Multiplicação: uma questão de propósito.

Multiplicação: uma questão de propósito.

Visão de multiplicação da célula
O líder segundo o coração de Deus está sempre permitindo ao próprio Deus ampliar
sua visão. Ele nunca estaciona naquilo que Deu já lhe deu. Está sempre buscando as
coisas novas que o Senhor ainda tem para fazer em sua vida e por meio de sua vida.
Talvez seja esta uma das características que fez com que o apóstolo Paulo fosse tão
importante em sua geração para o cristianismo. Veja seu estilo de vida em Filipenses 3:7-
14.
Ter visão de multiplicação da célula significa ter uma visão de crescimento para cada
membro da célula. O líder é como um pai ou mãe humanos que deseja, sonha, se angustia,
se esforça, se desgasta pelo crescimento integral de seus filhos. Era assim que o apóstolo
Paulo se sentia com relação aos seus filhos na fé (Gálatas 5:19). Como líder de célula,
peça sempre a Deus para mostrar a você a visão particular que ele tem para sua vida e
para cada pessoa que você está pastoreando.

As resistências à multiplicação
Em João 16:21 Jesus nos fala sobre a hora do parto: “Quando a mulher está para
dar à luz, fica triste porque chegou a hora de sofrer. Mas depois já não se lembra
mais do sofrimento, pois está feliz porque nasceu uma criança”. O nascimento de uma
criança é uma experiência dolorosa, mas a alegria de ter e segurar uma criança nos braços
ultrapassa de longe a dor do parto.
Muitas células nunca geram novas células. Entre as muitas razões, destacamos três
citadas por Joel Comiskey, no seu livro “O Crescimento Explosivo da Igreja em
Células”, pg. 96.
Os membros do grupo tornam-se confortáveis demais na companhia uns
dos outros.
Eles se apegam fortemente aos seus relacionamentos e não querem deixa-los,
mesmo sabendo que ao fazer isso novas pessoas seriam ganhas para o Reino.
É claro que devemos incentivar os membros de células a desenvolver
relacionamentos próximos, mas não a ponto de excluírem outras pessoas.
Este sentimento deve ser combatido com o argumento de que ao deixarem a célula
para darem início a uma nova, eles continuarão mantendo contato com os amigos da célula
antiga. A célula-mãe e a célula-filha poderão se reunir ocasionalmente na semana livre para
a confraternização.
Os membros não conhecem a alegria do nascimento de uma nova célula,
e de como isso contribui para o crescimento da igreja do Reino de Cristo.
É preciso sair da teoria para a prática. Só a explanação da bênção da multiplicação
não é suficiente. Essa alegria precisa ser experimentada por todos aqueles que estão em
células.

Após provar a beleza do mover do Espírito de Deus em um grupo pequeno,
existe o medo de que o grupo não seja tão bom.
As pessoas resistem à multiplicação devido à preocupação de que o novo grupo
possa não ser tão ungido como o atual. Para superar essa tendência, os líderes e membros
de célula precisam ser constantemente lembrados de que o Espírito de Deus irá fazer
aquela nova célula ser tão especial quanto a atual.
Abordando este assunto, Ralph Neighbour Junior faz uma afirmação bastante
importante: “A beleza da igreja em células continua mesmo quando o grupo gera uma nova
célula porque o poder do Espírito continua a operar na vida do novo grupo”.
v Multiplicação de células
Na forma denominada de multiplicação “mãe-filha”, uma célula existente
supervisiona a criação de uma célula-filha provendo pessoas, liderança e uma parcela de
cuidado pessoal para apóia-la. Um grupo da célula-mãe é formado e é enviado para iniciar
uma célula-filha. Este é o método tradicional e mais freqüentemente utilizado para a
multiplicação de células.
Tradicionalmente a célula-mãe forma um novo núcleo que é constituído do novo
líder, do novo auxiliar e alguns membros da célula-mãe. O líder dessa equipe geralmente
servia como auxiliar na célula-mãe. A decisão de manter o auxiliar na célula original ou de
coloca-lo na liderança da célula-filha depende da maturidade e do nível de liderança dessa
pessoa.Uma variante mais comum do método mãe-filha é o líder iniciar com alguns membros
da célula-mãe uma nova célula. Neste cenário, o auxiliar da célula assume a direção da
célula-mãe.
II. PREPARANDO-SE PARA A MULTIPLICAÇÃO
v O tamanho adequado para a multiplicação
A célula tem que permanecer um grupo pequeno para não perder a sua eficácia e
sua habilidade de cuidar das necessidades de cada membro. O crescimento em número de
membros normalmente exclui o crescimento na intimidade e essa é a razão mais forte a
favor da multiplicação. Quando o grupo pequeno aumenta em número de membros, cresce
também a diferença no percentual de participação entre a pessoa mais ativa e a pessoa
menos ativa. A célula precisa ser pequena o suficiente para que todos os membros possam
contribuir livremente e compartilhar necessidades pessoais.
Muitos crêem que o tamanho perfeito para a multiplicação está entre oito e doze
pessoas. Dale Galloway diz: “O número ideal para boas dinâmicas de grupo e para o
cuidado e o diálogo está em torno de oito a doze pessoas. A participação é muito maior
quando o grupo permanece nesse número”. John Mallison, outro especialista em grupos
pequenos, afirma: “O número de doze não estabelece somente o limite máximo para
relacionamentos significativos, mas promove uma situação não ameaçadora para aqueles
que são novos em experiências de grupos menores… É significativo que Jesus escolheu
doze homens para estarem em seu grupo”. Carl George, outro estudioso sobre o assunto,
fixa o número adequado em dez pessoas. No seu entendimento este é o número ideal para
que o líder possa oferecer cuidado pastoral qualitativo.

v A célula tem duração de seis a doze meses
A célula tem vida limitada. As igrejas que estão em células há vários anos tem
observado que após um certo tempo de vida a célula tende a estagnar. Depois de certo
período os grupos tendem a se tornar imóveis. Inicialmente as pessoas não querem ficar
juntas, mas depois disso, elas tendem a ficar juntas por muito tempo.
Durante os primeiros seis a doze meses as pessoas aprendem umas com as outras;
mas depois disso, é provável que comecem a relaxar e deixar o barco correr. Por essa
razão, espera-se que a célula se multiplique dentro de um período ideal de seis meses e
máximo de doze meses, para que haja a possibilidade do desenvolvimento de novos
relacionamentos.
Caso não haja possibilidade de multiplicação durante este período, o problema deve
ser diagnosticado e a célula reestruturada, para cumprir o seu objetivo final, ou seja, a
multiplicação.
Coloque a multiplicação como um objetivo para a célula, desde a primeira reunião.
Trabalhe para que o momento do “nascimento” de uma nova célula aconteça dentro do
cronograma normal. Para que isto aconteça o líder deve concentrar grande parte do seu
ministério com seus três auxiliares, pois a célula se multiplica pelo núcleo (liderança) e não
pelo citoplasma, ou seja, corpo da célula.
O líder de célula deve, desde o início, selecionar e treinar dois ou três líderes em
potencial dos membros da sua célula. O maior reconhecimento que poderá ser dado ao
líder de célula é ter levado a sua célula à multiplicação. Ele deve colocar esse alvo diante
de si, trabalhando para alcançar aquele momento em que a sua célula vai dar à luz uma
célula-filha. Quando o líder chegar a este ponto, já deverá estar com os auxiliares
plenamente aptos para se tornarem líderes da nova célula, ou novas células.
v As etapas da vida de uma célula.
Durante a vida da célula, ela irá passar por quatro fases de crescimento. O líder deve
estar atento para estas etapas na vida da célula, para que possa ministrar com eficácia.
A etapa da descoberta (conhecendo-se uns aos outros)
Depois de certa convivência é comum às pessoas confessarem umas as outras,
depois de um período de forte convivência: “Você não é bem como eu pensava que
fosse na primeira vez que o vi”.
Esta é uma reação bem comum, porque as primeiras impressões que temos das
pessoas são baseadas, geralmente, em relacionamentos do passado que tivemos com
outras pessoas. É necessário que os membros da célula participem de duas ou três
reuniões para vencerem as falsas conclusões que tiraram a respeito de outros.
Este processo pode ser acelerado se a célula realizar um retiro de formação
espiritual, no qual as pessoas vão ter a oportunidade de passar bem mais tempo em
comunhão concentrada. Também é significativo promover uma atividade de fim-de-semana
de quatro a seis horas, como um piquenique com jogos e outras atividades.
Nesta fase inicial da vida da célula não é recomendável levar visitantes. É uma
oportunidade para os próprios membros da célula se conhecerem mutuamente. Antes que
alguém venha visitar a célula é necessário que haja entre os irmãos um pouco de
entrosamento para que o ambiente celular fique mais descontraído, menos formal e mais
relacional.

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A etapa dos conflitos
Quando as pessoas chegam a se conhecer bem, os seus sistemas de valores
entram em choque. Pode ser que uma fale demais, irritando o grupo inteiro pela dominação
indesejável. Outro membro talvez seja caracterizado pela insensibilidade, machucando com
suas atitudes os outros irmãos da célula, ao passo que ainda outros sejam hipersensíveis e
se machucam com facilidade.
Depois de uns cinco ou seis encontros, conflitos como esses virão à tona na hora do
debate, do compartilhamento da palavra. Aí vai haver o processo do efeito-lixa. Como
resultado, as pessoas aprenderão a confiar umas nas outras até o ponto de deixar
transparecer os seus desacordos e assim poderão resolvê-los.
Se o líder tem pouca experiência com grupos pequenos, é provável que venha a
sentir um pouco de medo quando surgir à etapa dos conflitos. Mas não deve ter receio!
Precisa continuar conduzindo o grupo de forma gentil, deixando que os participantes
compartilhem coisas íntimas.
Durante a reunião da célula é importante conscientizar os membros, que os conflitos
são naturais e fazem parte da vida com sucesso da célula. O líder descobrirá que os
próprios membros irão resolver essas diferenças. Os resultados serão fantásticos!
Enquanto o líder trabalha com os conflitos, a identidade da célula será estabelecida e um
novo compromisso para com a célula irá surgir. Pela primeira vez, a identidade da célula
será formada, e as pessoas de fato se comprometerão com os irmãos que a compõe.
A etapa da comunidade
A etapa dos conflitos é seguida de um período bastante significativo, no qual os
membros irão de encontro uns dos outros de uma forma bastante especial. Neste período
os membros aumentam, de modo especial, a sua expressão de comunhão. Este não é
somente um período de enriquecimento, mas também é um período bastante perigoso.
Por terem formado relacionamentos significativos, os membros da célula podem
querer se enclausurar, para não serem perturbados. Se isto for permitido, a célula se
transformará num monstro feio e egoísta. Passará aquele bom momento e os membros não
terão mais força para multiplicar a célula.
Logo que o líder perceber que os laços entre os membros estão muito fortes, deve
lidera-los para alcançar outros e focalizar seu ministério em atividades de multiplicação.
A etapa do ministério (ministrar a outros)
Logo no primeiro encontro o líder deve deixar bem claro para os presentes que a
célula existe para fortalecer os seus membros a fim de que ajudem a outros. A partir da
primeira reunião, cada membro deve ser encorajado a cultivar relacionamentos com
incrédulos.
Assim que o líder sentir que sua célula está adentrando na etapa da comunidade,
deverá imediatamente começar a enfatizar a importância de todo membro se envolver em
alcançar outras pessoas e servir às necessidades dos membros da célula.

“Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta.
Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.
Mateus 7:7,8

Disney manda excluir termos religiosos nas traduções de seus desenhos e gera nova polêmica

A presença do secularismo em produções da Disney vem se tornando cada vez maior e agora a empresa, novamente, mostra seu desprezo pelas tradições ao estabelecer como norma uma política que pretende limitar ao máximo expressões religiosas ou menções à fé de forma específica.

No Brasil, o Disney Channel virou assunto recentemente de uma reportagem da jornalista Cristina Padiglione, do O Estado de S. Paulo, por conta da determinação de mudança na forma de tradução de termos ligados às religiões, mesmo que sejam simples ou genéricos.

De acordo com Padiglione, termos como “credo”, “cruzes” e outros passaram a ser alterados, ganhando expressões equivalentes sem referências à fé, nas dublagens e traduções de séries e filmes para o Brasil. Até mensagens como “Feliz Natal” tem sido trocadas por “Boas Festas”, por exemplo.

Em comunicado, a direção do Disney Channel afirmou que “o conteúdo do canal procura ser relevante para as crianças e famílias de todo o mundo, refletindo a diversidade e a inclusão”, admitindo que a mudança é intencional.

“Sempre que possível buscamos ampliar nossas expressões a fim de integrar o maior número de pessoas. Entretanto, toda vez que o conteúdo nos pede especificidade, não deixamos de utilizar expressões que sejam relacionadas à religião, como ‘Natal’ ou ‘Hanukkah’, ou hábitos culturais”, acrescentou a nota.

Secularismo

Há poucos meses a Disney foi alvo da fúria de lideranças conservadoras no Brasil e no mundo por conta da exibição do primeiro beijo gay em um desenho infantil e pela postura ativista adotada na caracterização de um personagem do remake do filme A Bela e a Fera.

A gigante do entretenimento infantil abraçou o ativismo LGBT e exibiu, no desenho Star vs. as Forças do Mal, veiculado no canal Disney XD, uma cena em que dois casais homossexuais se beijam.

Já em A Bela e a Fera, o longa-metragem chegou aos cinemas cercado de polêmica por conta da escolha de narrar, paralelamente à história principal, um romance gay. O personagem LeFou, interpretado pelo ator Josh Gad, é apresentado como alguém com trejeitos femininos. Ele é um criado do protagonista, Gaston (Luke Evans), e tem admiração pelo patrão.

Essa postura motivou boicotes à empresa em vários lugares do mundo, incluindo o Brasil, críticas de lideranças cristãs e irritação de entusiastas com a manifestação de reprovação dos conservadores.

No futuro, todo mundo terá um chip implantado no corpo, dizem especialistas; Cristãos reprovam

“Você receberá um chip. É só uma questão de tempo”. Essa foi a constatação de um jornalista americano após pesquisar e preparar uma extensa reportagem sobre o uso de microchips no ambiente corporativo.

Depois que uma empresa do estado norte-americano de Wisconsin decidiu implantar microchips em seus funcionários para abandonar crachás e códigos de acesso, a internet entrou em um debate total. Lideranças religiosas e fiéis ficaram tão chocados que passaram a protestar de forma incisiva contra a empresa.

De acordo com o jornalista Jefferson Graham, do portal USA Today, outros setores da sociedade quiseram saber mais sobre a iniciativa, mostrando uma dicotomia em relação ao assunto. “Isso acontecerá com todos”, diz Noelle Chesley, 49 anos, professora associada de sociologia da Universidade de Wisconsin-Milwaukee. “Mas não este ano, e não em 2018. Talvez não seja minha geração, mas certamente a dos meus filhos”, acrescentou.

Gene Munster, investidor e analista da Loup Ventures, é um defensor da realidade aumentada, da realidade virtual e de outras novas tecnologias. Ele acha que chips embutidos em corpos humanos estão a 50 anos de distância. “Em 10 anos, o Facebook, o Google, a Apple e a Tesla não terão seus empregados quebrados. Você verá algumas pessoas adeptas de tecnologia avançada adotando, mas não grandes empresas”.

A idéia de implantar um chip também tem “muita conotação negativa” hoje, mas em 2067 “teremos sido desensibilizados pelo estigma social”, diz Munster.

Por enquanto, a empresa que obrigou os funcionários a usarem o chip não mostrou maiores utilidades para a ferramenta. Munster diz que foi um “golpe de marketing” para chamar a atenção para o seu produto, com manchetes em todo o mundo. A empresa, que vende quiosques de cafeteria corporativos projetados para substituir máquinas de venda automática, gostaria que os quiosques fizesse as transações sem dinheiro.

Isso iria além do pagamento com seu smartphone. Em vez disso, os clientes com o chip implantado simplesmente agitariam suas mãos em vez de usar aplicativos. Os idealizadores esperam que, no futuro, as pessoas façam check-in no aeroporto sem passaportes; liguem carros, destranquem portas ou desativem alarmes, tudo com o chip.

Os defensores da tecnologia frisam que o chip não é um rastreador de GPS. No entanto, os analistas acreditam que esses implantes acompanharão todos os nossos movimentos.

“Depois de anos como uma subcultura, ‘a hora é agora’ para que os chips sejam mais utilizados”, diz Amal Graafstra, fundador de uma empresa ligada à tecnologia. “Nós vamos começar a ver implantes de microchips obtendo o mesmo domínio de aceitação que piercings e tatuagens tê hoje”, acrescentou.

“Isso se tornará parte de você da maneira que um celular é”, diz Graafstra. “Você nunca pode esquecer, e você não pode perdê-lo. E você tem a capacidade de se comunicar com as máquinas da maneira que você não poderia antes”, disse, aprovando o desenvolvimento.

Mas diante da nova onda de debates sobre o assunto, qual seria o próximo passo? Os especialistas afirmam que os consumidores aderirão aos chips antes que as empresas os peçam.

Chesley diz que as empresas são mais lentas para responder a mudanças maciças e que haverá uma questão de idade. Os funcionários mais jovens estarão mais abertos a isso, enquanto os trabalhadores mais velhos se negarão.

“A maioria dos empregadores que têm força de trabalho intergeracional pode avançar gradualmente. Não consigo imaginar pessoas com idade mais avançada entusiasmadas sobre ter dispositivos implantados em seus corpos”, ponderou.

Adiciona Alec Levenson, pesquisadora do Centro de Organizações Efetivas da Universidade do Sul da Califórnia, diz que “a grande maioria das pessoas não apoiará isso”, o que pode levar a uma espécie de discriminação no trabalho.

“É com isso que estamos preocupados”, diz Bryan Allen, chefe de gabinete da deputada estadual Tina Davis (D), que está apresentando um projeto de lei na Pensilvânia para proibir a incorporação obrigatória de chips. “Se houver fiscalização, impediremos que um empregador diga ‘ou você faz isso, ou você não pode mais trabalhar aqui’”, comentou.

Vários estados passaram leis semelhantes. “Você precisa ter muita confiança para colocar um desses em seu corpo”, diz Kent Grayson, professor de marketing na Kellogg School of Management da Northwestern University. Segundo ele, os trabalhadores precisarão de garantias de que o chip é saudável, não pode ser pirateado, e sua informação é privada.

Enquanto isso, lideranças religiosas usam as redes sociais a expressar seu descontentamento com o uso dessa tecnologia. “Quando Jesus foi criado, ele foi levado corpo e alma, e foi ele, não um zumbi, não um fantasma. Seremos ressuscitados da mesma forma”, escreveu um internauta cristão.

Os especialistas, no entanto, desdenham. “Acostume-se a isso”, diz Chesley, lembrando que há dez anos, os funcionários não consultavam o e-mail corporativo durante o fim de semana, por uma questão cultural ligada à folga. Hoje, isso mudou, “quer nos agrade ou não”, ponderou. “Seja tecnologia portátil ou um chip embutido, o chip sempre conectado sempre será parte de nossas vidas”, concluiu a professora.

Cristãos fazem clamor nas ruas da Venezuela pedindo misericórdia a Deus durante a crise

A Venezuela atravessa uma crise de proporções preocupantes, com a ditadura imposta por Nicolás Maduro avançando sobre os direitos políticos da oposição, o cerceamento da liberdade de manifestação e o encolhimento da economia do país, gerando desempregos e aumento da criminalidade. Diante disso, os cristãos do país estão saindo às ruas para clamar a Deus.

No Facebook, a página cristã venezuelana Un Chico Cristiano (“um menino cristão”, em tradução livre) divulgou um vídeo que mostra vários fiéis ajoelhados no meio da rua, clamando a Deus por solução para a crise.

“Deus tem o controle de toda a Venezuela, animem-se! Ajude o seu irmão venezuelano. Estamos reunidos muito pacificamente para enviar uma mensagem muito forte [ao governo]: escute, remova os tampões do ouvido e as vendas de seus olhos e veja o que está acontecendo, veja o que as pessoas da Venezuela desejam”, dizia a legenda do vídeo.

O vídeo mostra ainda um policial cristão durante seu expediente, ajoelhado, orando junto à população para que a situação seja modificada. Embora a página não detalhe dia e horário que a gravação foi feita, a publicação aconteceu no último sábado, 12 de agosto.

“Em Sua presença, aqui, Senhor, nos humilhamos, para que Tu sejas entronizado, para que seja o Senhor aquele que recebe toda honra, toda glória. Porque Tu dizes: ‘Se o meu povo se humilhar e clamar pelo pelo meu nome, eu sararei sua terra’. Amado Jesus, a Ti seja a honra e a glória. Sabemos que Tu vais à frente de todos nós como um poderoso gigante”, declarou o policial durante a oração.

 

SUA ATITUDES PROVAM O QUANTO VOCÊ DESEJA A VONTADE DE DEUS

“Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de DEUS” (Romanos 12.2).

A diferença entre conhecer a vontade de DEUS e experimentar a vontade de DEUS é a mesma entre ouvir o que DEUS diz e praticar o que DEUS diz. Tudo depende da minha atitude. DEUS diz para eu não viver na fôrma do mundo, mas devo transformar a mim mesmo para que eu viva no mundo onde a vontade DELE acontece. Sou eu que transformo o mundo em que vou viver. Sou eu que transformo a mim mesmo. Sou eu que devo agir para que a vontade de DEUS se estabeleça em minha vida.

Eu não posso colocar na conta de DEUS a responsabilidade pelos acontecimentos em minha vida, enquanto não tomo a responsabilidade de agir conforme o que ELE diz. DEUS vai agir depois que eu agir conforme o que ELE disse. As atitudes que tomo são as provas que mostram se realmente busco a vontade de DEUS para minha vida.

:: CHRISTIAN CLAYTON

Dependência de internet tem graves consequências

Pagar as contas, fazer compras, comparecer à reunião de trabalho e matar as saudades de quem mora longe. Com a correria do dia a dia, dar conta de todos esses afazeres fica cada vez mais difícil e, em alguns casos, até mesmo impossível. Porém, com as facilidades oferecidas pela internet é possível fazer tudo isso em apenas alguns cliques, sem precisar sair da comodidade de casa.

Por trás de toda praticidade da internet existe um mal com consequências graves para o usuário. A dependência desse meio de comunicação pode acarretar prejuízos no trabalho, perda de contato com amigos e familiares, entre outros problemas. Conheça as causas, consequências e como evitar esse mal.

Reconhecendo os sintomas

Segundo Dora Sampaio Góes, psicóloga do Grupo de Dependência de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o tempo que o usuário permanece conectado não é o fator mais determinante para identificar a dependência de internet. “O diagnóstico é traçado a partir das respostas referentes a oito critérios. Para que o paciente seja considerado um dependente de internet, ele deve se encaixar em pelo menos cinco desses oito pontos”, explica a psicóloga.

Veja abaixo quais são os critérios utilizados pelo Instituto de Psiquiatria do HC para diagnosticar a dependência de internet.

  1. Preocupação excessiva com internet
  2. Necessidade de aumentar o tempo conectado para ter a mesma satisfação
  3. Exibir esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da internet
  4. Apresentar irritabilidade e/ou depressão e buscar conforto navegando na internet
  5. Quando o uso da internet é restringido, apresenta instabilidade emocional
  6. Permanece mais tempo conectado do que o programado
  7. Trabalho e relações sociais (amigos e família) em risco por conta do uso excessivo
  8. Mentir para os outros a respeito da quantidade de horas que fica conectado

Os sintomas são muito parecidos com os apresentados por quem sofre com dependência de substâncias ou comportamentais, explica Monica Levit Zilberman, pós-doutora em dependência e gênero. Ela ainda acrescenta: “a pessoa fica conectada por um tempo muito maior do que o que gostaria, com inúmeros prejuízos, seja do ponto de vista familiar, social ou mesmo profissional. Outros afazeres e atividades antes valorizadas deixam de ser prioritárias ou até de serem realizadas”, explica Monica.

A pós-doutora ainda revela que muitos pacientes chegam a comparar a internet com uma droga, pela qual eles tentam se livrar de todas as outras atividades, para poderem ficar conectados sem serem interrompidos. “Nesse estágio começam as mentiras sobre o quanto se está usando ou mesmo desculpas como ‘estou só dando uma checadinha nos e-mails’. Os parceiros tendem a se irritar com esse comportamento, pois são os primeiros a serem deixados de lado”, conclui Monica.

Veja na próxima página quais são as causas da dependência e as consequências na vida de quem sente necessidade de estar conectado 24 horas por dia.

Causas e consequências

A popularização da internet veio com muitas melhorias, principalmente na abrangência do serviço e velocidade de conexão. O preço tem se tornado atrativo também, apesar do serviço de internet no Brasil ter os custos mais elevados do mundo, segundo estudo divulgado pelo Comitê Gestor da Internet, em outubro de 2011. A facilidade de conexão ocasiona diversas situações de isolamento do indivíduo, indo de casos mais simples aos mais complexos, com comprometimento severo no trabalho e vida social. Conheça as causas apontadas pelas especialistas para essa dependência.

Causas

Segundo as psicólogas, ainda não há estudos que comprovem quais são as origens dessa dependência, porém, alguns fatores são comuns entre os dependentes. Os quadros dos pacientes geralmente trazem características de pessoas tímidas, com baixa autoestima, transtornos psiquiátricos, transtornos impulsivos, predisposição pessoal e disponibilidade de acesso. “Em uma época onde o acesso à conexão é muito rápido, aumenta a possibilidade daqueles indivíduos que tenham alguma vulnerabilidade se tornarem ‘viciados’ em comportamentos repetitivos, tornando-se dependentes. Quando a conexão era mais difícil, lenta e caía com frequência, isso aborrecia as pessoas. As chances delas se viciarem eram menores”, explica Monica Zilberman.

Conheça as consequências na vida das pessoas diagnosticadas com dependência de internet.

Consequências

As maiores perdas, segundo as psicólogas, são em relação aos relacionamentos sociais dos dependentes de internet. Isso porque a vontade de ficar conectado ao mundo virtual é mais forte do que sustentar os laços com os amigos ou até mesmo a própria família. “O isolamento acaba causando brigas com a família e o indivíduo chega a deixar os estudos e até mesmo o trabalho de lado para se dedicar à internet”, comenta Dora. Além desses fatores, a psicóloga explica que nem mesmo quem já está casado escapa dos problemas causados pela dependência. “Muitas pessoas procuram ajuda apenas depois que o casamento terminou. Além da questão de isolamento, muitos relatam casos de traição virtual”, complementa a psicóloga Dora Góes.

Veja na próxima página o que fazer para não ser mais uma vítima da dependência e como proteger os filhos do vício da internet.

Crianças e a dependência de internet

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As inovações no campo de comunicação pela internet contam também com a ajuda dos dispositivos móveis, como celulares e tablets. Por conta disso, segundo Monica Zilberman, quanto maior a facilidade de acesso, mais rápido as pessoas que já tem alguma tendência se tornam dependentes. Dora Góes explica que ainda não há estatística que comprove o aumento de casos de dependência de internet por conta do acesso em smartphones e tablets, porém, a probabilidade é que essa facilidade ao acesso contribua sim para aumentar as estatísticas.

Crianças

É natural que os pais também se preocupem com a dependência de internet por causa da exposição de conteúdo ao qual seus filhos são submetidos diariamente. Dora Góes explica que os pais precisam monitorar o tempo e o conteúdo que seus filhos estão acessando, mas não de forma policialesca. “O ideal é que os pais saibam como eles usam, quanto tempo usam e que proponham atividades além da internet. Eles devem ficar atento se os filhos não estão deixando de lado as atividades de escola e com os amigos. Quando a criança prefere ficar na internet do que na companhia dos amigos, os pais devem conversar para saber qual é o motivo. Dar limites é fundamental e, se for o caso, buscar ajuda profissional para resolver o problema”, orienta Dora.

Evite a dependência

Monica explica que é preciso buscar estratégias para controlar o alcance desse comportamento no dia a dia. A sugestão da psicóloga é estabelecer horários para conexão e não se manter conectado o tempo todo. “É preciso evitar o uso de dispositivos móveis de conexão, principalmente durante atividades sociais ou durante a noite”, explica a pós-doutora em dependência.

Fonte: BBEL
Coordenadoria de Comunicação e Marketing

O PREÇO DA VIDA COM DEUS – 04 Agosto

Estudo para Células nº 04

“O PREÇO DA VIDA COM DEUS”

Texto: Lucas 9:23-27, Mateus 16:24-28 e Marcos 8:34 (ORE ANTES DE MINISTRAR).

Introdução: Existem preços que pagamos neste mundo como: impostos, pedágios, planos de saúde, casa própria, carros, móveis, roupas, aluguéis. Pessoas também pagam por batismos (Igreja Católica), missas, casamentos, correntes de libertação, trabalhos de macumba, curandeirismo. Também pagam médicos, psicólogos, advogados etc. Mas, temos um preço a pagar:

1º) NEGAR-SE:
1.1 – Revestir-se do novo homem: Mt. 9:16,17;
1.2 – Não viver mais para si mesmo: 1Co. 1:1-9.

2º) TOMAR A CRUZ CADA DIA:
2.1 – A cruz fala de morte: Gl. 2:20; Gl. 5:24; Gl. 6:14;
2.2 – A cruz fala de compromisso: Mt. 5:13-20; Mt. 6:19-24; Mt. 7:13-23.

3º) SEGUIR JESUS:
3.1 – Largar tudo: Mc. 2:14; Mt. 4:18-22;
3.2 – Viver experiências com Jesus: At. 9:1-5; At. 26:14.

Conclusão: Qual o preço que você tem pago nestes dias? Um preço material? O preço do discipulado? O preço da verdadeira vida com Deus? Que cada um nesta noite, possa refletir sobre sua vida com Deus.

MANTENDO A UNÇÃO – 03 Agosto

Estudo para Células nº 03

“MANTENDO A UNÇÃO”

Texto: 1 João. 2:20 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Unção é o Poder do Espírito Santo na nossa vida. Quando falamos que alguém tem a Unção, dizemos que este alguém tem o Poder de Deus. Precisamos manter este Poder na nossa vida vivendo no sobre-natural do Senhor. Santidade é a chave principal para isso.

1º) CONSERVAR A VIDA EM SANTIDADE:
1.1 – Não deixar apagar o fogo de Deus: Lv. 6:12; Lv. 10:1;
1.2 – Viver constantemente santo: Ex. 28:36; 2Co. 1:12; 2Co. 7:1.

2º) DEDICAR-SE AO SENHOR:
2.1 – Permanecer no santuário: Lv. 21:12; 1Co. 6:19;
2.2 – Palavra, oração e jejum: Jo. 17:17; Lc. 18:1; Jl. 2:12-17.

3º) CONSERVAR-SE SANTO EM FAMÍLIA:
3.1 – Conservar-se como referencial: Ef. 5:22-28;
3.2 – Ter consciência da responsabilidade conjugal: 1Pe. 3:7.

4º) POR EM PRÁTICA A UNÇÃO DE MULTIPLICAÇÃO:
4.1 – Ter paixão pelas almas: Ez. 3:18,19; 1Co. 9:16;
4.2 – Falar sempre de Jesus às pessoas: At. 20:17-27.

5º) NÃO TER RECEIO DE PERDER O PODER DE DEUS:
5.1 – O medo arma laços: Jó 3:25; Jó 29:25;
5.2 – O medo é arma do inimigo: 1Pe. 5:8.

Conclusão: Para manter a unção do Senhor na nossa vida, precisamos perseverar em santidade todos os dias.

AMARRAS NA VIDA DO DISCÍPULO – 02 Agosto

Estudo para Células nº 02

“AMARRAS NA VIDA DO DISCÍPULO”

Texto: João 11:39-44 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Precisamos hoje nos despojar de certas amarras que impedem o crescimento espiritual e trava a multiplicação na Igreja . Nosso coração precisa estar limpo de certas imundícias que não convém à cristãos.

1) A INVEJA:
1.1 – Faz o discípulo se desviar: Sl. 73:1-3
1.2 – Apodrece os ossos: Pv. 14:30
1.3 – Traz aflição de espírito: Ec. 4:4
1.4 – Vem do coração e contamina o homem: Mc. 7:22
1.5 – Pode dividir uma igreja: I Co. 3:3
1.6 – É obra da carne: Gl. 5:21
1.7 – É como vivíamos antes de ter Jesus: Tt. 3:3

2) A INCREDULIDADE:
2.1 – Impede as bênçãos de Deus: Mt. 13:58
2.2 – Gera admiração em Jesus: Mc. 6:6
2.3 – Situação de quem não tem Jesus: 1Tm. 1:13
2.4 – Impede grandes coisas de Deus: Hb. 3:19
2.5 – Impede do homem entrar na glória: Ap. 21:8

3) O MEDO:
3.1 – Gera espírito de escravidão: Rm. 8:15
3.2 – Não foi dado por Deus: 2Tm. 1:7
3.3 – Está no coração de quem não foi liberto por Jesus: Lc. 1:74
3.4 – O medo da morte gera servidão: Hb. 2:15

4) O ORGULHO:
4.1 – É o que Deus não aceita: Pv. 8:13;
4.2 – Gera afronta: Pv. 11:2;
4.3 – Está na boca do tolo: Pv. 14:3;
4.4 – É o preparo para a queda e a ruína: Pv. 16:18;
4.5 – Abate totalmente o homem: Pv. 29:23;
4.6 – Vem do coração e contamina o homem: Mc. 7:22;
4.7 – É qualidade de homens ruins e corruptos: 1Tm. 3:4.

5º A REBELDIA:
5.1 – É o mesmo que feitiçaria: 1Sm. 15:23;
5.2 -É o contrário de prudência: Lc. 1:17;
5.3 – Esta ligado à desobediência à Deus: Rm. 10:21;
5.4 – Gera disciplina por parte de Deus: Hb. 2:2.

Conclusão: Hoje você pode desprender-se da inveja, da incredulidade, do medo, do orgulho e da rebeldia.

A UNÇÃO PARA CONTINUAR – 01 Agosto

Estudo para Células nº 01

“A UNÇÃO PARA CONTINUAR“

Texto: 2 Timóteo 4:7 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Por quê muitos não conseguem ir mais avante na vida cristã? Por quê muitos abandonam ao Senhor? Por quê muitos têm como mania, olhar para trás? O Senhor diz que “ Aquele que recuar a alma do Senhor não terá prazer nele”. Hb. 10:38

DISCUSSÃO

1) Você tem dimensão da importância da unção?

OBJETIVO: compreender a importância da unção na vida dos cristãos e na  Igreja.

1º) É NECESSÁRIO COMBATER O BOM COMBATE:
1.1 – Existe uma luta espiritual: Ef. 6:10-18;
1.2 – Existe um inimigo que quer impedir: 1Ts. 2:18, At. 8:23, 1Tm. 3:7, 6:9, 2Tm. 2:26, Pv. 22:5;
1.3 – Existe uma forma de vencer o inimigo: Ap. 12:10,11, Hb. 1:13,14, Is. 59:19;
1.4 – Existe uma grande mensagem a ser vivida: 1Jo. 3:11-18.

2º) ACABAR A CARREIRA:
2.1 – Honrar o serviço estabelecido por Deus à nós: 1Tm. 1:12;
2.2 – Não parar em hipótese alguma: 1Tm. 4:1, Hb. 12:1;
2.3 – Não ir na direção contrária: Jn. 1:1-17, Jr. 31:3;
2.4 – Trabalhar incansavelmente para o Senhor: Jo. 5:17 e 6:27.

3º) GUARDAR A FÉ:
3.1 – Ter conhecimento prático da Palavra: Tg. 1:22,23;
3.2 – Viver como mais que vencedor: Ap. 2:7, 11, 17 e 26, 3:5, 12 e 21;
3.3 – Esperar com paciência : Tg. 5:7,8.

Conclusão: Hoje nós tomamos posse da palavra de Deus para a nossa vida e rejeitamos qualquer possibilidade de perder esta unção.

HONRE AO SENHOR COM SEUS BENS

O verbo “honrar” significa “distinguir, fazer diferença”. E é isso que Deus espera de nós! Muito mais do que dízimos e ofertas, Ele espera que O honremos! “Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Pv 3.9,10). Temos aqui uma promessa de Deus que tem o Seu “sim” e o Seu “amém” (2 Co 1.21). O texto de Provérbios fala de Deus suprindo abundantemente o Seu povo com a Sua provisão. Isso não se aplica somente a celeiros e lagares hoje, de forma literal, como no caso dos judeus daquela época, mas também devemos entender que Deus está Se referindo a uma provisão abundante.

A vontade de Deus é suprir as necessidades materiais dos Seus filhos. Há diversas promessas na Bíblia que se referem a isso (Sl 23.1; Fl 4.19). Contudo não acontece de forma automática. Essa promessa é condicional, ou seja, não se cumpre por si só, mas depende de cada um de nós para que possa ser concretizada. O texto bíblico acima pode ser dividido em duas partes: o que nós temos que fazer, e o que Deus fará depois que fizermos a nossa parte. Essa promessa divina é sobre provisão e prosperidade (não entenda como “riqueza”) e revela a vontade do próprio Deus para Seus filhos. Contudo muitos crentes sinceros não a experimentam. Acredito que isso tem ocorrido justamente porque há uma dimensão de entendimento por trás dessa promessa que ainda não foi alcançada pela maioria dos crentes.

Temos ouvido muito sobre as bênçãos do dar, e acredito nesta doutrina, porque é bíblica. Mas a Palavra de Deus não nos ensina somente a dar, mas ensina também a forma certa de fazê-lo! Creio que esse texto nos revela mais sobre a atitude correta que devemos ter ao dar do que sobre a dádiva em si. O conselho que Deus nos dá por meio de Salomão é o de honrarmos ao Senhor com os nossos bens. O que está em questão aqui é a manifestação da honra, e não os bens em si. O uso dos bens é só um meio de expressarmos essa honra. Deus não está interessado em nossas ofertas, e, sim, na atitude que nos leva a entregar a Ele as nossas ofertas. Um dos maiores exemplos disso está no que Deus pediu a Abraão: o sacrifício de Isaque (Gn 22.1-10). Na hora de imolar o filho, o patriarca foi impedido de fazê-lo, e o Senhor deixou claro que Ele só queria a expressão da honra, e não privá-lo de seu filho. Ao pedir justamente o que Abraão mais amava, o Senhor estava lhe dando uma oportunidade de honrá-Lo tremendamente.

Vemos o mesmo princípio revelado de forma inversa, quando Ananias e Safira trouxeram uma oferta de alto valor, mas com a motivação errada e recheada de mentira. O que aconteceu? Deus se agradou? De forma alguma! Lemos em Atos 5.1-5 que o Senhor os julgou pelo que fizeram. O Pai celestial não queria o dinheiro deles, e, sim, uma atitude de honra. Portanto Deus deseja ser distinguido de todas as demais coisas em nossas vidas, mesmo as que temos como mais preciosas.

:: PR. LUCIANO SUBIRÁ

CRISTÃO E POLÍTICA: MURALHA CONTRA TSUNAMI

No Japão, na região de Kamaishi, foi construído um grande muro, que demorou três décadas para ficar pronto, a um custo de US$1,6 bilhões (mais de R$5 bilhões), para impedir desastres ocasionados por tsunamis, porém desmoronou justamente durante o tsunami de 2011 e deixou a cidade totalmente sem defesas.

Nas últimas semanas temos visto diversas manobras políticas do atual Presidente da República, Michel Temer, para evitar que a denúncia sobre o crime de corrupção passiva, por supostamente ser o destinatário da mala com R$500 mil repassados pela JBS a Loures, seja recebida na Câmara dos Deputados.

Apesar de nosso país estar passando por um período crítico financeiro, com o Real desvalorizado, fazendo com que o suado salário não chegue até o final do mês, inclusive, com uma dívida crescente tanto do Estado quanto do povo; tempo em que recursos para investimentos estruturais do nosso país são escassos, e a instabilidade política gera desconfiança nos possíveis investidores internacionais, é nesse momento que Michel Temer resolve raspar as reservas públicas para garantir sua permanência no poder. Espalhou R$ 529 milhões para emendas parlamentares (dinheiro para Deputados garantirem suas reeleições no próximo ano), realizou 25 trocas de deputados na Comissão de Constituição e Justiça, para garantir a aprovação do relatório contra sua denúncia e concedeu benefícios fiscais para a bancada ruralista, que acarretará na diminuição da arrecadação em bilhões de reais.

Sem julgar o mérito da culpa ou não do presidente, aqui o que se pretende é analisar a atitude de nosso representante maior, frente a uma possibilidade de perder seu posto. No lugar de enfrentar a tempestade, decide usar seu poder e o dinheiro do povo para conter os ventos e grandes ondas.

Como é fácil jogar uma pedra, mas como é difícil se render a Cristo. De certa forma, a todos nós são concedidos poder e influência. Talvez não sobre toda uma nação, como o de Temer, mas temos autoridade sobre nossa família, nossos funcionários, nossa célula, nosso salário. Temos responsabilidade sobre nosso próximo, nossas finanças, dívidas, clientes, fornecedores, até mesmo sobre nossos chefes.

Como está sendo nossa atitude frente às dificuldades que estamos enfrentando? Resolvemos usar nosso “poder” e autoridade para benefício próprio? Negligenciamos nosso chamado para satisfazer prazeres passageiros? Frente à tempestade, estamos usando todos os nossos recursos para simplesmente evitá-la?

Todavia, quando a tempestade vier, devemos sempre lembrar que nosso Mestre andou sobre as águas! Para que “assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5.16).

Melhor do que construir muros para evitar tsunamis, talvez devamos “construir nossas casas em lugares mais altos”.

Mega culto reúne 200 igrejas e intercede pelo Brasil

O mega culto realizado por igrejas evangélicas de toda Curitiba e região metropolitana na Arena da Baixada encerrou a Semana do Avivamento, quando igrejas de toda a cidade se reuniram para a realização de cultos e atividades sociais, incluindo arrecadação de doações para a Fundação de Ação Social (FAS) da prefeitura, além de mobilizar evangélicos para fazerem cadastro para a doação de órgãos e de medula óssea.

Segundo a organização, todos os 50 mil ingressos do encerramento foram vendidos. Contudo, nem todos compareceram. Mesmo assim, os 43 mil fiéis que foram até o estádio do Atlético Paranaense foi o maior culto público no local, quase superando as 45.207 pessoas que estiveram ali para o UFC 198, no ano passado

Para efeitos de comparação, a Marcha para Jesus em Curitiba atrai cerca de 150 mil participantes, mas é considerado um movimento.


A partir das 18h do sábado (28), teve início o evento religioso, que também teve conotações políticas. Logo no início, um dos pastores no palco principal pediu que s fiéis levantassem um folheto com as cores da bandeira do Brasil. Foi realizado um momento de intercessão pelo país, enquanto uma bandeira sobreposta por um enorme “Jesus” era projetada no telão.

O líder religioso explicou que era preciso orar por justiça para que “Jesus tocasse no coração dos governantes” e “o brasileiro voltar a andar de cabeça em pé”. A página do movimento MUDE, ligado aos investigadores da Lava Jato postou fotos do evento, dizendo que houve um momento de se declarar apoio à operação.

Unir as pessoas

O estudante Eduardo Schultz, 17 anos, foi com familiares para participar do culto. Ele diz ter se emocionado. “Nunca tinha visto algo assim. É a minha primeira vez aqui, então vir e ver algo desse tamanho e com essa animação é inexplicável. É diferente”, ressalta. Para a pedagoga Marinalva Starerraud, 42 anos, o diferencial de um culto desse tamanho é o contato com outras pessoas. “Unir pessoas de todas as idades e diferentes igrejas é algo maravilhoso”, acredita.

Seu esposo, o corretor Geraldo Starerraud, de 52 anos, conta que nunca viu a Arena tão cheia. “Estive aqui durante a inauguração da grama sintética [em fevereiro de 2016] e a quantidade de pessoas era bem menor. Dessa vez, até o campo está lotado”, lembra. Com informações Tribuna PR

Seita chinesa acredita que mulher reencarnou em Jesus

A Igreja do Deus Todo-Poderoso (IDTP) é uma religião que nasceu no início dos anos 90 na China, e crê que Jesus reencarnou em uma mulher chinesa “para salvar o mundo do apocalipse”.

Existe apenas uma pessoa que alega ter contato com a mulher que, de acordo com a igreja, seria Jesus reencarnado. Trata-se de Zhao Weishan, um homem nascido na província de Henan que fundou a religião há mais de 25 anos e vive atualmente nos Estados Unidos.

Além da inusitada reencarnação que a igreja defende, a instituição está envolvida em outras polêmicas.


O governo chinês não vê com bons olhos o culto religioso da IDTP e prendeu na quarta-feira (26) ao menos 18 pessoas. A polícia alega que a igreja não pode realizar encontros em todo território do gigante asiático.

As prisões ocorreram no condado de Changxing, na província oriental de Zhejiang, depois de uma investigação conduzida pelas forças de segurança, conforme a agência oficial de notícias Xinhua. A polícia apreendeu vários laptops e livros “usados pelo culto para disseminar informações”.

As ações do grupo religioso provocaram uma rejeição em massa entre a opinião pública quando, em 2014, um vídeo nas redes sociais mostrou cinco membros espancando uma mulher de 35 anos até a morte em um restaurante de fast-food, depois que ela se recusou a dar-lhes seu número de telefone.

Após o ocorrido, vários integrantes foram presos e dois condenados à morte, sendo executados pouco depois. No julgamento, os réus alegaram que a vítima “estava possuída por um espírito maligno”. “Era um demônio e tínhamos que acabar com ela”, disse uma das condenadas.

O governo de Pequim, mesmo antes do incidente em 2014, argumenta que a organização é ilegal porque “isola os membros de seus familiares e amigos e os pressiona para que doem dinheiro em troca da salvação”.

Igreja alega perseguição das autoridades

Representantes exilados da IDTP criticaram em várias ocasiões o Partido Comunista da China, acusando-o de perseguição por razões políticas. Em seu site, a igreja relata que as autoridades torturaram vários de seus integrantes.

Segundo a polícia chinesa, o financiamento da igreja depende principalmente de doações de seus membros. “Quanto maior o valor, mais direitos a pessoa consegue dentro do grupo e pode subir posições”, disseram as autoridades citadas pela agência Xinhua.

Centenas de pessoas foram presas em operações policiais em todo o país nos últimos anos por supostamente fazer parte do grupo.

A China garante, no papel, a liberdade religiosa de seus cidadãos, mas tem uma lista de cultos proibidos que não são controlados pelo Partido Comunista. Com informações de El País

Prontos Para Partir = Pr Gean Carlos

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Erdogan “desapropria” 50 igrejas, que devem virar mesquitas

Os cristãos turcos estão enfrentando perseguições crescentes desde que o presidente Recep Tayyip Erdogan assumiu seu papel de líder islâmico. A nova determinação assinada por ele é o confisco de 50 igrejas siríacas, incluindo o mosteiro de Mor Gabriel, um dos mais antigos centros religiosos do mundo, datado do século IV.

O siríaco é um dialeto do aramaico, muito utilizado durante o primeiro milênio em todo o Oriente Médio e a Ásia. As igrejas siríacas são cristãs, ligadas à tradição ortodoxa.

A decisão de desapropriação, assinada por Erdogan, foi levada a cabo pela Direção Turca de Assuntos Religiosos (Diyanet), e ocorreu na província de Mardin.


Segundo a imprensa do país, o governador de Mardin foi obrigado a transferir as igrejas, mosteiros, cemitérios e outros ativos da comunidade siríaca para o tesouro nacional da Turquia, que por sua vez transferiu a propriedade para o Diyanet.

A Fundação que administra o Mor Gabriel, construção com 1600 anos de idade, tentou recursos jurídicos para interromper a transferência dos registros de escrituras dos locais de adoração cristã.

Desde que o referendo nacional concedeu um poder quase absoluto sobre a Turquia, Erdogan tem avançado sobre os direitos religiosos de todas as minorias do país. No ano passado, foram desapropriadas seis igrejas (católicas, protestantes e ortodoxas), em Diyarbakir. Uma delas tinha cerca de 1.700 anos.

“O governo não assumiu essas propriedades para protegê-las”, reclama Ahmet Guvener, pastor da Igreja Protestante de Diyarbakir. “Fizeram isso para fechá-las”.

Em abril deste ano, o presidente turco transformou em mesquita a Hagia Sophia – ou Santa Sofia – que no século 6 era um dos mais importantes locais de culto cristão do mundo. Há temores que ele faça o mesmo com todos os templos cristãos do país. Com informações de CBN

Chamar homossexualidade de pecado pode dar cadeia na Suécia

Poucas semanas depois que o Canadá aprovou uma lei onde qualquer pessoa que criticar LGBTS possa ser acusada ​​de “crime de ódio”, o governo da Suécia irá incluir manifestações contrárias à “identidade de gênero” na atual legislação, o que poderá resultar até em prisão.

“Este é um grupo especial vulnerável, que vem sendo exposto ao ódio há muito tempo”, disse o ministro da Justiça da Suécia, Morgan Johansson.

A legislação sueca sobre crime de ódio do país atualmente inclui qualquer ataque a indivíduos com base em sua orientação sexual, raça ou crença religiosa.


“Queremos nos distanciar do conceito de raça, já que, claro, não há qualquer evidência científica de que podemos dividir a humanidade em raças”, acrescentou Johansson.

A Suécia é o primeiro país europeu a regulamentar a tipificação de crime de ódio referente à população LGBT. Os cristãos parecem ser o grupo mais atingido por esse tipo de lei, uma vez que a simples menção da palavra “pecado” para se referir ao comportamento homoafetivo já seria o suficiente para uma denúncia.

A notícia vem na mesma semana em que escolas cristãs foram proibidas de ensinar seus alunos a fazerem orações antes das refeições e de oferecer classes bíblicas, pois isso violaria a “Lei de Educação” do país. Com informações Christian Post

Estuprada no dia do casamento perdoa agressores: “Minha fé ajudou”

A cristã Terry Gobanga ganhou destaque pela BBC por seu depoimento de superação. A mulher, que foi sequestrada e estuprada no dia do casamento e, em seguida, viveu várias tragédias, conseguiu superar os seus desafios. Confira sua história abaixo:

“Seria um grande casamento. Era pastora, então, todos os membros da nossa igreja haviam sido convidados, assim como nossos parentes. Harry, meu noivo, e eu estávamos muito ansiosos – afinal, nos casaríamos na Catedral de Todos os Santos de Nairóbi (capital do Quênia) e eu havia alugado um lindo vestido”, disse Terry.

No dia anterior ao casamento, Gobanga saiu à rua, para levar uma amiga ao ponto de ônibus, quando foi sequestrada e um pano foi enfiado em sua boca. A mulher lutava para se libertar, até que se livrou da mordaça, gritou e foi agredida.


“Os homens se revezaram para me estuprar. Sabia que ia morrer, mas estava lutando por minha vida, então quando um dos homens tirou o pano da minha boca, mordi o pênis dele. Ele gritou de dor e outro me esfaqueou na altura do meu estômago. Então, eles abriram a porta e me jogaram para fora do carro em movimento”, disse.

Uma criança viu Terry sendo jogada do carro. Tempos depois, a mulher estava no hospital e seu caso chamou a atenção da imprensa local. Os médicos disseram que os ferimentos a deixaram estéril. Mais tarde, seu noivo chega e contempla sua situação.

“Em julho de 2005, sete meses depois do que seria o nosso primeiro casamento, eu e Harry nos casamos e saímos de lua de mel”. Mas, para a surpresa de Gobanga, os dois foram envenenados durante a cerimônia. Harry morreu durante a lua de mel, e as pessoas passaram a encarar Terry como uma pessoa amaldiçoada.

Harry Olwande e Terry no dia de seu casamento
Harry Olwande e Terry no dia de seu casamento, em julho de 2005 (Foto: Arquivo Pessoal)

“Disse a todo mundo que nunca me casaria de novo. Deus levou meu marido, e o pensamento de passar por uma nova perda era demais para mim. É algo que eu não desejaria para ninguém. A dor é tão intensa, você a sente em todas as partes do seu corpo”.

Com o tempo, Terry conheceu Tonny Gobanga, por quem se apaixonou. A família não era muito a favor do matrimônio, e a mulher casou-se em lágrimas e receio de que seu futuro marido morresse. Com o tempo, descobriu que estava grávida, e hoje possui duas filhas.

Terry Gobanga com a família
Terry Gobanga com o marido, Tonny, e suas duas filhas (Foto: Arquivo Pessoal)

“Perdoei meus agressores. Não foi fácil, mas percebi que não valia a pena. Minha fé me estimula a perdoar e não pagar o mal com o mal, mas com o bem”, concluiu.

Igreja Batista Ágape lança Aplicativo.

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No Divã com Deus – Pr Gean Carlos

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Esquecemos as palavras de Jesus e o mundo se encheu de ódio, afirma evangelista Billy Graham

A violência desmedida dos nossos dias tem contribuído para uma ausência da esperança nas pessoas e na desestruturação das famílias e instituições, e contribuído para tomada de decisões precipitadas, que se mostram equivocadas posteriormente.

Esse cenário é comum a todos os países do mundo, e o evangelista Billy Graham, 98 anos, produziu um pequeno devocional abordando o assunto e ofereceu palavras de aconselhamento sobre como enfrentar tempos tão àsperos, pois em seu modo de ver, a sociedade chegou a tal ponto por omissão dos seguidores de Jesus.

“O mundo, nos últimos anos, retrocedeu a uma espécie de barbarismo. Como o cristianismo prático diminuiu, a grosseria e a violência aumentaram. Vizinhos discutem com vizinhos. Lutas são um grande problema em nossas escolas, e as ‘guerras de gangues’ dos adolescentes passaram a apresentar uma séria ameaça em nossas cidades”, constatou.

Essa esquizofrenia que assola a sociedade tem influenciado, inclusive, áreas que antes eram imunes a esse tipo de comportamento, e o resultado, de acordo com o veterano evangelista, é a ruína de toda a civilização ocidental.

“Pais e mães discutem e brigam. As casas estão se desintegrando. Os altos funcionários do governo em Washington se envolvem em xingamentos e em disputas acaloradas, que de modo algum, são coerentes com a dignidade de seus cargos”, queixou-se no texto publicado no site da Associação Evangelística Billy Graham.

“Por que e como toda essa selvageria surgiu em nossa vida social? É porque nos esquecemos das palavras de Jesus: ‘Feliz são os mansos; Porque eles herdarão a terra’. Vi homens resistentes, ásperos e endurecidos abrirem seus corações pela fé, receberem Cristo como Salvador, e tornar-se cavalheiros gentis, pacientes e misericordiosos”, testemunhou, compartilhando parte de sua experiência de quase um século de vida.

Ao final, Billy Graham compartilhou um versículo que reitera suas palavras: “A sabedoria que é de cima é primeiro pura, então pacífica, gentil e fácil de ser tratada, cheia de piedade e bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. -Tiago 3:17”.

 

Facebook quer ser “como uma igreja”, afirma Mark Zuckerberg

O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, fez uma palestra durante a Cúpula das Comunidades, promovida pela rede social em Chicago, Estados Unidos, onde fez uma revelação inesperada. Ele apresentou a nova “visão” por trás da empresa: “deixar o mundo todo mais próximo”.

Citando a necessidade de ajudar as pessoas a encontrarem propósito e significado em suas vidas, ele diz querer aproximar as pessoas. Por isso o Facebook mudou sua missão para focar na construção de comunidades que ajudem as pessoas a se conectar. Para efeitos de comparação, disparou “como igrejas”.

A surpresa vem do fato de Zuckerberg até recentemente afirmar ser ateu. Contudo, perto do Natal do ano passado, afirmou que não se via mais assim, embora não tenha especificado qual era sua nova fé.


“Eu vim de um lar judeu, mas passei por um período onde questionei as coisas. Porém, agora acredito que a religião é muito importante”, disse ele em sua conta pessoal do Facebook. No início deste ano, ele visitou diversas igrejas americanas e afirmou que estava lá para “aprender” com os pastores.

Durante a palestra em Chicago, ele explicou que o Facebook conseguiu chegar a cerca de 2 bilhões de usuários. Mas, em sua opinião, a humanidade continua “muito dividida” e por isso ele irá trabalhar duro para tornar o mundo “mais conectado”.

Para alcançar isso, Zuckerberg diz que deseja aproveitar o poder da vida em comunidade.

“Nossas comunidades nos dão essa sensação de que somos parte de algo maior do que nós mesmos. Que não estamos sozinhos e que temos algo melhor para alcançar. Todos nós entendemos o significado de comunidade – seja ela uma igreja, uma equipe esportiva ou associação de moradores – pois isso nos dá força para expandirmos nossos horizontes e nos preocuparmos com questões mais profundas”, explicou.

“Estudos provaram que quanto mais nos conectamos, mais felizes somos e mais saudáveis ​​seremos. As pessoas que vão à igreja são mais propensas a se envolver com a comunidade e contribuir para a caridade, não apenas porque são religiosas, mas também porque são parte de uma comunidade”, observou.

A partir dessa ideia, ele ressaltou: “Acho que isso é tão importante que vamos mudar a missão total do Facebook”.  Deixou claro também que existe um “vazio” deixado pela diminuição da frequência à igreja em muitas partes do mundo, sobretudo entre os mais jovens.

Para Mark, esse espaço poderia ser preenchido em parte pela vida online e a participação dos usuários em um número maior de “grupos” dentro da sua rede social, algo que ele vê como tendência.

Mais tarde, voltou a falar sobre isso. “Uma igreja não é apenas pessoas que estão juntas. Elas têm um pastor que se preocupa com o bem-estar de sua congregação e se importa se elas têm comida e um abrigo. Uma equipe esportiva tem um treinador que motiva as crianças e as ajuda a jogar melhor. São os líderes que estabelecem a cultura, nos inspiram, nos oferecem uma rede de segurança e cuidam de nós”.

Embora não tenha apontando para nenhuma comunidade religiosa específica, o CEO do Facebook observou que tem um desafio: “Temos de construir um mundo onde cada pessoa tenha um senso de propósito e comunidade. É assim que vamos aproximar o mundo”. Com informações Christian Post

Alunos de escola cristã são proibidos de orar antes das refeições

Um jardim de infância cristão em Umea, Suécia, está proibido de ensinar as crianças a fazerem orações antes das refeições e de oferecer classes bíblicas pois isso violaria a “Lei de Educação” do país. A legislação proíbe as instituições de ensino de incorporar “elementos confessionais” durante o horário das aulas e também dá o direito de as crianças não participarem de atividades religiosas.

A pré-escola, que é administrada pela igreja Exército da Salvação, foi acusada de não oferecer aos alunos a escolha de não participar das atividades consideradas religiosas.

A diretora Britt Marie Mårtensson reconheceu que a Lei de Educação “pode ​​ser interpretada de maneiras diferentes”, mas que a escola não entendia que dar graças a Deus pelos alimentos fosse considerado parte do período de aula.

“Como uma atividade confessional, acreditávamos que fazer uma oração era algo agradável antes das refeições”, revela. “Nossa interpretação da lei difere da do município”.

Os professores da escola expressaram sua decepção em cortar a oração da programação diária da escola. Agora, as crianças dizem uma rima e agradecem pelo sol, pela chuva ou algo de sua escolha antes de comerem, mas sem tocar no nome de Deus. Com informações Christian Headlines

O MUNDO ESTÁ DOENTE E AGONIZA

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis” (2Tm 3.1).

 

​O mundo foi atingido por uma enfermidade mortal desde que o pecado entrou em nossa história, com a queda dos nossos pais. Mas, essa enfermidade aguda, agônica, endêmica e sistêmica está produzindo no mundo gemidos pungentes e sofrimento atroz. O mundo agoniza.

​O apóstolo Paulo, descreve esses últimos dias com cores fortes. Esses últimos dias chegaram com a vinda de Cristo e terminarão com a volta de Cristo. Entre a primeira e a segunda vinda de Cristo esses dias têm ficado cada vez mais difíceis, cada vez mais turbulentos, cada vez mais ameaçadores e furiosos.

​A palavra “difíceis”, usada por Paulo no texto em epígrafe, significa “furiosos”. É a mesma palavra usada para descrever o endemoninhado gadareno. Vivemos dias furiosos. Há uma violência incomum imperando entre as nações. O terrorismo multiplica suas vítimas todos os dias. Sangue e mais sangue é derramado sem qualquer respeito à vida. As guerras se espalham apesar dos tratados de paz. A inquietação entre as nações aumenta apesar dos esforços diplomáticos. A violência cresce nas ruas apesar da repressão da lei. O investimento em armas de destruição cresce apesar do esforço do desarmamento.

​Os últimos dias não são apenas furiosos, mas também, são marcados por uma influência satânica. Os homens, loucamente, sacudiram de si o jugo de Deus. Baniram de suas escolas o nome de Deus. Varreram de suas Constituições os preceitos da palavra de Deus. Jogaram para o fosso do esquecimento o nome de Deus. Uma geração que despreza Deus abre caminho para a influência satânica, pois o humanismo idolátrico é de inspiração satânica. Quando o homem empurra Deus para a lateral, para ocupar o centro do mundo, está apenas fazendo o jogo daquele que sempre quis ocupar o lugar de Deus.

​Esse arqui-inimigo de Deus é maligno, mentiroso, ladrão e assassino. Seus planos são perversos. Suas palavras são enganosas. Suas ações são devastadoras. Onde ele age, prevalece a mentira. Onde ele põe sua mão perversa, há rapinagem e morte. A influência demoníaca está presente em todos os setores da sociedade. Sua sordidez pode ser vista na política, na economia e na religião. Sua influência maligna é notória na educação, no cinema, na televisão e nas redes sociais. O pensamento humano foi afetado por essa influência diabólica. As filosofias humanas e os sistemas de governo foram contaminados por esse fermento perigoso. As artes, a música, o teatro e as expressões culturais de diversão foram infiltrados por esses pensamentos contrários à dignidade e à santidade da vida. Os esportes, as correntes de pensamentos, os sistemas econômicos e a própria religião não escaparam dessa perversa influência. Os homens tornam-se cada vez mais egoístas, avarentos, soberbos, blasfemadores, irreverentes, violentos, traidores. Amam mais a si mesmos do que ao próximo. São mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Não respeitam aos pais nem às leis. Não têm domínio próprio. Vivem rendidos aos vícios e aos seus desejos mundanos.

​O apóstolo Paulo alerta-nos, dizendo: “Sabe, porém, isto…”. A ignorância é a arma predileta do maligno. Ele é o pai da mentira. Quem não tem olhos para ver nem ouvidos para ouvir, tem uma mente aberta à mentira, é cativo do engano e escravo da obscurantismo. Quem não discerne a malignidade do sistema é porque já faz parte dele. Já foi domesticado por ele. Sucumbiu a ele.

​É tempo de acordarmos desse torpor. É tempo de rogarmos a Deus para lançar luz em nossas trevas. É tempo de sermos regidos pela verdade de Deus e não pela mentira de Satanás. É tempo de nos inconformarmos com este século para nos conformarmos com a vontade de Deus.

Rev. Hernandes Dias Lopes