“Jesus me transformou”: zagueiro Alex Silva revela que chegou ao fundo do poço antes de conversão ao Evangelho

O zagueiro Alex Silva enfrentou o fundo do poço em sua carreira, mas após sua conversão ao Evangelho tenta, aos 31 anos, reconstruir parte do sucesso que havia conquistado em meados da década passada.

Atualmente, Alex Silva é jogador do Jorge Wilstermann, da Bolívia, onde disputará sua quinta Libertadores da América. Mais conhecido no país por sua passagem vitoriosa no São Paulo, o alteta chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira, jogou na Europa e também em grandes clubes como o Flamengo e o Cruzeiro.

 

Hoje, mais maduro, está prestes a ser pai pela terceira vez, e diz que os erros frequentes são coisas do passado: “Essa transformação na minha vida vem de Jesus Cristo, de Deus. A partir do momento em que busquei na fé um caminho de transformação, de restauração, acredito que me transformei por inteiro”, pontou.

“Me deu mais mansidão, tranquilidade, confiança e paciência em determinadas situações. Tenho que ressaltar que o evangelho transforma o ser humano em bom pai, em bom marido, bom filho e bom profissional. E isso não tem idade. O que vivi no passado foram coisas onde não sabia diferenciar o errado do certo. Acredito que hoje estou colhendo frutos do que estou plantando. No passado, não tive uma estrutura na carreira”, acrescentou.

O fundo do poço foi a passagem pelo Flamengo, em 2011, depois de jogar pelo Hamburgo, da Alemanha. De acordo com informações do GloboEsporte, Alex Silva não foi bem no clube carioca, foi afastado do elenco e chegou a ser emprestado para o Cruzeiro, onde também não teve grande desempenho.

A decisão de sair do Flamengo foi errada, segundo o jogador, mas resultou na necessidade de reflexão e correção de rota: “Foi um erro por ouvir e ir pela opinião de outras pessoas, achava que queriam meu bem, me ajudar, mas só me prejudicaram fora de campo. Um jogador que veste a camisa do Flamengo não pode sair para uma Série B do Brasileiro (deixou o clube e foi para o Boa Esporte na época)”, analisou.

“Acabei me lesionando de forma grave, parei por seis meses, e ali minha carreira começou a declinar. As coisas começaram a não dar certo e comecei a focar em outras coisas que não eram o futebol, coisas do mundo, e cada vez mais ia me afundando e me prejudicando [o álcool foi uma delas – em 2014, foi detido por dirigir embriagado]”, relembrou.

Agora, vida nova: “O importante é que estou feliz e vivendo fase excepcional. Agora é dar sequência no trabalho”, garantiu.

Anjo resgata pastor das ferragens momentos antes de explosão destruir seu carro

Um acidente de trânsito que poderia ter resultado na morte de um pastor, tornou-se um testemunho de uma manifestação sobrenatural que o livrou de um desfecho trágico.

John Boston havia sido ordenado ao ministério pastoral dias antes e mudado para a cidade de Columbus com sua esposa, Carla, e filha, Riley. Ele dirigia em uma rodovia estadual de Ohio quando um carro cruzou o canteiro central e veio em sua direção. Para evitar a colisão, o pastor desviou e terminou por bater em um poste de uma linha de transmissão.

O transformador preso ao poste caiu sobre o carro do pastor, e energizou todo o local. “Ninguém teria conseguido tocar aquele carro. Eu não poderia ter sobrevivido”, contou Boston, em entrevista ao canal de TV FOX6Now.

Segundo o pastor, “o pára-brisa estava derretendo e a janela do passageiro estava dobrando” em consequência do calor gerado pela corrente de alta voltagem que passava pelo lado externo do veículo. Ao tentar deixar o veículo, ele não conseguiu se livrar do cinto de segurança e abrir a porta, o que provavelmente salvou sua vida.

Ao constatar que não tinha muito o que fazer, um “estranho” apareceu, abriu a porta amassada de forma extremamente fácil, o retirou do carro e o levou a uma distância de 20 metros. Momentos após estar em segurança, houve uma explosão que consumiu o carro inteiro.

“Ele disse: ‘Meu nome é Johnny. A polícia está vindo e eu não posso estar aqui quando eles chegarem, mas você vai ficar bem’. E então o homem foi embora”, relembra Boston. Quando os bombeiros chegaram para atender a ocorrência, encaminharam o pastor a um hospital próximo para receber o atendimento padrão.

Quando foi liberado do hospital, John Boston precisou prestar depoimento sobre o acidente, e foi questionado sobre como foi a situação de resgate e quem era o homem. Ao narrar a história, o pastor viu muitas pessoas racionalizarem a questão, especulando que o tal Johnny seria alguém com passado obscuro, talvez procurado pela Justiça, e que por isso o ajudou e deixou o local da tragédia.

Porém, os bombeiros que atuaram no caso dizem que há outros aspectos da situação que desafiam a lógica e a ciência, e que portanto, nenhum ser humano seria capaz de tocar na porta do carro sem sofrer um choque elétrico violento.

Explicando que o acidente pode ter desligado o disjuntor do transformador, um dos bombeiros contou que no instante seguinte, o aparelho teria se reiniciado, porque foi projetado para trabalhar dessa forma, e que sua equipe precisou cortar a energia pois havia corrente elétrica no carro, mesmo após a explosão.

“Com um transformador no carro, essa seria provavelmente uma das piores execuções que nós poderíamos fazer”, ilustrou o bombeiro, fazendo referência às mortes na cadeira elétrica. “A pessoa que tocar aquele carro pode morrer. Você tem que saltar para longe do veículo e bater os pés, mas mesmo assim é arriscado”, ilustrou.

Ao ser questionado sobre o que explica que Johnny e o pastor tenham saído ilesos, o bombeiro afirmou que não há como encontrar uma resposta: “Isso me dá arrepios”.
O pastor, no entanto, tem a resposta que considera mais lógica, dentro de um contexto que engloba todos os argumentos mencionados e a sua fé: Johnny era um anjo. “Eu não acredito que os anjos venham até nós com asas e roupões brancos, com luzes brilhantes ao redor. Acho que eles vêm como ajuda, e foi isso que eu tive naquele dia”, garantiu.

Testemunho: vocalista de heavy metal conta como saiu de um pacto satânico e se converteu a Cristo

kirk-martin-200x133Kirk Martin era vocalista de uma banda de heavy metal norte americana que havia feito um pacto com o diabo para conquistar a fama. Porém, Martin relata que horas antes de assinar um grande contrato com uma gravadora, que ele afirma ser fruto de seu pacto, teve um encontro impactante, que o levou a entregar sua vida a Deus.

Segundo o Aleteia, o nome de sua banda era Power of Pride (O poder do orgulho), e ele conta que participou de inúmeros concertos, nos quais projetava uma imagem selvagem nos palcos. Sua postura nos palcos, segundo ele conta, era reflexo do ódio e das crenças que habitavam seu espírito.

– Toda a minha intenção era dizer às pessoas que elas precisavam acreditar em si mesmas, seguir suas próprias visões, seus sonhos, ainda que fosse preciso pisotear quem se interpusesse em seu caminho – conta.

– Eu estava tão cheio de ódio, que projetava esse ódio nas pessoas. (…) Dois dos membros da banda acabaram se cansando de mim, não me aguentavam mais e, de fato, decidiram abandonar a banda – completa Kirk Martin.

Entre as motivações para seu ódio ele conta que estava o abuso que sofreu na infância, quando outras crianças abusaram sexualmente dele, quando tinha apenas oito anos de idade. Em decorrência desse abuso, ele conta que passou a alimentar um ódio interno, e também um desejo de abusar sexualmente das mulheres com as quais se relacionava.

Para alcançar seus desejos de fama e a satisfação de seus desejos carnais, ele conta que se sujeitou a um pacto demoníaco, e prometeu devotar sua vida a satanás se ele atendesse aos seus anseios.

– Cravei minhas garras no chão, arranhei a terra e disse a satanás: ‘Se você me der o que eu quero, se você fizer de mim um Deus, se me der mulheres, drogas, fama e o poder de pisotear as pessoas, eu te servirei até o fim dos tempos’ – relata, afirmando que poucos dias após fazer esse pacto foi chamado por uma operadora, que ofereceu a ele um gordo contrato para gravação de um CD.

Mas Kirk recorda que sua vida começou a ser verdadeiramente transformada poucas horas antes do momento de assinar o contrato com a gravadora. Sentado em uma cafeteria, ele foi confrontado por um estranho, que falou inexplicavelmente sobre seus traumas de infância e afirmou que Jesus estava esperando por ele.

– Um cara entrou e se sentou justamente ao meu lado, mesmo havendo muitas mesas livres. Imediatamente, eu olhei para ele com esta horrível e mesquinha expressão do meu rosto – relata.

– “Olhei para ele e lhe disse: ‘Que foi, cara?’. Ele olhou para o seu café, depois olhou para mim e me respondeu: ‘O que foi, amigo?’. Eu pulei na mesa, encostei meu rosto no dele, olhei bem para ele e o xinguei de todas as formas mais imundas que me vieram à mente. Ele então me disse: ‘Deus me mandou aqui para lhe dizer que Ele ama você e quer que você saiba que Ele não foi o responsável pelos jovens que abusaram de você quando você era criança’. O mais alucinante de tudo isso foi que ele até citou os nomes dos garotos e me disse: ‘Jesus está esperando por você, está esperando que você volte para casa’ – completou Martin.

O homem foi embora e, quando Kirk tentou encontra-lo para o confrontar, ele já havia desaparecido. Ele relata que então teve uma experiência de conversão quando estava, naquela mesma noite, dormindo no ônibus da banda.

– De repente, apareceu uma grande estrela, como se caísse do céu, e o espírito do próprio Deus agiu naquele ônibus. Eu não sabia por que odiava tanto Deus. Mas tudo, simplesmente tudo desapareceu, sumiu, e a única coisa que eu sentia era amor. Eu me senti aceito, senti como se fosse aquele menino novamente, antes de abusarem de mim. Então, eu disse: ‘Jesus, vem aqui e destrói tudo, porque eu não quero mais ser isso’. Agora, eu percebo que, diante da presença de Deus, o pecado, o ódio, a fealdade não podem existir, não há lugar para isso; então, precisam sair. E todas essas coisas começaram a abandonar o meu coração – conta Kirk, afirmando que naquele momento se entregou completamente a Deus e voltou a dormir.

Ao acordar no dia seguinte, ele conta que estava completamente transformado, e que nada mais importava a ele além de Deus, nem mesmo aquele contrato pelo qual havia feito um pacto para entregar sua alma.

Então, ele procurou uma igreja em sua cidade, onde começou a viver comunitariamente o cristianismo. Ele procurou também aqueles garotos que o haviam abusado na infância e, pelo perdão e reconciliação, encerrou aquele amargo capítulo de sua história.

Com a vida completamente transformada, Kirk Martin construiu uma família e agora usa seu talento musical compondo e interpretando músicas de adoração a Deus. Ao lado de sua família, ele afora viaja pelos Estados unidos compartilhando o milagre que transformou sua vida.

– Minha esposa é simplesmente um tesouro, e minha família é o mais testemunho da piedade e da graça de Deus. Eu, que era viciado em drogas, sexo, violência, ódio, e usava a música como uma ferramenta para destruir as pessoas, fui acolhido e curado por Deus. Tudo isso para a sua glória – resume Martin, ao falar de sua nova vida.

Liberto para resgatar vidas

Almir Ferreira viveu entre a prisão e a falsa liberdade oferecida pelas drogas, mas hoje é instrumento de libertação de vidas na “Casa Azul”

almirMeu nome é Almir dos Santos, tenho 34 anos, e há 4 anos sou convertido ao Senhor Jesus. Aos 7 iniciei minha vida no crime realizando pequenos furtos, e aos 18 fui preso pela primeira vez. Na cadeia conheci assaltantes de São Paulo e do Rio de Janeiro que me influenciaram a entrar para o crime organizado. Quando fugi da cadeia de Belo Horizonte, recebi do chefe da facção criminosa, a qual entrei, a proposta de viajar para a Colômbia, onde receberia treinamentos de montagem e desmontagem de armamento. Após esse treinamento assumi na organização criminosa de BH a função de eliminar vestígios das armas, de forma a dificultar o trabalho da polícia em identificar se a arma tinha sido utilizada em algum tipo de assalto, roubo ou homicídio. Do ano de 1998 até 2006 a minha vida se resumia à prisão em penitenciárias e fugas.

Em 2006 recebi perdão de pena (o réu não responde mais pelo crime judicialmente, está livre da pena) e pude sair da prisão. Porém, continuei trabalhando para o crime, fazendo a limpeza de armamentos. O problema é que o crime não estava gerando lucros para mim. Além disso, dentro da cadeia eu era “O cara”, respeitado e admirado e do lado de fora era apenas mais um na multidão, sem respeito ou prestígio. em todos os locais que ia me candidatar, era rejeitado, porque tinha ficha criminal. Sentindo-me triste e sem valor procurei preencher esse vazio que sentia no crack. Depois que experimentei a primeira vez, não parei mais.

Nessa busca por ser alguém na sociedade, continuei correndo atrás de um emprego. A única vaga que conseguia era a de faxineiro, entretanto, assim que descobriam que eu era ex- -presidiário me mandavam embora. Fazia alguns trabalhos como pedreiro em algumas obras, mas nada fixo. Essa situação me incomodava bastante e fez com que eu mergulhasse ainda mais no vício. Além do crack, passei a cheirar cocaína e a beber cachaça. Comecei com uma dose por dia de aguardente e depois passei a tomar 2 litros e a fumar 5 a 6 gramas de pedras. Para sustentar meu vicio, fazia alguns serviços para os traficantes da favela onde morava, limpando armas.

Nessa época conheci minha esposa, Elaine Ferreira, que passou grandes lutas por causa do meu vício. Era normal, quase que diariamente, Elaine me buscar de madrugada na “boca” onde ficava fumando crack. Inclusive, houve uma situação em que ela estava de resguardo de nosso segundo filho, Leonardo, e teve que ir me buscar. Todos da minha família se afastaram de mim e constantemente minha mãe aconselhava Elaine a me deixar, mas ela continuou ao meu lado. O meu vício era terrível para minha família. Todas as manhãs, após beber uma xícara de café, bebia 1 litro de cachaça. Além disso, todo o dinheiro que conseguia no trabalho era para as drogas. Meus filhos já passaram necessidades em casa, a ponto de Elaine completar o leite com água filtrada. Diante de tanto sofrimento, minha esposa estava decidida a me deixar, mas antes que isso acontecesse alguém muito especial entrou na minha história.

Uma das minhas atividades rotineiras era ir ao bar, e no caminho me encontrava com um vizinho chamado Gilmar. Ele é crente e me cumprimentava com sorriso e educação. Mesmo quando eu respondia de forma ríspida, Gilmar não mudava a maneira de me tratar. Com o tempo, estabelecemos uma amizade e todos os dias o Gilmar me convidava para ir à igreja. Não conseguia ir ao culto, pois normalmente estava drogado, então o Gilmar marcou um culto na minha casa.

No dia 19 de janeiro de 2010, numa quinta-feira, às 20:30, vários irmãos em Cristo e o Gilmar celebraram um culto no meu lar. Estava embriagado, mas no momento em que fizeram o apelo para aceitar Jesus, me coloquei de joelhos e orei a Deus dizendo: “Senhor, por favor, muda a minha vida, não aguento mais ser do jeito que sou. Ou o Senhor me transforma ou vou tirar a minha vida”. Não sei explicar com palavras o que aconteceu no meu coração, só sei que depois desse culto nunca mais fui o mesmo. Não fiz mais uso de drogas e nunca mais bebi uma gota sequer de cachaça. O que aconteceu foi um milagre. Desde esse dia não tive recaídas e como todo dependente vivo “só por hoje”. Tornei-me um crente fiel a Deus. Como eu não era casado nem no civil e nem no religioso com Elaine, uma das primeiras atitudes que tive como convertido foi acertar essa situação. No próximo mês completaremos 3 anos de casados, temos uma família linda, com três filhos, Letícia, Leonardo e Raísa.

Mas as bênçãos não pararam por aí. Em 2012 conheci o pastor Wellington Vieira, responsável pelo CREDEQ. Conhecê-lo foi uma bênção, pois não conseguia emprego em local algum e por meio da vida dele consegui meu emprego no CREDEQ para fazer o que mais desejava: tirar pessoas do mundo das drogas. Graças a Deus consegui tirar 10 amigos das drogas e interná-los em comunidades terapêuticas. Após esse fato, as pessoas que me conheciam como viciado e ainda duvidavam da minha mudança, passaram a me respeitar e acreditarem que agora sou uma nova criatura em Cristo. Porém, não eram todas as pessoas que aprovavam o que eu fazia. Muitos traficantes da comunidade em que eu morava não gostavam de mim e me olhavam com desconfiança, principalmente porque ajudava pessoas a saírem do tráfico. Para piorar a situação, a violência na comunidade aumentava, o que me preocupava, já que desejava oferecer à minha esposa e aos meus filhos um lar digno e livre de ameaças. Comecei a orar a Deus clamando por uma nova casa em um novo bairro e a resposta veio por meio do pastor Wellington. Ele me convidou para trabalhar num novo projeto chamado “Casa Azul”, no qual precisaria permanecer no local 24 horas por dia para receber homens dependentes químicos que tinham o desejo de serem internados. Aceitei de imediato a proposta e mudei com toda a minha família para a “Casa Azul”. Chegando à nova moradia, realizei alguns reparos e reformas e, em outubro de 2013, a casa pôde entrar em funcionamento.

Hoje, tenho o privilégio de servir a Deus auxiliando pessoas a saírem das drogas e presenciar vários milagres, homens totalmente transformados e restaurados pelo poder de Deus. Sou abençoado por ter minha família ao meu lado e ver meus filhos crescendo com saúde, estudando e desfrutando de uma vida normal como qualquer criança. Minha mãe, irmãos e outros parentes se reconciliaram comigo e alguns já aceitaram Jesus por meio do meu testemunho. Meus sonhos são muitos, mas tenho colocado em oração: a conquista da casa própria, minha carteira de habilitação e fazer um curso de Teologia. E claro, quero continuar trabalhando com dependentes químicos. Sou um homem realizado, pois tenho vida abundante, graças a Jesus.

Longe da fama, ex-BBB Natália Nara vira pastora e chora ao se lembrar do ensaio nu que fez para a “Playboy”

A ex-participante do reality show Big Brother Brasil, Natália Nara, se converteu ao evangelho depois de sair do programa e agora tenta viver longe da fama e dos trabalhos que realizou por causa de sua passagem pela atração global. Hoje, a ex-BBB se nega a falar ou ser reconhecida pelo programa e chora todas as vezes que lembra do ensaio nu que fez para a “Playboy”.

As informações sobre Natália foram passadas por sua mãe ao site Extra, de acordo com ela, desde que a filha se converteu, na Igreja Bola de Neve, ela deixou de lado o sonho de se tornar atriz e passou a fazer caridades e pregar a palavra de Deus.

– Ela não quer mais saber de ‘BBB’, mas o que ela mais lamenta é o fato de ter posado nua. Ela chora só de lembrar. Esse programa só fez mal a ela e atrapalhou os estudos – afirmou dona Neide.

A vida de Natália mudou completamente quando ela conheceu a religião, em 2007, através de uma empresária na época. Atualmente, ela é casada com um membro da Bola de Neve, finaliza sua faculdade de Jornalismo e quer seguir como pastora em São Paulo, onde mora atualmente.

– Quando me dei conta da besteira que eu fiz (a revista ‘Playboy’), me arrependi e passei a andar no caminho de Jesus – testemunhou Natália, num vídeo publicado no Youtube.

Atualmente ela se dedica à pastoral de comunicação da sua igreja, onde apresenta um programa de notícias, e se nega a conceder entrevistas sobre seu passado no reality show.

– Agradeço a lembrança, mas não tenho mais nada a falar. Tem outros BBBs mais recentes para vocês entrevistarem – afirmou ao procurada para entrevista pela coluna TV e Lazer, do Extra.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Em entrevista, Cid Moreira afirma, “Hoje sou com a graça de Deus um divulgador da Bíblia”

O jornalista Cid Moreira, famoso por sua voz e sua carreira como apresentador de telejornais da Rede Globo, revelou fatos e aspectos da sua fé ao comparecer ao Salão Internacional Gospel, evento que aconteceu em São Paulo. Cid falou sobre sua experiência com o Espírito Santo, sobre como encontrou a Palavra de Deus e ainda sobre seu atual estágio como cristão, “Hoje sou com a graça de Deus um divulgador da Bíblia”, citou.

Cid afirmou que crê em Jesus Cristo como seu único e real salvador, “Jesus é tudo, é o caminho a verdade e a vida”. Ele ainda comentou sobre a presença do Espírito Santo na sua vida, no decorrer dos últimos anos, “Conversamos com colegas cristãos com eu, eles também sentem isso”, “E isso me dá entusiasmo para cumprir o compromisso que eu fiz”.

E explicou como foi o seu contato com a Bíblia antes de se tornar cristão, “Eu sempre pesquisei religião, passei por várias fases e meu pensamento voou muito por aí até que ele pousou na Bíblia”. Esse encontro originou os trabalhos de registro da Bíblia em áudio, o primeiro foi em 1992, quando gravou Salmos, e nos anos posteriores, mais textos bíblicos.

Ele ainda argumenta que os trabalhos de gravações dos CDs da Bíblia é uma forma de evangelismo, “Muitas pessoas na rua vem me agradecer por essas mensagens, e eu vou ficando cada vez mais entusiasmado”. Motivado pelo trabalho, o jornalista revela que isso tem refletido no seu crescimento espiritual.

 

Jeremy Lin, jogador de basquete da NBA, é considerado novo Tim Tebow e vira ícone cristão na China

A história de vida de um jogador de basquete de ascendência chinesa tem atraído a atenção de cristãos e servido de exemplo na China. Jeremy Lin, jogador do New York Knicks, um time da NBA, também te chamado a atenção por seu desempenho esportivo.

O atleta, que antes de entrar para o time do Knicks tinha sido dispensado por outros dois clubes profissionais da NBA, Golden State Warriors e Houston Rockets, tem sido decisivo nas partidas de atual clube, e isso tem atraído atenção para sua fé.

Até o presidente Barack Obama, fã do esporte, tem assistido as partidas de Lin, afirmou o diretor de comunicações da Casa Branca, Dan Pfeiffer, segundo o portal Terra.

Jovens chineses estão se espelhando no atleta norte-americano de origem chinesa, que após lesões e más atuações, tem tido um ótimo desempenho. “Deus é bom durante os nossos altos e baixos! Fico feliz que conseguimos a vitória”, publicou o jogador em seu Twitter. Jeremy Lin já começa a ser considerado o novo Tim Tebow, jogador de futebol americano que é um ícone cristão nos Estados Unidos.

A história da família de Lin começa durante o regime comunista na China, quando seu avô sofreu perseguição religiosa e se viu obrigado a mudar com toda a família para Taiwan, e depois para os Estados Unidos, onde Lin nasceu.

Segundo o The Christian Post, o jogador contou durante uma entrevista que tornou-se um cristão “realmente” apenas no primeiro ano do Ensino Médio. Na China, apesar de a mídia controlada pelo governo classificá-lo apenas como “um chinês de sucesso”, 300 milhões de pessoas assistem aos jogos da NBA, e o testemunho de vida de Lin começa a ser assunto nas redes sociais.

No Weibo, uma rede social semelhante ao Twitter, os jovens, que são fascinados com a cultura norte-americana, comentam sobre o desempenho de Lin nos jogos e associam isso ao poder de Deus: “Como os jovens cristãos devem viver a vida cristã? Temos um bom exemplo no desempenho milagroso Lin Shuhao e devemos torcer por ele”, publicou um usuário da rede social. “Sua agilidade física mostrou-me a glória e a onipotência de Deus”, opinou um outro.

O estudante seminarista Hu Shubang, de 25 anos, afirma que o jogador se tornou um ícone para os cristãos chineses. Seu professor no Seminário Teológico de Zhejiang, Yan Rongui, pretende usar as histórias de Lin e sua declaração de fé para ilustrar aulas em sua matéria.

 

C.S. Lewis: a queda de um ateu

Lews“O cristianismo, se é falso, não tem nenhuma importância, e, se é verdade, tem infinita importância. O que ele não pode ser é de moderada importância” – C.S. Lewis. “Ele era um homem pesado que parecia ter 40 anos, com um rosto carnudo e oval e compleição sadia. Seu cabelo preto já tinha deixado a testa, o que o tornava especialmente imponente. Eu nada sabia sobre ele, exceto que era o professor de Inglês da faculdade. Eu não sabia que ele tinha publicado algum livro assinando seu próprio nome (quase ninguém o fazia). Mesmo depois de eu ter sido aluno dele por três anos, nunca passou pela minha cabeça que ele poderia ser o autor cujos livros vendiam em média dois milhões de exemplares por ano.

Uma vez que ele nunca falou de religião enquanto eu era seu aluno, ou até que ficássemos amigos, 15 anos depois, parecia impossível que ele fosse o meio pelo qual muitos chegariam à fé cristã”. Mesmo para seu melhor biógrafo e amigo de longa data, George Sayer, Clive Staples Lewis era uma surpresa e um mistério.

Como J.R.R. Tolkien aconselhou Sayer: “Você nunca chegará ao fundo dele”. Mas compreender ou até mesmo concordar com Lewis nunca foram pré-requisitos para gostar dele ou admirá-lo. Seus livros continuam vendendo extremamente bem (a série As crônicas de Nárnia, por exemplo, está entre os 200 títulos mais vendidos da Amazon.com) e muitos leitores o consideraram o escritor mais influente em suas vidas. Um feito e tanto para um homem que por muito tempo desacreditou “a mitologia cristã” e considerava Deus “meu inimigo”.

Lewis nasceu em Belfast, na Irlanda, em uma família protestante que gostava de ler. “Havia livros no escritório, livros na sala de jantar, livros na chapeleira, livros na grande estante no alto da escada, livros no quarto, livros empilhados até a altura do meu ombro no reservatório de água no sótão, livros de todos os tipos”, Lewis lembrava, e tinha acesso a todos eles. Em dias chuvosos – e havia muitos no norte da Irlanda – ele tirava muitos volumes das prateleiras e entrava em mundos criados por autores como Conan Doyle, E. Nesbit, Mark Twain e Henry Wadsworth Longfellow.

Depois que seu único irmão, Warren, foi mandando para um colégio interno na Inglaterra em 1905, Jack, nome adotado por ele mesmo aos 3 anos, tornou-se um recluso. Ele passava mais tempo com os livros e um mundo imaginário de “animais vestidos” e “cavaleiros de armadura”. A morte de sua mãe, de câncer, em 1908, tornou-o ainda mais introvertido. A morte da senhora Lewis veio apenas três meses antes do décimo aniversário de Jack, e este jovem estava muito abatido pela perda de sua mãe. Além disso, seu pai nunca se recuperou totalmente da morte dela, e os meninos sentiram-se cada vez mais afastados dele; a vida em casa nunca mais foi agradável e satisfatória.

A morte da mãe convenceu o jovem Jack de que o Deus que ele encontrava na Bíblia que sua mãe lhe dera não respondia sempre às orações. Esta dúvida inicial, somada a um regime espiritual excessivamente severo e a influência de uma governanta do colégio interno moderadamente ocultista alguns anos depois fizeram Lewis rejeitar o cristianismo e tornar-se ateu declarado.

Lewis entrou em Oxford em 1917, como aluno e, na verdade, nunca saiu. “O lugar ultrapassou meus sonhos mais incríveis”, ele escreveu a seu pai depois de passar seu primeiro dia lá. “Eu nunca vi nada tão lindo”. Apesar de uma interrupção para lutar na Primeira Guerra Mundial (na qual foi ferido pela explosão de uma granada), ele sempre manteve seu lar e amigos em Oxford. Sua ligação com o lugar era tão forte, que quando ele ensinou em Cambridge, de 1955 a 1963, ele voltava à Oxford nos fins de semana para que pudesse estar perto de lugares e amigos que ele amava.

Em 1919, Lewis publicou seu primeiro livro, uma série de versos líricos sob o pseudônimo de Clive Hamilton. Em 1924, tornou-se instrutor de filosofia na University College, e no ano seguinte foi eleito membro do Magdalen College, onde ele era instrutor de Língua Inglesa e Literatura. Seu segundo volume de poesia, Dymer, também foi publicado sob um pseudônimo.

Conforme Lewis continuou a ler, passou a apreciar de modo especial o autor cristão George MacDonald. Um volume de Phantastes desafiou poderosamente seu ateísmo. “O que ele fez de verdade comigo, escreveu Lewis, foi converter, mesmo batizar… minha imaginação.” Os livros de G.K. Chesterton trabalharam da mesma forma, especialmente The Everlasting Man [O homem eterno], que levantou sérias questões sobre o materialismo do jovem intelectual.

“Um jovem que deseja permanecer um ateu assumido não pode ser muito cuidadoso com sua leitura”, Lewis escreveu mais tarde em sua autobiografia Surpreendido pela alegria. “Deus é, se posso dizer assim, incompreensível”.

Enquanto MacDonald e Chesterton estavam mexendo com os pensamentos de Lewis, seu amigo íntimo, Owen Barfield, atacava a lógica do ateísmo de Lewis. Barfield tinha se convertido do ateísmo para o teísmo, e então, finalmente, ao cristianismo, e ele frequentemente atormentava Lewis sobre o seu materialismo. O mesmo fazia Nevil Coghill, um brilhante colega estudante e amigo de longa data, que, para a surpresa de Lewis, era “um cristão e um supernaturalista radical”.

Logo depois de entrar para a Faculdade de Inglês em Magdalen College, em Oxford, Lewis conheceu mais dois cristãos, Hugo Dyson e J.R.R. Tolkien. Estes homens tornaram-se amigos íntimos dele. Ele admirava sua lógica e o fato de que eram brilhantes. Logo Lewis percebeu que a maioria dos seus amigos, assim como seus autores favoritos – MacDonald, Chesterton, Johnson, Spenser e Milton – criam neste cristianismo.

Em 1929 estas estradas se encontraram e Lewis se rendeu, admitindo: “Deus era Deus. Ajoelhei e orei”. Em dois anos, o relutante convertido também passou do teísmo para o cristianismo e entrou para a Igreja Anglicana da Inglaterra.

Quase imediatamente, Lewis tomou uma nova direção, mais notadamente em sua escrita. Os esforços anteriores para ser um poeta foram deixados de lado. O novo cristão devotou seu talento a escrever prosa, que refletia sua fé recém-encontrada. Depois de dois anos de sua conversão, Lewis publicou O Regresso do Peregrino (1933). Este pequeno volume abriu uma torrente de 30 anos de livros sobre a defesa da fé cristã e discipulado que se tornaram a ocupação de toda sua vida.

Nem todos aprovavam seu novo interesse em apologética. Lewis recebia críticas dos membros do seu círculo mais íntimo de amigos, os Inklings (o apelido do grupo de intelectuais e escritores que se encontravam regularmente para trocar ideias). Mesmo amigos mais íntimos cristãos como Tolkien e Owen Barfield desaprovavam abertamente a fala e a escrita evangelísticas de Lewis.

De fato, os livros “cristãos” de Lewis causavam tanta desaprovação que mais de uma vez ele perdeu a nomeação para professor em Oxford, com as honras indo para homens com menor reputação. Foi no Magdalene College, na Universidade de Cambridge, que Lewis foi finalmente honrado com uma cadeira em 1955.

Os 25 livros cristãos de Lewis venderam milhões de exemplares, incluindo: Cartas de um diabo ao seu aprendiz (1942), Cristianismo puro e simples (1952), As crônicas de Nárnia (1950-56), O grande abismo (1946) e A abolição do homem (1943) – obras que a Encyclopedia Britannica incluiu em sua coleção de Grandes Livros do Mundo.

Embora seus livros tenham lhe dado fama mundial, Lewis era em primeiro lugar um estudioso. Ele continuou a escrever história e crítica literária, tais como The Allegory of Love [A alegoria do amor] (1936), considerado um clássico em sua área, e English Literature in the Sixteenth Century [Literatura inglesa no século 16] (1954). Apesar de seus muitos feitos intelectuais, ele se recusou a ser arrogante:

“A vida intelectual não é a única estrada para Deus, nem a mais segura, mas sabemos que é uma estrada, e pode ser a que foi apontada para nós. É claro, assim será enquanto mantivermos o impulso puro e desinteressado”.

Lewis teve pelo menos um choque de discordância em sua estrada intelectual: um debate em 1948 com a filósofa britânica Elizabeth Anscombe. Anscombe leu um trabalho diante do Oxford Socratic Club (um fórum que Lewis dirigiu por muitos anos) no qual ela atacou a recente publicação de Lewis, Milagres, e todo seu argumento contra o naturalismo. Ela venceu naquele dia, e relatos dizem que ele ficou “profundamente perturbado” e “muito triste”. Ele nunca mais escreveu sobre apologética pura, embora continuasse a comunicar sua fé através da ficção e de outras formas literárias.

Os livros não eram o único meio de compartilhar sua mensagem. Em 1941, o diretor de transmissão religiosa da BBC (que encontrava conforto pessoal através da leitura de O problema do sofrimento) perguntou se Lewis estaria interessado em falar no rádio. Embora o escritor odiasse rádio, ele reconheceu a oportunidade de alcançar uma audiência maior. O resultado foram sete grupos de conversas, transmitidos entre 1941 e 1944, com títulos como Right and Wrong: A Clue to the Meaning of the Universe [Certo e errado: uma idéia do significado do universo] e What Christians Believe [No que acreditam os cristãos].

As transmissões semanais eram muito populares – justamente o que os britânicos precisavam, pois andavam desencorajados e cansados da tristeza da Segunda Guerra Mundial. Sayer conta:

“Eu me lembro de estar num bar cheio de soldados em uma noite de quarta-feira. Às 7h45, o barman ligou o rádio no programa de Lewis. ‘Ouçam este sujeito’, ele gritou, ‘vale realmente a pena ouvi-lo’. E os soldados ouviram com atenção por 15 minutos”.

Além da fama crescente de Lewis como palestrante e um defensor da fé, as conversas na BBC produziram, pelo menos, dois grandes resultados. Um foi o livro Cristianismo puro e simples (1952), uma coleção destes programas, que hoje em dia é a segunda obra mais vendida de Lewis. O outro foi um dilúvio de correspondências, incluindo muitas cartas de pessoas que buscam algo no mundo espiritual para quem ele desejava dar uma resposta pessoal e detalhada. O grande volume de cartas levou-o a buscar a ajuda de seu irmão Warren como secretário, mas não lhe impediu de criar respostas que mostravam a mesma clareza de pensamento e graça literária encontrada em toda a sua obra.

Uma correspond}encia em particular teve um papel importante na vida de Lewis. Em 1950, ele recebeu uma carta de Joy Davidman Gresham, uma nova-iorquina que se tornou cristã lendo O grande abismo e Cartas de um diabo a seu aprendiz. Lewis ficou impressionado com sua escrita e com a mente por trás de tudo e uma correspondência alegre e intensa se seguiu.

Dois anos depois, Joy atravessou o Atlântico para visitar seu mentor espiritual na Inglaterra. Logo depois, seu marido alcoólatra a abandonou para viver com outra mulher e ela se mudou para Londres com seus dois filhos adolescentes, David e Douglas. Joy aos poucos enfrentou problemas financeiros. Lewis a ajudou, assumindo as despesas do colégio interno dos meninos e pagando o aluguel de uma casa não muito longe da sua. Entre os dois cresceu uma profunda amizade, para o desgosto de muitos dos amigos de Lewis. Joy tinha muitos pontos contra ela: era americana, de descendência judia, ex-comunista, 16 anos mais jovem que Lewis, divorciada e com personalidade forte. Entretanto, ela estimulava a escrita de Lewis, e ele gostava de sua companhia.

Ainda assim, não foi o amor, em primeiro lugar, que os motivou a se casarem em 1956. Joy não conseguiu renovar seu visto para viver na Inglaterra; sua única chance de ficar no país, então, era casar-se com um inglês. Lewis, gentilmente, ofereceu seus préstimos. Poucos meses depois da cerimônia de casamento civil, algo aconteceu para levantar as emoções de Lewis. Depois de uma queda grave em sua casa, Joy foi diagnosticada com câncer nos ossos.

“Desde que ela foi atingida por esta notícia, eu a tenho amado mais”, Lewis escreveu a um amigo. Os dois se casaram numa cerimônia religiosa, com Joy de cama, e ela se mudou para a casa de Lewis, aparentemente para aguardar sua morte.

No que pareceu um milagre, sua condição melhorou e ela e Lewis viveram três anos felizes juntos. Como ele escreveu para um amigo logo depois do seu casamento: “é engraçado ter aos 59 anos o tipo de felicidade que a maioria dos homens tem aos 20… ‘Mas você guardou até agora o melhor vinho’”. Uma escritora por seus próprios méritos, sua influência sobre o que Jack considerou seu melhor livro, Till We Have Faces [Até que tenhamos rostos] (1956), foi tão profunda que ele contou a um amigo próximo que ela foi, na verdade, sua coautora. 

A morte de Joy, em 1960, assim como a de sua mãe, foram para Lewis um duro golpe. O melhor modo que ele conhecia para lutar contra seus sentimentos de luto, raiva e dúvida era escrever um livro. A anatomia de uma dor apareceu em 1961, e veio ao público sob um pseudônimo, porque era algo tão íntimo e pessoal que Lewis não suportaria publicá-lo com seu próprio nome. Poucos exemplares foram vendidos até que ele foi relançado com o nome verdadeiro do autor, após a sua morte.

No verão e outono de 1963, a saúde de Lewis se deteriorou. Ele morreu enquanto dormia, no dia 22 de novembro: no mesmo dia em que John F. Kennedy foi assassinado. Talvez por causa do choque mundial pela morte do presidente, Lewis quase não foi mencionado nos jornais, e seu funeral teve a participação de sua família e de seus amigos íntimos, incluindo os Inklings.

Lewis pode ter sido enterrado sem alarde, mas seu impacto nos corações e vidas nunca parou de crescer. Nas palavras do líder cristão e escritor John Stott:

“Ele era centrado em Cristo, um cristão de tendência da grande tradição, cuja estatura, uma geração após sua morte, parece maior do que qualquer um jamais pensou enquanto ele ainda estava vivo, e cujos escritos cristãos são agora vistos como tendo status de clássicos… Eu duvido que alguém tenha conseguido compreendê-lo completamente”.

Ted Olsen é diretor de notícias e diretor de redação de conteúdo online do grupo Christianity Today International.

Condenado a 16 anos de prisão se entrega polícia após se converter

biblia-cadeiaO som da tranca na cadeia significa o início de uma vida de privações e confinamento para um preso. Porém, para Renato da Silva Ferreira, 31 anos, condenado a 16 de prisão por homicídio e assalto, o barulho ecoou como um grito de liberdade. Foragido há dois anos do Instituto Penal Edgard Costa, em Niterói, Rio de Janeiro, ele se entregou à Justiça com ajuda do AfroReggae. “Estava mais preso do lado de fora do que agora, que vou voltar à cadeia. Não conseguia arrumar emprego para sustentar minha família, não podia ficar na casa da minha esposa ou da minha mãe porque tinha medo de ser preso. Na hora de dormir, chorava e me sentia deprimido longe da família. Comecei a entender que ninguém ia me aceitar porque eu estava ‘devendo’ cadeia. Agora, quero pagar o que devo à Justiça e ter uma vida digna mesmo preso”, explicou Renato, que ficou quatro anos preso.
A decisão de se entregar surgiu há pouco mais um mês, após ele se converter a Jesus na Assembleia de Deus de Bento Ribeiro, no Rio.

“Sou novo e tenho tempo para me recuperar. Ficava pensando: se eu for preso com mais idade, com quantos anos iria sair da cadeia?”

Com o ‘coração tocado por Deus’, como ele definiu, o próximo passo era resolver a pendência judicial. E a ajuda veio de duas pessoas que sabem o que é estar do outro lado da lei, mas que hoje, após cumprirem suas penas, desfrutam de todos os benefícios da vida fora do crime: o ex-bandido e agora pastor Marcos César Santos Costa, antes conhecido como o Cesinha da Cidade de Deus, e Norton Guimarães, idealizador e coordenador do projeto Empregabilidade do AfroReggae, ex-assaltante.

“Cesinha disse para eu procurar o Norton. Quando recebi um telefonema marcando dia e hora para conversar com ele, fiquei nervoso e até chorei. Mas em nenhum momento pensei em desistir. Disse: ‘chegou a hora’”, lembrou.

A contagem regressiva para Renato pagar sua dívida com a Justiça começou quando ele chegou à sede do AfroReggae, na Lapa, com a mãe Rosário, a tia Deise e a mulher, Elizabeth. Em seguida, foi ao Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública e de lá seguiu para a VEP, no Tribunal de Justiça, onde se entregou ao juiz Carlos Eduardo de Figueiredo. Uma conversa muito rápida com o magistrado e um aperto de mãos selaram o destino de Renato.

“Quero voltar para a cadeia. Estou tranquilo e feliz. Vou fazer o que for mandado para sair o mais rápido possível e levar uma vida normal”.

Cinco tiros em assalto
Pai de dois filhos adolescentes, Renato fugiu da cadeia depois de obter o direito a Visita Periódica ao Lar (VPL). Quatro anos antes, ele fora preso em uma tentativa de assalto no Tanque, em Jacarepaguá. No confronto, levou cinco tiros.

“Fiquei três horas esperando a ambulância, o tempo todo de olho aberto. Achava que morreria se fechasse os olhos. Deus me poupou da morte para hoje eu ser um exemplo para as pessoas que escolhem o caminho que eu escolhi”, acredita ele.

Renato contou que as drogas o levaram ao mundo do crime. Ao 14 anos, começou a fumar maconha; depois, passou a cheirar cocaína. O objetivo, então, era ‘curtir a vida legal’ que bandidos levavam: mulheres, tênis de marca, dinheiro.

“Tive tudo isso, mas me arrependo do que eu fiz”, garantiu ele, que começou a roubar aos 15 anos. Depois, foi traficante até se tornar um assassino, quando matou um homem, em 2000, em Nilópolis. “Nesse momento, minha vida virou um inferno”.

Norton se emocionou com a história de Renato, terceiro foragido levado à Justiça pelo Empregabilidade.

“Em nossa conversa tem que ter verdade. Ele é corajoso. Não sei se eu tomaria essa atitude”, disse Norton.

Renato voltou ao Instituto Penal Edgar Costa, em Niterói. Lá, ele cumprirá pelo menos dois anos em regime fechado. Segundo o juiz Carlos Eduardo de Figueiredo, será aberto um procedimento disciplinar para analisar a situação do preso.

“Fugir é uma falta grave. Mas, se tiver bom comportamento, conquistar nossa confiança novamente, poderá receber algum benefício mais adiante. É uma questão de tempo. Temos recebido muitos casos como esse. É um sinal de que as pessoas estão acreditando na Justiça”, analisou o magistrado.

Quando Norton levou o caso de Renato ao Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública, o processo estava arquivado porque o detento estava foragido e havia um mandado de prisão expedido contra ele.

“Por isso levamos quase dois meses para que Renato pudesse se entregar. Não havia o que fazer por ele se não fossem nessas condições”, explicou o assessor do coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública, Alan Deodoro. “Trabalhamos pela ressocialização. Nossa função não é só defendermos o preso e depois abandoná-lo”, frisou.

Fonte: Terra

Estudante cristão suspenso da escola por compartilhar sua fé processa educadores

adolescente-suspensoUm ex-aluno de uma escola no sul da Califórnia, Estados Unidos, abriu um processo contra a instituição depois de ter sido suspenso por compartilhar sua fé em Jesus Cristo. Cerca de um ano atrás, Kenneth Dominguez, 16 anos, foi disciplinado por sua instituição, em San Diego, e foi impedido de levar sua Bíblia para o campus.

A ação foi ajuizada após o Grossmont Union High School District ter se recusado a reconhecer qualquer irregularidade, de acordo com Brad Dacus, que está representando Dominguez. O adolescente é um novo crente. Ele entregou sua vida ao Senhor Jesus Cristo durante as férias de Natal de 2009.

Quando ele voltou para a escola em janeiro, começou a contar aos amigos sobre sua fé cristã. Ele estava “pegando fogo” e “animado com a sua fé, compartilhando o que tinha acontecido com ele e o que Deus tinha feito”, explicou Dacus.

Mas o seu período de compartilhamento da graça de Jesus chegou a um impasse quando um administrador o repreendeu. O funcionário da escola disse a Dominguez que ele não tinha permissão para compartilhar sua fé por causa da “separação entre igreja e Estado”.

De acordo com Dacus, Dominguez não tinha provocado qualquer perturbação enquanto testemunhava sobre sua fé aos colegas. Ele não gritava ou sequer pregava em voz alta e limitou seu discurso aos intervalos de almoço e aos corredores, e não à sala de aula.

“Além disso, não houve registro de estudante ou qualquer outra pessoa que desse queixa”, observou Dacus.

Depois de ter sido advertido pelo administrador, Dominguez continuou a falar de sua fé e a levar a Bíblia para a escola. Ele, então, foi avisado de que não poderia levar a Bíblia para o campus. A advertência foi acompanhada de uma suspensão de dois dias.

“Nenhum aluno deve ser forçado a deixar sua fé e a Bíblia no portão quando entra na escola. Vamos reivindicar os direitos de Dominguez e proteger os alunos em toda a Califórnia”, disse o advogado Michael J. Peffer.

Assassino de aluguel troca a arma pela Bíblia

biblia-arma“O Senhor mudou a minha vida, transformado, restaurado e ele me tirou da prisão para levar o Evangelho, para trazer a Boa Nova aos homens que acreditam que há esperança… Deixe-me dizer-lhe que há uma esperança chamada Jesus de Nazaré. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.” Estas são as palavras de Gumercindo Dominguez Ayon, um homem novo depois de seu período na prisão. Ninguém imaginava que aquele homem era Kalimba, um conhecido pistoleiro que operava no Sul do México.

Ele agora dedica sua vida a Deus à realização de reuniões em uma garagem onde ele prega e partilha o seu testemunho. Kalimba era conhecido por fugir da polícia como ninguém. Todo mundo sabia de sua história de crimes, mas ninguém podia, ou não se atrevia a tentar capturá-lo. Foi assim até 2003, quando ele foi preso por posse de armas e entrou na prisão para ficar lá por dois anos e meio.

O que ninguém esperava era que depois de sair da cadeia, depois de ser preso 162 vezes, ele se arrependeria e decidiria largar as armas e substituí-las pela Bíblia. Kalimba tem 56 anos. É o mais velho dos nove filhos de camponeses pobres. Em vez de estudar, dedicou seu tempo para se tornar agricultor. Aos 14 anos de idade Kalimba foi para casa com o desejo de vingança contra aqueles que tinham matado seu pai. Ele se aproximou de um grupo de negros em Acapulco e logo se tornou líder.

Trabalhou com todos os tipos de pessoas: políticos, líderes sindicais, advogados. Muitos deles estão nas prisões, outros mortos. Kalimba alega ter sobrevivido a 17 tiroteios e em um deles foi baleado sete vezes e ficou em coma. Finalmente, em 17 agosto de 2003 Kalimba foi preso por posse de armas. Ele deixou sua casa e atirou uma van em plena luz do dia.

Essa foi a última vez que ele foi para a prisão e, pela primeira vez ele não poderia escapar. Se das outras vezes não passou mais de dois meses na cadeia, agora ficou dois anos e sete meses. Uma sentença de 40 anos que foi reduzida para dois anos e meio, que ele atribui a Deus.

Pouco depois do crime, em 5 de janeiro de 2004, ele encontrou um preso com AIDS, o irmão Rolando, que está na cadeia por tráfico de drogas e com 18 anos de pena ainda a cumprir. Crente em Jesus Cristo, Rolando levou a verdade do Evangelho a Kalimba, que sofreu uma purificação interior. Fora da cadeira, ele fundou a Igreja do Cordeiro de Deus.

“Ninguém acreditava que a igreja iria para a frente. Os vizinhos tinham medo, pois não acreditavam que Deus tinha mudado minha vida. Eles diziam: O Kalimba está louco. Está cantando, dançando e louvando. Isso é uma loucura”.

O agora pastor Gumer é descrito como um homem novo. É casado, tem dois filhos e sua mulher está grávida de outro. Ele mora no segundo andar da igreja, que funciona numa garagem no térreo.

“Eu não tenho medo de nada, pois confio em Deus. Ele santificou este lugar e mudou minha vida”, disse.

Em sua nova vida pregando o Evangelho e procurando ajudar os jovens infratores a abandonar a vida de crime e aproximá-los de Deus.

“Nunca é tarde demais para mudar”, conclui.

Falcão, o melhor jogador de futsal do mundo, fala sobre sua fé em Jesus Cristo

falcao_futsal_afp_30Alessandro Rosa Vieira, mais conhecido como Falcão, nasceu em São Paulo, no dia 8 de junho de 1977, é o melhor jogador brasileiro e do mundo de futsal. Ganhou o apelido em homenagem ao ex-jogador de futebol de campo Paulo Roberto Falcão, que jogou no Internacional de Porto Alegre, Roma e São Paulo. Iniciou carreira defendendo o Corinthians em 1992.

 Sua incrível habilidade logo lhe rendeu uma vaga na seleção brasileira. Em 2004, Falcão foi eleito pela FIFA como o melhor jogador de futsal do mundo. Nesta segunda-feira à noite ele estreia com o Santos, diante do Joinville, na Liga de Futsal. A SporTV transmite a partida ao vivo, a partir das 19 horas.

Após uma breve passagem pelo futebol de campo, inclusive com participação na Copa Libertadores de 2005 pelo São Paulo, Falcão retornou às quadras e hoje defende o Santos, seu time do coração. Este Falcão campeão e eleito o melhor do mundo se converteu ao evangelho e conta como foi a experiência e como está sua vida.

Nada aconteceu de extraordinário que me levasse a Jesus, foi uma necessidade que senti quando visitei uma igreja. Foi um momento especial, onde cada palavra daquela noite ma mostrou coisas que eu não conhecia e dando vontade de voltar e nunca mais sair.

Antes disso, minha vida era vazia, onde o que valia era a fama. E dentro disso acabava tratando a vida com valores inexistentes. Depois que tive um encontro com Cristo tudo mudou, hoje os meus valores são outros, vejo o ser humano de forma diferente aprendendo que somos todos iguais, perante o Senhor.

Quando conhecemos a Jesus Cristo, aprendemos que a nossa vida é muito vazia sem o Senhor. E que com Jesus Cristo tudo se torna fácil de renunciar. Na minha vida profissional as atitudes mudaram naturalmente, pois, continuo cobrando do árbitro, mas com palavras respeitosas e durante a partida acontecem coisas naturais de jogo que hoje eu encaro de forma diferente. Também houve uma grande melhora no número de cartões.

No meu grupo de trabalho a aceitação da minha nova vida, como cristão, foi grande e o respeito também. Todas as pessoas têm o interesse de saber o porquê da minha mudança. Devagar vou trazendo-os para conhecer a nossa abençoada comunidade para que possam ser abençoados como eu e minha família estamos sendo.

Atualmente, eu me considero uma pessoa totalmente feliz, pela família que tenho e por ter conhecido a Jesus Cristo como Senhor e Salvador da minha vida. Para o futuro, meu desejo é conhecer cada vez mais a palavra de Deus e tenho certeza de que tudo acontecerá naturalmente. Para as pessoas que desejam seguir a Cristo e não encontram força para prosseguir em frente a sua decisão, peço que elas apostem na salvação em Cristo, pois, eu vivo esta experiência e tenho a certeza que é o melhor caminho.

Fonte: Atletas de Cristo

Ator Anthony Hopkins revela ser cristão e conta seu testemunho ao vivo em famoso programa de TV

atorHopkins, ator norte-americano conhecido pelo seu desempenho como o assassino canibal Hannibal Lecter, esteve no programa de Piers Morgan, da CNN, para falar sobre sua carreira e sobre o dia em que decidiu acreditar em Deus. Em um determinado momento do programa a apresentadora perguntou, “Você acredita em Deus?” E Hopkins respondeu: “Sim, eu creio. Eu creio”.

 O ator explicou que cerca de 35 anos atrás, ele sentiu a necessidade de Deus, enquanto estava passando por uma crise e orava a ele mesmo, que nessa época se considerasse ateu.

Hopkins disse que naquela época vivia em Nova York, e tinha um problema com a bebida que era tão grande que quase se sentia como se estivesse possuído.

“Era como estar possuído por um demônio, um vício, e eu não conseguia parar. E milhões de pessoas ao redor desse jeito. Eu não conseguia parar”.

Desesperado, ele pediu ajuda a uma mulher que disse a ele que apenas confiasse em Deus.

“E eu disse, bem, por que não? E foi um salto quântico a partir daquele momento.”

O último papel interpretado por Anthony Hopkins foi uma padre exorcista no filme “O Rito”. Na entrevista ele revelou que estava nervoso sobre aceitar o papel que mais uma vez descreveu-o como um “esquisito”. Ele disse:

“Eu olhei o roteiro e eu pensei que eu não queria fazer outro estranho, porque eu não sou. Não estava completamente convencido”.

Fonte: Gospel Prime

Um dos maiores skatistas do Brasil afirma ter trocado as drogas por Jesus Cristo

skateAos nove anos ele já cheirava cola. Aos 11 fumava maconha, e por 11 anos permaneceu no crack. Bruno Taioli foi dependente de álcool e drogas por 22 anos e passou por 15 internações sem sucesso. Para se manter no vício, se envolveu com o tráfico, viveu foragido e a sua relação com a família estava completamente destruída, principalmente com o filho. “Traficava para sustentar o vício, como o perfil de todo dependente químico”, diz.

Foi quando, em 1989, recebeu um convite da Patrícia, sua atual esposa, para frequentar a Igreja Renascer e viu sua vida mudar completamente, com uma recuperação definitiva. Na época, seu bispo e o principal incentivador para sua mudança disse: “Se a droga faz parte da sua vida todo dia, agora você vai trocar a droga pela igreja, todo dia”.

O estímulo deu resultado. Anos depois, hoje ele é um dos líderes do GAUF – Grupo de Apoio a Usuários e Familiares – que busca ajudar, acompanhar e apoiar o processo de recuperação e reabilitação de viciados em drogas, na Renascer Moema. Bruno compreende muito bem a situação de cada um dos participantes do grupo.

“A nossa sociedade trata a dependência química como algo físico e emocional, mas esquece o lado espiritual. Porém, até o Governo hoje reconhece que as igrejas são os maiores agentes transformadores deste problema da sociedade. Só essa paz espiritual é realmente capaz de curar o vício”, diz Bruno.

Skatista há 34 anos, hoje ele faz parte do “Legends”, turma de ex-profissionais que ainda se dedica ao esporte. Ele é tão ligado ao skate que construiu uma minirrampa no quintal de sua casa.

Sua história de transformação e vida nova, hoje serve de inspiração para centenas de jovens. Durante os torneios, Bruno costuma fazer orações no início e no final das disputas.

“Após as pregações, um bando de doidos tatuados vem pedir “benção” pra mim, e destes, muitos se convertem”, afirma.

Às terças, ele reúne dezenas de jovens na Pista de Skate do Sumaré, na avenida doutor Arnaldo, onde costuma dar aconselhamentos aos jovens que o procuram.

Homem será executado por se converter ao cristianismo

imagesCAO0L8IWO funcionário da Cruz Vermelha Said Musa, de 45 anos, recebeu a sentença de um tribunal do Afeganistão de que será executado em três dias, a menos que se converta de volta ao Islã. Ele está na prisão sob acusação de apostasia há oito meses depois de ser identificado como uma das pessoas batizadas em um documentário que foi ao ar na televisão afegã. De acordo com o Fundo Barnabé, Said Musa ainda será julgado, mas nenhum advogado se apresentou para defendê-lo, devido às ameaças de morte que recebeu.

Apesar das conversações com a Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton e representantes dos governos francês e alemão, o presidente Karzai não atendeu as solicitações para libertar Musa. O Fundo pede que o presidente Karzai respeite os direitos humanos, incluindo a liberdade religiosa, descrita na Constituição afegã.

O presidente internacional do Fundo Barnabé, Patrick Sookhdeo, disse que “enquanto o Ocidente continuar a sustentar o regime de Karzai e recusar-se a exigir uma ação mais forte por parte do governo afegão se torna cúmplice na perseguição dos convertidos ao cristianismo”.

O Fundo Barnabé criticou a União Européia por não condenar os recentes ataques a cristãos em países de maioria muçulmana e na mudança de ênfase na retórica do presidente dos EUA, Barack Obama e o premiê britânico, David Cameron, de apelos à “liberdade religiosa”, que inclui o direito de escolher e substituir a fé, simplesmente pela “liberdade de expressão” e “liberdade de culto”.

Patrick Sookhdeo disse que a situação de Said Musa pode ser vista como um teste para saber como os governos ocidentais vão responder ao tratamento dos convertidos ao cristianismo no mundo muçulmano.

“Exorto-vos a exercer pressão sobre os governos para que utilizem sua influência para conseguir o direito universal à plena liberdade de religião”.

Fonte: Paperblog

Lutador de vale-tudo, Vitor Belfort conta em seu testemunho e como se tornou evangélico

belfordLutador do Ultimate Fighting Championship (Campeonato Combate Final-UFC), Vitor Belfort, compartilhou em um novo vídeo do ministério “I Am Second” que não foi dor física, mas o trauma emocional que o ajudou a encontrar Deus. O brasileiro Belfort, que está agendado para lutar com o atual campeão Anderson Silva pelo cinturão de Campeão de Peso Médio do UFC neste sábado, dia 5 de fevereiro, lembrou o ano que mudou sua vida para sempre no vídeo do ministério.

O campeão do UFC compartilhou que ele não se converteu a Deus, mesmo quando sofreu uma lesão no pescoço com 20 anos e que ameaçou acabar com sua carreira. Mas foi a dor e a angústia de perder sua irmã que o levou a Cristo. Em 2004, ele conquistou o título de campeão Peso Médio Leve do UFC. Mas nesse mesmo ano, ele recebeu a notícia devastadora de que sua irmã tinha sido raptada no Brasil depois que sua mãe a deixou no local de trabalho. A família nunca encontrou o corpo dela, mas ouviu histórias de que mais de 20 homens a estupraram e a mataram na favela.

“Nós temos palavras para você, que perdeu o seu marido, você é uma viúva, se você perdeu seu pai, você é um órfão, mas se você perdeu seu filho, eles não têm um nome para isso. Isso é tão doloroso que eles não têm um nome para isso,” disse Belfort.

Em meio à raiva e amargura, pensamentos de vingança, o consumiram. Buscando uma maneira de amenizar sua dor, Belfort começou a orar. Foi através da oração que ele ouviu a voz de Deus: “Filho, não importa como você olha, como você pensa sobre sua vida, sua irmã me pertencia.”

Foi nesse momento que Belfort disse que percebeu pela primeira vez a realidade de Deus.

“Acho que há duas maneiras de se chegar a Deus, pelo amor ou pela dor. A minha foi através da dor,” afirmou Belfort.

Agora, seu coração está em paz e seu relacionamento com sua família e Deus é bom, compartilhou ele.

“Eu posso ver agora que através dessa tribulação, eu sou um novo homem. Eu sou um homem forte. Eu tenho amadurecido,” disse Belfort. “Eu não sou perfeito. Eu ainda luto com muitas coisas, mas é um processo. Eu estou no meio do processo e a cada dia eu tento provar a mim mesmo que eu posso lutar por esse processo, que nunca termina.”

Belfort disse que ele é frequentemente questionado sobre como pode participar de um esporte tão violento e ainda servir a Deus. Sua resposta é que futebol americano e hóquei também são violentos.

“Todo mundo é um lutador,” disse ele.

Belfort ganhou 19 de suas 27 lutas no UFC e foi classificado no top 10 nas divisões de peso pesado leve e peso médio.

O movimento I Am SeSecond (Eu Sou Segundo), fundado pelo Ministério e3 Partners, busca conectar aqueles que procuram as respostas para as questões da vida com os depoimentos da vida real de pessoas que encontraram respostas em Jesus Cristo. Pessoas que compartilham suas histórias através de vídeos abertamente sobre várias lutas, que vão desde toxicodependência, e como eles encontraram uma vida plena em Cristo.

Personagens que foram apresentados nos vídeos incluem o ex-membro da banda Korn Brian “Head” Welch, estrela de futebol americano da NFL, Bradie James, o ex-governador de Arkansas Mike Huckabee, vencedor do Grammy Michael W. Smith, músico e ex-treinador da NFL Tony Dungy.

Fonte: Christian Post

Ex-atriz pornô dá uma mensagem para os homens: parem de ver pornografia ou vocês destruirão suas vidas

exJennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela”. Numa entrevista para “The Porn Effect” (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência pessoal acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas.

 Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las. Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: “Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa”, disse ela.

A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores — eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio — e daí dá para se atribuir os danos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens. Ela possui discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa indústria.

“Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas”, diz ela. “Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô. Se você está vendo pornografia ou está viciado em pornografia, está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida”.

Ela diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira”.

“Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você”.

Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: “Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de ver pornografia”.

Fonte: O Verbo

Heloísa Périssé, atriz da Globo, afirma: “Quero estar em concordância total com o plano de Deus pra minha vida”

heloisaFugindo à regra de uma tendência da multidão que faz planos individualistas e sem Deus, uma das atrizes mais populares e competentes da TV Globo declara em público sua resolução de ano novo para 2011: “Quero apenas estar em concordância total com o plano que Deus tem para a minha vida”.

 E ainda faz uma sugestão para seus milhares de leitores na coluna da Revista de TV “Tudo de bom” da edição de domingo (2/1) do jornal carioca O Dia: “de todo meu coração, mesmo que não acredite, eu te desejo a mesma coisa, que você aposte nessa relação vertical”.

Esse ano, eu decidi o que eu realmente quero. Quero apenas uma coisa, mais do que saúde, dinheiro, paz… Quero apenas estar em concordância total com o plano que Deus tem para a minha vida. Quero apostar tudo nessa relação vertical. Só! Só? Será que é só? Acredito que isso seja tudo! Fazer com que Deus se agrade de mim. E como eu posso conseguir isso? Tudo virá da intimidade, da amizade que esse ano eu quero aprofundar com Ele. E, de todo meu coração, mesmo que você não acredite, eu te desejo a mesma coisa, que você aposte nessa relação vertical.

“Experimenta, quem sabe? Eu quero acreditar esse ano, que do céu, pra mim, vai cair mais do que chuva apenas: vão cair bênçãos infinitas de Deus para a minha vida. E como a vida também é aquilo que a gente acredita… Acredite você também! Um ano maravilhoso para todos nós!”, escreveu a atriz.

A atriz Heloísa Périssé é carioca e viveu parte de sua adolescência na Bahia. Seu início de carreira foi em 1990, no programa Escolinha do Professor Raimundo, da Rede Globo, onde também atuou em programas como Sai de Baixo, Zorra Total, Os Normais, Sob Nova Direção e vários quadros do Fantástico. A adolescente Tati é um de seus personagens mais conhecidos, inclusive com filme nos cinemas. As crianças também devem lembrar da voz de Heloísa, que dublou a personagem Glória, do longa de animação Madagascar 1 e 2. No teatro, o sucesso foi com a peça “Cócegas”.

Fonte: Agência Soma

O SUCESSO DAS MULHERES NA TV “Ludmila Ferber é atração do Faustão; Cassiane no Raul Gil”

lNeste final de semana, os evangélicos novamente foram as atrações principais dos principais programas de TV. A pastora Ludmila Ferber esteve ao lado do padre Fábio de Melo no Domingão do Faustão, na Rede Globo. Já Cassiane foi atração no sábado no programa Raul Gil.

    Com extrema simpatia, Raul Gil e toda sua equipe receberam a cantora Cassiane e relembraram momentos marcantes de suas passagens pelo programa em outras oportunidades. A apresentadora-mirim, Milena foi um show à parte com suas tiradas e ainda cantando sucessos de Cassiane e de sua filha Jayanne. O auditório se emocionou com as canções e ministrações de Cassiane contando com a participação especial de Milena.

O apresentador Raul Gil, ainda convidou o diretor executivo da Sony Music para a área gospel, Mauricio Soares para a premiação de Cassiane com os Discos de Ouro e Platina pela vendagem superior a 80 mil cópias do CD VIVA.

    Já Ludmila Ferber esteve ao lado de Fausto Silva. A participação de evangélicos no programa está se tornando algo comum. Recentemente já passaram pelo principal programa da Globo, Aline Barros, Fernanda Brum e por último Ana Paula Valadão. A pastora falou sobre cachê e a diferença entre católicos e evangélicos.

Veja os vídeos:

 

LUDMILA FERBER NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO
http://www.creio.com.br/2008/tv01.asp?numero=615

CASSIANE NO RAUL GIL
http://www.creio.com.br/2008/tv01.asp?numero=616

Palestrante cristão afirma: “Preciso mais de Deus do que de braços e pernas”

palestranteNick Vujicic – um homem que nasceu sem os braços e as pernas – falou sobre como ele ainda pode ser feliz em Cristo, apesar de seu estado físico. Palestrante motivacional cristão, o deficiente físico disse que entregou sua vida a Jesus Cristo aos 15 anos, quando leu a história do cego, curado por Jesus, no evangelho de João, capítulo 9. “Quando as pessoas perguntaram a Jesus ‘por que o homem nasceu cego?’, ele disse que é para as obras de Deus ser revelada através dele”, lembrou Nic.

“Ele curou o corpo físico do homem cego (João 9). Mas o que eu disse a Deus foi: “Eu não sei qual é o seu plano, mas eu confio em você”. Eu preciso de você, não apenas para conseguir braços e pernas, [mas] eu preciso de paz. Eu preciso de perdão. Eu preciso de um propósito “, disse Vujicic, presidente da organização sem fins lucrativos “Vida Sem Membros”.

Nic compartilhou sua história inspiradora com uma multidão de 15 mil pessoas no Key Arena, em Seattle, Estados Unidos. Mais de 93 mil pessoas assistiram ao evento on-line e 1.692 aceitaram o convite ao final da noite para entregarem suas vidas a Jesus. Durante os três dias de encontro de 2010, 39 mil pessoas compareceram, 162.717 assistiram ao webcast, e 4.225 aceitaram a Cristo.

O palestrante motivacional nascido na Austrália, que tem inspirado milhares de pessoas em todo o mundo, lembrou que quando Deus não concede a uma pessoa o milagre pelo qual elas oram – Vujicic ora por seus braços e pernas crescerem milagrosamente -, Ele pode realizar outro tipo de milagre.

“Deus ainda pode usar você para ser um milagre na vida de alguém e levar pessoas a conhecerem a verdade de Jesus Cristo”, disse.

O pastor Greg Laurie abordou a questão de por que há sofrimento no mundo. Ele disse que os seres humanos – em sentido mais amplo – são responsáveis pelos problemas enfrentados no mundo de hoje.

“As doenças, incapacidades e morte são resultado do pecado”, disse. A tendência geral é colocar a culpa por todos os problemas e o sofrimento da humanidade sobre os ombros de Deus”, lembrou Laurie, que reafirmou que todos nascem pecadores. “Deus nos deu a capacidade de escolher e nossos primeiros pais, Adão e Eva, fizeram a escolha errada no Jardim do Éden”.

Vujicic, que aprendeu a superar a amargura sobre sua condição física, deixou a plateia com uma mensagem sobre como ser feliz.

“Algumas pessoas dizem que não vão ser felizes até casar, ter um emprego, juntar dinheiro, ou ter mais amigos – disse o autor do novo livro Vida Sem Limites – Mas com essas coisas não vão necessariamente torná-lo feliz”.

“Não tem a ver com o exterior. Trata-se de estar completo no interior “, disse Vujicic. “Porque eu tenho visto tanta gente completa no exterior, mas que não sabe a verdade. É a verdade que liberta e Deus pela graça me perdoa. ”

Fonte: Christian Post

Alice Cooper, famoso roqueiro convertido diz: “Não acredito em fantasmas, para mim eles são demônios”

aliceAlice Cooper revelou, em entrevista ao jornal Metro britânico, que acredita em demônios e que “Jesus passou metade do tempo a lutar [com eles] e a arrancá-los das pessoas”. Apesar disso, o músico que se assume cristão não acredita em espíritos. “Adoro ver aqueles programas de caçadores de fantasmas, mas sou cristão, portanto, não acredito que haja espíritos à solta que não tenham sido mandados para o céu ou para o inferno”, disse Cooper antes de acrescentar: “Penso que esses caçadores de fantasmas estão lidando com demônios. Eles podem andar por aí fazendo o que querem e conseguem imitar todo o tipo de coisas”.

Quanto aos espíritos, o músico defende: “Não acredito que andemos por aí flutuando quando morremos – há um julgamento e ou vai para o céu ou vai para o inferno”.

É O MAIOR PÚBLICO QUE JÁ PREGUEI “Ana P.Valadão se apresenta no Faustão e alcança 30 milhões de lares”

aleluia_DTA líder do Diante do Trono, Ana Paula Valadão participou neste domingo, dia 24, do programa Domingão do Faustão. Ao lado de Fausto Silva, o Ministério lançou o 13º CD, Aleluia, gravado no mês de julho em Barretos e lançado pela Som Livre, também do grupo O Globo. O pré-lançamento aconteceu na EXPOCRISTÃ no mês de setembro.

         Ana Paula Valadão apresentou duas canções ‘Preciso de Ti’, ‘Festa’ e bateu papo com Fausto Silva. Ana Paula Valadão lembrou os primeiros passos do grupo da Igreja Batista da Lagoinha, liderada por Márcio Valadão, em Belo Horizonte, e defendeu que suas canções são orações cantadas. Ao responder perguntas do público, disse que a mensagem ministrada pelo grupo traz paz aos corações. “Creio que é o maior público que já preguei”,  admitiu. O apresentador elogiou e disse que viu sinceridade nos olhos de Ana.

Pelo twitter Fernanda Brum e Aline Barros, que também já se apresentaram no programa anteriormente, parabenizaram Ana Paula. “Estou orgulhosa”, comemorou Brum.

A líder do DT pede que toda igreja ore para que as sementes plantadas em mais de 30 milhões de corações brasileiros dê frutos de salvação e cura. “Obrigada pela oração e audiência. Antes de entrarmos a Record estava na frente, mas deixamos o programa com quatro pontos a mais no Ibope. O Faustão me deixou falar, foi tão carinhoso, e viu nos meus olhos a Presença do Senhor! Aleluia!”, comemorou.

Ex-lésbica Janet Boynes conta comovente testemunho de conversão

janet_boynesA ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que sofreu como menina. Ela foi criada por um dos namorados de sua mãe, um alcoólatra que abusava de sua mãe, que por sua vez mostrava pouca afeição por Boynes. Aos 12 anos ela foi abusada sexualmente por um parente, que era então coroinha na igreja dela. Ela começou a sofrer aversão a homens, e descobriu que seu próprio sexo era mais atraente. Ela também começou a usar drogas.

“Eu estava me sentindo mais atraída pelas mulheres”, disse Boynes numa entrevista recente. “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”.

Sua dor estava acobertada numa falsa masculinidade que a transformou numa valentona de escola, diz ela, onde as pessoas começaram a perguntar se ela era lésbica — uma ideia que ela evitou até os 20 anos de idade, quando sua solidão a levou a seu primeiro encontro sexual com uma mulher.

Embora tivesse experimentado uma conversão ao cristianismo, Boynes diz que suas experiências lésbicas a levaram a rejeitar sua fé e entrar no estilo de vida homossexual, com todas as suas turbulências e sofrimento. Ela mudava de um relacionamento para outro, ficou mais viciada em cocaína e desenvolveu bulimia, diz.

“Minha vida era miserável. Estava começando a ficar literalmente em apuros”, diz Boynes. “Mas me recusava a voltar para Deus”.

No entanto, sua vida começou a mudar quando foi convidada a visitar uma igreja local que ela muitas vezes havia visto em seu caminho ao trabalho.

“E eu, não pensando no meu perfeito juízo, disse, ‘Certamente, Irei’ e fui vestindo calça com aparência encardida, não sabendo o que esperar Entrei numa sala com outras nove mulheres, mulheres simplesmente belas, femininas, e pensei, ‘no que foi que me meti?’ Estava sentada ali com a cabeça baixa, me sentindo muito envergonhada, achando que essas mulheres eram cruéis e que iriam me repreender e me expulsar”.

“Todas se apresentaram, e quando olharam para mim, perguntaram meu nome, e eu disse, ‘meu nome é Janet, estou vivendo uma vida homossexual. Mas se vocês me ajudarem, eu viverei minha vida para o Senhor'”.

Boynes diz que lhe mostraram compaixão e compreensão, e os membros da igreja lhe deram apoio na luta dela para se libertar de seu estilo de vida. Um casal acabou se oferecendo para abrigá-la em seu lar, onde viveu durante um ano e recebeu um amor que jamais havia experimentado. Ela abandonou o lesbianismo permanentemente, e recuperou sua identidade heterossexual.

“Quero que todas as outras pessoas que estão vivendo a vida homossexual que não tiveram uma grande mãe ou que não tiveram um grande pai experimentem Deus que é um pai para os que não têm pai ou mãe”, diz Boynes. “É isso o que ele fez por mim; ele fará por eles também”.

Onze anos mais tarde, Boynes dirige um ministério que oferece ajuda para aqueles que estão tentando escapar do estilo de vida homossexual. Ela recentemente testemunhou na comissão judiciária do Senado de Minnesota contra a criação do casamento homossexual. Comentando que ela e uma de suas parceiras lésbicas queriam “se casar” e adotar crianças, ela disse para a comissão:

“Estou tão grata que não prosseguimos com o plano e que não perpetuamos outra família disfuncional. Crianças precisam de uma mãe e de um pai”.

Ela também comentou que “ao legalizar o casamento homossexual você está apoiando e incentivando conduta que as evidências científicas mostram adoece as pessoas, muitas vezes de forma incurável e fatal. Vi isso confirmado nas vidas de muitos dos meus amigos e amigas enquanto eu estava vivendo o estilo de vida lésbico”.

Fonte: O Verbo

Canibais aceitam a Jesus Cristo como salvador e abandonam antigos rituais

canibaisExiste um grupo de pessoas que vive no leste da Ásia do Sudeste, cujo nome significa “povo do vale do sol”. Os ketning são conhecidos por praticar canibalismo, exercício de magia negra, participação em assassinatos por vingança, venerando antepassados e participando de animismo, que é uma crença de que tudo possui alma: pessoas, plantas, animais e até mesmo fenômenos da natureza como chuva, trovão, vento.

 No entanto, existem mais de 15 mil ketning que têm uma notável história de transformação pelo Evangelho.

Os primeiros esforços entre os evangélicos começaram em Ketengban em meados dos anos 70. O povo recebeu o primeiro Novo Testamento em 1983. Hoje, cerca de 75% são cristãos, porque a Palavra de Deus tornou-se acessível a eles. Agora, diminuíram muito as práticas animistas e outras formas de sincretismo na comunidade.

Mas, tornou-se cada vez mais evidente que esses novos cristãos precisam do Antigo Testamento para compreender o contexto do Novo Testamento e se aprofundar no estudo da Palavra de Deus. Em 2008, os pastores começaram a pedir ajuda na tradução de trechos mais importantes do Velho Testamento e surgiram parcerias com ministérios.

Como resultado, a equipe completou as partes finais de diversos livros do Velho Testamento, e espera concluir todo o projeto em 2013. Eles também fizeram grandes avanços no culto e terminaram recentemente a tradução dos hinos no idioma ketning.

Miss Mundo 1984 aceita Jesus Cristo como salvador de sua vida

miss_mundoVenezuela – Astrid Carolina Herrera, que ganhou o Miss Mundo em 1984, tem seu coração batendo com muito mais alegria do que há 26 anos. O motivo é que ela entregou sua vida ao Senhor Jesus Cristo. Astrid, que participa de uma novela numa das tevês venezuelanas, disse que recentemente uma pessoa surgiu em sua vida e acabou sendo o intermediário para ela conhecer e se entregar a Deus.

“Agora dá para dizer que eu sou uma cristã evangélica”, diz a atriz, que agora vive uma vida tranquila, com mais alegria interior.

“Se eu tiver que passar por qualquer situação adversa, sinto que meu espírito é sempre de calma e está em paz.”

Astrid é conhecida por estar sempre com minissaias e ousados decotes diz que ser cristã não significa vestir um hábito de freira.

“Essa roupa que uso faz parte do meu trabalho como artista.”

Além do Miss Mundo em 1984, Astrid ganhou vários prêmios como atriz na Venezuela e no México e trabalhou em novelas da Venevisión e RCTV.

Fonte: Noticias Cristianas

Nem por 10 milhões de dólares posaria nua, diz ex-paquita

paquitaSucesso na década de 90, o Xou da Xuxa conquistou o imaginário de crianças pelo Brasil que passaram a sonhar em estar ali, na televisão, ao lado da carismática Rainha dos Baixinhos. Ana Paula Almeida, com apenas nove anos, foi surpreendida pelo telefonema da produção do programa, após uma carta escrita pela irmã ser enviada à rede Globo. Escolhida em meio a duas mil meninas, Ana Paula ficou conhecida como a paquita Pituxita Bonequinha.

“Não sabia separar amizade de profissionalismo. Mas Deus foi me dando sabedoria e suporte para saber diferenciar e conviver com isso”, disse a ex-Paquita sobre o ciúmes das outras assistentes de palco, em razão da sua proximidade com a apresentadora.

Em entrevista ao GUIA-ME.com.br, Ana Paula Almeida fala sobre a proposta de US$ 800 mil que recebeu para posar nua, o noivado com o jogador Romário e o seu relacionamento com Deus.

“A cada dia peço ao Senhor Jesus, humildemente, que me use para honra e glória do seu nome”, relatou a ex-Paquita que é cantora gospel e se prepara para ser pastora.

Guia-me – Como foi manter os valores cristãos no tempo em que trabalhou como paquita no programa da Xuxa?
Ana Paula – Com muita oração, base familiar e tendo o acompanhamento e direção do meu pastor.

Guia-me – Por ser uma das paquitas com maior proximidade com a apresentadora, como você lidava com os ciúmes delas?
Ana Paula – Muitas vezes com dificuldade, porque não sabia separar amizade de profissionalismo. Mas Deus foi me dando sabedoria e suporte para saber diferenciar e conviver com isso.

Guia-me – Por começar a trabalhar muito cedo, você acha que teve a sua infância prejudicada?
Ana Paula – Sim, mas por outro lado realizei sonhos, conquistei minha liberdade financeira, conheci vários países; tudo sempre com o propósito de me formar e estar capacitada financeiramente. No final é um custo beneficio.

Guia-me – Você acredita que o incêndio do Xuxa Park teve alguma relação espiritual?
Ana Paula – Tudo é permissão de Deus, mas vejo que foi acidental.

Guia-me – Ter o estigma de ex-Paquita da Xuxa é algo que a incomoda?
Ana Paula – não, porque foi uma profissão de sucesso.

Guia-me – Sobre o suposto pacto com o diabo que a Xuxa teria feito, você, como alguém que tinha proximidade com a apresentadora, acredita que tenha realmente acontecido?
Ana Paula – Perguntei isso a ela há uns meses. Ela me garantiu que nunca teve nenhuma relação com espiritismo.

Guia-me – Quando você recebeu a proposta de posar nua, chegou a cogitar aceitar o convite pelo dinheiro (800 mil dólares)?
Ana Paula – Não, poderia ser até por 10 milhões de dólares. Somos templo do Espírito Santo, e onde mora o Espírito Santo, dinheiro nenhum deve nos comprar. Tenho uma filosofia: “é melhor comer pão com manteiga na presença de Deus, do que comer caviar no inferno”. O Senhor Jesus nunca deixa o justo desamparado e nem mendigar o pão!

Guia-me: Você noivou com o jogador Romário com fé de que ele se converteria ao Evangelho?
Ana Paula – Sim. Não deu certo porque descobri que meu tempo com Deus não era o mesmo dele, e não iria parar a obra de Deus na minha vida por nenhum relacionamento.

Guia-me – Você já contou em entrevistas que foi usada por Deus para declarar a cura a uma pessoa paralítica que começou a andar. O que mudou na sua vida espiritual após esse episódio?
Ana Paula – Foi incrível e emocionante para essa pessoa; como fui usada por Deus naquele momento. Além de me fortalecer mais, a cada dia peço ao Senhor Jesus, humildemente, que me use para honra e glória do seu nome.

Guia-me – Você disse que era estéril e depois que uma mulher orou por você, foi curada. Mesmo já sendo evangélica, porque acredita que a cura tenha acontecido somente depois que essa mulher orou por você; mesmo você buscando por esse milagre, orando a Deus em particular?
Ana Paula – Porque tudo acontece no tempo de Deus.

Guia-me Você tem um CD gospel gravado. Você pretende dedicar a sua profissão exclusivamente à música evangélica?
Ana Paula – Venho me dedicando à música evangélica há oito anos, e até quando Deus quiser. Sonhos e metas serão todos alcançados no tempo de Deus. Todos nós temos promessas e elas serão cumpridas para os que creem.

Fonte: Guia-me

BIKE FOR CHRIST “Motoqueiros americanos pregam evangelho a renegados”

motocristoO sol da Califórnia bate forte sobre as imensas planícies desérticas. O calor é intenso, mas o pastor Fred Z não se importa. Vestindo seu traje habitual – calça jeans, camiseta escura e jaqueta de couro preto -, ele monta em sua moto Harley Davidson, dá a partida no barulhento motor de dois cilindros em V e parte para sua missão: “levar o evangelho para os renegados desse mundo”.

     Fred Zariczny, de 56 anos, é o líder e fundador da Bikers for Christ (BFC, “motociclistas por Cristo”), grupo com cerca de quatro mil membros que há 20 anos percorre 49 Estados americanos e 16 países no mundo promovendo cultos e eventos de caridade. Fundado em 1990, na Califórnia, o BFC agrega pessoas de diversas igrejas, por isso é chamado de “ministério multidenominacional” por seus membros.

                                                       Foto por Arquivo pessoal/Fred Z
O pastor Fred Z, do Bikers for Christ, posa com sua motocicleta; grupo com 4.000 membros atua em 49 Estados dos EUA e 16 países ao redor do mundo

     Pouca coisa no BFC lembra uma igreja tradicional. Barbudos, tatuados e com cara de malvados, os pastores e membros do grupo chamam muita atenção por onde passam, tanto pelo visual quanto pelo barulho que suas motocicletas fazem. Fred Z conta que, nos primeiros anos de ministério, isso chegou a ser um obstáculo.

     “As pessoas trancavam as crianças em casa, com medo de que fôssemos estuprar e matar todo mundo. Hoje, isso mudou, e a receptividade melhorou bastante.

     Mesmo ganhando a simpatia dos mais ‘caretas’, o foco dos motociclistas não é exatamente o público que já frequenta igrejas. O site do grupo deixa a missão bem clara: “Alguns querem viver entre os sinos das igrejas, nós queremos conduzir uma missão de resgate a um metro do inferno”.

      Prisioneiros, renegados e foras-da-lei

     Fred Z explica que, para os membros do BFC, a missão de levar a palavra de Deus é especialmente importante quando o alvo são os “renegados pela sociedade”.

     “Trabalhamos com prisioneiros, pessoas que têm problemas com drogas, gente que a sociedade exclui de uma maneira geral.

     O pastor usa a própria história para ilustrar o que chama de sua “missão”.

     “Antes de me tornar cristão, eu tive muitos problemas com drogas. Depois que me converti, disseram que eu teria que parar de andar de motocicleta e de ouvir rock n´ roll, mas fui ler a Bíblia e não vi nada disso. Por isso decidi que minha missão seria levar o evangelho a pessoas como eu.

     Mike Cash, de 61 anos, conhecido como Papa Mike, é o representante do BFC na região de Indian Wells, também na Califórnia. Ele explica que, além de espalhar a palavra de Deus aos renegados pela sociedade, o grupo promove eventos para arrecadar fundos para instituições de caridade.

     “O trabalho é feito em reuniões mensais, arrecadamos dinheiro para diversas instituições de caridade e ajudamos muita gente.

     Cash afirma que o grupo cresce à medida que agrega não só os renegados, mas também pessoas que se identificam com a causa.

     “Se o sujeito é cristão e anda de motocicleta, ele acaba se juntando a nós.

     O pastor Fred Z diz que, mais do que uma missão, o BFC foi a maneira que ele encontrou de salvar a própria vida.

     “Aos 14 anos, eu era formado em drogas, sexo e depressão. Depois de ser preso, quase morrer em um acidente e de ter que aprender a andar novamente, vi que era o momento de mudar.

Astros pornôs se convertem ao Evangelho e tentam arrebanhar vidas

astroporno001As religiões pregam que todo ser humano deve ser acolhido por uma igreja, independentemente do pecado que carregue. Mas para que o fiel se sinta à vontade para bater às portas de um templo, elas vão ficando cada vez mais segmentadas, formando tribos com perfis parecidos. Atualmente, estão em expansão as denominações evangélicas que se identificam com a questão sexual. Elas abrigam atores pornôs, prostitutas, homossexuais e travestis, entre outros. Nesses templos, a conversão é desejável, não obrigatória. Importante é se aproximar de Deus.

O conceito faz parte do discurso do pastor Giuliano Ferreira, 29 anos. Ele comanda desde 2005 a Assembléia de Deus Ministério de Madureira, em Ribeirão Bonito, interior de São Paulo. As pessoas que frequentam o lugar se sentem confortadas pela história de salvação do religioso. Há quatro anos, ele ainda era conhecido como Juliano Ferraz, um dos mais atuantes atores pornôs brasileiros, com cerca de 300 filmes nacionais e internacionais. Giuliano entrou para a indústria pornô em 1999. Com o ofício, conseguiu comprar três casas e ajudar a família.

“Mas a angústia crescia junto com a prosperidade financeira”, afirma.

Largou tudo quando alguns colegas contraíram o vírus da Aids.

“Era um sinal para eu parar.”

O pastor diz que não proíbe ninguém de participar de seus cultos por causa de escolhas pessoais.

“Sei que minha história fortemente ligada ao sexo atrai, por exemplo, prostitutas. Elas se identificam com meu passado e acham que também podem mudar de vida. Mas não forço nada nem as recrimino”, diz.

As igrejas que acolhem profissionais do sexo despontaram em Michigan, nos Estados Unidos, há cinco anos. Lá, um grupo de jovens pastores criou a XXX Church – as três letras “x” fazem um som parecido com a palavra sex. O alvo é a indústria de filmes pornôs. Empunhando a Bíblia, os pastores pornôs, como se auto-intitulam, invadem os sets de filmagem, na tentativa de tirar alguns atores da carreira. Mas, explicam, recebem da mesma forma aqueles que não desistem da profissão.

Em feiras eróticas, pregam e vendem camisetas em que se lê “Jesus ama astros pornôs”. O site xxxchurch.com recebeu no último mês um milhão de visitas.

No Brasil, a igreja Projeto 242, em São Paulo, se inspirou no exemplo americano para criar o site Sexxx Church, que existe há nove meses. Ainda não há diálogo com a indústria pornô, conta Jota Mossad, responsável pela página. Houve contato com a Produtora Brasileirinhas, mas ninguém retornou. O objetivo é converter?

“A idéia é criar uma amizade, não apontar o dedo e dizer ‘o que você faz é errado’. Mas mostrar que a pornografia alimenta a indústria da exploração sexual”, afirma.

O nome 242 vem de uma passagem do Novo Testamento, no livro Ato dos Apóstolos, capítulo 2, versículo 42 (“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”).

“A mensagem desse trecho da Bíblia mostra que Jesus e os apóstolos creram num espírito comunitário. É a nossa filosofia”, diz o pastor Sandro Baggio.

Entre os planos da igreja está a venda de uma camiseta nos mesmos moldes da americana na Erótica Fair, feira programada para outubro, em São Paulo. Com o dinheiro arrecadado, será dado início à produção de um Novo Testamento. Na capa, a sugestiva mensagem “Jesus ama todos”.

REGININHA, EX-POLTERGEIST
Regininha Poltergeist despontou para a fama em 1990 nos espetáculo “Santa Clara Poltergeist”, de Fausto Fawcett, no papel de uma santa com o poder de curar as pessoas por meio do sexo. Agora, convertida à igreja evangélica Bola de Neve há um ano e quatro meses, ela afirma não se sentir culpada e diz que sente perdoada por Deus:

“Não me sinto mais culpada porque fiz a libertação. Sou um milagre, um presente. Perdi tudo e começei do zero”.

Esta nova mulher fica evidente na maneira dela se vestir.

“Não saio sem top por debaixo do vestido porque sinto a presença do Espírito Santo e parece que estou nua”, revela.

Cada vez mais envolvida com a igreja, a ex-modelo integra o Ministério da Dança da instituição religiosa, onde dá aulas de hip hop, dança contemporânea e balé clássico.

“Ensinamos esses ritmos sem sensualidade, que é coisa do diabo”.

Fonte: Isto é/ OGalileO

De poderoso líder muçulmano a abençoado evangelista cristão

NIGÉRIA – Seu pai o enviou da Arábia para Nigéria quando ele tinha 3 anos de idade para ser treinado como clérigo islâmico, mas Deus tinha outros planos para Ahmed Abdullahi. Criado na Arábia Saudita e nascido de uma família do norte da Nigéria e com alguns parentes que eram clérigos muçulmanos, Abdullahi era um candidato improvável para se tornar um cristão evangelista entre muçulmanos da África. Seu caminho até Cristo, entretanto, levou-o a superar todos os obstáculos – incluindo a sentença de morte que sua família pronunciou contra ele – para tornar-se exatamente isto.
Abdullahi não viu sua família por mais de 20 anos. Aqueles que tão bem o receberam quando ele retornou da Arábia Saudita em 1980 como um erudito clérigo muçulmano de 30 anos, sentiram que não tinham outra escolha a não ser matá-lo quando se entregou a Cristo. “Quando contei aos meus parentes que eu tinha decidido seguir a Jesus Cristo, eles planejaram me matar, forçando-me a fugir,” disse Abdullahi.

Casado com Margaret, fundadora e presidente do Home Makers Ministries International, um ministério evangélico cristão para mulheres com sede internacional em Jos, Abdullahi agora encontrou sua própria família cristã.

Abdullahi nasceu na cidade de Keffi, em Nasarawa, estado no norte da Nigéria. Seu pai, um líder muçulmano de sua aldeia, entregou-o ao clérigo saudita muçulmano, Muhammad Ado, quando ele tinha apenas 3 anos, para que seu filho pudesse ser treinado como um respeitável clérigo islâmico. Abdullahi recebeu educação islâmica na Arábia Saudita, e, quando seu guardião morreu, ele retornou a sua terra natal, em 1980.

Seus parentes estavam orgulhosos de ter um líder muçulmano intelectual na família, mas logo sua alegria acabaria. Pela primeira vez em sua vida, Abdullahi conheceu cristãos.

“Eu fiquei surpreso de ver cristãos, porque no Islã, nós entendemos que o tempo de Isa (Jesus) já passou,” ele disse. Esse encontro com cristãos aumentou sua curiosidade, e ele pediu uma Bíblia para saber mais sobre Jesus.

Durante uma visita ao seu irmão, Alhaji Sule, um até então trabalhador da Corporação Ferroviária Nigeriana na cidade de Maiduguri, ao norte da Nigéria, Abdullahi conheceu um líder católico que era conhecido apenas como padre Macaulay. O reverendo Macaulay entregou-lhe uma cópia da Bíblia em árabe, pois Abdullahi não sabia ler em inglês.

“No Islã, quando você nega Maomé como profeta de Deus, você deve ser morto”, ele disse. “Eu sabia disso. Mas tinha pensado que, como eu não estava mais na Arábia Saudita, minha família não me trataria como eu seria tratado se estivesse naquele país. Eu estava errado. Eu não sabia que havia tanta perseguição esperando aqueles que se convertem ao cristianismo na África.”

Arrasado e abandonado, para sobreviver Abdullahi às vezes retornava à mesquita para orar – e buscar comida. “Mas depois de anos de persistência, eu não preciso mais voltar,” ele disse. “Eu acredito que minha conversão é um trabalho de Deus, pois, se não fosse, eu teria retornado ao Islã devido às grandes dificuldades.”

Em 1986, ele se envolveu no Projeto Kanuri, um ministério cristão de evangelismo junto aos muçulmanos Kanuri, no norte da Nigéria. Desde então, ele tem sido um evangelista aos muçulmanos na República dos Camarões, Chade, Zaire (atual República do Congo), Gana, Benim, Níger, Líbia, Sudão, Marrocos, e Togo, assim como na Nigéria. Abdullahi ganhou convertidos do Islã e em alguns casos plantou igrejas. Seu testemunho encontra eco entre os africanos acostumados a interagir com forças espirituais.

“Como eu soube que a minha conversão foi trabalho do Espírito Santo?”, prossegue Abdullahi. “A verdade é que, enquanto fui muçulmano, eu tinha encantos que podiam fazer com que eu desaparecesse conforme a minha vontade. Houve vezes em que não precisei viajar de carro. Tudo o que eu precisava fazer era pensar onde eu queria estar e lá eu estaria. Além disso, facas não podiam me cortar”.

“Mas, quando me tornei cristão e fui batizado, de repente perdi esses poderes. Todos os poderes que eu tinha desapareceram. Então percebi que eu havia sido deixado sem poderes por poderes que eram maiores que os meus. Eu nunca imaginei que eu poderia ficar sem poderes, porque me asseguraram no Islã que ninguém poderia tirar estes poderes de mim.”

picAbdullahi sabe as consequências de sua audácia em proclamar Cristo entre os muçulmanos, mas ele não tem medo da morte. “Se eu for morto como eles planejam, eu sei que a morte em Cristo é uma bênção, um ganho,” ele disse. “Eu não tenho medo. Jesus Cristo é o meu Senhor, e Ele me deu audácia para professar seu nome onde eu estiver.”

Chuteira especial de Kaká para a Copa do Mundo terá a inscrição “Jesus em primeiro lugar”.

kaka-vai-para-realKaká e Grafite já receberam as chuteiras personalizadas que vão usar na Copa do Mundo de 2010. Os calçados foram feitos exclusivamente para os dois jogadores com as medidas e o material de preferência de cada um. As chuteiras foram produzidas na Holanda e trazem as bandeiras da seleção brasileira.

 

A chuteira de Kaká vem com a mensagem “Jesus in first place” (Jesus em primeiro lugar). Já no calçado de Grafite vem com a escrita “Graffa 23″, uma marca do atacante.