pelo ISIS. Nós estivemos lá, no pior dos piores”, disse Feucht. “Todos achavam que éramos loucos. Quando todos estavam saindo, nós chegamos e, por causa disso, temos um próspero projeto lá”.

Para Feucht, o trabalho missionário está no DNA de sua família, como filho de médicos missionários que o levaram em viagens a lugares remotos de pessoas não alcançadas, ele viu o que a maioria dos americanos cristãos, que representam apenas 5% da população cristã global, não consegue ver.

“Queremos redefinir missões para uma geração na qual somos os primeiros a responder. Essa é a essência do evangelho, entrar em lugares onde ninguém mais está disposto a ir”, concluiu Feucht.

 

Motorista de ônibus interrompe trajeto e entra em igreja para se batizar

Um motorista de transporte coletivo do distrito de Sobradinho, em Brasília (DF), emocionou as redes sociais na última semana, ao aparecer em um vídeo no qual ele interrompe o trajeto que estava fazendo em seu veículo de trabalho para se batizar em uma igreja.

Segundo informações repassadas pela Igreja Adventista do Sétimo Dia de Sobradinho, onde ocorreu o batismo, à IASD de Turmalina, o condutor — que ainda não teve seu nome revelado — tentou trocar seu turno com mais de 10 colegas para não perder a data marcada pela igreja para o seu batismo, no final do mês de abril, porém não conseguiu.

Apesar de não ter conseguido a troca, não desistiu do batismo. Então, avisou à liderança da igreja que estava disposto a se batizar, mesmo estando em horário de trabalho e pediu a ajuda de todos para que o batismo ocorresse rapidamente. Contando com a cooperação de todos, ele parou o ônibus em frente à igreja, desceu correndo e adentrou à igreja.

Já ciente da situação, o pastor recebeu o homem à frente da igreja e explicou que o batismo ocorreria rapidamente, porque o motorista precisava voltar ao trabalho.

Enquanto o batismo ocorria dentro do templo, jovens da igreja entregavam livros evangelísticos para os passageiros.

As mensagens de apoio à atitude do homem foram diversas.

“Deus o abençoe por sua decisão,as opiniões alheias nãos interessam,seja feliz ao lado de Cristo”, escreveu um usuário do Facebook na publicação do vídeo.

“Deus tem pressa de salvar os Seus… Correu mesmo sem tempo e enquanto há tempo!!”, destacou outro internauta.

“Isso que é tomar a decisão certa e fazer a escolha certa, isso se chama fé. Que Deus abençoe este homem”, declarou outra usuária das redes sociais.

Clique no vídeo acima para assistir o momento em que ele adentra à igreja.

 

O motorista de um coletivo tentou trocar a escala pra se batizar hoje e não consegui trocar com mais de 10 pessoas, porém ele parou o ônibus na porta da igreja, pediu licença alguns minutos explicou o motivo se batizou, enquanto isso os jovens entregaram livros para os passageiros, ele se batizou e voltou ao trabalho!Parabéns aos irmãos da Igreja Adventista do 7° Dia de Sobradinho distrito de Brasília, pelo empenho nas orações.

Posted by IASD Turmalina on Tuesday, April 23, 2019

Muçulmano se rende a Jesus após colocar religião à prova: “Tive dúvidas ao ler o Alcorão”

Depois de ver aumentar suas dúvidas sobre o Islã — a religião de sua criação na Arábia Saudita — Mohammed* começou a procurar a verdade através da internet. Sua curiosidade mudou sua vida para sempre.

“Por muitos anos, tive dúvidas ao ler o Alcorão”, disse Mohammed à Portas Abertas. “Por exemplo, o fato de que Alá e Maomé são considerados iguais. Como poderia Maomé, um homem pecador, ser igual a Deus?”.

Com o passar do tempo, Mohammed notou mais inconsistências e decidiu colocar sua fé muçulmana à prova. Durante toda a sua vida, ele aprendeu que se deixasse de fazer uma das cinco orações diárias, seria punido por Alá.

“Então, decidi parar de orar por apenas um dia e ver o que aconteceu”, conta Mohammed. “Nada de ruim aconteceu. Pelo contrário, tive um dia de trabalho bem sucedido”.

A dúvida continuou crescendo e Mohammed começou a pesquisar sobre outras religiões na internet. Ele se deparou com a mensagem da Bíblia e chegou a baixar um aplicativo em seu smartphone, onde aprendeu os fundamentos básicos do cristianismo.

Mohammed se sentiu cada vez mais ansioso por conhecer cristãos, visitar uma igreja e ter uma Bíblia.

Na Arábia Saudita — o 15º país que mais persegue cristãos no mundo, segundo a lista da Portas Abertas — os nativos são proibidos de entrar nas igrejas. Os convertidos do islamismo podem enfrentar a pena de morte e as Bíblias são consideradas ilegais.

Pesquisando a verdade

Mas o risco de prisão, discriminação e até morte não impediram Mohammed de conhecer a Cristo.

Em viagens para dois países diferentes no Oriente Médio, onde os cristãos são autorizados a visitar igrejas autorizadas, ele tentou entrar em um dos templos. No entanto, essas igrejas “abertas” geralmente não podem ministrar aos muçulmanos, apenas aos próprios cristãos.

Sem desistir, Mohammed fez uma nova pesquisa na internet e encontrou um site cristão voltado para o mundo árabe. “Eu sei que Jesus Cristo é o Filho de Deus”, ele digitou. “Posso fazer uma visita? Por favor, me leve a uma igreja e me dê uma Bíblia”.

A equipe de mídia social do site convidou Mohammed para o seu país. Finalmente, após anos de dúvidas e investigações, ele participou de seu primeiro culto, com outros crentes ao seu redor e adorou o verdadeiro Deus pela primeira vez. “Senti meu coração cheio de alegria”, lembra.

Naquele dia, um novo mundo se abriu para Mohammed. Ele passou a frequentar todas as reuniões de estudo bíblico, às vezes até quatro por dia, e conversou muito com os pastores da igreja.

Quem é Jesus para você?

Depois de alguns dias, um dos líderes da igreja perguntou: “Mohammed, quem é Jesus para você?”. Sua resposta não poderia ter sido mais clara: “Jesus é meu Salvador, meu Deus”. O pastor continuou: “Você acredita que Ele morreu por seus pecados na cruz?” Mais uma vez, uma confirmação completa: “Com certeza”.

Alguns dias depois, a liderança da igreja batizou Mohammed durante uma reunião especial. Na frente de um novo grupo de amigos, ele declarou ser um seguidor de Cristo. No dia seguinte, Mohammed retornou à Arábia Saudita como um cristão nascido de novo, levando consigo seu bem mais precioso: sua primeira Bíblia.

Mohammed agora vive como um cristão secreto na Arábia Saudita. Se as autoridades do país ou sua família descobrirem sua fé em Jesus, sua vida pode estar em perigo. Nem mesmo sua esposa e filhos sabem que ele se converteu ao cristianismo. Ele continua sendo discipulado através das mídias sociais.

“Ore por Mohammed e crentes como ele, que são forçados a viver sua fé em segredo. Ore para que eles encontrem uma comunidade online de cristãos com os quais possam orar e crescer em Cristo”, pede a organização.

Nome fictício por motivos de segurança.

‘Mão de Deus’ protege Israel quando o sistema falha, segundo operador do Domo de Ferro

O sistema de defesa de mísseis de Israel, Iron Dome, tem sido uma parte importante na segurança da nação. Mas o baixo número de vítimas é encarado como favor de Deus.

O sistema de defesa de mísseis de Israel bloqueou 86% dos mísseis lançados pelo Hamas no início do mês, segundo dados do Exército israelense.

Entre os 690 mísseis disparados por terroristas palestinos contra Israel, 410 atingiram áreas desabitadas. Outros 279 foguetes foram acionados pelo Iron Dome (Domo de Ferro, em tradução livre). Destes, 240 (86%) foram interceptados com sucesso.

Outros 39 mísseis, cerca de 14%, conseguiram atingir Israel e causaram quatro mortes, segundo as Forças de Defesa de Israel.

O complexo o sistema do Domo de Ferro não é 100% eficaz e não consegue interceptar todo foguete disparado por militantes palestinos. Sendo assim, o contraste entre o alto número de foguetes lançados e o baixo número de vítimas tem sido encarado como favor de Deus sobre a nação de Israel.

Foi o que confirmou um operador do Domo de Ferro ao site Israel Today. O homem, que não foi identificado, relata que viu a bateria do sistema falhar três vezes para derrubar um míssil que seguia em direção a Tel Aviv, em 2014.

“Um míssil foi disparado de Gaza. O Domo de Ferro calculou precisamente [sua trajetória]. Sabemos onde esses mísseis irão pousar em um raio de 200 metros. Esse míssil em particular ia atingir os prédios do Azrieli Center, a Kirya Tower ou uma estação ferroviária central de Tel Aviv. Centenas poderiam ter morrido”, disse o operador.

“Nós disparamos o primeiro [interceptador]. Ele errou. Disparamos o segundo. Ele errou. Isso é muito raro. Eu estava em choque. Neste momento tínhamos apenas quatro segundos até o míssil pousar. Nós já havíamos notificado os serviços de emergência e avisamos sobre um incidente em massa”, acrescentou.

“De repente, o Domo de Ferro mostrou um grande vento vindo do leste, um forte vento que enviou o míssil para o mar. Ficamos todos atordoados. Eu me levantei e gritei: ‘Existe um Deus!’”, ele relatou.

“Eu testemunhei esse milagre com meus próprios olhos. Não foi contado ou relatado para mim. Eu vi a mão de Deus mandar esse míssil para o mar”, ele destaca.

Na mesma semana do ataque contra Israel, o coronel Ofer Winter, comandante da Brigada de Infantaria Givati, descreveu um nevoeiro misterioso que cobriu favoravelmente a ele e suas tropas enquanto avançavam em uma posição inimiga na luz da manhã, após o ataque noturno ser adiado.

O Coronel Winter rotulou a cobertura como “nuvens de glória”.

 

DEUS PROTEGE ISRAEL

INCRÍVEL, Mísseis do Hamás lançados sobre Jerusalém, retornam em pleno ar e cai sobre os Palestino.DIVULGUE ESSE VÍDEO PARA QUE TODOS SAIBAM QUE YAHWEH AMA E PROTEGE ISRAEL.

Posted by Pastor Daniel Vieira on Tuesday, May 14, 2019

Ex-oficial da Coreia do Norte se converte em presídio após ser preso por “deslealdade”

A Coreia do Norte ocupa o posto número um na lista de países que mais perseguem os cristãos no planeta, segundo a organização Portas Abertas. Essa é uma realidade que um ex-oficial do regime comunista do país, chamado Kim Yong-Hwa, conhece muito bem.

Kim foi acusado de “deslealdade” após um acidente locomotivo em 1988. Uma trem militar que estava sob a sua responsabilidade descarrilhou, porém, devido às condições precárias da ferrovia. No entanto, as autoridades acusaram o então oficial do Exército Popular da Coreia do Norte de “deslealdade”.

Este episódio afetou profundamente Kim, pois ele literalmente adorava o líder norte-coreano da época, o ditador Kim Il-Sung. “Eu até morreria por ele. Isso seria felicidade e alegria. Já que não havia Jesus naquela nação oficialmente, então ele era maior do que Jesus naquela época para mim”, lembra ele.

Kim foi condenado pelo regime da Coreia do Norte à prisão. Isso lhe fez querer se suicidar. Ele pensou em ir para a China e atirar em si mesmo, em um local isolado, para que ninguém achasse o seu corpo, já que a descoberta de suicídio seria outro motivo de acusação, dessa vez por “traição”, o que acarretaria perseguição aos seus familiares.

Kim não conseguiu escapar da prisão e felizmente foi isso o que lhe permitiu conhecer o Evangelho, ao ser transferido para um presídio no Vietnã. Ele contou que teve acesso à Bíblia através de outro detento.

“Ele estava me dando a Bíblia e eu estava lendo. Embora eu estivesse sempre sozinho, agora eu podia pelo menos me comunicar verbalmente, murmurar para alguém. Eu estava pedindo a Deus para me salvar. Por alguns anos, eu não tinha realmente falado, mas aquela conversa [ajudou]. Na verdade, eu amaldiçoei muito a Deus durante esse tempo. Eu também estava gritando por ajuda”, lembra.

Finalmente, ao sair da prisão Kim já havia criado intimidade com Deus e com a Bíblia. Ele se tornou evangélico e fundou a Associação de Direitos Humanos dos Refugiados Norte-Coreanos, onde auxilia pessoas com histórias parecidas com a sua, segundo o Christian Post.

Em carta, jovem ex-muçulmano narra encontro com Jesus: “Descobri a verdade”

O testemunho de conversão de um jovem muçulmano que vive na Turquia foi enviado por carta à emissora cristã SAT-7 – que se dedica a veicular programas evangelísticos em países onde há intensa dificuldade de pregação do Evangelho – expondo a importância do trabalho missionário nessas regiões.

A carta do jovem Omar (nome alterado por razões de segurança) foi compartilhada pelo portal God Reports, dos Estados Unidos, com o relato em primeira pessoa das experiências vividas pelo jovem criado numa família muçulmana que entregou sua vida a Jesus.

Confira a íntegra:

Eu sou da Turquia e não vim de uma base cristã. Desde cedo comecei a investigar diferentes religiões. Eu me lembro quando meu pai me levou para passear. Por alguma razão, ele me levou a uma igreja… não sei por quê. Quando entramos, senti que havia entrado em um mundo diferente. Eu estava cheio de paz. Olhando para trás, foi o Espírito Santo. Fiquei em conflito, confuso e comecei a orar: ‘Deus, guia-me para a verdade’.

Era véspera de Natal. Eu tinha 12 anos e, na minha busca, estava lendo uma Bíblia. De repente, senti que Jesus Cristo estava diante de mim. Eu não conseguia entender o que estava acontecendo. Instantaneamente, caí de joelhos e disse: ‘Jesus Cristo, eu acredito em você’. Imediatamente, soube que havia encontrado verdade e propósito para minha vida. 

Mas contar à minha família resultaria em graves conseqüências. Foi o momento mais difícil da minha vida. Eu perguntei a Deus o que Ele queria que eu fizesse, se eu dissesse aos meus pais.

Eu orei: ‘Se Tu queres que eu diga aos meus pais, eles devem vir até mim e perguntar sobre o cristianismo’. Cinco minutos depois, minha mãe entrou no meu quarto e viu uma cruz pendurada no meu pescoço. ‘O que é isso? Você se tornou um cristão?!’. Eu disse a ela que tinha [entregado a vida a Jesus]. 

Ela começou a chorar. Era como se eu tivesse cometido assassinato. Meus pais começaram a me pressionar com espancamentos e [tentavam] me fazer retratar. Por dois anos, eles só me deixaram sair de casa para ir à escola, para me impedir de ir à igreja. Eu lhes trouxe vergonha.

Finalmente encontrei a oportunidade de sair de casa e visitar uma igreja. Eu estava com tanta fome para aprender mais. Um homem na igreja me viu olhando por cima do livreiro e me deu vários livros. Eu os levei para casa e estudei em segredo, sempre escondendo-os dos meus pais. Eventualmente, eu cresci e saí de casa. Meus pais ainda estão em negação, mas eu descobri a verdade.

 

O MAIS IMPORTANTE 04/06

O MAIS IMPORTANTE

Texto: Lucas 10:38-42 (ORE ANTES DE MINISTRAR).

Introdução: a critério do líder.

1°) É ter Jesus no centro da nossa vida: Lc. 10:38-42;

2°) É permanecer na casa do Pai eternamente. Lc. 15:11-14; Sl. 122:1;

3°) É ocupar a nossa mente com tudo o que é bom e confiar no Senhor: Fp. 4:4-8;

4°) É viver todos os dias no Espírito Santo e não na carne: Gl.5:16-22;

5°) É nunca perder Jesus no caminho, ou seja, na caminhada cristã: Lc.2:41-52;

6°) É fortalecer-se no Senhor: Ne. 8:10, Ef. 6:10;

7°) É entregar o nosso caminho ao Senhor e confiar nEle: Sl. 37:4,5; Sl. 46:10;

8°) É viver na dimensão Espiritual todos os dias: Is. 55:10-11;

9°) É testemunhar corretamente, sempre olhando para Jesus: Hb. 12:1-2;

10°) É reconhecer Jesus pelas suas marcas: Lc. 24:13-32.

Conclusão: a critério do líder

EDIFICANDO A NOSSA VIDA NO AMOR – PARTE II 03/06

EDIFICANDO A NOSSA VIDA NO AMOR – PARTE II

Texto: 1 Coríntios 8:1 (ORE ANTES DE MINISTRAR).

Introdução: Comece perguntando aos discípulos como foi a semana. Se cada um sentiu o amor de Deus sendo ministrado em seus corações.

4°) Não podemos atirar pedras nas pessoas: Jo. 8:1-11: • Cuidado com os que usam a Bíblia para condenar: Jo. 8:1-5; • Jesus conhece profundamente os nossos corações: Jo. 8:6; • Só poderão atirar pedras quem não possui pecados: Jo. 8:7.

5°) Não podemos escandalizar pessoas: Jo. 13:34-35: • Jesus é o nosso maior exemplo: Jo. 13:34, Jo. 15:12-13; • É no amar que somos conhecidos como discípulos: Jo. 13:35.

6°) Não podemos viver de fingimento: Rm. 12:9-21: • Aborrecer ao mal, apegar-se ao bem: Rm. 12:9; • Amor cordial; a honra: Rm. 12:10; • Sobriedade, serviço, alegria, paciência, perseverança, cuidado, socorro, hospitalidade, abençoar, alegrar-se, chorar junto, ser unânime, humildade, simplicidade, não se vingar, procurar o certo: Rm. 12:11-16; • Fazer de tudo para ter paz com todos: Rm. 12:18; • Entregar nas mãos do Pai: Rm. 12:19; • Servir até mesmo “o inimigo” (pessoas que não te ama, não te suporta, te odeia, só fala mal de você): Rm. 12:20; • Vencer o mal com o bem: Rm. 12:21.

Conclusão: nossa luta não e contra o meu irmão (ã), mas sim contra as trevas Ef. 6:10-18, Rm. 13:8.

EDIFICANDO A NOSSA VIDA NO AMOR – PARTE I 02/06

EDIFICANDO A NOSSA VIDA NO AMOR – PARTE I

Texto: 1 Coríntios 8:1 (ORE ANTES DE MINISTRAR).

Introdução: todas as coisas que recebemos no dia a dia nos incham, e fazem com que pareça que estamos abastecidos. Mas tudo se acaba, e o amor é a única coisa que permanece em nós e nos edifica. Se não tivermos amor não seremos nada.

1) Não podemos chegar diante do altar estando em pecados: Mt. 5:23-26, Is. 59:1-2: • Lembrar do que o irmão tem contra mim: Mt. 5:23; • Reconcilia-te com irmão: Mt. 5:24; • No caminho com o adversário: Mt. 5:25; • Quando somos entregues ao guarda da prisão: Mt. 5:25; • Liberdade só depois de tudo acertado: Mt. 5:26.

2) Não podemos viver com as nossas atitudes, mas com as de Cristo: Mt. 5:38-45: • Nada de olho por olho: Mt. 5:38-45; • Entregar a outra face: Mt. 5:39; • Entregar a capa também: Mt. 5:40; • Caminhar a 2° milha: Mt. 5:41; • Amar o inimigo e orar pelos que perseguem: Mt. 5:43-44.

3) Não podemos ignorar os 2 maiores mandamentos: Mt. 22:36-40; • Praticar o 1° grande mandamento: Mt. 22:37-38; • Praticar o 2° grande mandamento: Mt. 22:39; • Tudo depende destes 02 mandamentos: Mt. 22:40.

CONCLUSÃO: Continua na próxima semana. Ore e peça a Deus para que o AMOR dEle seja derramado durante a semana sobre seus discípulos.

UMA ALIANÇA É ETERNA 01/06

UMA ALIANÇA É ETERNA

Texto: 2 Timóteo 4:6-11 (ORE ANTES DE MINISTRAR).

Introdução: quem você é para o seu discipulador? (Demas ou Lucas ?). Aquele que vai embora ou aquele que fica e enfrenta a batalha.

1°) Aquele que não está em aliança, desampara; 2Tm. 4:9: • Não deixe que o mundo faça você quebrar alianças. 1Jo. 2:15; • Não deixe que o dinheiro faça você quebrar aliança. 1Tm. 6:10.

2°) Aquele que está em aliança não desampara. 2Tm. 4:11: • Aliança de Rute com Noemi. Rt. 1:14-17; • Aliança de Jônatas com Davi. 1Sm. 18:3 e 4 ; 1Sm. 20:16.

3°) Deus é fiel em sua aliança, por isso devemos ser fiéis a nossa: • Aliança de Deus com Noé: Gn. 9:14,15; • A aliança de Deus com Abrão, que posteriormente se chamou Abraão: Gn. 15:17,18, 17:3-7.

Conclusão: quando aceitamos Jesus, estabelecemos uma aliança com Ele. Jesus tem sido fiel, mas nós muitas vezes queremos voltar atrás. Aliança é algo inquebrável, devemos perseverar até o fim como Paulo em 2Tm.4:7

“Dos perseguidos é Reino dos céus”, diz pastor durante julgamento na China

Durante seu julgamento em um tribunal de Hong Kong, na China, o pastor Chu Yiu-ming, 75 anos, líder da Igreja Batista Chai Wan, fez uma declaração de fé enquanto era condenado por supostamente ter se envolvido com movimentos pró-democracia.

“Durante décadas, tenho pregado inúmeros sermões. Mas a mensagem que levou mais tempo de preparação e oração, e que provavelmente alcançará o maior público, é precisamente essa que está sendo entregue no banco dos réus”, disse ele.

Para o religioso, ser condenado vítima de perseguição religiosa é o cumprimento de sua missão. “Eu fui chamado como um servo do Senhor, em imitação de Cristo. Seguindo Seus passos, cumprindo Sua missão, fazendo conhecidas Suas preocupações pelo mundo. Sem medo da pressão política ou como os outros veem seu trabalho”.

É por isso que ele não se arrepende e nem guarda ressentimentos de seus algozes. “Nas palavras de Jesus, ‘felizes são os perseguidos por fazerem a vontade de Deus; o Reino dos céus pertence a eles! (Mateus 5:10)”, declarou ele durante o julgamento que aconteceu no último dia 9 de abril

Em 2013, Chu, juntamente com os estudiosos Benny Tai e Chan Kin-man, fundaram o Occupy Central with Love and Peace (“Ocupe a Central com Amor e Paz”, em tradução livre). O principal objetivo do movimento era promover a democracia através de manifestações pacíficas.

Por conta disto, o trio foi acusado e condenado por “cometer incômodos públicos”. Durante o julgamento na última semana,  cerca de 200 cristãos se reuniram para um culto na igreja Kowloon Union, onde Chu e os outros ativistas anunciaram pela primeira vez a campanha Occupy Central. Segundo o site Evangelical Focus, fora do tribunal, partidários seguravam guarda-chuvas como forma de protesto.

Se condenado, o pastor pode pegar até sete anos de prisão. Seu caso foi classificado como “m golpe esmagador contra a liberdade de expressão e protesto pacífico em Hong Kong” pela Anistia Internacional.

Filme cristão leva quase 100 funcionários a deixarem seus empregos em clínicas de aborto

Chuck Konzelman, diretor do filme pró-vida “Unplanned”, da Pure Flix, revelou ao Congresso Nacional dos EUA nesta semana que quase 100 trabalhadores de clínicas de aborto decidiram deixar seus empregos depois de assistirem à produção.

Durante seu depoimento ao Subcomitê da Constituição do Comitê Judiciário do Senado, Konzelman disse que 94 trabalhadores de clínicas abordaram a organização sem fins lucrativos Abby Johnson, da ex-diretora da Planned Parenthood, e ‘Then There Were None’, de acordo com a agência de comunicação ‘Pure Flix Insider’.

“1% dos trabalhadores de clínicas de aborto nos Estados Unidos, depois de ver um deles ser retratado no filme”, ​ disse ele, “decidiram mudar suas vidas… e o que eles fazem para viver”.

O cineasta da Pure Flix estava no Capitólio para falar em um painel sobre a suposta censura do Twitter sobre o filme “Unplanned”. Nos dias de lançamento do longa, no final do mês de março, a plataforma de mídia social suspendeu temporariamente a conta promocional do filme.

O filme “Unplanned” narra a carreira de oito anos da médica Abby Johnson na Planned Parenthood e sua conversão ao Evangelho e também ao movimento pró-vida, depois que ela assistiu a um médico realizar um aborto via ultrassom.

Ashley Bratcher, a atriz que interpreta Johnson no filme cristão, twittou na quinta-feira que ela recebe mensagens “todos os dias” de pessoas cujas vidas — e mentes — foram transformadas depois de ver “Unplanned”.

O filme superou as expectativas de bilheteria já no fim de semana de abertura, arrecadando US $ 6,1 milhões — mais que dobrando os lucros previstos.

Em uma entrevista no início deste ano para o site cristão ‘Faithwire’, Konzelman disse que o filme foi feito “para tempos como este”, observando a série de projetos pró-aborto que passaram pelas casas legislativas nos EUA nos últimos meses.

“Não poderíamos prever os rápidos desenvolvimentos que de repente estão chegando ao auge”, disse ele, “mas servimos a um Deus que pode e fez isso”.