Jovens da Geração Y: Evangelismo na Web

Falar de Jesus on line. é o que o alcance global da internet vem promovendo e despertando cada vez mais o interesse da chamada Geração Y para evangelizar pela web.

Dinâmicos e ousados, esses jovens, que nasceram no fim da década de 1980 e já cresceram com as facilidades da rede mundial de computadores, assimilaram rapidamente que os recursos, além de contribuírem para a formação cultural e profissional, também permitem transmitir a mensagem de salvação.

Entre as ferramentas para esse evangelismo, existem, além do sistema de mensagens instantâneas fornecido pela Microsoft (MSN), as redes sociais, que despontam como grandes aliadas. Não é em vão o comentário do Pr. Rick Warren, fundador da Saddleback Church, sobre o Facebook. Para ele, se a rede fosse uma nação, hoje figuraria como a quarta maior do planeta.

O The Christian Post obteve os comentários de algumas pessoas sobre o uso da Internet como ferramenta de evangelismo.

A estudante Vanessa Matos vem experimentando os resultados dessa nova forma de evangelizar. “Nas redes sociais, usamos duas formas para evangelismo: imagem e versículos. As imagens causam bastante impacto, pois as pessoas passam a ver literalmente o que a Palavra diz. Os versículos são nossa melhor ferramenta. As pessoas sempre curtem (destacam pelo link “curtir” do Facebook) e algumas comentam que aquele verso era o devocional delas naquela semana. é bem legal”, enfatiza a jovem.

Marina Menezes, publicitária recém formada, afirma que já evangelizou colegas pelo MSN. “Não é difícil falar pela internet. Ainda mais quando é uma pessoa próxima. Sempre é bom falar de Jesus”, afirma. O estudante Rafael Morales também já compartilhou experiências com Deus pela ferramenta. “é uma forma legal de passar as coisas, pois é dinâmico”, ressalta.

O meio chega a render até conversões, segundo Gilson de Oliveira, que lidera um grupo de jovens em uma Assembleia de Deus. “Já consegui levar uma pessoa a fazer a oração de entrega pelo MSN e ela está firme com Jesus até hoje”, declara.

Embora alguns analistas afirmem que a Geração Y envolva pessoas descomprometidas e individualistas, esses jovens mostram que a tecnologia pode ser aliada, não apenas no evangelismo, mas também no aconselhamento e ajuda a quem precisa.

“às vezes funciona como forma de desabafo, já que a pessoa não está diante de outra. Ela acaba criando coragem para falar coisas que não falaria pessoalmente, e isso gera a possibilidade de compartilhamento. Mas, é necessário o cuidado para que não se torne algo superficial demais”, disse a psicóloga Marlene Costa ao The Christian Post.

Entre os contras dessa abordagem, a psicóloga destaca que o virtual pode esfriar os relacionamentos se não houver cuidado. “é importante que haja uma reciprocidade, em especial, na busca por tornar os contatos virtuais em encontros reais. Mas, que o uso da internet para evangelizar é favorável, não podemos negar”, finaliza.

 

Adolescente satanista mata a mãe a facadas por ela acreditar em Jesus

Adolescente de 17 anos mata a mãe de 48 anos, em Aparecida do Taboado (MS), na divisa com São Paulo. O rapaz confessou ter cometido o crime por participar de seitas satânicas e não admitir que sua mãe acreditasse em Jesus Cristo, que segundo ele, é uma “invenção do homem”.

De acordo com o registro policial, mãe e filho começaram a discutir após o rapaz revelar ter produzido um vídeo de terrorismo, propondo que todos da família deveriam assistir. A mãe teria discordado e pedido para ele parar com isso pois estava estragando sua própria vida. O adolescente respondeu: “Você não devia acreditar em Jesus, isso é uma invenção dos homens”.

O pai do jovem, separado da mulher há dez anos, teria presenciado toda a discussão. Na confusão, o rapaz disse: “Quando morrer, eu vou ser ele (apontando o dedo em direção ao pai) e ele serei eu”. A mãe, novamente o repreendeu e ele não gostou. Entrou na cozinha, pegou uma faca e aplicou sete golpes no peito da vítima, que ficou estirada no chão enquanto o ex-marido buscava socorro.

A mulher morreu num posto de saúde. O rapaz foi capturado na manhã seguinte ao crime.

O boletim policial relata que investigadores foram surpreendidos ao chegar na casa do rapaz e descobrirem no computador do jovem textos de livros digitais sobre “doutrinas satânicas”.

Fonte: SRZD

Irmãos e convivência

deyjhz469864“Eu estava na escola e uma colega minha disse que gostaria de ter irmãos, pois achava muito ruim ser filha única. Eu tentei mostrá-la que as coisas não são assim tão simples, pois eu tenho um irmão que briga comigo fala palavrões e minha mãe, que é sozinha pois meu pai não mora conosco, fica sem saber o que fazer em determinadas situações. Eu gostaria muito de ajudá-lo, mas às vezes fico envergonhada, pois até na escola ele me deixa sem saber como agir. Acho que ser filha única não é assim tão ruim quanto minha colega imagina”.

Assim foi o depoimento de uma menina de doze anos diante de sua realidade. Muitos outros também falaram naquele dia em que estávamos tendo um momento em que eles participavam descobrindo o que leva as crianças a serem tão rebeldes.

A vida em família precisa ser encarada com mais cuidado, pois as moradias passaram a ser muito pequenas, os filhos não têm o espaço que precisam e literalmente batem de frete a toda hora. Os pais sem tempo e estressados com o aperto financeiro e a responsabilidade amedrontadora da educação dos meninos, passam a se comportar do modo mais desagradável possível para com os filhos. Não têm paciência, brigam a toda hora, são inconstantes diante do que dizem, e partem para as dispensáveis e odiadas comparações. Comparam os irmãos, não entendem porque um é tão calmo e o outro tão agitado. Em seu desespero, os pais tendem a culpar o mais velho por quase tudo que acontece e não raramente o enchem de obrigações que acabam se tornando muito pesadas. Assim os filhos mais velhos carregam uma carga parecida com a do Charlie em relação a sua engraçada irmãzinha Lola; crianças de um desenho animado cuja mãe nunca aparece e jamais se fala no pai.

A vida vai sendo levada com certa dificuldade, mas em alguns momentos divertida, até que um deles em seu desafogar de pressões começa a praticar coisas inimagináveis. Para a família o desvio comportamental passa a ser o pesadelo dos pais. Vem em seguida o famoso questionamento; ?Onde foi que erramos? Eu nunca deixei faltar nada para este menino. Teve boas escolas, comida à vontade e até fui muito dedicado, em relação a suas diversões. Aos sábados ia vê-lo jogar bola e sempre estávamos passeando nas férias. A vida não pode estar sendo tão cruel comigo. Eu não mereço.?

Ser pai e mãe não é apenas uma responsabilidade a mais, mas um verdadeiro sacerdócio instituído por Deus. É preciso gostar de ter filhos, sentir prazer em sua missão e acreditar que serão bem sucedidos. A Bíblia diz que eles são a verdadeira herança que um homem pode ter.  Administrar essa herança concedida por Deus exige habilidade, dedicação e muito amor.

“Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre seu galardão.” Sl 127.3

Em um acampamento de adolescentes fizemos uma pesquisa com eles sobre as causas das brigas domésticas e as respostas foram as seguintes:

Por que brigamos tanto em casa?

1º Meu irmão (ou minha irmã) me irrita.
2º Meus pais não me entendem ? Meus pais não têm paciência.
3º Meus pais não conversam comigo.
4º Meus pais não confiam em mim.
5º Minha mãe é nervosa e implica com tudo.
6º Eu não obedeço.
7º Levo a culpa de tudo porque sou mais velha (ou mais velho).
8º Falta de privacidade.
9º Não gosto do serviço doméstico.
10º Comparações e autoritarismo.

Depois foi sugerido que eles dissessem como agiriam se fossem os pais.

1º Eu conversaria mais, escutando o que o filho tem para falar e ensinaria mais sobre a vida.
2º Eu conduziria o filho para que ele soubesse tomar suas decisões e confiaria mais nele.
3º Eu seria mais carinhoso, compreensivo, menos implicante e mais amigo.
4º Eu colocaria mais limites.
5º Eu expressaria mais amor e não raiva.
6º Eu seria como meus pais são.
7º Eu seria mais paciente.

Cresce o número de jovens e adolescentes vivendo um cristianismo falso, afirma Pastora

thumbSe você é pai ou mãe de um adolescente cristão, Kenda Creasy Dean faz um alerta: seu filho está seguindo uma forma mutante de cristianismo e você pode ser o responsável.

Dean afirma que cada vez mais adolescentes estão adotando o que ela chama de “deísmo moralista-terapêutico”. Tradução: uma fé enfraquecida que mostra Deus como um “terapeuta divino”, cujo principal objetivo é aumentar a auto-estima das pessoas.

almost É crescente o número de conversões falsas entre adolescentes cristãosDean é pastora, professora do Seminário Teológico de Princeton e autora de Almost Christian, [Quase cristão]. Seu livro argumenta que muitos pais e pastores estão propagando inconscientemente essa forma egoísta de cristianismo. Ela afirma que essa fé “impostora” é uma razão pela qual os adolescentes abandonam as igrejas.

“Se este é o Deus que eles estão vendo na igreja, então estão certos em querer nos abandonar”, diz Dean. “As igrejas não dão motivos suficientes para eles se sentirem motivados.”

Características comuns dos jovens apaixonados pelo que fazem

Dean tirou suas conclusões no que ela chama de um dos verões mais deprimentes de sua vida. Ela entrevistou adolescentes sobre sua fé depois de ajudar a realizar uma pesquisa para o controverso “Estudo Nacional da Juventude e Religião”.

Este estudo, que incluiu entrevistas feitas em profundidade com pelo menos 3.300 adolescentes americanos entre 13 e 17 anos, concluiu que a maioria dos adolescentes que afirmavam ser cristãos eram indiferentes sobre sua fé e não se envolviam com ela.

O estudo incluiu cristãos de todas as classes – desde católicos até evangélicos, de denominações conservadoras e também das mais liberais. Os números finais indicam que embora 3 em cada 4 adolescentes americanos (75%) se declarem cristãos, menos da metade pratica sua fé, apenas metade a considera importante e a maioria não consegue falar de maneira coerente sobre suas crenças.

Muitos adolescentes pensam que Deus quer apenas que eles se sintam bem e que façam o bem – algo que os pesquisadores chamaram de “deísmo moralista-terapêutico”.

Alguns críticos disseram à pastora Kenda Dean que a maioria dos adolescentes não consegue falar coerentemente sobre qualquer assunto profundo, mas ela argumenta que existem estudos em abundância mostrando que isso não é verdade.

“Eles têm muito a dizer. Eles podem falar sobre dinheiro, sexo e suas relações familiares com detalhes. A maioria das pessoas que trabalha com adolescentes sabe que eles não são naturalmente desarticulados”, afirma Dean.

Em Almost Christian, Dean fala com os adolescentes que são envolvidos com sua fé. A maioria vem de igrejas mórmons e evangélicas, que tendem a realizar um trabalho melhor no sentido de gerar nos adolescentes uma paixão pela religião.

A escritora disse que adolescentes cristãos comprometidos compartilham 4 características, não importando suas origens: eles têm uma experiência pessoal com Deus, um envolvimento profundo com uma comunidade espiritual, um senso de propósito e um senso de esperança quanto ao futuro.

“Existem incontáveis estudos que mostram que adolescentes religiosos têm melhores notas na escola, têm relações melhores com os pais e se envolvem menos em comportamentos de alto risco. Eles fazem um monte de coisas pelas quais os pais oram”, escreve ela.

Dean é uma pastora ordenada pela Igreja Metodista Unida e que diz que os pais são a influência mais importante na fé dos filhos. Por isso, coloca sobre os adultos a responsabilidade maior pela apatia religiosa dos adolescentes.

Alguns adultos não esperam muito dos pastores e líderes de jovens. Os pais simplesmente esperam que os pastores mantenham os jovens longe das drogas e do sexo antes do casamento. Outros ensinam um “evangelho legal”, no qual a fé consiste simplesmente em fazer o bem e não machucar os outros. Não se ouve sobre o chamado cristão para correr riscos, testemunhar e se sacrificar pelos outros, conclui Dean.

“Se os adolescentes carecem dessa articulação da fé, possivelmente é porque a fé que mostramos a eles é muito fraca para merecer mérito durante a conversa”, escreveu Dean, com a autoridade de quem é professora de Juventude e Cultura Eclesiástica no Seminário Teológico de Princeton.

teen guide É crescente o número de conversões falsas entre adolescentes cristãosMais adolescentes podem estar se desviando do cristianismo convencional, mas seu desejo de ajudar os outros não diminuiu, afirma Barbara A. Lewis, autora de The Teen Guide to Global Action [Guia dos Adolescentes para Ação Global]. Ela diz que Dean está certa – muitos adolescentes estão adotando uma crença distorcida sobre quem é Deus.

No entanto, houve uma “explosão” no envolvimento dos jovens desde 1995, o que Lewis atribui a mais escolas enfatizando a necessidade de serviço comunitário. Adolescentes menos religiosos não são automaticamente menos compassivos, afirma.

“Vejo um aumento na paixão dos jovens para fazer deste mundo um lugar melhor. Muitos jovens estão buscando a solução dos problemas. Eles não estão esperando pelos adultos”, conclui Lewis.

O que os adolescentes dizem sobre seus colegas

Elizabeth Corrie encontra alguns desses adolescentes idealistas em todos os verões. Ela adotou o desafio central do livro de Lewis: incutir a paixão religiosa nos adolescentes.

Corrie, que já foi professora de religião do ensino médio, hoje dirige um programa chamado YTI – Youth Theological Initiative [Iniciativa Teológica da Juventude] da Universidade de Emory, na Geórgia.

O YTI funciona como um curso rápido de treinamento teológico para os adolescentes. Pelo menos 36 estudantes do ensino médio de todo o país reúnem-se para três semanas de formação cristã. Eles adoram a Deus juntos, visitam diferentes comunidades religiosas e participam de projetos comunitários.

Corrie diz que não há escassez de adolescentes que desejam ser inspirados e fazer deste um mundo melhor. Mas o cristianismo que alguns aprenderam não os inspira “a mudar alguma coisa que não está funcionando no mundo”.

“Adolescentes querem ser desafiados; eles querem que suas perguntas difíceis sejam levadas em consideração. Achamos que eles querem bolo, mas eles realmente desejam bife com batatas fritas, e nós continuamos a lhes dar bolo”, acredita Corrie.

Estudante de uma escola em Atlanta, David Wheaton diz que muitos de seus colegas não estão motivados com o cristianismo porque não conseguem ver o retorno disso. ”Se eles não conseguem ver benefícios imediatos, acabam se mantendo longe. Eles não querem fazer sacrifícios”, afirma.

Como pais radicais instigam a paixão religiosa em seus filhos

Não são apenas os pais, as igrejas também compartilham a culpa pela apatia religiosa dos adolescentes, afirma a professora Corrie.

Ela diz que os pastores muitas vezes pregam uma mensagem de segurança que pode atrair um número maior de fiéis. O resultado: mais pessoas bocejando nos bancos. ”Se a sua igreja não consegue sobreviver sem um certo número de membros comprometidos, você acaba não querendo pregar uma mensagem que possa irritar as pessoas. Todo mundo vai concordar se você apenas disser que devemos ser bons e que Deus recompensa os que são bons”, conclui Corrie.

Parafraseando a autora de Almost Christian, Corrie enfatiza que o evangelho da gentileza não consegue ensinar os adolescentes a enfrentar uma tragédia.

“Não consegue suportar o peso de questões mais profundas: Por que meus pais estão se divorciando? Por que meu melhor amigo cometeu suicídio? Por que, nesta economia, eu não consigo o emprego bom que me foi prometido se fosse um criança estudiosa?”

O que um pai pode fazer então? “Seja radical”, responde Dean.

Ela diz que os pais que fazem algum ato radical de fé na frente de seus filhos transmitem mais do que um grande número de sermões e viagens missionárias.

Um ato radical de fé poderia envolver algo simples como passar um verão na Bolívia trabalhando em um projeto de renovação agrícola ou recusar uma oferta de emprego mais lucrativa para ficar em uma igreja que está passando por lutas, aponta Dean.

Mas não é suficiente ser radical – os pais devem explicar que “esse é o modo como cristãos vivem”. ”Se você não disser que está fazendo isso por causa de sua fé, seus filhos dirão que os pais são realmente pessoas legais. Não se entende que a fé deveria fazer você viver de forma diferente, a menos que os pais ajudem os filhos a perceber isso”, diz Dean.

“Eles me ligaram quando eu estava sem opções”

Anne Havard, uma adolescente de Atlanta, pode ser considerada radical. Uma jovem cuja fé parece estar incendiada. Ela participou do programa da universidade Emory. Hoje, fica emocionada quando fala sobre a possibilidade de ensinar teologia futuramente e cita estudiosos de peso, como o teólogo Karl Barth.

Ela está tão entusiasmada com sua fé que, após ouvir uma questão, dispara uma resposta de 5 minutos antes de parar e rir: “Desculpe, já falei demais”.

Havard diz que sua fé tem sido alimentada pelo que Dean chama em Almost Christian “uma comunidade de fé relevante”.

Em 2006, o pai de Havard foi vítima de uma forma rara de câncer. Em seguida, perdeu uma das suas melhores amigas – uma jovem na flor da vida – também para o câncer. Foi aí que sua igreja e seu pastor entraram em cena. Segundo ela: ”eles me ligaram quando eu estava sem opções”.

Quando questionada sobre como sua fé se manteve após perder o pai e sua amiga, Havard não ficou procurando palavras como alguns dos adolescentes em Almost Christian.

Ela diz que Deus falou mais quando se sentiu sozinha – como Jesus deve ter se sentido na cruz. “Quando Jesus estava na cruz clamando: ‘Meu Deus, por que me abandonaste”?’ Jesus era parte de Deus”, diz ela. “Então, Deus sabe o que significa duvidar. Está tudo bem passar em uma tempestade, ter dúvidas, porque Deus também estava lá”.

Fonte: Pavablog

Não existem super heróis

Não existem super heróis
superhomemLeia e reflita sobre como ser submisso e amável com seus líderes, seja em que Ãmbito for…
Texto Base: 1Rs 19.1 – 13.

Crescemos vendo super-heróis na TV. Eles eram sempre perfeitos, com seus poderes inimagináveis. A humanidade busca homens perfeitos, que nunca erram. Crescemos, contudo, continuamos buscando esses “super-heróis”. Cobramos muito daqueles que são autoridade sobre nós. Chega a ser uma perfeição subumana. Sejam essas pessoas nossos líderes, pastores, chefes, professores, e principalmente, os nossos pais. Não suportamos ou não sabemos lidar com o erro de quem está num patamar acima do nosso em autoridade. Tudo isso, não justifica as falhas, os erros. E não tira a responsabilidade dos erros das pessoas. Existe uma diferença entre o erro moral e erro comportamental (comportamentos que adquirimos ao longo da vida). Mas esta reflexão serve para alertar, para estimular o amor e o perdão e considerar aqueles que são lideres sobre as nossas vidas. Além disso, traz à tona a velha discussão acerca de alguns crentes que saem de suas igrejas devido à alguma decepção.

Lembremo-nos de Elias, profeta de Israel. Na época de Elias, Acabe e Jezabel reinavam em Israel. Baal era o deus adorado por eles. O capítulo 18 do livro de 1 Reis retrata algumas relatos sobre Elias. Ele era um homem de Deus que foi usado de uma forma maravilhosa. Ele também passou por maus momentos, muitas dificuldades. No entanto, ele permaneceu fiel diante de Deus e dos homens. Elias foi arrebatado por Deus, ele não morreu – 2 Rs 2.9. Quando analisamos a história deste homem de Deus, parece que não conseguimos observar erros em sua trajetória, mas ele errou. Nem por isso, sua história deixa de ter sua importância.

Cada um tem seu limite (vs. 1 a 4)
A rainha Jezabel ficou sabendo de tudo o que Elias fez no monte Carmelo com os profetas de Baal. Ela mandou dizer a ele que iria dar o troco. Com muito medo Elias fugiu para Berseba, ele andou aproximadamente 210 km e depois foi ao deserto. Lá ele assentou debaixo de um zimbro (árvore juniperácea), pegou uma sombra e clamou pela morte. Elias afinou para Jezabel. Ele não esperou pacientemente no Senhor. Ele se sentiu só e errou em não confiar em Deus. E Deus em seu amor e compaixão esperou o momento certo para confrontar Elias e mostrar a ele que há sempre um caminho, cuidando dele em amor e zelo.

Muitas vezes cobramos que as pessoas não errem. E quando elas erram não aceitamos e muitas vezes as rejeitamos, tratando-as com indiferença. Pessoas decepcionadas, em muitos casos até desviam-se da fé que professam, ou da igreja que frequentam, por causa dos erros do próximo. Está escrito na Bíblia em Jeremias 17.5: “Maldito o homem que confia no homem”. Achamos muitas vezes que o próximo é perfeito, um super-herói. Outra coisa que acontece é que achamos que os líderes são perfeitos, como super-heróis. Os líderes geralmente são alvo desses atos de insubmissão e rebeldia, ou ainda, retaliação.

Da mesma forma, os pais: alguns magoam com palavras, ficam muito nervosos, fazem diferença entre os filhos. Cobram demais, exigem tudo (estudo, casa, trabalho, irmãos). Além disso, descontam nos filhos os problemas pessoais. Muitos não têm tempo para estar com os filhos, substituindo a companhia dos filhos por outras coisas. Tantas razões levam muito adolescentes e até mesmo jovens dizerem: “Quero outro pai, outra mãe. Não agüento mais meus pais, não quero morar em casa”. Então o ódio, a raiva, o rancor e mágoa tomam conta do coração

Quem também geralmente enfrenta problemas de submissão e respeito à autoridade, são os professores e patrões. Há muita dificuldade por parte de muitos em respeitá-los e até mesmo em amá-los. Contudo, a maior parte das pessoas esquece que esses também erram. Eles são alvos de comentários e atos de julgamento.

Procure considerar (vs. 5 a 8)
Elias, o personagem dessa reflexão, teve seu limite. Deus buscou ajudá-lo no momento de agonia. Deus mostrou paciência, zelo, cuidado e amor para com Elias, ao enviar alimento e direcionamento a ele por diversas vezes, por meio de um anjo.  

Aplicação
Procure compreender os limites dos outros, cada um tem o seu. Entender, considerar, passar por cima reflete o caráter de Deus em nós.

Algumas coisas a considerar:
Busque entender o momento (crise finaceira, problema no trabalho, TPM, pressão, tristeza) das pessoas. Você também erra, porque as autoridades em sua vida não podem errar? Busque considerar a história do próximo (na família, no trabalho etc). Procure enxergar as coisas boas também. Quando consideramos algumas questões para entender o outro, entendemos a linguagem do amor e mudamos nosso parâmetro de cobrança. Não é fácil ser mãe, pai, padrasto, madrasta, líder, pastor, professor, patrão etc.

Perdão e Amor (vs. 9 a 13)
Depois de tudo, Deus ainda fala com Elias. Elias foi para Horebe, foi envidado por Deus. Ele é levado para que Deus se revelasse, e assim voltaria aos momentos de origem do seu ministério como profeta. Deus se revela a Elias através de um ciclo suave. Deus não queria que Elias estivesse na situação difícil eu estava vivendo. O amor e o perdão são marcas fortes na atitude de Deus para com Elias.

Aplicação
“O amor encobre multidões de pecados”. Existem coisas que só o amor e o perdão podem resolver. Encarar, discutir, ódio, rancor, responder mal, não resolve nada. Ame apesar do erro. Líderes, Pai, mãe não deixam de ser seus pais por causa dos erros. Líderes, pastores, professores não deixarão de ser autoridades por causa do erro deles. As autoridades não aguentam tudo, como você também, mesmo que às vezes eles se mostrem super- heróis. Se coloque um minuto no lugar do próximo, e você será um pouco mais compreensivo.
 
Reflita
Como tem sido a minha relação com as autoridades que tenho em minha vida? Será que tenho buscado nas autoridades super-heróis? Seja mais compreensivo, paciente, amoroso, considere algumas coisas. Perdão e amor são atitudes que devem ser presentes na sua relação com as pessoas. A cura para qualquer dor e trauma familiar passa pelo perdão. Os maiores problemas que temos são dentro família e em nosso relacionamentos mais próximo. Se você deseja crescer, busque o perdão como remédio. Faça da mesma forma que Deus fez com Elias, exerça amor e zelo por aquelas pessoas que Deus colocou próximo a você, e que de alguma forma exercem autoridade a vocês.

::Pastor Bruno BacelarIntegrante da liderança da Rede de Adolescentes da Lagoinha

VAMPIROS SEDUZEM TEENS CRISTÃOS

saga-crepusculo-lua-novaUm dos maiores recordes de bilheteria na história do cinema estreou na última sexta-feira, 20, em todo o mundo. O segundo capítulo da série vampiresca ‘Crepúsculo’, escrito originalmente pela inglesa Stephanie Meyer se chama ‘ Lua Nova’ e assim como o primeiro da série tem feito a mania dos jovens também no Brasil e já rendeu, só no primeiro dia de exibição, cerca de U$ 142,8 mi. Quem não parece ter gostado muito do fato foi a Igreja Católica, que voltou a ressaltar as “mensagens desviantes” contidas no filme.

      Assim como fez logo após a estréia do primeiro filme da saga, o monsenhor Franco Perazzolo, representante do Vaticano, disse que o filme passa uma mensagem errada para os jovens e os tira do caminho da Igreja.

      Perazzolo disse que o tema de vampiros abordado em ‘Crepúsculo’ combina excessos e pode ser prejudicial aos jovens. Além disso,  criticou a mensagem esotérica passada pelo longa baseado nos livros de Stephanie Meyer. “Homens e mulher são transformados com máscaras horríveis e mais uma vez usam esse velho truque ou fórmula ideal de extremos para causar impacto nas bilhetiras”, afirmou Perazzolo ao jornal “Daily Express”.

      Perazzolo classificou o longa como “vácuo moral com uma mensagem desviante, e como tal, é algo que deve ser motivo de preocupação”.

      ‘Lua Nova’ é estrelado por Robert Pattinson (Edward Cullen), Kristen Stewart (Bella Swan) e Taylor Lautner (Jacob).