Dependência de internet tem graves consequências

Pagar as contas, fazer compras, comparecer à reunião de trabalho e matar as saudades de quem mora longe. Com a correria do dia a dia, dar conta de todos esses afazeres fica cada vez mais difícil e, em alguns casos, até mesmo impossível. Porém, com as facilidades oferecidas pela internet é possível fazer tudo isso em apenas alguns cliques, sem precisar sair da comodidade de casa.

Por trás de toda praticidade da internet existe um mal com consequências graves para o usuário. A dependência desse meio de comunicação pode acarretar prejuízos no trabalho, perda de contato com amigos e familiares, entre outros problemas. Conheça as causas, consequências e como evitar esse mal.

Reconhecendo os sintomas

Segundo Dora Sampaio Góes, psicóloga do Grupo de Dependência de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o tempo que o usuário permanece conectado não é o fator mais determinante para identificar a dependência de internet. “O diagnóstico é traçado a partir das respostas referentes a oito critérios. Para que o paciente seja considerado um dependente de internet, ele deve se encaixar em pelo menos cinco desses oito pontos”, explica a psicóloga.

Veja abaixo quais são os critérios utilizados pelo Instituto de Psiquiatria do HC para diagnosticar a dependência de internet.

  1. Preocupação excessiva com internet
  2. Necessidade de aumentar o tempo conectado para ter a mesma satisfação
  3. Exibir esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da internet
  4. Apresentar irritabilidade e/ou depressão e buscar conforto navegando na internet
  5. Quando o uso da internet é restringido, apresenta instabilidade emocional
  6. Permanece mais tempo conectado do que o programado
  7. Trabalho e relações sociais (amigos e família) em risco por conta do uso excessivo
  8. Mentir para os outros a respeito da quantidade de horas que fica conectado

Os sintomas são muito parecidos com os apresentados por quem sofre com dependência de substâncias ou comportamentais, explica Monica Levit Zilberman, pós-doutora em dependência e gênero. Ela ainda acrescenta: “a pessoa fica conectada por um tempo muito maior do que o que gostaria, com inúmeros prejuízos, seja do ponto de vista familiar, social ou mesmo profissional. Outros afazeres e atividades antes valorizadas deixam de ser prioritárias ou até de serem realizadas”, explica Monica.

A pós-doutora ainda revela que muitos pacientes chegam a comparar a internet com uma droga, pela qual eles tentam se livrar de todas as outras atividades, para poderem ficar conectados sem serem interrompidos. “Nesse estágio começam as mentiras sobre o quanto se está usando ou mesmo desculpas como ‘estou só dando uma checadinha nos e-mails’. Os parceiros tendem a se irritar com esse comportamento, pois são os primeiros a serem deixados de lado”, conclui Monica.

Veja na próxima página quais são as causas da dependência e as consequências na vida de quem sente necessidade de estar conectado 24 horas por dia.

Causas e consequências

A popularização da internet veio com muitas melhorias, principalmente na abrangência do serviço e velocidade de conexão. O preço tem se tornado atrativo também, apesar do serviço de internet no Brasil ter os custos mais elevados do mundo, segundo estudo divulgado pelo Comitê Gestor da Internet, em outubro de 2011. A facilidade de conexão ocasiona diversas situações de isolamento do indivíduo, indo de casos mais simples aos mais complexos, com comprometimento severo no trabalho e vida social. Conheça as causas apontadas pelas especialistas para essa dependência.

Causas

Segundo as psicólogas, ainda não há estudos que comprovem quais são as origens dessa dependência, porém, alguns fatores são comuns entre os dependentes. Os quadros dos pacientes geralmente trazem características de pessoas tímidas, com baixa autoestima, transtornos psiquiátricos, transtornos impulsivos, predisposição pessoal e disponibilidade de acesso. “Em uma época onde o acesso à conexão é muito rápido, aumenta a possibilidade daqueles indivíduos que tenham alguma vulnerabilidade se tornarem ‘viciados’ em comportamentos repetitivos, tornando-se dependentes. Quando a conexão era mais difícil, lenta e caía com frequência, isso aborrecia as pessoas. As chances delas se viciarem eram menores”, explica Monica Zilberman.

Conheça as consequências na vida das pessoas diagnosticadas com dependência de internet.

Consequências

As maiores perdas, segundo as psicólogas, são em relação aos relacionamentos sociais dos dependentes de internet. Isso porque a vontade de ficar conectado ao mundo virtual é mais forte do que sustentar os laços com os amigos ou até mesmo a própria família. “O isolamento acaba causando brigas com a família e o indivíduo chega a deixar os estudos e até mesmo o trabalho de lado para se dedicar à internet”, comenta Dora. Além desses fatores, a psicóloga explica que nem mesmo quem já está casado escapa dos problemas causados pela dependência. “Muitas pessoas procuram ajuda apenas depois que o casamento terminou. Além da questão de isolamento, muitos relatam casos de traição virtual”, complementa a psicóloga Dora Góes.

Veja na próxima página o que fazer para não ser mais uma vítima da dependência e como proteger os filhos do vício da internet.

Crianças e a dependência de internet

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As inovações no campo de comunicação pela internet contam também com a ajuda dos dispositivos móveis, como celulares e tablets. Por conta disso, segundo Monica Zilberman, quanto maior a facilidade de acesso, mais rápido as pessoas que já tem alguma tendência se tornam dependentes. Dora Góes explica que ainda não há estatística que comprove o aumento de casos de dependência de internet por conta do acesso em smartphones e tablets, porém, a probabilidade é que essa facilidade ao acesso contribua sim para aumentar as estatísticas.

Crianças

É natural que os pais também se preocupem com a dependência de internet por causa da exposição de conteúdo ao qual seus filhos são submetidos diariamente. Dora Góes explica que os pais precisam monitorar o tempo e o conteúdo que seus filhos estão acessando, mas não de forma policialesca. “O ideal é que os pais saibam como eles usam, quanto tempo usam e que proponham atividades além da internet. Eles devem ficar atento se os filhos não estão deixando de lado as atividades de escola e com os amigos. Quando a criança prefere ficar na internet do que na companhia dos amigos, os pais devem conversar para saber qual é o motivo. Dar limites é fundamental e, se for o caso, buscar ajuda profissional para resolver o problema”, orienta Dora.

Evite a dependência

Monica explica que é preciso buscar estratégias para controlar o alcance desse comportamento no dia a dia. A sugestão da psicóloga é estabelecer horários para conexão e não se manter conectado o tempo todo. “É preciso evitar o uso de dispositivos móveis de conexão, principalmente durante atividades sociais ou durante a noite”, explica a pós-doutora em dependência.

Fonte: BBEL
Coordenadoria de Comunicação e Marketing

O MUNDO ESTÁ DOENTE E AGONIZA

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis” (2Tm 3.1).

 

​O mundo foi atingido por uma enfermidade mortal desde que o pecado entrou em nossa história, com a queda dos nossos pais. Mas, essa enfermidade aguda, agônica, endêmica e sistêmica está produzindo no mundo gemidos pungentes e sofrimento atroz. O mundo agoniza.

​O apóstolo Paulo, descreve esses últimos dias com cores fortes. Esses últimos dias chegaram com a vinda de Cristo e terminarão com a volta de Cristo. Entre a primeira e a segunda vinda de Cristo esses dias têm ficado cada vez mais difíceis, cada vez mais turbulentos, cada vez mais ameaçadores e furiosos.

​A palavra “difíceis”, usada por Paulo no texto em epígrafe, significa “furiosos”. É a mesma palavra usada para descrever o endemoninhado gadareno. Vivemos dias furiosos. Há uma violência incomum imperando entre as nações. O terrorismo multiplica suas vítimas todos os dias. Sangue e mais sangue é derramado sem qualquer respeito à vida. As guerras se espalham apesar dos tratados de paz. A inquietação entre as nações aumenta apesar dos esforços diplomáticos. A violência cresce nas ruas apesar da repressão da lei. O investimento em armas de destruição cresce apesar do esforço do desarmamento.

​Os últimos dias não são apenas furiosos, mas também, são marcados por uma influência satânica. Os homens, loucamente, sacudiram de si o jugo de Deus. Baniram de suas escolas o nome de Deus. Varreram de suas Constituições os preceitos da palavra de Deus. Jogaram para o fosso do esquecimento o nome de Deus. Uma geração que despreza Deus abre caminho para a influência satânica, pois o humanismo idolátrico é de inspiração satânica. Quando o homem empurra Deus para a lateral, para ocupar o centro do mundo, está apenas fazendo o jogo daquele que sempre quis ocupar o lugar de Deus.

​Esse arqui-inimigo de Deus é maligno, mentiroso, ladrão e assassino. Seus planos são perversos. Suas palavras são enganosas. Suas ações são devastadoras. Onde ele age, prevalece a mentira. Onde ele põe sua mão perversa, há rapinagem e morte. A influência demoníaca está presente em todos os setores da sociedade. Sua sordidez pode ser vista na política, na economia e na religião. Sua influência maligna é notória na educação, no cinema, na televisão e nas redes sociais. O pensamento humano foi afetado por essa influência diabólica. As filosofias humanas e os sistemas de governo foram contaminados por esse fermento perigoso. As artes, a música, o teatro e as expressões culturais de diversão foram infiltrados por esses pensamentos contrários à dignidade e à santidade da vida. Os esportes, as correntes de pensamentos, os sistemas econômicos e a própria religião não escaparam dessa perversa influência. Os homens tornam-se cada vez mais egoístas, avarentos, soberbos, blasfemadores, irreverentes, violentos, traidores. Amam mais a si mesmos do que ao próximo. São mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Não respeitam aos pais nem às leis. Não têm domínio próprio. Vivem rendidos aos vícios e aos seus desejos mundanos.

​O apóstolo Paulo alerta-nos, dizendo: “Sabe, porém, isto…”. A ignorância é a arma predileta do maligno. Ele é o pai da mentira. Quem não tem olhos para ver nem ouvidos para ouvir, tem uma mente aberta à mentira, é cativo do engano e escravo da obscurantismo. Quem não discerne a malignidade do sistema é porque já faz parte dele. Já foi domesticado por ele. Sucumbiu a ele.

​É tempo de acordarmos desse torpor. É tempo de rogarmos a Deus para lançar luz em nossas trevas. É tempo de sermos regidos pela verdade de Deus e não pela mentira de Satanás. É tempo de nos inconformarmos com este século para nos conformarmos com a vontade de Deus.

Rev. Hernandes Dias Lopes

CULPA! – JOHN OWEN .

Por John Owen (1616 – 1683)
 
Esforce-se por encher sua mente e sua consciência com uma percepção clara e constante da culpa, do perigo e do mal do desejo pecaminoso que está perturbando você.
1. A culpa do seu desejo pecaminoso
O cristão precisa se recusar a ser enganado pelos argumentos enganosos da sua natureza pecaminosa. Ela sempre procurará apresentar desculpas para diminuir a gravidade da sua culpa. Está sempre pronta a raciocinar da seguinte maneira: “Talvez isto seja mal, mas há coisas que são piores! Outros santos não apenas têm pensado nessas coisas como as têm praticado…”
Mediante centenas de maneiras diferentes o pecado procurará impedir que a mente elabore uma compreensão correta da sua culpa. Como os profetas nos disseram: “A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o entendimento” (Os. 4:11).
Da mesma maneira como estes desejos pecaminosos têm pleno êxito em produzir isso nos não-cristãos, assim também, até certo ponto, terão sucesso ao agirem nos cristãos.
Em Provérbios, encontramos um quadro triste de um jovem que foi seduzido por uma prostituta. Este jovem carecia de “juízo” (Prov. 7:7). Qual era exatamente o “juízo” de que carecia? A resposta é que não sabia que entregar-se a sua lascívia iria lhe “custar a vida” (Prov. 7:23) – não levou em conta a culpa do mal no qual estava envolvido.
Se quisermos mortificar o pecado, precisamos perceber plenamente que ele procurará prejudicar nossa percepção da culpa envolvida nele. Precisaremos, então, fixar uma compreensão correta dessa culpa em nossas mentes. Há duas coisas que devemos ter em mente que nos ajudarão nesse sentido:
a) O pecado de um cristão é muito mais grave que o de um incrédulo.
A graça de Deus que está agindo no cristão enfraquecerá o poder do pecado que não é mais seu mestre como, infelizmente, continua sendo dos incrédulos (veja Rom. 6:14,16). Ao mesmo tempo, contudo, a culpa do pecado num cristão é pior pelo fato de que o cristão peca contra a graça!
“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum. Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?” (Rom. 6:1,2).
Neste texto a ênfase está na palavra “nós” (subentendida). Como é que nós faremos isso? Sem dúvida somos piores do que qualquer outro se praticarmos o pecado. Pecamos contra o amor de Deus. Pecamos contra a misericórdia de Deus. Pecamos a despeito da promessa de ajuda para derrotarmos o pecado. Muito mais poderia ser dito, todavia deixem que essa consideração final fique gravada nas suas mentes.
No coração de cada cristão há muito mais mal e culpa no pecado que permanece lá, do que haveria em uma igual medida de pecado num coração que não tem a graça de Deus.
b) Pense em como é que Deus vê o seu pecado
Quando Deus contempla as aspirações por santidade que a graça tem produzido no coração de qualquer um dos Seus servos, Ele vê mais beleza e excelência nelas do que vê nas mais gloriosas obras dos homens destituídos da graça. Sim, Deus até mesmo vê mais beleza e excelência nestas aspirações internas, do que vê na maioria dos seus atos externos. Isso é porque há quase sempre uma maior mistura de pecado nas nossas ações exteriores do que nas aspirações e desejos por santidade de um coração com a graça de Deus.
Por outro lado, Deus vê grande mal no desejo pecaminoso de um cristão. Ele vê maior mal nesse desejo pecaminoso, do que vê nos atos visíveis e notórios dos ímpios. Ele vê ainda maior mal nele do que vê em muitos pecados externos nos quais os santos possam cair. Por quê? É porque Deus vê que há mais disposição interna contra o pecado propriamente dito, e geralmente há mais humilhação pelo pecado. É por isso que Cristo trata da decadência espiritual nos Seus filhos, indo à raiz e expondo seu verdadeiro estado. “Eu conheço…” (Apoc. 3:15).
Leitor, você precisa deixar que estas e outras considerações semelhantes o levem a uma clara consciência da culpa pelo desejo pecaminoso que habita em você. Não subestime nem procure desvencilhar-se da sua culpa nisto, ou seu desejo pecaminoso se fortalecerá e prevalecerá sem que você o perceba.
2. O perigo do seu desejo pecaminoso
Há muitos perigos a serem considerados, mas nós nos limitaremos a quatro deles:
a) O perigo de sermos endurecidos
Considere as advertências de Hebreus 3:12,13. Nestas palavras o escritor solenemente admoesta seus leitores a que façam tudo que estiver ao seu alcance para evitar que sejam “endurecidos pelo engano do pecado”. O endurecimento mencionado aqui é a apostasia total, um endurecimento que “afasta do Deus vivo”. Qualquer desejo pecaminoso que se deixe sem mortificar opera tal endurecimento e consegue fazer pelo menos algum progresso nessa direção. A pessoa que está lendo estas palavras pode ter sido certa vez muito terna para com Deus e freqüentemente percebido o mover-se do seu coração pela Sua Palavra. Agora, no entanto, eis que as coisas mudaram e ela pode negligenciar os deveres de orar, de ler e de ouvir a Palavra de Deus, com pouca preocupação. Não é suficiente que seu coração trema ao pensar em se endurecer, a tal ponto que você pense levianamente do pecado, da maravilha da graça de Deus, da misericórdia de Deus, do precioso sangue de Cristo, da lei de Deus, do céu e do inferno. Leitor, tome cuidado. Isso é o que um desejo pecaminoso que não foi mortificado fará, se for deixado sem ser examinado.
b) O perigo de alguma grande punição temporal
Embora Deus nunca vá abandonar completamente os Seus filhos por deixarem de mortificar seus desejos pecaminosos, talvez Ele os castigue, causando-lhes dor e tristeza (veja Sal. 89:30-33). Pense em Davi e em todas as tribulações que teve porque deixou de mortificar os desejos pecaminosos por Bate-Seba. Não significaria nada para você que seu fracasso em mortificar os desejos pecaminosos na sua vida possa trazer sobre você castigos dolorosos que podem continuar com você até o túmulo? Se não tem receio de tal coisa, então há uma boa razão para temer que seu coração já esteja endurecido.
 
c) O perigo de perder a paz e a força pelo resto da vida
A paz com Deus e a força para andar diante de Deus são essenciais para a vida espiritual da alma. Sem gozar destas coisas em certa medida, viver é morrer. Quando uma pessoa persiste em deixar de mortificar os seus desejos pecaminosos, mais cedo ou mais tarde será privada de ambas essas bênçãos. Que paz ou que força pode desfrutar uma alma quando Deus diz: “Por causa da indignidade da sua cobiça eu me indignei e feri o povo; escondi a face, e indignei-me…” (como Ele fez em Is. 57:17)? Ainda noutra ocasião Deus diz: “Irei, e voltarei para o meu lugar, até que se reconheçam culpados” (Os. 5:15). E, quando Deus age assim, o que será da paz deles e de sua força?
Pense, leitor, seria o caso de que em breve, talvez, você não mais veja a face de Deus com paz? Talvez amanhã você não seja capaz de orar, de ler, de ouvir ou de realizar quaisquer deveres com pelo menos um pouco de gozo, vida ou vigor. Talvez Deus lance suas setas em você, e o encha de angústia, de temores e de perplexidades. Considere isto um pouco, que embora Deus não o destrua totalmente, Ele poderá lançá-lo em um estado no qual você sinta que isto é o que acontecerá com você. Não deixe de lado esta consideração até que sua alma trema dentro de você.
d) O perigo da destruição eterna
Há tal conexão entre a persistência no pecado e a destruição eterna que enquanto uma pessoa estiver sob o poder do pecado, ela precisa ser advertida sobre a destruição e a separação eterna de Deus. O fato de Deus ter resolvido livrar alguns da permanência no pecado (a fim de salvá-los da destruição) não muda o outro fato (igualmente verdadeiro) de que Deus não livrará da destruição quem permanecer no pecado. A regra de Deus é muito clara. “Aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para a sua própria carne, da carne colherá corrupção…” (Gál. 6:7,8). Quanto mais claramente reconhecermos a realidade de que os desejos pecaminosos que não foram mortificados levarão a destruição eterna, mais claramente veremos o perigo de permitir que qualquer desejo pecaminoso na nossa vida permaneça sem ser mortificado. O desejo pecaminoso é um inimigo que nos destruirá se antes não o destruirmos. Que isso penetre fundo na sua alma. Não se contente com a suposição de que já foi suficientemente fundo enquanto não tremer ao pensar em ter um inimigo vivendo dentro de você, que o destruirá se antes você não o destruir.
3. Os males da sua lascívia
O perigo se preocupa com futuras possibilidades mas o mal com as atuais. Há muitos males relacionados com um desejo pecaminoso que não tenha sido mortificado, porém focalizaremos nossa atenção apenas em três deles:
a) Entristece o santo e bendito Espírito de Deus
O grande privilégio dos cristãos é que o Espírito de Deus vive dentro deles. Por causa disso, os cristãos são especial-mente exortados em Efésios 4:25-29 a se absterem de uma variedade de desejos pecaminosos e motivados a fazer isso com as seguintes palavras:
“E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção” (Ef. 4:30).
Assim como uma pessoa terna e amorosa se entristece com a falta de bondade de um amigo, assim também o Espírito Santo é entristecido quando um cristão permite que desejos pecaminosos que não foram mortificados vivam no seu coração. O Espírito Santo escolheu nossos corações como Sua habitação. Ele veio fazer por nós todo o bem que desejamos. O Espírito Santo Se entristece muito quando um cristão compartilha seu coração, que Ele veio possuir, com seus inimigos (nossos desejos pecaminosos), os próprios inimigos que Ele veio ajudar a destruir.
Ó, cristão, considere quem e o que você é; considere quem é o Espírito que você está entristecendo, o que Ele fez por você e o que Ele pretende fazer por você. Envergonhe-se de cada desejo pecaminoso que não mortificou e que dessa maneira permitiu que maculasse o Seu templo.
 
b) O Senhor Jesus Cristo é ferido novamente pelo desejo pecaminoso que não foi mortificado.
Quando o desejo pecaminoso permanece sem ser mortificado no coração de um cristão, a nova criação de Cristo naquele coração é ferida, Seu amor é frustrado, Seu inimigo gratificado. Assim como um abandono total de Cristo pelo engano do pecado é estar “crucificando para si mesmos o Filho de Deus, e expondo-o à ignomínia” (Heb. 6:6), do mesmo modo, abrigarmos pecados que Ele veio para destruir O fere e O entristece.
c) Rouba a utilidade de um cristão
Desejos pecaminosos que não tenham sido mortificados geralmente produzem uma doença espiritual na vida da pessoa. Seu testemunho raramente recebe a bênção de Deus. Muitos cristãos permitem que desejos pecaminosos que destroem a alma vivam nos seus corações. Esses jazem como vermes à raiz da sua obediência, e a corroem e a enfraquecem dia após dia. Todas as graças, todas as maneiras e todos os meios pelos quais as graças possam ser exercidas e aperfeiçoadas, são impedidos desta maneira; e Deus mesmo nega a este homem qualquer sucesso.
Conclusão
Nunca se esqueça da culpa, do perigo e da malignidade do pecado. Pense muito nestas coisas. Permita que elas encham sua mente até que levem seu coração a tremer.
***

PEÇA, BUSQUE E BATA NA PORTA DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS

“Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta”. (Mateus 7.7)

Muitas vezes, não ganhamos algo que tanto queremos porque não pedimos; não encontramos o que tanto precisamos porque não buscamos; não temos uma porta aberta simplesmente pelo fato de não batermos em nenhuma. Temos um Pai bondoso, que gosta de dar coisas boas aos que Lhe pedem (Mateus 7.11). Mas, antes pedir, buscar e bater na porta, precisamos saber qual é a vontade de Deus para todas as áreas da nossa vida.

Por que, mesmo pedindo, às vezes não recebemos? Porque pedimos por motivos errados, para gastarmos em nossos prazeres (Tiago 4.3). Mas, como o Senhor é bom, “se pedirmos alguma coisa de acordo com a Sua vontade, Ele nos ouve (1 João 5.14). E como podemos saber qual é a vontade Dele? Somente por meio de um relacionamento íntimo e constante com o Espírito Santo, Aquele que conhece as coisas do Pai (1 Coríntios 2.11). Ele habita em nós e nos faz entender “as coisas que Deus nos tem dado gratuitamente” (1 Coríntios 2.12). Uma vez que temos o conhecimento da vontade do nosso Senhor, fazemos petições de acordo com ela e “sabemos que Ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que Dele pedimos” (1 João 5.15).

:: DAYANE NASCIMENTO [@DAYANECRISTINAN]

GENEROSIDADE, O AMOR EM AÇÃO

Antes de falar sobre a generosidade, precisamos entender algumas verdades importantes: de onde viemos, quem somos e para onde estamos indo? A Bíblia diz que fomos formados do pó, somos pó e voltaremos ao pó. Nossa origem é pó. Nosso destino é pó. Nosso presente é pó. Em nossa origem não tínhamos nada. Para a sepultura não levaremos nada. Consequentemente, tudo o que ajuntamos entre o pó que fomos e o pó que seremos não é nosso. Nada tivemos e nada teremos. Nada trouxemos e nada levaremos. Somos apenas mordomos daquilo que é de Deus. Se estamos tomando conta daquilo que pertence a Deus, precisamos perguntar: que princípios Deus estabelece para usarmos os recursos dEle que estão em nossas mãos?

Em primeiro lugar, Deus requer de nós uma atitude de generosidade com o próximo. A generosidade é uma expressão da graça de Deus em nós e um transbordamento da graça de Deus através de nós. A generosidade de Deus é o exemplo que devemos seguir. Deus amou-nos e deu-nos o Seu Filho. Jesus nos amou e a Si mesmo entregou por nós. Nós devemos amar o próximo e dar nossa vida por ele. Deus sempre nos dá mais do que precisamos e isso não é para retermos com usura, mas para repartirmos com generosidade. Temos mais sementes do que conseguimos comer. Portanto, seria falta de amor guardar só para nós as sementes que estão sob nosso poder quando pessoas à nossa volta carecem de socorro. Devemos repartir com generosidade, pois quanto mais semeamos, mais Deus multiplica a nossa sementeira. A palavra de Deus diz que a alma generosa prosperará. Quando damos ao pobre, a Deus emprestamos. Deus socorre os necessitados pelas nossas mãos. Os recursos de Deus estão sob nossa administração e Deus requer de nós fidelidade nessa administração.

Em segundo lugar, Deus requer de nós uma motivação pura no exercício da generosidade. A generosidade cristã é diferente de filantropia. Suprir as necessidades do próximo não é tudo o que Deus requer de nós. Ele se importa, sobretudo, com a nossa motivação. Há muitos que contribuem, de forma farisaica, apenas para serem vistos e aplaudidos pelos homens. Há outros que, por ganância, abrem a mão ao necessitado numa espécie de barganha com Deus. A generosidade precisa ser espontânea, altruísta e frequente. O vetor que move a alma generosa é a glória de Deus e o amor ao próximo. Deus ama a quem dá com alegria. A contribuição cristã não é um favor que fazemos ao próximo; é uma graça que Deus concede a nós. Antes de dar uma oferta a alguém precisamos dar a nós mesmos a Deus e ao próximo.

Em terceiro lugar, Deus requer de nós constância e proporcionalidade no ato da generosidade. A contribuição precisa ser planejada, regular e proporcional. Não é um ato esporádico, é uma prática constante. Não é um pico de emoção, mas uma ação permanente. Cada um deve contribuir segundo as suas posses. Não dá com generosidade quem não dá proporcionalmente. Não dá com amor quem só dá esporadicamente. Assim como Deus é constantemente generoso conosco, devemos, também, expressar ao nosso próximo nossa constante generosidade.

Em quarto lugar, Deus promete aos generosos uma recompensa eterna. A generosidade demonstrada aos homens, traz não apenas alívio ao próximo, mas, também, glória ao nome de Deus. Aquilo que fazemos em nome de Cristo na terra reverbera no céu. Até um copo de água fria que damos à alguém, em nome de Cristo, não ficará sem galardão. Jesus foi enfático ao dizer que mais feliz é aquele que dá do aquele que recebe. Quanto mais generosos somos, mais nos tornamos parecidos com o Pai Celestial. Quanto mais generosos somos, mais Deus é glorificado em nós e mais nós nos deleitamos nEle. Que aprendamos com Deus a sermos generosos! Que nosso coração, nossas mãos, nosso bolso e nossa casa se abram para o exercício da generosidade!

:: REV. HERNANDES DIAS LOPES

ORANDO POR REVELAÇÃO – POR LUCIANO SUBIRÁ

“Quando você está lendo um livro em um quarto escuro e acha isto difícil, leva-o para perto de uma janela para receber mais luz. Da mesma forma, leve sua Bíblia a Cristo.” (Robert Murray M’Cheyne)

“Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da tua lei” Salmos 119.18

Quando desejamos profundamente algo da parte de Deus, levamos isto ao altar do Senhor através da oração. Esta é a maneira de recebermos qualquer coisa que Deus tem para nós. Como Tiago ensinou “Nada tendes, porque não pedis” (Tg 4.2)

O autor do Salmo 119 tinha um anelo pela compreensão da Palavra de Deus, e ele levou tudo em oração ao Senhor. Ele clamou por revelação da Palavra. Este é um passo básico e fundamental que devemos dar em direção ao conhecimento revelado: orar especificamente por isto! Seja qual for a área das nossas vidas, se quisermos a ação divina, devemos orar. Mesmo que outros princípios espirituais estejam em operação, devemos clamar ao Senhor, e Ele nos responderá do Céu.

REVELAÇÃO POR TRÁS DA ORAÇÃO

Há uma revelação de Deus quando oramos. O Senhor nos prometeu isto:

“Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não saber” Jeremias 33.3

Deus não disse que Ele simplesmente daria uma resposta ao clamor e à oração, mas que, juntamente com a resposta, também viria revelação, ou seja, o anúncio de coisas grandes e ocultas que não sabíamos. Em outras palavras, Deus, além de responder a oração, revela mistérios.

Vemos um claro cumprimento desta palavra do Senhor no Livro de Daniel. Quando Daniel achegou-se ao Senhor em oração pelo seu povo, a consequência doi que Deus lhe deu tremendas revelações sobre a sua nação.Se ansiamos pela manifestação do conhecimento por revelação, temos que orar por isto. O Novo Testamento registra orações que Paulo fazia, pedindo revelação ao Senhor:

“Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações: Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos; E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus” Efésios 1:16-20

“E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.” Filipenses 1:9-11

“Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual; para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus; corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com gozo” Colossenses 1:9-11

“Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.” Colossenses 2:2,3

Algo que frequentemente eu tenho feito e aconselhado outras pessoas a fazerem é transformar estas orações à Primeira Pessoa do Singular onde quer que haja pronomes. Exemplo: ao invés de orar: “que os vossos olhos sejam…”, você pode orar: “que os meus olhos sejam…”

Entretanto, você não tem que fazer estas orações como se estivesse repetindo uma “fórmula mágica”! O ideal é que você expresse o anseio do seu coração pela revelação da Palavra, usando estas orações ou não. Uma coisa, porém, é certa: Se Deus dirigiu a Paulo a orar assim e até mesmo a registrar em suas Cartas que ele realmente orava por isto, então isto significa que o Senhor queria dizer-nos que nós também devemos orar desta forma e Ele responderá!

INTERCESSÃO

Enquanto o autor do Salmo 119 orava por si mesmo, Paulo, por sua vez, orava por terceiros.
Esta é uma prática que devemos ter se quisermos ver pessoas sendo tocadas pelo Espírito de sabedoria e revelação. Devemos orar pelas igrejas de hoje, assim como Paulo intercedia pelas igrejas da sua época.

Se você conhece pessoas que demonstram uma grande dificuldade em entenderem as coisas espirituais, comece a orar por elas, e você verá de fato como nosso Pai celestial intervirá!

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Extraído do livro “O Conhecimento Revelado” – disponível na nossa loja virtual.
Autor: Luciano P. Subirá. É o responsável pelo Orvalho.Com – um ministério de ensino bíblico ao Corpo de Cristo. Também é pastor da Comunidade Alcance em Curitiba/PR. Casado com Kelly, é pai de dois filhos: Israel e Lissa.

VOCÊ VAI RESISTIR

Efésios 4.17-32

É um grande desafio para os cristãos viver uma vida pura no meio de uma sociedade tão imunda e cheia de pecados. É preciso entender que você é cidadão do céu e da Terra, que participa de dois reinos de uma só vez. Essa é a grande luta, viver com padrões do céu na terra.

O diabo cegou o entendimento das pessoas, aí começa a decadência de uma vida pagã. Estar alheio à vida de Deus é consequência de uma vida pagã. Assim como ter uma vida desenfreada, sem acesso as maravilhas de Deus, sem direção sem rumo.

O salário do pecado é a morte, essa relação é clara em romanos, “E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tende do vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.

Essa morte também acontece no ponto de vista moral, espiritual, financeiro, futuro, emocional, mental, natural é preciso entender que o caminho da vida pagã gera morte e você pode escolher qual caminho vai trilhar. Agora lembre-se: a sua escolha vai determinar o seu futuro.

Além da rejeição do velho homem a aceitação do novo, é necessário mais, é preciso uma renovação diária em nosso espírito recriado. A nova sociedade é criação de Deus e não nossa. Deus nos criou de novo em Cristo, assim nos despojamos da velha vida e usufruímos o que Deus criou para nós. A nova criação e o arrependimento permanecem juntos e não podem ser separados.

É preciso entender que o desafio do novo homem não é apenas deixar de fazer, mas sim fazer o oposto do que praticava antes. A santidade cristã é totalmente oposta às práticas do velho homem. Para ter vitória é preciso ter esse entendimento.

Como consequência dessa nova caminhada, o Senhor te dará a vitória. Só não pare pelo caminho!

“Estar alheio a vida de Deus é consequência de uma vida pagã. Assim como ter uma vida desenfreada, sem acesso as maravilhas de Deus sem direção, sem rumo”

:: JOEL PEREIRA

Homens de Provérbios: O Homem Diligente

Dicionário: “diligente”: Constante no esforço ou empenho para realizar o que deve ser realizado; industrioso.
Hebraico: “diligente”: Incisado, incisivo; determinado, ansioso – decidido; para apontar acentuadamente.

I. Ações do homem diligente.

A. Trabalha duro
1. “O que trabalha com mão remissa empobrece; mas a mão do diligente enriquece” (Provérbios 10:4)
2. “remissa” = lenta, vagarosa, que demora a fazer algo
B. É preparado.
1. “Vês um homem hábil na sua obrar? esse perante reis assistirá; e não assistirá perante homens obscuros” (Provérbios 22:29)
2. “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida bem dos teus rebanhos” (Provérbios 27:23)
3. “diligente” – rápido, hábil, pronto.

II. Características do homem diligente

A. Não é um desperdício. “Os planos do diligente conduzem à abundância; mas todo precipitado apressa-se para a penúria” (provérbios 21:5).
B. Planeja as coisas. ” Os planos do diligente conduzem à abundância; mas todo precipitado apressa-se para a penúria” (provérbios 21:5).

III. Consequências do homem diligente.

A. Tem riquezas. “O que trabalha com mão remissa empobrece; mas a mão do diligente enriquece” (Provérbios 10:4)
B. É satisfeito.
1. “O preguiçoso deseja, e coisa nenhuma alcança; mas o desejo do diligente será satisfeito” (Provérbios 13:4)
C. Tem abundância. “Os planos do diligente conduzem à abundância; mas todo precipitado apressa-se para a penúria” (provérbios 21:5).
D. Está em um lugar de autoridade. “A mão dos diligentes dominará; mas o indolente será tributário servil” (Provérbios 12:24)

Problemas espirituais que levam ao retrocesso

 

Problemas espirituais que levam ao retrocesso

Hb 10:37,38  37 Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará;

38  todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se  compraz a minha alma.

Esta semana eu ouvi algo que me deixou preocupado e ao mesmo tempo atento quanto ao sofisma do diabo na vida dos irmãos.

Irmãos foram a um culto de fogo e passaram um lenço no irmão e ele ficou oprimido.

2Co 10.4 SOFISMA = ARGUMENTO que parece ser correto, mas que, na verdade, é enganoso e leva ao erro.

Você sabe que o diabo sempre procura uma brecha para entrar e minar o trabalho da igreja do Senhor.

Lc 9:59 A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar meu pai.

60  Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus.

61  Outro lhe disse: Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro despedir-me dos de casa.

62  Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus.

 

Vejamos o que pode nos desviar do caminho e nos tirar do propósito de Deus.

 

  1. Nos esfriarmos e perdermos o “primeiro amor” por Jesus:

Ap 2:4,5  Deixaste o teu primeiro amor… lembra-te donde caíste, e arrepende-te… quando não… tirarei

  1. Estar cheio com os seus próprios caminhos e desejos:

Pv 14:14  Dos seus caminhos se fartará o infiel de coração

Ez 14:3,5  Estes homens levantaram os seus ídolos nos seus corações… se apartaram de Mim para seguirem os seus ídolos

  1. Perder de vista a meta celestial por causa de ganhos temporários:

Pv 29:18  Não havendo visão o povo se corrompe

Ml 3:14  Vós dizeis: Inútil é servir a Deus: que nos aproveitou?

1 Co 15:19  Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.

Hb 11:24  Pela fé, Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,

25  preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado;

26  porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros      do Egito, porque contemplava o galardão.

  1. Desistir quando as coisas ficam difíceis:

Mt 13:20,21  Chegada a… perseguição… logo se ofende

  1. Desejar prazeres e riquezas mundanos:

Nm 11:5,6  Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos.

Mt 13:22  Os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas, sufocam a Palavra

Fl 21  Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.

8  Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo

  1. Desejar convívio com o mundo:

Tg 4:4  Qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus

1Jo 2:15-17  Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele

  1. Não estar bem fundamentado na Palavra nem obedecendo a ela:

Lc 8:13  Não têm raiz… no tempo da tentação se desviam

Mt 7:26,27  Aquele que ouve estas… palavras, e as não cumpre… casa sobre a areia… grande a sua queda

  1. Ter uma atitude de dúvida, objeção e descrença:

Cl 2:8  Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias

Hb 3:12  Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo;

13  pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado.

  1. Endurecer o coração à verdade:

Mateus 13:15  Ouviram de mau grado com seus ouvidos e fecharam seus olhos

Efésios 4:18-19  Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus… pela dureza… havendo perdido todo o sentimento

  1. Ser inconstante e vacilante:

Os 10:2 O seu coração está dividido; por isso serão culpados

Tg 1:6-8 O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos 11. 11. Não confessar seus problemas e pecados:

Pv 28:13  O que encobre as suas transgressões, nunca prosperará

João 3:19b-20  Não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas

  • Não aceitar a correção amorosa de Deus.

Jr 2:30a  Em vão castiguei os vossos filhos; eles não aceitaram a correção

Pv 15:10 Disciplina rigorosa há para o que deixa a vereda, e o que odeia a repreensão morrerá.

  • Permitir que brote amargura:

Hb 12:15  Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe

  • Ociosidade e fofoca:

1Tm 5:12,13  Por haverem aniquilado a sua fé. Aprendem a andar ociosas, de casa em casa… paroleiras (fofoqueiras) e curiosas

2Tm 2:16  Os falatórios profanos… produzirão maior impiedade

  • Murmuração e ingratidão:

1Co 10:10

Jd 1:15,16a

  • Conviver com encrenqueiros:

Pv 13:20  O companheiro dos tolos será afligido

1Co 15:33  As más conversações corrompem o bom costume

Pv 26:21  Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.

  • Falta de temor do Senhor:

Jr 2:19b  sabe, pois, e vê que mau e quão amargo é deixares o SENHOR, teu Deus, e não teres temor de mim, diz o Senhor, o SENHOR dos Exércitos.

SE VOCÊ TEM CAÍDO EM ALGUMA ARMADILHA DESSAS, HOJE É O DIA DE VOCÊ SAIR DELA PARA CUMPRIR A VONTADE DE DEUS E SER UM INSTRUMENTO USÁVEL NAS MÃOS DELE. 

 

O Adorador que é Achado por Deus

O adorador que é achado por Deus

Texto João 4

 

Introdução:

Neste fim de ano e começo de um novo ano sempre no coração do homem há dois sentimentos;

O fim de um ciclo e a esperança de uma nova etapa.

Tratando-se de coisas espirituais fica sempre aquele sentimento que poderia ser melhor ou até mesmo que tudo foi feito da maneira errada.

Para esse novo ano creio que no coração de todo adorador há o desejo de ser agradável ao Senhor.

Esses dias atrás tive um sonho que mexeu muito comigo e que me levou a escrever e pregar essa palavra.

Estávamos em um lugar fechado e derrepente chegava muitas novas cadeiras e o numero de pessoas no salão ia aumentando até que em determinado momento estávamos em uma praça com uma multidão,  estávamos em dois grupos minha esposa estava ministrando louvor e eu estava pregando em outro lugar da praça e o que mais me marcou no sonho foi à presença de Deus no sonho e no local do sonho.

O que eu pregava era sobre o verdadeiro adorador, mostrando na bíblia que adoração é muito mais que musicas e palavras ou ir à igreja.

Então quero falar sobre o adorador que é achado por Deus.

O que é ADORAÇÃO? Dicionário bíblico Almeida.

Culto, honra, reverência e homenagem prestadas a poderes superiores, sejam seres humanos, anjos ou Deus  {#Sl 96.9}. Na Bíblia há quatro etapas de desenvolvimento da adoração a Deus. a) Os patriarcas adoravam construindo altares e oferecendo sacrifícios  {#Gn 12.7-8; 13.4}.

  1. b) Em seguida veio a adoração no TABERNÁCULO e no Templo, com um sistema completo de SACRIFÍCIOS.
  2. c) A adoração nas SINAGOGAS começou durante o CATIVEIRO. d) Da adoração cristã fazem parte pregação {#At 20.7}, leitura das Escrituras {#1Tm 4.13}, oração {#1Tm 2.8}, louvor  {#Ef 5.19} e ofertas {#1Co 16.1-2}, além de batismos  {#At 2.37-41} e da ceia do Senhor  {#1Co 11.23-29}.

A palavra adorar no NT tem o sentido de: beijar os pés,

 

No cap. 4 de João vemos uma mulher que sabia o que era adoração no sentido religioso.

A mulher sabia sobre sua fé, esperava o messias, tinha argumentos religiosos mas era apenas mais uma religiosa.

Irmãos quando estava preparando este sermão o que me veio à mente é que muitos estão como esta mulher.

Tem a sua fé, faz ofertas, conhece a palavra, sabe das promessas de DEUS, mais isto tudo não é motivo para mudança de vida.

Observe que a primeira coisa que a mulher Fez ao ser confrontada é falar de coisas espirituais.

Sabe irmãos precisamos lagar de ser religiosos e ter um posicionamento de genuínos cristãos.

Um genuíno adorador é aquele que sua existência centra-se na pessoa de Cristo.

Um adorador que atrai Deus é aquele que tudo que faz é para glorificar a Jesus.

Um adorador que atrai ao Senhor é verdadeiro na sua essência.

Observe Jesus não tinha momentos espirituais, ele era espiritual.

Eu creio que seus amigos, Jesus vai pedir conta de todos, creio pela bíblia que prestaremos conta a Deus de tudo que nos confiou.

Aquela mulher foi convencida e convertida e isto resultou em muitas outras vidas ao Senhor.

Neste ano de 2016 você e eu temos uma missão possível a realizar, ganhar muitas vidas e cuidar bem delas. O tempo de crente sanguessuga acabou é tempo de ser um adorador genuíno, em a sua vida transmite a presença do Senhor.

Traga à memória de Deus a Sua Palavra

“Coloquei sentinelas em seus muros, ó Jerusalém; jamais descansarão, dia e noite. Vocês que clamam pelo Senhor, não se entreguem ao repouso” (Isaías 62.6)

O versículo de hoje nos instrui lembrarmos a Deus as promessas que Ele nos fez, e uma das melhores maneiras de fazer isso é orando a Sua Palavra para Ele.

A Palavra de Deus é extremamente valiosa para Ele e deveria ser também para nós. Afinal, Ele fala conosco claramente através da Sua Palavra e ela é uma maneira confiável de ouvirmos a Sua voz. Na verdade, o Salmo 138.2 diz: “Inclinar-me-ei para o teu santo templo, e louvarei o teu nome pela tua benignidade, e pela tua verdade e fidelidade; pois exaltasse acima de tudo o teu nome e a tua Palavra e engrandeceste a tua Palavra até mesmo acima do teu nome!” Este versículo indica que Deus engrandece a Sua Palavra até mesmo acima do Seu nome. Se Ela a honra a esse ponto, precisamos ter como prioridade conhecer a Sua Palavra, estudar a Palavra, amar a Palavra, ter a Palavra profundamente enraizada no nosso coração, estimar a Palavra mais do que qualquer outra coisa e incorporá-la nas nossas orações.

Quando honramos a Palavra e nos comprometemos com ela como acabei de descrever, estamos “permanecendo” nela (ver João 15.7). Permanecer na Palavra e permitir que ela permaneça em nós está diretamente relacionado com a confiança na oração e em termos as nossas orações respondidas. Quando oramos a Palavra de Deus, é menos provável que oremos por coisas que não são a vontade de Deus para nós.

Jesus Cristo é o Verbo vivo (ver João 1.1-4), e, à medida que permanecemos na Palavra, permanecemos nele – e isso traz um poder indizível às nossas orações.

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: A Palavra de Deus está renovando a sua mente e ensinando-o a pensar como Deus pensa.

Deus tem as suas respostas

“Que o Senhor te responda no tempo da angústia; o nome do Deus de Jacó te proteja!” (Salmos 20.1)

Se você já esteve em um relacionamento, tentou administrar o seu dinheiro, teve um emprego, tentou descobrir e cumprir o propósito de Deus para a sua vida ou tentou crescer espiritualmente – então você provavelmente se deparou com alguns problemas. Os problemas fazem parte da vida e quando você se livra de um, muito provavelmente terá outro logo depois dele. Isso é verdade para todos nós e embora possamos nos desenvolver e amadurecer nas nossas capacidades de confrontar, resistir, ser firmes e viver em vitória, estaremos sempre contendendo com um problema ou outro.

Só Deus tem as soluções para os problemas da vida, e a melhor coisa que podemos fazer com os nossos problemas é entregá-los a Ele. Precisamos parar de revivê-los na nossa mente, parar de falar sobre eles, parar de nos afligir por causa deles e simplesmente liberar as pressões e os problemas da vida para Deus e deixar que Ele resolva tudo. Se aprendermos a entregar o nosso estresse e as nossas situações a Deus, ficaremos mais felizes e mais relaxados.

Deus pode fazer mais em um instante do que nós podemos fazer em toda uma vida de trabalho e esforço. Ele pode fazer com você em um instante e transformar completamente uma situação; uma palavra de Dele pode resolver tudo. Nada é grande demais para impedir Deus de realizar, e nada é pequeno demais para impedi-lo de se preocupar. Ele se importa com tudo que diz respeito a você, portanto, entregue os seus problemas a Deus e deixe que Ele lhe dê as soluções que você precisa.

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: Entregue a Deus os seus problemas e permita que Ele lhe dê as soluções.

Como deixar Deus transformar as nossas feridas em fontes de sua graça

1. Liberar o perdão e o amor, pela fé em Cristo

O Espírito Santo que habita em nós nos ajuda a fazer isso. É Ele que move o nosso coração e nos faz sentir e agir como Jesus.

2. Crer de todo coração na soberania de Deus

Ainda que não entendamos todas as coisas, Deus tem um propósito sobrenatural. “Nele, digo, no qual também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade…” (Efésios 1.11). E mais: “E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8.28).

3. Enxergar tudo com os olhos de Deus, e não com olhos de vítima

Mesmo as coisas ruins que acontecem com um podem servir para que Deus manifeste a Sua glória e o Seu poder em favor de muitos. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus” (II Coríntios 1.3-4). Veja também: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; Deus, porém, o intentou para o bem, para fazer o que se vê neste dia, isto é, conservar muita gente com vida” (Gênesis 50.20).

4. Exemplo de feridas transformadas em fontes de graça

O Wade era um rapaz de uns 20 anos que bebeu numa festa com os amigos e depois, dirigindo seu carro, bateu noutro carro, matando o esposo e a filha da Beth. Beth se apropriou da graça de Deus para perdoar o Wade. Ela pediu ao juiz para não lhe dar uma pena muito pesada. Depois que ele foi liberto, ela e o Wade passaram a visitar muitas escolas, falando com os alunos do perigo da bebida alcoólica. Os dois têm sido usados poderosamente por Deus. Este é um exemplo bem forte de feridas profundas transformadas em fontes de graça pelo poder do perdão que vem através do Senhor Jesus.

Conclusão

As feridas mais profundas de todas são as feridas do Senhor Jesus, mas dessas feridas jorra a maior fonte de graça. Elas são a fonte de todas as fontes. Por elas nós podemos receber cura, restauração, perdão, paz e descanso.

Se todas as nossas fontes estão em Jesus, podemos ter livre acesso a essas águas, e viver segundo o padrão escolhido por Ele para nós. “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53.5). Sim, por causa dessa graça somos perdoados e perdoadores. Por causa dela somos curados, mas somos também agentes de cura, para a glória de Deus!

Os valentes não tomam para si a glória de Deus

É bom lembrar que o líder deve ser o principal valente. Davi era o maior valente entre os seus, por isso mesmo estava sendo elevado como rei de toda a nação. Em II Samuel 23.17 ele tem uma reação digna de um valente-rei: “O Senhor me livre de beber desta água! Seria como beber o sangue dos que arriscaram a vida para trazê-la!” O versículo anterior diz que ele derramou aquela água como oferta ao Senhor.

Os verdadeiros valentes de Deus colocam as necessidades do Reino acima das suas próprias necessidades. Não podemos confundir o sucesso da causa que defendemos com nosso desejo pessoal de glória e reconhecimento. Havia água no acampamento, e todo mundo bebia dela; por isso Davi não deixou que seus desejos pessoais colocassem em risco a vida e a segurança de seus homens. PR.ABE

Célula é um dos melhores instrumentos de formação de novos líderes.

Essa formação ocorre com respaldo ministerial e capacidade reconhecida pelo povo. Um grande problema na maioria das igrejas é a maneira como seus líderes são estabelecidos. Alguns são colocados nessa posição por meio de eleição, outros, simplesmente por teu concluído um curso de seminário ou instituto bíblico. Dessa forma, teremos líderes apenas com o título, mas sem realidade ministerial, sem experiência e sem evidência do seu chamado.

A maneira bíblica de um líder ser estabelecido é pela vida. Um líder deve ser desenvolvido dentro de um processo prático e natural, que produzirá respeito e reconhecimento dos seus liderados. No contexto da célula será muito fácil perceber e reconhecer os verdadeiros líderes, pois com certeza serão aqueles que estão evangelizando, pastoreando, ensinando e se dedicando ao ministério. Esses serão automaticamente reconhecidos como líderes e terão o respeito espontâneo dos outros.

Na célula esse processo acontece de maneira muito prática, pois quando uma célula está próxima da multiplicação, é muito óbvio quem será o novo líder. E assim, idem para os outros níveis. É muito óbvio saber quem será o próximo supervisor de setor, é muito óbvio saber quem será o próximo supervisor de área, uma vez que essa posição é conquistada com evidência e reconhecimento. Nas células, os títulos são uma realidade de vida.

3D Livro Sua Igreja em Celulas NE

Extraído do Livro “Sua Igreja em Células: Formando Líderes de Excelência” – Sabá Liberal & Abe Huber. MDA Publicações, 2011.

A Grande Jóia

A GRANDE JÓIA
TEXTO: Mateus 13:44 O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo.
45 O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas;
46 e, tendo achado uma pérola de grande valor, vende tudo o que possui e a compra.
47 O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie.
48 E, quando já está cheia, os pescadores arrastam-na para a praia e, assentados, escolhem os bons para os cestos e os ruins deitam fora.
49 Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos,
50 e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.
INTRODUÇÃO:
​Hoje é um dia muito especial na vida de todos que aqui estão, pois na vida do ser humano há ciclos que ele passa. Todo ser humano tem na sua vida momentos de alegria e momentos de adversidades. Hoje é um dia de alegria pelo fato de mais uma conquista alcançada. “muitos correm mais somente os vencedores conseguem”.
​Na nossa vida Deus coloca oportunidades e a nós compete executar com destreza essas oportunidades.
​O que eu vivo hoje é resultado de meu passado e o que vou viver no amanhã é resultado do que estabeleço hoje.
​Eu sou fruto projeto eterno do Criador, Não sou um acaso, Deus tem um sonho para mim.
Quando perguntaram para o candidato a presidente dos E.U.A (Abraham Lincoln) se depois de tantas derrotas não seria demais ser novamente candidato. E ele respondeu “eu tenho um propósito e lutarei até o fim por ele”
​Jesus no texto em que lemos fala sobre a importância das coisas, Ele relata três parábolas, fala sobre o tesouro, pérola e dos bons e maus peixes.
A PRIMEIRA ELE FALA sobre as oportunidades, aquele homem encontrou uma grande oportunidades que mudaria a sua vida e o relato descreve que ele fez de tudo para não perde essa oportunidade.
“quantos vivem a chorar por não terem abraçado a oportunidade que chegou a sua porta” exemplo: mulher do prefeito de Nova York.
A SEGUNDA FALA sobre não acomodar-se com o bom e sim buscar o excelente.
O texto relata que o homem era comerciante e que ele procurava boas pérolas só que quando ele acha aquela pérola e se dispõe de todas as outras para adquirir a melhor.
“a acomodação é um dos maiores problemas do ser humano, pois ela impede o homem de crescer na vida”
Alguém disse o gigante é poderoso demais vamos administrar a situação, Davi por sua vez derrotou o gigante e foi promovido.
A TERCEIRA MENCIONA uma rede que pega vários tipos de peixes bons e maus, e o texto deixa bem claro o que não presta tem que ser lançado fora. O que aprendo com isto;
Que muitas coisas virão até nossa vida, compete a nós lançarmos fora aquilo que não presta.
Quantas pessoas estão presas com as mazelas que chegaram até suas vidas, pessoas amarguradas, decpecionadas, machucadas.
Tem pessoas que suas vidas giram em torno do passado ou de pessoas, mais elas mesmas não tem vida.
A nossa vida é feita de escolhas e as minha escolhas vão determinar a minha historia.

Conclusão:
​JESUS TERMINA essas parábolas fazendo a seguinte afirmação; Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.
Um dia todos nós prestaremos conta da vida que Deus nós deu, uns serão levados para o céu outros para a fornalha. Não é uma questão de religião é uma questão de escolha.

Conselhos práticos para lideres de Células

Alguns conselhos práticos para os lideres de Células

1.

Local de reunião em casa diferente da do líder da célula.

2.

A disposição das cadeiras é importante.

3.

A célula não deve ter um púlpito ou cátedra homilética.

4.

A célula não deve encorajar ministrações de preletores de fora.

5.

Não permita conversas de negócios nas reuniões da célula.

6.

Atenção especial aos novos membros ou visitantes.

7.

Deve-se prestar atenção especial aos conflitos interpessoais.

8.

Ter reuniões de oração e intercessão.

9.

Fazer questão de que todas as famílias participem das células.

10.

Lembrar-se de celebrar aniversario e eventos especiais das famílias.

11.

Delegar responsabilidades o mais rápido possível.

Uma nova tradição familiar

Marisol tinha apenas 4 anos de idade quando seus pais se converteram a Jesus por meio de uma célula da Igreja Elim. Pouco tempo depois de sua conversão, eles decidiram hospedar uma célula em sua casa. Marisol começou a “respirar” o ambiente de célula, e este ministério tornou-se sua segunda natureza. Com o passar do tempo, Marisol foi discipulada por meio da célula e foi batizada. Ela começou a participar da vida da célula: primeiro através da oração, depois na adoração, e aos 16 anos ela começou a liderar uma célula de crianças. Ele tem hoje 27 anos e nunca parou de liderar células. Ela também se dedica ao ensino das crianças na célula e na celebração.

Ela já mentoreou diversas garotas. Uma delas tinha 12 anos quando começou a ser discipulada por Marisol. Hoje essa garota tem 17 anos e acabou de completar o curso para se tornar líder de célula. Há dois anos, quando a igreja celebrou seus 25 anos de ministério, os pais de Marisol receberam uma condecoração por terem sido líderes que ofereceram serviço fiel e ininterrupto. Pelo exemplo impressionante de seus pais, Marisol compreendeu a importância da hospitalidade e do cuidado das pessoas por meio do ministério de células. Ela não conhece outro ambiente – a célula é parte de sua tradição familiar.

Agora ela transmite essa tradição adiante, edificando outras garotas para o ministério por meio das células.

1º de Março de 2013
Por Pr. Mario Vega

Os três jardins mais importantes da história

“A história da humanidade começa num jardim, o Jardim do Éden.” Lá nossos primeiros pais viveram na inocência, comendo gostosamente de todos os frutos das árvores, exceto o fruto da árvore da ciência do bem e do mal, desfrutando de plena e íntima comunhão com Deus. Naquele jardim não havia dor nem tristeza. Tudo era belo e encantador. O pecado, porém, entrou no mundo por meio de Adão. Ele desobedeceu a Deus e toda a raça humana caiu em pecado. Adão foi expulso do Jardim e viu a terra produzir espinhos, viu sua mulher dar à luz com dores e viu o trabalho até então deleitoso tornar-se penoso. O Jardim do Éden foi perdido e a raça humana mergulhou numa história de rebelião, tristeza e morte. O pecado de Adão o separou da natureza, de si mesmo, do próximo e de Deus. O pecado trouxe transtornos na natureza, nos relacionamentos humanos bem como na relação com Deus. A partir da entrada do pecado no mundo, a história está marcada por lágrimas, doença, sofrimento e morte.

A história da humanidade terminará num outro jardim, o Jardim da Cidade Celeste. O jardim perdido será restaurado. Lá não entrará nenhuma maldição. Lá o pecado não penetrará por suas portas. Lá as lágrimas serão enxugadas. Lá o sofrimento, a doença e a morte não entrarão. Nesse Jardim não haverá noite, pois o Cordeiro de Deus é a sua lâmpada. Nesse jardim, o Rio da Vida vai fluir a partir do Trono de Deus. Nesse jardim, os que foram expulsos por causa do pecado, e agora, estão lavados pelo sangue do Cordeiro e vestidos de vestiduras brancas entoarão um novo cântico àquele que está assentado no trono. Nesse Jardim reconquistado teremos um novo corpo, cheio de glória, como o corpo da glória de Deus. Nesse jardim viveremos e reinaremos com Cristo pelos séculos eternos. Nada nem ninguém poderá nos separar uns dos outros nem nos afastar da presença daquele que e eterna. a. Nesse jardim serviremos nos deu vida abundante e eterna. Nesse jardim serviremos daquele que nosedeu vida abundante e eterna. Nesse jardim serviremos gostosamente Àqueleq ue nos criou, nos remiu e nos glorificou. Nesse jardim as belezas mais esplêndidas da terra serão figuras opacas diante do seu exuberante esplendor.

A história da humanidade revela que entre esses dois jardins, o Jardim do Éden e o Jardim Restaurado há o jardim da agonia, o Jardim do Getsêmani. É pela desolação, pelo sofrimento e sacrifício vicário de Cristo, pela indescritível angústia no Getsêmani, que o “o rio da Vida límpido como cristal” corre nesse Jardim restaurado. Sem o Getsêmani não haveria a Nova Jerusalém. A impenetrável e misteriosa agonia de trevas do jardim das angústias está na origem da aurora de uma esperança eterna. O apóstolo Paulo diz: “Sendo nós inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte do seu Filho” (Rm 5.10). No ardim do Getsêmani Jesus enfrentou solidão. Ali ele ficou sozinho quando travou a mais titânica batalha do universo. Ali ele suou sangue quando resoluta e voluntariamente se entregou por nós. No Getsêmani, a antiga serpente, que enganou Eva no Jardim do Éden teve sua cabeça esmagada. Ali, Jesus aceitou de bom grado o cálice amargo, de se fazer pecado e maldição por nós, morrendo a dolorosa e maldita morte de cruz em nosso lugar. Ele não levou em conta a ignomínia da cruz por saber da alegria que lhe estava proposta, a alegria de nos salvar e nos reconduzir de volta ao Jardim de Deus, o Jardim restaurado da Jerusalém Celeste. A Bíblia diz que onde abundou o pecado, superabundou a graça. Pela sua morte Cristo trouxe vida, pelo seu sacrifício ele trouxe redenção. Agora, por meio do seu sangue temos livre acesso à presença do Pai e quando da sua vinda, entraremos no Jardim Restaurado de Deus, onde estaremos para sempre com ele!

Fonte: Hernandes Dias Lopes

Encorajem uns aos outros

“Se a gente pudesse apenas elogiar cada irmão e cada irmã que senta ao nosso lado na igreja, como as coisas seriam diferentes…”

Lucas 7.23-30

 

E felizes são as pessoas que não duvidam de mim! Quando os discípulos de João foram embora, Jesus começou a dizer ao povo o seguinte a respeito de João: — O que vocês foram ver no deserto? Um caniço sacudido pelo vento? O que foram ver? Um homem bem vestido? Ora, os que se vestem bem e vivem no luxo moram nos palácios! Então me digam: o que foram ver? Um profeta? Sim. E eu afirmo que vocês viram muito mais do que um profeta. Porque João é aquele a respeito de quem as Escrituras Sagradas dizem: “Aqui está o meu mensageiro, disse Deus. Eu o enviarei adiante de você para preparar o seu caminho.” — Eu digo a vocês que de todos os homens que já nasceram João é o maior. Porém quem é o menor no Reino de Deus é maior do que ele. Os cobradores de impostos e todo o povo ouviram isso. Eles eram aqueles que haviam obedecido às ordens justas de Deus e tinham sido batizados por João. Mas os fariseus e os mestres da Lei não quiseram ser batizados por João e assim rejeitaram o plano de Deus para eles.

Jesus eram tão radical que a igreja há séculos ainda está tentendo ouvi-lo melhor. A passagem acima começa onde terminamos na última reflexão: o desafio de confiar em Jesus. E depois, Jesus começa a elogiar João. A princípio, isto em si, talvez não pareça nada de mais. Mas eu gostaria de colocar este “elogio” de Jesus dentro de dois contextos: o dele e o nosso.

Quando Jesus elogiou João ele ainda estava no início do seu ministério. Claro, as pessoas já estavam começando a reconhecer que ele era alguém “muito especial” mas o João era, talvez, mais conhecido e notável ainda. Mas nem por isso detectamos qualquer espírito de concorrência ou inveja em Jesus. Talvez havia nos disçipulos de cada um, talvez, mas não em Jesus ou João. Eram homens maduros e confiantes nAquele que serviam. Podia ser diferente já que Jesus estava ainda se iniciando no ministério. Mas Jesus dá o maior elogio possivel: “de todos os homens que já nasceram João é o maior” (falaremos do “porém” daqui há pouco). Jesus, de modo algum, se sentia ameaçado. Sentia-se plenamente à vontade para fazer o maior elogio possível que poderia fazer. Como é diferente entre nós.

Em todas as igrejas que eu servi ao longo dos últimos 40 anos a inveja sempre revelou a sua face feia. Claro, entre o povo de Deus não pode haver estas coisas. Por isso, fazemos de tudo para não deixar a nossa inveja (e outros defeitos) aparecer. Fazemos de maneira bem velada e não assumida. Dizemos, “não tenho não contra fulano de tal” ou “coitado de fulano, ele não teve as mesmas oportunidades, criação, …” Reparem bem. No meio da igreja, a inveja nem sempre se manifesta tão brutalmente por comentários explicitamente contra. Tomamos o devido cuidado de não fazer isso. Mas também, não conseguimos elogiar ou incentivar o próximo. Simplesmente ficamos “neutro”. “Não tenho nada contra…”

Se a gente pudesse apenas elogiar cada irmão e cada irmã que senta ao nosso lado na igreja, como as coisas seriam diferentes. Porque entre nós ou nas palavras de Jesus, “no Reino de Deus”, quem é o menor é maior do que ele, João! Entendeu? Se Jesus pudesse elogiar João por ser “grande”, muito mais nós temos motivo de elogiar o nosso irmão e a nossa irmã em Cristo que está no nosso meio. “Portanto, animem e ajudem uns aos outros” (1 Tessalonicenses 5.11).

Experimente!

Oração

Mestre, como temos tanto a aprender e praticar. Ensina-nos pela Tua Palavra e capacite-nos pelo Teu Espírito. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: Tim Carriker

 

Mais que Comunhão

A comunidade ou comunhão é uma parte essencial de qualquer célula. Meu próximo livro The Relational Disciple (O Discípulo Relacional) fala da maneira como Deus usa a comunidade para moldar os seguidores de Jesus. No entanto, a célula não é apenas comunidade.

A maior diferença, na verdade, entre grupos célula e outros “grupos pequenos” é a ênfase em evangelismo e multiplicação na célula. Essa ênfase não negligencia a comunidade (comunhão), ela apenas faz com que a comunidade continue avançando. A visão na célula é fazer com que aqueles fora da célula experimentem a riqueza da comunhão com Deus, e por isso a necessidade de começar novas células. E, é claro, todos os elementos da célula (evangelismo, comunidade, crescimento espiritual e multiplicação) devem ocorrer sob o poder e autoridade de Jesus Cristo.

Por que estou dizendo tudo isso? A cada dois meses, visito uma grande livraria cristã em Redlands, Califórnia, compro um livro e me sento em um daqueles sofás confortáveis para ler todas as principais revistas cristãs. Li há algumas semanas na revista Leadership Journal uma resenha com vários parágrafos do livro mais recente de Larry Osborne, Sticky Church (algo como Igreja Grudenta). Osborne, que é pastor de uma megaigreja na Califórnia, criticou veementemente a ênfase da igreja em células na multiplicação da célula, afirmando que a multiplicação não funciona, e então concluiu que a razão dos grupos pequenos é a comunhão.

Isso me fez lembrar mais uma vez de como é normal para igrejas como a do pastor Osborne focar a grande celebração como o principal meio de crescimento da igreja, e usar as células como “apriscos” para que as pessoas se conheçam melhor. Há algo de errado com a comunidade? Não. É um aspecto importante da vida da célula.

Na igreja em células, entretanto, vemos a célula como a igreja (do mesmo modo que o culto de celebração). Cremos que os membros precisam exercitar seus músculos e alcançar seus vizinhos – não depender apenas do “pregador” para evangelizar. Há muito poucos Larry Osbornes no mundo, e se dependermos deles, continuaremos a perder a batalha entre crescimento populacional e crescimento da igreja. Na igreja em células, os membros são vistos como ministros e encorajados a começar suas próprias células.

Essa ênfase é difícil em localidades seculares, como é o caso nos Estados Unidos? Sim. É muito mais fácil pedir aos membros que apenas focalizem suas próprias necessidades (comunhão)? Ah, sim! Alguns lugares no mundo são muito mais receptivos ao crescimento das células.

Talvez você esteja ministrando em um desses lugares. Outros são mais difíceis, e os resultados na multiplicação de células são menores (mundo ocidental). Não importa o lugar onde você vive, é melhor enfatizar grupos pequenos HOLÍSTICOS, que transformam seus membros em ministros, estimulando-os a exercitar seus músculos espirituais por meio do evangelismo e desenvolvimento de liderança.

Pr. Joel Comiskey
Junho-2009

 

Vamos pescar?

“Logo é vocação nossa. Cuidar uns dos outros e pescar…”

Lucas 5.1-11 (João 21)

 

“Certo dia Jesus estava na praia…. Quando Simão Pedro viu o que havia acontecido, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: — Senhor, afaste-se de mim, pois eu sou um pecador! Simão e os outros que estavam com ele ficaram admirados com a quantidade de peixes que haviam apanhado. Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram companheiros de Simão, também ficaram muito admirados. Então Jesus disse a Simão: — Não tenha medo! De agora em diante você vai pescar gente. Eles arrastaram os barcos para a praia, deixaram tudo e seguiram Jesus.” (Lucas 5.1a, 8-11 NTLH)

“Então Jesus disse: — Tragam alguns desses peixes que vocês acabaram de pescar. Aí Simão Pedro subiu no barco e arrastou a rede para a terra. Ela estava cheia, com cento e cinqüenta e três peixes grandes, e mesmo assim não se rebentou.” (João 21.10-11 NTLH)

Hoje, quando o li a passagem do Evangelho de Lucas acima, lembrei do incidente semelhante no final do Evangelho de João. Realmente não sei se é o mesmo incidente contado de maneira diferente. É difícil saber porque Lucas disse “certo dia Jesus estava na praia…”. Embora Lucas não localize o incidente depois da ressurreição de Jesus como ocorre no Evangelho de João, o que nos dá a impressão que era outro incidente, Lucas simplesmente não especifica claramente quando o incidente aconteceu. Entretanto, se for a mesma ocasião, a comparação das duas passagens se torna mais interessante ainda…

Há diferenças entre os detalhes dos dois relatos (você mesmo pode ver). Mas também há semelhanças notáveis. Nos dois casos, depois de um período de pesca sem êxito, Jesus manda lançar as redes em outra direção com um resultado admirável. Os dois relatos falam da pesca de uma grande quantidade de peixes (Lucas 5.6-7; João 21.6). Mas os dois qualificam a “lição” do incidente. Em Lucas, Jesus fala claramente que os discípulos serão “pescadores de gente”. Em João, a mesma lição se consta, mas de modo mais velado. Fala da pesca de 153 peixes grandes (v.11), que por sinal era o número de espécies de peixes conhecido naquela época, uma analogia de todos os povos que os discípulos então iriam “pescar”. Finalmente, tanto em Lucas quanto em João, Simão Pedro está com medo e contrito, em Lucas, pela maneira que a pesca ocorreu (v.9) e em João, pela sua traição anteriormente e a indagação de Jesus sobre a sua lealdade ou não (vv.15-23).

Confesso que em João o clima me parece mais sóbrio, inclusive porque o Evangelho de João inteiro conclui com este incidente. É o climax! E a pergunta que permanece com os leitores é esta: onde está realmente a sua lealdade (=“amizade”, se é mesmo amigo de Jesus) e a tradução desta lealdade/amizade em cuidado pastoral (cuidar das ovelhas) e evangelística (pescar gente). É vocação de Pedro, mas também é vocação dos discípulos. Logo é vocação nossa. Cuidar uns dos outros e pescar… compartilhar as Boas Novas entre todos os povos.

Quanto eu mesmo preciso ouvir isto todos os dias. Por que? Talvez porque a cultura ocidental que me cerca, me leva a me “fechar” para focar o grande EU, as minhas necessidades e esquecer a razão que Deus me chamou, que Deus nos chamar, para sermos dEle a favor da Tua criação e a favor dos povos que Ele criou.

Oração

Pai, esta vida para qual me chamou é fantástica. A beleza da Tua criação que me cerca não para de me encantar, e as gentes, criadas à Tua imagem e à Tua semelhança, de me fascinar. Encha-nos do Teu Espírito para cumprirmos os Teus propósitos neste mundo criado por Ti e as gentes que aqui habitam. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: Tim Carriker