Multiplicação: uma questão de propósito.

Multiplicação: uma questão de propósito.

Visão de multiplicação da célula
O líder segundo o coração de Deus está sempre permitindo ao próprio Deus ampliar
sua visão. Ele nunca estaciona naquilo que Deu já lhe deu. Está sempre buscando as
coisas novas que o Senhor ainda tem para fazer em sua vida e por meio de sua vida.
Talvez seja esta uma das características que fez com que o apóstolo Paulo fosse tão
importante em sua geração para o cristianismo. Veja seu estilo de vida em Filipenses 3:7-
14.
Ter visão de multiplicação da célula significa ter uma visão de crescimento para cada
membro da célula. O líder é como um pai ou mãe humanos que deseja, sonha, se angustia,
se esforça, se desgasta pelo crescimento integral de seus filhos. Era assim que o apóstolo
Paulo se sentia com relação aos seus filhos na fé (Gálatas 5:19). Como líder de célula,
peça sempre a Deus para mostrar a você a visão particular que ele tem para sua vida e
para cada pessoa que você está pastoreando.

As resistências à multiplicação
Em João 16:21 Jesus nos fala sobre a hora do parto: “Quando a mulher está para
dar à luz, fica triste porque chegou a hora de sofrer. Mas depois já não se lembra
mais do sofrimento, pois está feliz porque nasceu uma criança”. O nascimento de uma
criança é uma experiência dolorosa, mas a alegria de ter e segurar uma criança nos braços
ultrapassa de longe a dor do parto.
Muitas células nunca geram novas células. Entre as muitas razões, destacamos três
citadas por Joel Comiskey, no seu livro “O Crescimento Explosivo da Igreja em
Células”, pg. 96.
Os membros do grupo tornam-se confortáveis demais na companhia uns
dos outros.
Eles se apegam fortemente aos seus relacionamentos e não querem deixa-los,
mesmo sabendo que ao fazer isso novas pessoas seriam ganhas para o Reino.
É claro que devemos incentivar os membros de células a desenvolver
relacionamentos próximos, mas não a ponto de excluírem outras pessoas.
Este sentimento deve ser combatido com o argumento de que ao deixarem a célula
para darem início a uma nova, eles continuarão mantendo contato com os amigos da célula
antiga. A célula-mãe e a célula-filha poderão se reunir ocasionalmente na semana livre para
a confraternização.
Os membros não conhecem a alegria do nascimento de uma nova célula,
e de como isso contribui para o crescimento da igreja do Reino de Cristo.
É preciso sair da teoria para a prática. Só a explanação da bênção da multiplicação
não é suficiente. Essa alegria precisa ser experimentada por todos aqueles que estão em
células.

Após provar a beleza do mover do Espírito de Deus em um grupo pequeno,
existe o medo de que o grupo não seja tão bom.
As pessoas resistem à multiplicação devido à preocupação de que o novo grupo
possa não ser tão ungido como o atual. Para superar essa tendência, os líderes e membros
de célula precisam ser constantemente lembrados de que o Espírito de Deus irá fazer
aquela nova célula ser tão especial quanto a atual.
Abordando este assunto, Ralph Neighbour Junior faz uma afirmação bastante
importante: “A beleza da igreja em células continua mesmo quando o grupo gera uma nova
célula porque o poder do Espírito continua a operar na vida do novo grupo”.
v Multiplicação de células
Na forma denominada de multiplicação “mãe-filha”, uma célula existente
supervisiona a criação de uma célula-filha provendo pessoas, liderança e uma parcela de
cuidado pessoal para apóia-la. Um grupo da célula-mãe é formado e é enviado para iniciar
uma célula-filha. Este é o método tradicional e mais freqüentemente utilizado para a
multiplicação de células.
Tradicionalmente a célula-mãe forma um novo núcleo que é constituído do novo
líder, do novo auxiliar e alguns membros da célula-mãe. O líder dessa equipe geralmente
servia como auxiliar na célula-mãe. A decisão de manter o auxiliar na célula original ou de
coloca-lo na liderança da célula-filha depende da maturidade e do nível de liderança dessa
pessoa.Uma variante mais comum do método mãe-filha é o líder iniciar com alguns membros
da célula-mãe uma nova célula. Neste cenário, o auxiliar da célula assume a direção da
célula-mãe.
II. PREPARANDO-SE PARA A MULTIPLICAÇÃO
v O tamanho adequado para a multiplicação
A célula tem que permanecer um grupo pequeno para não perder a sua eficácia e
sua habilidade de cuidar das necessidades de cada membro. O crescimento em número de
membros normalmente exclui o crescimento na intimidade e essa é a razão mais forte a
favor da multiplicação. Quando o grupo pequeno aumenta em número de membros, cresce
também a diferença no percentual de participação entre a pessoa mais ativa e a pessoa
menos ativa. A célula precisa ser pequena o suficiente para que todos os membros possam
contribuir livremente e compartilhar necessidades pessoais.
Muitos crêem que o tamanho perfeito para a multiplicação está entre oito e doze
pessoas. Dale Galloway diz: “O número ideal para boas dinâmicas de grupo e para o
cuidado e o diálogo está em torno de oito a doze pessoas. A participação é muito maior
quando o grupo permanece nesse número”. John Mallison, outro especialista em grupos
pequenos, afirma: “O número de doze não estabelece somente o limite máximo para
relacionamentos significativos, mas promove uma situação não ameaçadora para aqueles
que são novos em experiências de grupos menores… É significativo que Jesus escolheu
doze homens para estarem em seu grupo”. Carl George, outro estudioso sobre o assunto,
fixa o número adequado em dez pessoas. No seu entendimento este é o número ideal para
que o líder possa oferecer cuidado pastoral qualitativo.

v A célula tem duração de seis a doze meses
A célula tem vida limitada. As igrejas que estão em células há vários anos tem
observado que após um certo tempo de vida a célula tende a estagnar. Depois de certo
período os grupos tendem a se tornar imóveis. Inicialmente as pessoas não querem ficar
juntas, mas depois disso, elas tendem a ficar juntas por muito tempo.
Durante os primeiros seis a doze meses as pessoas aprendem umas com as outras;
mas depois disso, é provável que comecem a relaxar e deixar o barco correr. Por essa
razão, espera-se que a célula se multiplique dentro de um período ideal de seis meses e
máximo de doze meses, para que haja a possibilidade do desenvolvimento de novos
relacionamentos.
Caso não haja possibilidade de multiplicação durante este período, o problema deve
ser diagnosticado e a célula reestruturada, para cumprir o seu objetivo final, ou seja, a
multiplicação.
Coloque a multiplicação como um objetivo para a célula, desde a primeira reunião.
Trabalhe para que o momento do “nascimento” de uma nova célula aconteça dentro do
cronograma normal. Para que isto aconteça o líder deve concentrar grande parte do seu
ministério com seus três auxiliares, pois a célula se multiplica pelo núcleo (liderança) e não
pelo citoplasma, ou seja, corpo da célula.
O líder de célula deve, desde o início, selecionar e treinar dois ou três líderes em
potencial dos membros da sua célula. O maior reconhecimento que poderá ser dado ao
líder de célula é ter levado a sua célula à multiplicação. Ele deve colocar esse alvo diante
de si, trabalhando para alcançar aquele momento em que a sua célula vai dar à luz uma
célula-filha. Quando o líder chegar a este ponto, já deverá estar com os auxiliares
plenamente aptos para se tornarem líderes da nova célula, ou novas células.
v As etapas da vida de uma célula.
Durante a vida da célula, ela irá passar por quatro fases de crescimento. O líder deve
estar atento para estas etapas na vida da célula, para que possa ministrar com eficácia.
A etapa da descoberta (conhecendo-se uns aos outros)
Depois de certa convivência é comum às pessoas confessarem umas as outras,
depois de um período de forte convivência: “Você não é bem como eu pensava que
fosse na primeira vez que o vi”.
Esta é uma reação bem comum, porque as primeiras impressões que temos das
pessoas são baseadas, geralmente, em relacionamentos do passado que tivemos com
outras pessoas. É necessário que os membros da célula participem de duas ou três
reuniões para vencerem as falsas conclusões que tiraram a respeito de outros.
Este processo pode ser acelerado se a célula realizar um retiro de formação
espiritual, no qual as pessoas vão ter a oportunidade de passar bem mais tempo em
comunhão concentrada. Também é significativo promover uma atividade de fim-de-semana
de quatro a seis horas, como um piquenique com jogos e outras atividades.
Nesta fase inicial da vida da célula não é recomendável levar visitantes. É uma
oportunidade para os próprios membros da célula se conhecerem mutuamente. Antes que
alguém venha visitar a célula é necessário que haja entre os irmãos um pouco de
entrosamento para que o ambiente celular fique mais descontraído, menos formal e mais
relacional.

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A etapa dos conflitos
Quando as pessoas chegam a se conhecer bem, os seus sistemas de valores
entram em choque. Pode ser que uma fale demais, irritando o grupo inteiro pela dominação
indesejável. Outro membro talvez seja caracterizado pela insensibilidade, machucando com
suas atitudes os outros irmãos da célula, ao passo que ainda outros sejam hipersensíveis e
se machucam com facilidade.
Depois de uns cinco ou seis encontros, conflitos como esses virão à tona na hora do
debate, do compartilhamento da palavra. Aí vai haver o processo do efeito-lixa. Como
resultado, as pessoas aprenderão a confiar umas nas outras até o ponto de deixar
transparecer os seus desacordos e assim poderão resolvê-los.
Se o líder tem pouca experiência com grupos pequenos, é provável que venha a
sentir um pouco de medo quando surgir à etapa dos conflitos. Mas não deve ter receio!
Precisa continuar conduzindo o grupo de forma gentil, deixando que os participantes
compartilhem coisas íntimas.
Durante a reunião da célula é importante conscientizar os membros, que os conflitos
são naturais e fazem parte da vida com sucesso da célula. O líder descobrirá que os
próprios membros irão resolver essas diferenças. Os resultados serão fantásticos!
Enquanto o líder trabalha com os conflitos, a identidade da célula será estabelecida e um
novo compromisso para com a célula irá surgir. Pela primeira vez, a identidade da célula
será formada, e as pessoas de fato se comprometerão com os irmãos que a compõe.
A etapa da comunidade
A etapa dos conflitos é seguida de um período bastante significativo, no qual os
membros irão de encontro uns dos outros de uma forma bastante especial. Neste período
os membros aumentam, de modo especial, a sua expressão de comunhão. Este não é
somente um período de enriquecimento, mas também é um período bastante perigoso.
Por terem formado relacionamentos significativos, os membros da célula podem
querer se enclausurar, para não serem perturbados. Se isto for permitido, a célula se
transformará num monstro feio e egoísta. Passará aquele bom momento e os membros não
terão mais força para multiplicar a célula.
Logo que o líder perceber que os laços entre os membros estão muito fortes, deve
lidera-los para alcançar outros e focalizar seu ministério em atividades de multiplicação.
A etapa do ministério (ministrar a outros)
Logo no primeiro encontro o líder deve deixar bem claro para os presentes que a
célula existe para fortalecer os seus membros a fim de que ajudem a outros. A partir da
primeira reunião, cada membro deve ser encorajado a cultivar relacionamentos com
incrédulos.
Assim que o líder sentir que sua célula está adentrando na etapa da comunidade,
deverá imediatamente começar a enfatizar a importância de todo membro se envolver em
alcançar outras pessoas e servir às necessidades dos membros da célula.

O PREÇO DA VIDA COM DEUS – 04 Agosto

Estudo para Células nº 04

“O PREÇO DA VIDA COM DEUS”

Texto: Lucas 9:23-27, Mateus 16:24-28 e Marcos 8:34 (ORE ANTES DE MINISTRAR).

Introdução: Existem preços que pagamos neste mundo como: impostos, pedágios, planos de saúde, casa própria, carros, móveis, roupas, aluguéis. Pessoas também pagam por batismos (Igreja Católica), missas, casamentos, correntes de libertação, trabalhos de macumba, curandeirismo. Também pagam médicos, psicólogos, advogados etc. Mas, temos um preço a pagar:

1º) NEGAR-SE:
1.1 – Revestir-se do novo homem: Mt. 9:16,17;
1.2 – Não viver mais para si mesmo: 1Co. 1:1-9.

2º) TOMAR A CRUZ CADA DIA:
2.1 – A cruz fala de morte: Gl. 2:20; Gl. 5:24; Gl. 6:14;
2.2 – A cruz fala de compromisso: Mt. 5:13-20; Mt. 6:19-24; Mt. 7:13-23.

3º) SEGUIR JESUS:
3.1 – Largar tudo: Mc. 2:14; Mt. 4:18-22;
3.2 – Viver experiências com Jesus: At. 9:1-5; At. 26:14.

Conclusão: Qual o preço que você tem pago nestes dias? Um preço material? O preço do discipulado? O preço da verdadeira vida com Deus? Que cada um nesta noite, possa refletir sobre sua vida com Deus.

MANTENDO A UNÇÃO – 03 Agosto

Estudo para Células nº 03

“MANTENDO A UNÇÃO”

Texto: 1 João. 2:20 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Unção é o Poder do Espírito Santo na nossa vida. Quando falamos que alguém tem a Unção, dizemos que este alguém tem o Poder de Deus. Precisamos manter este Poder na nossa vida vivendo no sobre-natural do Senhor. Santidade é a chave principal para isso.

1º) CONSERVAR A VIDA EM SANTIDADE:
1.1 – Não deixar apagar o fogo de Deus: Lv. 6:12; Lv. 10:1;
1.2 – Viver constantemente santo: Ex. 28:36; 2Co. 1:12; 2Co. 7:1.

2º) DEDICAR-SE AO SENHOR:
2.1 – Permanecer no santuário: Lv. 21:12; 1Co. 6:19;
2.2 – Palavra, oração e jejum: Jo. 17:17; Lc. 18:1; Jl. 2:12-17.

3º) CONSERVAR-SE SANTO EM FAMÍLIA:
3.1 – Conservar-se como referencial: Ef. 5:22-28;
3.2 – Ter consciência da responsabilidade conjugal: 1Pe. 3:7.

4º) POR EM PRÁTICA A UNÇÃO DE MULTIPLICAÇÃO:
4.1 – Ter paixão pelas almas: Ez. 3:18,19; 1Co. 9:16;
4.2 – Falar sempre de Jesus às pessoas: At. 20:17-27.

5º) NÃO TER RECEIO DE PERDER O PODER DE DEUS:
5.1 – O medo arma laços: Jó 3:25; Jó 29:25;
5.2 – O medo é arma do inimigo: 1Pe. 5:8.

Conclusão: Para manter a unção do Senhor na nossa vida, precisamos perseverar em santidade todos os dias.

AMARRAS NA VIDA DO DISCÍPULO – 02 Agosto

Estudo para Células nº 02

“AMARRAS NA VIDA DO DISCÍPULO”

Texto: João 11:39-44 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Precisamos hoje nos despojar de certas amarras que impedem o crescimento espiritual e trava a multiplicação na Igreja . Nosso coração precisa estar limpo de certas imundícias que não convém à cristãos.

1) A INVEJA:
1.1 – Faz o discípulo se desviar: Sl. 73:1-3
1.2 – Apodrece os ossos: Pv. 14:30
1.3 – Traz aflição de espírito: Ec. 4:4
1.4 – Vem do coração e contamina o homem: Mc. 7:22
1.5 – Pode dividir uma igreja: I Co. 3:3
1.6 – É obra da carne: Gl. 5:21
1.7 – É como vivíamos antes de ter Jesus: Tt. 3:3

2) A INCREDULIDADE:
2.1 – Impede as bênçãos de Deus: Mt. 13:58
2.2 – Gera admiração em Jesus: Mc. 6:6
2.3 – Situação de quem não tem Jesus: 1Tm. 1:13
2.4 – Impede grandes coisas de Deus: Hb. 3:19
2.5 – Impede do homem entrar na glória: Ap. 21:8

3) O MEDO:
3.1 – Gera espírito de escravidão: Rm. 8:15
3.2 – Não foi dado por Deus: 2Tm. 1:7
3.3 – Está no coração de quem não foi liberto por Jesus: Lc. 1:74
3.4 – O medo da morte gera servidão: Hb. 2:15

4) O ORGULHO:
4.1 – É o que Deus não aceita: Pv. 8:13;
4.2 – Gera afronta: Pv. 11:2;
4.3 – Está na boca do tolo: Pv. 14:3;
4.4 – É o preparo para a queda e a ruína: Pv. 16:18;
4.5 – Abate totalmente o homem: Pv. 29:23;
4.6 – Vem do coração e contamina o homem: Mc. 7:22;
4.7 – É qualidade de homens ruins e corruptos: 1Tm. 3:4.

5º A REBELDIA:
5.1 – É o mesmo que feitiçaria: 1Sm. 15:23;
5.2 -É o contrário de prudência: Lc. 1:17;
5.3 – Esta ligado à desobediência à Deus: Rm. 10:21;
5.4 – Gera disciplina por parte de Deus: Hb. 2:2.

Conclusão: Hoje você pode desprender-se da inveja, da incredulidade, do medo, do orgulho e da rebeldia.

A UNÇÃO PARA CONTINUAR – 01 Agosto

Estudo para Células nº 01

“A UNÇÃO PARA CONTINUAR“

Texto: 2 Timóteo 4:7 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Por quê muitos não conseguem ir mais avante na vida cristã? Por quê muitos abandonam ao Senhor? Por quê muitos têm como mania, olhar para trás? O Senhor diz que “ Aquele que recuar a alma do Senhor não terá prazer nele”. Hb. 10:38

DISCUSSÃO

1) Você tem dimensão da importância da unção?

OBJETIVO: compreender a importância da unção na vida dos cristãos e na  Igreja.

1º) É NECESSÁRIO COMBATER O BOM COMBATE:
1.1 – Existe uma luta espiritual: Ef. 6:10-18;
1.2 – Existe um inimigo que quer impedir: 1Ts. 2:18, At. 8:23, 1Tm. 3:7, 6:9, 2Tm. 2:26, Pv. 22:5;
1.3 – Existe uma forma de vencer o inimigo: Ap. 12:10,11, Hb. 1:13,14, Is. 59:19;
1.4 – Existe uma grande mensagem a ser vivida: 1Jo. 3:11-18.

2º) ACABAR A CARREIRA:
2.1 – Honrar o serviço estabelecido por Deus à nós: 1Tm. 1:12;
2.2 – Não parar em hipótese alguma: 1Tm. 4:1, Hb. 12:1;
2.3 – Não ir na direção contrária: Jn. 1:1-17, Jr. 31:3;
2.4 – Trabalhar incansavelmente para o Senhor: Jo. 5:17 e 6:27.

3º) GUARDAR A FÉ:
3.1 – Ter conhecimento prático da Palavra: Tg. 1:22,23;
3.2 – Viver como mais que vencedor: Ap. 2:7, 11, 17 e 26, 3:5, 12 e 21;
3.3 – Esperar com paciência : Tg. 5:7,8.

Conclusão: Hoje nós tomamos posse da palavra de Deus para a nossa vida e rejeitamos qualquer possibilidade de perder esta unção.

Geração de Davi X Geração de Mical = Pr. Gean Carlos

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