Essa é a mesa que o Senhor preparou – Pr Paulo JR Borges

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Pastor é linchado a mando de extremistas hindus, mas ressuscita e volta a anunciar o Evangelho

O extremismo religioso na Índia é um dos mais violentos do planeta, mas recebe pouca atenção da mídia ocidental. Como o país é dividido entre hindus e muçulmanos, os cristãos são vítimas de perseguição por ambos os lados. Nesse contexto, o linchamento de um pastor terminou com uma reviravolta sobrenatural.

O pastor, identificado com o pseudônimo Tilak, estava incomodando os nacionalistas hindus, que se opõem a qualquer influência estrangeira, com seu trabalho evangelístico. Assim, para “resolver” o problema, os extremistas religiosos contrataram um grupo comunista chamado naxalitas conhecido por seu radicalismo.

De acordo com informações da Missão Portas Abertas, os naxalitas sequestraram o pastor e tentaram fazê-lo apostatar da fé em Jesus Cristo, negando o Filho de Deus. Mas, Tilak se manteve firme e os radicais o espancaram.

Com mãos e pernas amarradas, o pastor era surrado com uma espessa vara enquanto era forçado a se arrastar montanha acima. Em certo ponto do linchamento, o pastor perdeu as forças e caiu, e os naxalitas comemoraram quando não encontraram seus sinais vitais.

O ministério de Tilak vinha crescendo com seu trabalho, e pouco antes de ser sequestrado e linchado, 40 famílias haviam entregado suas vidas a Jesus.

Quando os extremistas hindus receberam a confirmação de sua morte por um médico contratado pelo grupo, jogaram seu corpo numa vala e foram à comunidade dos cristãos para debochar e ameaçar: “Assim como o seu Jesus foi espancado e morto, matamos o pastor de vocês. O corpo está em uma vala na floresta. Encontrem e enterrem”, disseram.

As famílias integrantes da igreja que o pastor vinha formando se juntaram e foram procurar seu corpo, que foi levado de volta para a comunidade. Durante o velório, Tilak abriu os olhos e se mexeu.

O alvoroço pela ressuscitação do pastor despertou a curiosidade dos extremistas hindus e dos naxalitas, que correram para ver se Tilak estava realmente vivo. Ao chegarem, ficaram em choque.

Essa situação encorajou o pastor, que passou a agir de forma mais ousada na divulgação do Evangelho, incomodando novamente os hindus. No entanto, os naxalitas agora não queriam mais espancar o pastor, por medo, e assim, o levaram para a floresta novamente, em segredo, e o disseram para fugir em troca da vida de sua família.

“Saí da aldeia com a minha família de uma vez, pois eu sofri uma tortura extrema há um ano. Eu não queria o mesmo para minha família”, relatou Tilak a missionário da Portas Abertas.

Em fuga, o pastor chegou a outra aldeia seis horas depois, e lá recebeu a ajuda de um homem que vivia numa cabana. “Ele tinha me visto quando eu ministrava nas redondezas da minha aldeia. Ele ouviu minha pregação e desenvolveu a fé em seu coração. Ele trabalhava como pedreiro. Ele era um homem muito pobre, mas com um grande coração”, contou Tilak.

Hoje, mais de um ano após o episódio, o pastor e sua família moram na mesma cabana e dividem espaço com a família do pedreiro. Apesar de seu testemunho, o próprio Tilak tem tido dificuldade para retomar sua ação evangelística, mas tem recebido encorajamento de missionários.

“Sempre que passamos por sofrimento e dor, é para a glória do Senhor. Quando deixarmos o mundo e formos para o céu, não haverá mais dor e tristeza. É por isso que precisamos nos concentrar no Senhor agora”, disse o pastor, resumindo sua situação.

Ore pela Igreja Perseguida ao redor do mundo. Cristãos de diferentes tribos e nações enfrentam angústias e adversidades intensas por causa de sua fé em Jesus, diariamente, e sofrem na pele por isso.

 

Escolhi esperar: Yudi Tamashiro conta que decidiu se abster de sexo após conversão

Apresentador e dançarino, Yudi Tamashiro se converteu ao Evangelho há menos de um ano e a mudança de conceitos tem influenciado diretamente em sua vida cotidiana, incluindo a abstinência do sexo, o que o levou a reavaliar seu relacionamento com Wanessa Bicalho, sua namorada.

Yudi concedeu uma entrevista ao comediante e apresentador Rafael Cortez no canal Love Treta, do YouTube, e falou sobre sua escolha de esperar pelo casamento para voltar a praticar sexo.

“Me converti, não só eu como minha namorada também, a família dela já era evangélica. E eu já comecei o meu relacionamento transando com ela. Só que chegou um momento que ela falou que queria fazer como está na bíblia, que não queria transar”, resumiu Yudi.

A mudança, no entanto, não foi simples e teve momentos de recaída: “Eu fiquei acho que uns três, quatro meses sem transar. Aí, sem querer, ela dormindo na minha casa, acabei transando novamente com ela. Bateu um arrependimento muito grande, é como se você tivesse três meses fazendo certo e um dia você ‘caga’ e volta tudo”, admitiu.

No vídeo, repleto de perguntas capciosas, Rafael Cortez não debochou da escolha de Yudi, mas também não se privou de assuntos que fazem parte do passado de Yudi, como por exemplo uma pergunta sobre masturbação. Segundo o jovem dançarino e ex-apresentador do Bom Dia & Cia, do SBT, sua luta diária tem sido para evitar a prática: “Não pode [a masturbação]. Fornicação tá ali, aí já vai outra coisa, vai aparecendo, aparecendo… É difícil, ainda mais eu que tinha vida muito ativa, ainda eu que tinha todo dia uma mina aqui, outra ali”, explicou.

 

Cristãos são torturados e multados por terem bíblias e livros cristãos, no Uzbequistão

A perseguição religiosa aos cristãos no Uzbequistão assume contornos de intolerância governamental. Ex-integrante da extinta União Soviética, onde o regime comunista perseguiu e assassinou milhares de pessoas discordantes da ideologia política, apesar do país ser o único da Ásia Central que possui uma Sociedade Bíblia oficialmente aberta, o controle exercido pelo Estado faz com que essa entidade exista apenas no papel e a liberdade de culto seja incerta.

Diversos casos que vieram à tona nos últimos dias comprovam essa realidade, onde denúncias de cristãos sendo perseguidos, multados e até torturados, simplesmente por carregarem suas bíblias e outros materiais cristãos, explicam o motivo do Uzbequistão ocupar a 16ª da lista de perseguição religiosa mundial, publicada anualmente pela organização Portas Abertas.

O pastor Ahmadjon Nazarov é uma das testemunhas da intolerância religiosa contra os cristãos no país. Ele chegou a ser preso no ano passado, após ter o culto invadido por policiais. Além das agressões, os equipamentos eletrônicos utilizados pela igreja foram quebrados.

Nazarov também contou que mulheres estão sendo intimidadas pelos policiais, como Shakhzoda Rajabova, uma cristã que teve vários pertences tomados em dezembro passado e recebido uma multa, apenas por ter livros cristãos. Ela está sendo processada pelo fato e apesar de recorrer, teve sua apelação negada sem maiores justificativas.

Outra testemunha é Sharofat Allamova, que já em abril desse ano (2018) também recebeu uma multa por ter livros cristãos em casa. Até o seu aparelho celular foi confiscado pelas autoridades, segundo uma publicação do Fórum 18.

A Portas Abertas perde aos irmãos em todo mundo que orem para que a Sociedade Bíblia possa atuar de forma livre e que as igrejas fiquem unidas, pois o governo utiliza a divisão para enfraquecer o cristianismo no país, e para que o Espírito Santo quebrante os corações dos que vão ouvir o evangelho.

 

“Onde abundou o pecado, transbordou a graça”: filme ‘Paulo, apóstolo de Cristo’ estreia no Brasil

Paulo, Apóstolo de Cristo estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 03 de maio, com a promessa de contar a história do apóstolo dos gentios em uma abordagem que ressalta o amor, a misericórdia e a graça.

A distribuidora do filme, Sony Pictures, adotou o subtítulo “Onde abundou o pecado, transbordou a graça”, uma referência ao capítulo 5 da carta do apóstolo aos Romanos. O longa-metragem narra o testemunho de vida do homem que foi transformado de perseguidor a propagador do Evangelho.

Segundo informações da assessoria de imprensa, o estúdio responsável pela produção do longa, Affirm Films, é especializado em filmes baseados na fé, e o elenco é recheado de atores que já provaram seu talento em Hollywood.

O diretor e roteirista do filme, Andrew Hyatt, ressaltou seu compromisso com a fidelidade do que é retratado na Bíblia: “Sempre começamos com as Escrituras em primeiro lugar pois tudo precisa ter a Palavra como referência. Essa é a prioridade”, comentou o cineasta.

“Espero que a Igreja vá assistir ao filme, mas eu adoraria que ele atraísse aos que estão em dúvida da sua fé ou sentem que não podem ser perdoados por Deus e que Sua graça não seria grande suficiente. Esse filme mostra que é”, ressaltou.

Ao longo de 1h48, o filme apresenta uma mensagem tocante, segundo o pastor Bruno Gonçalves, da Igreja Bola de Neve na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Ele foi um dos 7 mil convidados para a pré-estreia do filme em sessões realizadas em todo o Brasil.

“O longa mostra bem a realidade e contexto histórico que Paulo vivia na época. Mas, o que mais me chamou atenção é ver os versículos que tanto lemos na bíblia nos diálogos entre os personagens. Além, é claro, de perceber nas telonas o desejo e paixão de Paulo pela obra de Deus. Isso nos ensina muito. Edificante”, resumiu Gonçalves.

 

Jurgen Klopp, treinador do Liverpool: “Não há deuses no futebol, mas há um Deus que nos ama”

Jurgen Klopp é um técnico de futebol em ascensão e acaba de classificar seu time, o Liverpool da Inglaterra para a final da Champions League, o maior torneio de clubes do mundo. Com todos os holofotes do esporte sobre si, a mídia se debruçou sobre a história do treinador, e descobriu sua fé em Deus como um dos pontos que ele mais valoriza.

Os torcedores do Liverpool são conhecidos como alguns dos mais fanáticos da Inglaterra. O time, que tem como lema “You Never Walk Alone” (“você nunca caminhará sozinho”, em tradução livre) viu surgir nas arquibancadas faixas com manifestações intensas dos torcedores em relação ao técnico alemão: “In Klopp we trust” (“nós confiamos em Klopp”).

Conhecido por sua franqueza, mas também pela discrição em relação à vida pessoal, o técnico falou sobre sua fé em algumas oportunidades, como no início de sua carreira como treinador, quando comandava o pequeno Mainz, na Alemanha.

Segundo informações do Premier Christianity, após uma derrota um repórter perguntou se os “deuses do futebol” estavam contra ele. “Não há deuses do futebol, mas existe um Deus que nos ama assim como somos, com todas as nossas peculiaridades. Mas somos nós que devemos marcar nossos próprios gols”, afirmou, à época. No mesmo contexto, acrescentou dizendo que seu “relacionamento com Deus mudou sua perspectiva de vida”.

Antes de ser treinador, Klopp foi jogador e, como todo menino aficcionado por futebol, a dedicação ao esporte o privava de outras atividades: “Com cerca de 13, 14 anos, surgiu a questão: posso jogar no domingo de manhã, embora saiba que deveria ir à igreja? Logo percebi que havia muito tempo no resto da semana para a fé”, relatou.

Assim, construiu sua carreira sem abandonar a fé, tornou-se treinador e logo estava à frente de um dos maiores clubes da Alemanha, o Borússia Dortmund, onde conquistou diversos títulos. Em 2015, após assumir o Liverpool, a questão de sua fé veio à tona mais uma vez, e um artigo escrito por Klopp, então, se tornou sua afirmação mais incisiva sobre o assunto.

“Sou um crente, mas não falo muito sobre isso! Se alguém perguntar sobre minha fé, eu explico. Não tenho a pretensão de ser algum tipo de missionário, mas quando olho para mim e para a minha vida sinto-me guiado pelas mãos divinas. Acho uma pena que outras pessoas não tenham essa sensação de segurança”, disse.

Agora, aos 50 anos, diante da chance de conquistar o maior torneio de futebol do mundo contra o Real Madrid, o treinador sabe que os torcedores do Liverpool confiam nele, mas sabem que ele não deposita sua fé em si mesmo, mas em Deus.

 

Possível libertação de cristãos presos na Coreia do Norte é anunciada por Trump

Kim Dong-chul, Kim Sang-duk e Kim Hak-song, três cristãos note-americanos presos na Coreia do Norte pelo regime comunista, já foram transferidos do campo de concentração onde trabalhavam como prisioneiros, para um hotel nos arredores da capital Pyongyang, segundo informações divulgadas pela emissora CBN News.

Ao que parece, o Departamento de Defesa Americano está colhendo informações com informantes locais, os quais já disseram que os três cristãos receberam cuidados médicos e agora estão aguardando a possível libertação.

O Presidente Donald Trump se manifestou no último dia 2 em tom irônico, ao citar a tentativa anterior do governo Obama de libertar os prisioneiros do regime comunista coreano, mas sem sucesso:

“Como todos estão cientes, o governo passado [Obama] tem pedido por três reféns para serem libertados de um campo trabalhista norte-coreano, mas sem sucesso. Fique ligado!”, disse ele no Twitter, sugerindo implicitamente que a libertação poderá ocorrer em breve como fruto das suas negociações com o ditador Kim Jong Un.

A notícia da possível libertação dos três cristãos norte-americanos veio logo depois das duas Coreias (Norte e Sul) anunciarem um acordo de paz, declarando o fim de uma guerra que perdurou por mais de meio século.

Apesar do acordo ainda ser considerado precoce para o total abandono do clima bélico entre os dois países, especialistas consideram que os desdobramentos do acordo influenciaram a decisão de soltura dos prisioneiros, como um “gesto de boa vontade”:

“Ouvimos isso através de nossas fontes na Coréia do Norte no final do mês passado. Acreditamos que Trump possa levá-los de volta no dia do encontro entre EUA e Coréia do Norte ou enviar alguém para trazê-los de volta para os EUA antes da cúpula”, disse Choi Sung-ryong, um ativista humanitário que acompanha o caso.

Donald Trump, por sua vez, confirmou sua participação nas negociações para a libertação dos prisioneiros, reforçando o seu papel como mediador do impasse:

“Estamos também lutando muito diligentemente para recuperar os três cidadãos americanos. Eu acho que há uma boa chance de fazer isso. Estamos tendo um diálogo muito bom”, disse ele durante uma entrevista coletiva em abril, segundo informações da CBN News.

O Sacrifício Sou Eu! Pr Gean Carlos

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Download “O Sacrifício Sou EU.” Pr-Gean-22-04-2018.mp3 – Baixado 7 vezes – 44 MB

Páscoa do Senhor – Pr Hugo Marques

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Jesus voltará – Pr Leandro Dias

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Cristãos se mobilizam para ajudar vítimas de ataque na Síria: “Como se fossem nossos próprios filhos”

O terrível ataque ocorrido da Síria no último sábado, vitimando cerca de 40 pessoas e deixando várias gravemente debilitadas, está colocando o mundo sob a tensão de uma possível guerra entre duas das maiores potências militares do planeta, Estados Unidos e Rússia. Apesar dos argumentos geopolíticos envolvidos divergirem e a iminência de um conflito armado se intensificar no local, um grupo de cristãos se mobilizou para ajudar os sírios e está fazendo a diferença na região.

“Temos uma clínica médica móvel que fica a menos de um quilômetro de onde este recente ataque químico ocorreu e eles estão tratando os sírios enquanto falamos. E estamos fornecendo alimentos e remédios e água limpa e roupas e higiene e fórmula infantil. O que quer que possamos colocar em suas mãos para ajudá-los a sobreviver”, disse Vernon Brewer, fundador da Ajuda Mundial, segundo informações da CBN News.

“Estamos tentando ser as mãos e os pés de Jesus”

Algo bem maior do que a “simples” ajuda humanitária move o grupo de cristãos. Eles entendem que isso tem a ver com o amor de Deus. A capacidade de se colocar no lugar do outro e assumir para si, também, parte do seu sofrimento:

“Estamos intervindo e nos mobilizando a oração. Estamos orando por esses refugiados como se fossem nossos próprios filhos e nossos próprios netos. Estamos tentando ser as mãos e os pés de Jesus. Não apenas salvar vidas, mas mostrar-lhes o amor de Jesus Cristo, sendo as mãos e os pés de Jesus na terra”, disse Brewer.

Devido ao grande número de intervenções de outros países, como os Estados Unidos e a Rússia, além das ações do governo sírio e dos paramilitares rebeldes que lutam para derrubar o regime, os cidadãos sírios, maiores vítimas do conflito, estão inseguros quanto à confiança. Eles não sabem como reagir diante de tantas incertezas.

“Eles não sabem mais em quem confiar. Existe uma atmosfera de desconfiança e, certamente, uma atmosfera que o governo deles não apenas falhou, mas que o governo deles está por trás de todos esses ataques brutais”, explica Brewer.

Dessa forma, o auxílio dos cristãos pode ser uma zona de conforto não apenas físico, mas também espiritual e consequentemente emocional para os cidadãos sírios. O grupo pede orações aos irmãos de várias partes do mundo.

 

Sociedade Bíblica realiza viagem com o “Barco da Bíblia” para alcançar 3 mil pessoas na Amazônia

Um a das iniciativas mais significativas da Sociedade Bíblia do Brasil pretende alcançar cerca de 3 mil pessoas que vivem na região da Amazônia, através da Palavra de Deus. Para isso, a entidade colocou em prática o projeto  “Luz na Amazônia II”, onde é utilizado um barco que vai navegar por nove municípios dos estados do Pará e Amapá.

No “Barco da Bíblia”, como também é chamado o projeto, há apresentações culturais, como o “Museu da Bíblia”, onde os ribeirinhos e moradoras das regiões próximas de onde o barco fica ancorado, podem conhecer maiores detalhes sobre o livro que é considerado um best-seller por excelência no mundo inteiro.

A viagem começou no dia 02 de abril e vai até 03 de junto. No barco, além da Bíblia, são ofertadas outras literaturas que envolvem o tema bíblico. A intenção é disponibilizar ao público uma compreensão maior sobre o surgimento da fé cristã. O horário de abertura do “Barco da Bíblia” é de 08 às 20h.

A oportunidade dos moradores entrarem em contato com o “Barco da Bíblia” também possibilita a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) conhecer melhor o perfil do público nessas regiões, suas dúvidas e necessidades, permitindo a entidade traçar novas estratégias para atingir um público ainda maior, bem como adequar o tipo de material que poderá ser mais adequado às necessidades da população.

Além de distribuir exemplares da Bíblia, o projeto “Luz na Amazônia II” também realiza ações sociais, como a oferta de consultas na área de saúde e outras orientações ao público. Em 2014 o projeto visitou oito cidades e distribuiu 15 mil obras da Palavra de Deus.

Convertido, ex-muçulmano funda a primeira igreja em seu país após 700 anos de hegemonia islâmica

Kosovo é um país de predominância islâmica, com ampla influência do antigo Império Otomano e que, mais recentemente, conquistou a independência da Sérvia. Essa nação não via surgir uma igreja cristã há pelo menos 700 anos, mas agora a comunidade de seguidores de Jesus Cristo tem um templo para se reunir em culto a Deus.

Localizado no sudeste da Europa, Kosovo está vivendo um tempo histórico: um ex-muçulmano que se converteu ao Evangelho passou a compartilhar a mensagem de Jesus junto às pessoas mais próximas e estruturou uma igreja na cidade de Malisevo, um município do distrito de Prizren.

De acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN), a implantação da igreja interrompe sete séculos de ausência completa do cristianismo no país. O homem usado por Deus para mudar essa escrita é Urim Bogaj, que cresceu em uma família muçulmana e odiava os cristãos.

Seu testemunho de entrega de vida a Jesus remete a 1999, quando o território do Kosovo ainda pertencia à Sérvia, e ele ouviu o Evangelho de sua tia, que estava refugiada na Albânia em fuga da guerra em sua terra natal e terminou conhecendo as mensagens de Jesus.

Convertida, ela compartilhou sua transformação com Urim, que na época tinha apenas 15 anos e estudava no Ensino Médio em Pristina, capital do Kosovo. “Era difícil ouvir e receber o que ela tinha a dizer. Sempre soubemos que os cristãos eram serpentes. As serpentes eram más. Não queria ser cristão”, relatou ele à Global News Alliance.

 

Fé, Esperança e Amor – Pr Paulo JR. Borges

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Alheio à hostilidade por se converter, Yudi diz que “andar com Jesus” surpreendeu sua família

Yudi Tamashiro está experimentando a hostilidade direcionada a quem entrega a vida a Jesus e muda seu comportamento, alinhando sua conduta aos princípios que a fé cristã prega. O apresentador, no entanto, contou que não se sente intimidado e reitera que sua escolha tem mudado sua vida.

“Recebi milhões de mensagens falando: “‘Você está indo pela moda’. Se for moda, eu quero que essa moda se espalhe, porque é uma moda que está fazendo muito bem para o meu coração”, disse ele em entrevista ao programa TV Fama, da RedeTV!, na última terça-feira, 10 de abril.

A mudança de vida, as novas prioridades e a postura resultante dessa nova fase têm sido elogiadas pela família do apresentador. “É algo que me completa. Não só está me completando, como minha família também. Eles sentem a diferença do Yudi andando com Jesus”, acrescentou Yudi.

“Eu sei o que passa dentro de mim, Ele sabe o que passa também. Ele está cuidando de mim direitinho, então não posso abandoná-Lo e jamais negar que realmente sou evangélico, sou crente”, enfatizou, minimizando a importância das críticas e opiniões de pessoas que não fazem parte de sua intimidade.

Durante a entrevista, Yudi Tamashiro foi questionado se apagaria suas tatuagens por causa da conversão, mas o apresentador demonstrou maturidade ao responder: “Eu tenho uma gueixa morta aqui no meu braço e não vou apagar, porque é só uma tatuagem. O que ficou para trás, ficou para trás. Hoje eu vivo algo novo na minha vida e acho que não tem o porquê estar nesse pensamento”, concluiu.

Conhecido por sua parceria com Priscila Alcantara à frente do programa infantil Bom Dia & Cia, do SBT, Yudi Tamashiro se converteu ao Evangelho em 2017, e foi batizado nas águas em novembro último, compartilhando o momento com seus seguidores nas redes sociais.

Pastor que construiu 16 escolas na China é condenado a prisão em mais um caso de perseguição religiosa

O governo chinês está preocupado com o rápido crescimento do cristianismo no país. Segundo informações da ChinaAid, organização que monitora o nível de perseguição religiosa na região, o número de cristãos já é considerado maior do que os integrantes do Partido Comunista, responsável por controlar o país com punhos de ferro.

“A liderança está cada vez mais preocupada com o rápido crescimento da fé cristã e sua presença pública, além de sua influência social”, disse Bob Fue, Presidente da instituição, ressaltando que o impacto do cristianismo na cultura chinesa está servindo para influenciar os cidadãos quanto às diferenças entre ideologia política e fé, algo que, na prática, pode abalar a estrutura do governo, uma vez que parte do seu domínio se deve à monopolização ideológica.

Como tentativa de barrar o avanço do evangelho, o Partido Comunista chinês, sob o comando do Presidente Xi-Jinping, procura todos os meios possíveis de impedir que cristãos atuem livremente no país, especialmente líderes, como os missionários. Esse é o caso de um pastor da Carolina do Norte, naturalizado americano, John Cao.

Cao foi acusado por um tribunal do sul da China de fazer “travessias ilegais” de pessoas para o país, sendo condenado a sete anos de prisão. Na ocasião ele estava com seu colaborador, Ruxia Jing, que pegou apenas um ano de prisão por já ter cumprido pena no país em outra ocasião.

Cao construiu 16 escolas no estado de Wa, em Mianmar, uma região que concentra pessoas de baixa renda no país. Através desse trabalho, cerca de 2 mil crianças foram acolhidas nas escolas, tendo acesso à educação. Acredita-se que essa iniciativa pode ter chamado atenção das autoridades chinesas, que utilizaram a acusação de travessia ilegal como forma de impedir a influência do pastor na região.

Casado com uma americana e pai de dois filhos, John Cao ainda não sabe se poderá recorrer da decisão. Líderes cristãos que atuam nas igrejas clandestinas do país pedem orações pela vida do pastor e outros missionários que sofrem perseguição religiosa na China.

Com informações da Gaceta Cristiana.

‘Empoderamento feminino’ traz riscos de equívocos e solidão à mulher, alerta psicóloga cristã

O empoderamento feminino é um dos temas mais comuns da contemporâneidade e, segundo a psicóloga Ana Flávia Galante, uma visão mais agressiva do assunto, imposta pelo feminismo, representa um grande risco ao equilíbrio das relações, seja no âmbito do casamento, seja num contexto mais amplo da sociedade.

Durante entrevista concedida ao programa Mente Aberta, da Rede Super de Televisão, Ana Flávia destacou que há duas formas de entender o conceito de empoderamento feminino, sendo que uma delas abre possibilidades, e outra, cria disputa de forças.

“Nós estamos vivendo um tempo onde precisamos entender o poder e empoderamento vem de poder. E que poder é esse? É o poder de disputa de força ou é da possibilidade? Se a gente estiver falando de empoderamento feminino, sobre as possibilidades da mulher, ótimo. Excelente”, introduziu. Mas, quando a gente entra no campo do poder de força, nós estamos falando de disputa, de uma competição onde um ganha e o outro perde. Então entendo que esse patrulhamento [ideológico] tem a ver com o clima de disputa. Se um lado começa a ganhar mais força, o outro corre riscos”, colocou.

Descrevendo o histórico de uma sociedade que desvalorizava a mulher, a psicóloga afirmou que o movimento feminista surgiu da necessidade de trazer equilíbrio às relações, mas que hoje existe um excesso cometido por parte da militância, e que isso é negativo.

“O eixo é o mesmo, só inverteu. Agora quais são os riscos? Onde está o homem? Onde o homem está sendo colocado quando é trazido o empoderamento da mulher? Então, dessa maneira eu não vejo uma parceria. É uma luta onde a mulher não precisa lutar”, opinou.

“É importante a gente fazer uma diferença aqui dos direitos iguais entre o homem e a mulher. Eu vejo como equidade da justiça. Existem situações que são injustas para mulher, por exemplo, o homem que trabalha em determinada função na empresa e uma mulher que nessa mesma empresa e função recebe menos”, ilustrou.

“Mas, isso não quer dizer que seja por meio do empoderamento da mulher, dando poder a ela e diminuindo o poder do homem, que a gente vai resolver essa história. Precisamos buscar o eixo, que é fundamental. Se você percebe que você está em um eixo de competição, pode ter certeza que nesse relacionamento você vai ser responsável pela derrota do outro. É assim que a parceria funciona, se um está em um momento mais difícil, o outro vai sustentar. Isso é parceria, é dar o braço a caminhar junto”, aconselhou Ana Flávia.

Ao final de seu raciocínio sobre o assunto, a psicóloga ponderou que um mergulho no extremismo ideológico pode resultar numa situação de desfecho desfavorável para as mulheres: “Tem várias pessoas estudando sobre isso e buscando entender que nós estamos construindo a solidão das mulheres perante todo esse sentimento que é gerado”, pontuou. “Porque como eu estou podendo tanto eu posso praticamente tudo. Então posso trabalhar, cuidar da minha casa, cuidar do meu filho. Eu posso até mesmo satisfazer as minhas carências e não preciso do homem”, disse, abordando a posssibilidade do surgimento de um sentimento equivocado.

Assista à entrevista:

 

Soldados fazem cruz humana durante culto do exército após conversão de 225 militares

Um dos elementos marcantes do exército norte-americano é a sua valorização das tropas, a união e o sentimento de patriotismo entre os militares. De maioria cristã, o exército costuma realizar cultos cristãos regularmente, onde muitos soldados encontram a oportunidade de entrar suas vidas a Deus, voluntariamente.

Uma imagem registradas em uma dessas cerimônias chamou atenção da mídia esta semana. Se trada de uma “cruz humana”, onde centenas de militares se organizaram para formar o desenho da cruz, sinalizando que o exército americano em sua maioria testemunha a fé em Jesus Cristo.

O sinal da cruz foi realizado durante um culto no último domingo (1) no Estádio Doughboy, em Fort Benning, no estado da Geórgia. Segundo informações do Independent Journal Review, o momento de maior emoção ocorreu durante a execução da música ‘Reckless Love’, conhecida no Brasil como ‘Ousado Amor’.

“Enquanto as palavras da música eram cantadas, o Espírito Santo se movia entre a multidão não apenas encorajando homens e mulheres, mas fazendo com que alguns entregassem seus corações a Jesus pela primeira vez. Não há nada como o ‘impressionante, infinito e ousado amor de Deus’”, disse Jenny Reese Clark, esposa do capelão do Exército.

A iniciativa pode ser um reflexo da “onda conservadora” que ganhou força nos Estados Unidos contra o excesso de liberalismo moral provocado pelos partidos e movimentos identificados de esquerda no país. A eleição do Presidente Donald Trump, que defende claramente uma postura mais nacionalista segundo avalistas políticos, está reformando essa tendência, além do quatro econômico depressivo que se abateu no país durante os últimos anos do governo Barack Obama.

“Acho que a América está abatida pelas notícias negativas. As pessoas precisam ver que há coisas boas acontecendo nos bastidores”, disse Clark à IJR na época, sugerindo que a iniciativa de reforçar a fé cristã como identidade da nação americana é um bom sinal diante da crise econômica e moral que se abateu no país.