Cristãos são torturados até a morte por Terroristas por não negar Jesus

Cristãos são torturados até a morte por Terroristas por não negar Jesus. Cristãos são mortos cruelmente por não negar Jesus. Na imagem é possível observar que está surgindo uma onde de genocídio anticristão neste fim de semana que se desenrola no Egito depois que 29 cristãos foram massacrados perto do Cairo por seguir Jesus.

Sobreviventes desse ataque sangrento de ônibus estão revelando o que o Estado Islâmico fez, matando suas vítimas apenas porque eram cristãos e faziam culto todos os finais de semana em suas casas escondidos com medo de serem pegos pelo EI.

Pelo menos 10 seguidores do Estado Islâmico mascarados forçaram os evangélicos a deixar o ônibus um a um, perguntando se eram cristãos.

Segundo testemunhas que estava no local, à medida que cada pessoa deixou o ônibus, eles foram solicitados a renunciar à sua fé cristã e a professar a crença no Islã, mas todos que eram cristãos se recusaram.

Cada pessoa foi morta com um tiro na cabeça ou na garganta, incluindo crianças.

Pe. Azra Fakhry, Vigário da Arquidiocese de Maghagha e El-Idwa, disse ao World Watch Monitor que os terroristas exigiam: “Preste testemunho de que não há deus a ser adorado senão Alá e que Maomé é o mensageiro de Alá“.

Os cristãos se recusaram a se converter ao islamismo. “Somos cristãos”, responderam eles. Então eles foram baleados e mortos cruelmente pelo Estado Islâmico .

O Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade por este ataque terrorista no Sinai que matou os 29 cristãos e feriu mais de duas dúzias.

O Egito respondeu ao ataque com um ataque aéreo sobre o que diz ser bases de treinamento para terroristas na Líbia. O presidente Abdel-Fattah el-Sissi ordenou a retaliação apenas algumas horas após o ataque.

“O que você viu hoje não ficará impune. Um ataque extremamente doloroso foi dado às bases”, disse El-Sissi em um discurso televisionado à nação. Ele também pediu aos Estados Unidos e ao presidente Donald Trump para liderar a guerra contra o terror.

O presidente Trump disse em um comunicado na sexta-feira: “Este massacre impiedoso de cristãos no Egito rasga nossos corações e aflige nossas almas”.

“Os EUA também deixam claro para seus amigos, aliados e parceiros que as adoradas e históricas Comunidades Cristãs do Oriente Médio devem ser defendidas e protegidas. O derramamento de sangue dos cristãos deve acabar, e todos os que ajudarem seus assassinos devem ser punidos”, disse Trump. .

Os cristãos de coptas estavam a caminho para orar no remoto mosteiro de São Samuel, o Confessor, a cerca de 240 quilômetros ao sul do Cairo.

A televisão egípcia mostrou fotos de um ônibus com suas janelas abertas e pessoas feridas no ataque sendo levadas para o hospital.

 

Menino de 6 anos ajuda refugiados do furacão Dorian e sugere: “Posso orar por você?”

Um garoto de 6 anos da Carolina do Sul (EUA) usou o dinheiro que economizou para uma viagem à Disney para ajudar os refugiados do furacão Dorian, oferecendo comida, água e também orações.

Jermaine Bell, que irá completar 7 anos no próximo domingo, 8 de setembro, usou suas economias para comprar centenas de cachorros-quentes, batatas fritas e água para as pessoas que deixaram suas casas antes da tempestade.

“As pessoas que estão viajando para ir aos lugares, eu queria que elas tivessem comida para comer, para que pudessem aproveitar o percurso até o local em que ficarão”, disse ele à emissora WJBF. “Eu queria ser generoso e viver para dar”.

Jermaine ficou em uma rodovia segurando dois cartazes para chamar a atenção das pessoas que saíam da cidade. Em apenas um dia, ele ajudou 100 evacuados e serviu ainda mais pessoas desde então, segundo a CNN.

Além da assistência física, o menino ofereceu ajuda espiritual às pessoas deslocadas pelo Dorian: “Quer que eu ore por você?”, ele perguntou.

A avó de Jermaine, Aretha Grant, que o ajudou a distribuir comida, contou como o neto orou pelos evacuados. “Ele até orou por uma família enquanto eles estavam aqui, dizendo que a casa deles estaria bem quando voltarem, fazendo com que suas lágrimas caíssem”, disse ela.

“Eles não conseguiram levar tudo”, disse Aretha sobre os deslocados pela tempestade. “Então, sabendo que eles não podiam levar tudo e que podíamos ter uma casa, essa é a parte abençoada pela qual ele deveria agradecer”.

Jermaine disse a repórteres que, quando o furacão Dorian terminar, ele espera que sua festa de aniversário possa continuar. Ele disse que ainda planeja ir à Disney e “fazer uma festa do Rei Leão”.

A generosidade da criança foi aplaudida nas redes sociais, incluindo o pastor Franklin Graham, presidente da organização Samaritan’s Purse. “Que impacto — há um caminho a percorrer Jermaine! Jesus disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber’” (Atos 20:35)”, escreveu.

Furacão Dorian

Após a devastação provocada pelo Dorian em Bahamas, o número de vítimas subiu de 20 para 30 na manhã desta sexta-feira (6), segundo a Agência Brasil. O furacão desceu para a categoria 1, mas a costa dos EUA continua ameaçada.

O furacão chegou com ventos violentos, tornados e chuva forte aos estados da Flórida e da Carolina do Sul. A tempestade segue agora para a Carolina do Norte com menos intensidade, mas a ameaça à costa dos EUA não baixou.

Segundo o Centro Nacional de Furacões, o movimento do Dorian deve continuar, com um aumento de velocidade até amanhã.

 

Como a pornografia pode acabar com sua vida

Seu vício em pornografia pode destruir a sua relação com Deus, com seus amigos, sua família e com você mesmo. No canal Dois Dedos de Teologia, o pastor e teólogo Yago Martins mostra como a pornografia pode matar todas as áreas de sua vida.

“Homens e mulheres assistem pornografia. Ambos são prejudicados por isso. E ambos precisam lutar contra isso”, disse Yago.

Assista:

Igrejas distribuem 35 mil materiais escolares para alunos refugiados nos EUA

No começo de agosto começaram as aulas do ano letivo 2019-2020 nos Estados Unidos e a Convenção Batista do Sul, por meio do programa chamado de “Back to School Party”, levantou doações para alunos refugiados que moram em Clarkston, no subúrbio de Atlanta.

Mais de 200 igrejas diferentes participaram dessa campanha e juntos conseguiram mais de 2.100 mochilas e mais de 35.000 materiais escolares que foram entregues às crianças dois dias do início das aulas.

Graças a uma doação de uma empresa de calçados, mais de 540 sapatos também foram distribuídos aos alunos do evento, enquanto um total de 1.500 Bíblias também foram distribuídas.

De acordo com o Send Relief o dia de entrega dos materiais foi uma verdadeira festa onde 91 pessoas receberam exames de saúde completos em uma clínica médica patrocinada pelo Asian Pacific American Council e 70 pessoas receberam óculos de leitura de prescrição médica. Até 35 pessoas receberam cortes de cabelo.

“Nós sempre queremos ser cuidadosos. Nós não queremos fomentar a dependência doentia e não queremos ser conhecidos por distribuir coisas grátis

o tempo todo”, disse Trent DeLoach, gerente do Centro de Ministério Clarkston da Send Relief, em entrevista ao The Christian Post.

A cidade de Clarkston tornou-se um local popular para o reassentamento de refugiados desde o início dos anos 80, devido à sua proximidade ao transporte público e ao custo de vida mais barato. Embora muitos dos participantes do Back to School Party fossem de famílias refugiadas, nem todos eram refugiados, pois o evento era aberto a todas as famílias da comunidade.

A Send Relief é uma organização que visa fornecer recursos, treinamento, educação e eventos para ajudar as igrejas a se engajarem no trabalho de assistência para famílias carentes.

Augustus Nicodemus critica desigrejados: “Desonram os primeiros cristãos”

O cristianismo surgiu nos dias seguintes à ressurreição de Jesus Cristo, e nas primeiras décadas e séculos, a Igreja primitiva viveu dias de intensa perseguição religiosa, mas perseverou e se solidificou. Nesse contexto, o reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes publicou uma reflexão com críticas aos desigrejados.

Para o líder evangélico calvinista, o entendimento de que é melhor ser cristão sem fazer parte de uma igreja, mesmo que essa decisão seja resultado da insatisfação com escândalos, ignora pontos da mensagem do próprio Jesus Cristo.

Nicodemus construiu uma contextualização lembrando do sofrimento dos primeiros cristãos romanos, que viviam sob intensa perseguição: “As catacumbas de Roma são túneis extensos e espaçosos que foram escavados debaixo da cidade com a finalidade de servir de cemitério. […] Quando no final dos anos 60 o Império Romano começou a perseguir os cristãos e a proibir que eles se reunissem para adorar a Cristo, as catacumbas se tornaram o lugar preferido pelos discípulos de Jesus em Roma para se encontrarem e juntos cultuarem a Deus”, escreveu o pastor, em sua página no Facebook.

“Essa situação perdurou durante os primeiros quatro séculos depois de Cristo. Arriscando suas vidas, e enfrentando a escuridão e o mau cheiro das catacumbas, os cristãos de Roma se encontravam semanalmente nos túneis sombrios debaixo da cidade, para, à luz de tochas, serem instruídos pelos pastores e presbíteros nas Escrituras do Antigo Testamento e na doutrina dos apóstolos de Cristo, cantar salmos e hinos em louvor de Cristo, orarem juntos a Deus e celebrar a Ceia do Senhor”, acrescentou.

O pastor, então, observou que “os cristãos se arriscavam nas catacumbas porque estavam convencidos de que precisavam se congregar e se reunir regularmente com seus irmãos em Cristo”, pois o próprio Jesus deixou ensinamentos nesse sentido.

“O Senhor Jesus havia ensinado que estaria presente espiritualmente quando dois ou três se reunissem em nome dele (Mt 18.20). O Senhor também os ensinou a se reunirem para juntos comerem o pão e beber o cálice (Lc 22.17; 1Co 11.25-26 e 33). Os apóstolos haviam ensinado que eles deveriam se reunir para servir uns aos outros através dos dons espirituais (1Co 14.26). As catacumbas eram o único lugar em Roma onde tudo isso era possível”, disse.

Em sua admoestação, Nicodemus frisou que “não havia desigrejados entre os primeiros cristãos, mesmo na Roma do imperador Nero”, o que significa que todos os que haviam entregado suas vidas a Jesus se submetiam ao risco de serem pegos enquanto cultuavam a Deus nas catacumbas.

“Séculos mais tarde, quando o cristianismo foi legalizado (édito de Milão em 313 d.C. pelo imperador Constantino), os cristãos puderam sair das catacumbas e construíram os primeiros templos e catedrais onde podiam se congregar publicamente para, livremente, cultuar a Deus. 
Pessoas que se consideram cristãos e que deliberadamente se recusam a congregar-se com outros cristãos para cultuar a Deus, ser (sic) ensinados e instruídos na Palavra, num país onde existe liberdade de religião e milhares de lugares e oportunidades para tal, desonram e envergonham os primeiros cristãos”, lamentou. “Se um dia no Brasil os cristãos forem proibidos como na Roma imperial de se reunirem, os desigrejados serão os únicos a não serem perseguidos”.

Menina abandona o islamismo, é espancada pelo pai e depois adotada por uma cristã

Seguir a Jesus Cristo nos países onde o islamismo é encarado como religião oficial não é nada fácil. Quando o fiel se trata de uma criança, então, a dificuldade de se colocar diante da pressão familiar é ainda maior, visto que muitos usam da autoridade moral e até a força física para punir os filhos que se tornam cristãos.

Uma menina chamada Hadijah, residente em uma região pobre de Uganda, na África, é um exemplo do que a Bíblia diz no livro de Mateus, capitulo 10, dos versos 21 ao 22, como está escrito:

“Um irmão entregará à morte seu irmão, e o pai ao filho, e os filhos se rebelarão contra seus pais e lhes causarão a morte. E, por causa do meu Nome, sereis odiados de todos. Contudo, aquele que permanecer firme até o fim será salvo”.

Com apenas 5 anos, Hadijah teve a oportunidade de entrar em uma igreja evangélica e ouvir uma música que falava do amor de Jesus Cristo. Àquilo encantou a pequena criança, que decidiu se tornar cristã, contrariando a vontade do seu pai, seguidor do islamismo.

Decidida em seguir a Cristo, a pequena cristã continuou se aproximando do Evangelho, enquanto era espancada por seu pai. Essa foi a rotina de Hadijah até os 11 anos de idade, quando teve a oportunidade de conhecer uma mulher que mudaria a sua vida para sempre.

Mellina, uma mulher cristã que conhecia a rotina de violência envolvendo Hadijah, resolveu oferecer proteção para ela em sua própria casa. Para surpresa de todos, o pai da criança permitiu que a filha fosse morar com a cristã.

“Ela não tinha amor de ninguém. Até outras crianças batiam nela”, disse Mellina, segundo informações da UG Christian News.

Atualmente o pai de Hadijah está mais compreensivo com a decisão de fé da filha. Ele até já enviou ajuda financeira para ela, segundo relatos da organização Portas Abertas.

Franklin Graham diz ter “vergonha” de líderes que negam a fé cristã: “Responderão a Deus”

“Que vergonha. Você vai estar diante de Deus um dia e dar conta a Ele”, afirmou o líder cristão, filho do memorável evangelista Billy Graham.

Esse tema passou a ocupar o debate no meio cristão após dois proeminentes líderes se manifestarem publicamente expressando sua apostasia: Josh Harris, autor do livro Eu Disse Adeus ao Namoro, que abandonou o ministério pastoral e a fé cristã; e Marty Sampson, compositor de canções de louvor da Hillsong que declarou estar “perdendo a fé”.

Durante um podcast, Franklin Graham declarou a Todd Starnes que essas pessoas estão “em um lugar muito perigoso para estar fora da proteção de Deus”.

“Por qualquer motivo, eles decidiram que vão virar as costas a Deus e aos padrões de Deus”, disse o evangelista, acrescentando que estava especialmente preocupado que eles se sentissem obrigados a tornar suas dúvidas públicas.

“[Deus] adverte as igrejas que lhe dão as costas e esses jovens que renunciaram à fé tornaram isso público. Por que eles fizeram isso tão público? Eu acho que eles só queriam publicidade. Caso contrário, por que eles simplesmente não deixaram sua fé e apenas ficaram quietos sobre isso?”, questionou Graham.

Em seguida, Franklin Graham enfatizou que não engrossará as fileiras dos seguidores desses dois ex-líderes cristãos. “E para mim eu vou continuar… fazendo o que faço. Eu acredito na Bíblia. Eu acredito que a Bíblia é a Palavra de Deus. Eu acredito em cada palavra da Bíblia. Eu não entendo tudo, mas acredito em tudo”, pontuou.

“Vou continuar fazendo o que faço e vou continuar dizendo às pessoas como elas podem ter um relacionamento com Deus, como elas podem ter seus pecados perdoados, e como isso pode ser feito e ter essa esperança do céu um dia colocando sua fé e confiança em Jesus Cristo”, acrescentou.

O âncora do podcast fez um contraponto em relação à manifestação de muitos fiéis nas redes sociais com críticas profundas: “E também devemos orar pelo Sr. Harris e pelo Sr. Sampson – para que eles também possam um dia se tornar seguidores de Jesus Cristo”, declarou.

Segundo informações do portal WND, a revista Relevant relatou que Marty Sampson postou uma declaração do Instagram, agora excluída, dizendo que atravessava um momento de fraqueza espiritual: “Estou realmente perdendo minha fé e isso não me incomoda. Tipo, o que me incomoda agora não é nada. Estou tão feliz agora, tão em paz com o mundo. É louco”, tinha escrito o compositor, enfatizando que não havia “renunciado” à fé, mas estava em “terreno instável”.

Já no caso do ex-pastor e escritor Josh Harris, a apostasia foi bastante objetiva. Ele disse com todas as letras, poucos dias após anunciar o divórcio da esposa, que não era mais cristão.

John Cooper, vocalista da banda de rock cristão Skillet, usou o Facebook para questionar o momento que a Igreja atravessa: “O que no nome de Deus está acontecendo com o cristianismo?”.

“Devemos parar de fazer líderes de louvor e líderes de pensamento ou influenciadores ou pessoas legais ou pessoas ‘relevantes’ as pessoas mais influentes da cristandade”, escreveu ele, em tom bastante crítico.

“O mais chocante é que, quando esses influenciadores negam sua fé, eles sempre terminam suas declarações com sua ‘nova percepção/nova verdade’ que é basicamente uma regurgitação das palavras de Jesus […] É realmente bizarro e irônico. Eles dizem ‘estou negando minha fé, mas lembre-se, ame as pessoas, seja generoso, perdoe os outros’. Humm, por quê?”, questionou o músico.

Marty Sampson reagiu aos comentários de Cooper, afirmando que estava havendo precipitações sobre o que ele havia dito: “Uau. Por onde começo? Que direito você tem de colocar palavras na minha boca? Eu não pretendo colocar palavras na sua. Pensar que estou tentando influenciar os outros, sem sequer me perguntar se essa é minha intenção é ofensivo. Eu escrevi um artigo sobre mim em uma revista relevante, ou [o portal] Christian Post citou [aspas] minhas?”, escreveu.

“Eu preciso desse tipo de crítica em um exame honesto do que eu acredito de completos estranhos? Eu nunca te conheci, mas você presume conhecer a mim ou a pessoas como eu? Eu só já postei sobre isso para explicar às pessoas (4k de seguidores no Insta, eu posso mencionar) onde eu estava em um modo honesto e genuíno. Não [para] influenciá-los em suas crenças. Não para chamar a atenção para mim mesmo. Não ter voz. Para lutar e aprender e crescer”, concluiu.

Coloque sua confiança em Jesus”, diz Justin Bieber para milhões de pessoas

cantor Justin Bieber segue mantendo a sua fé em Jesus Cristo. Com impressionantes 117 milhões de seguidores no Instagram, a estrela juvenil que se consagrou mundialmente como um fenômeno da música pop faz questão de testemunhar para os fãs o quanto a sua vida mudou, após ter se convertido ao Evangelho.

Recentemente Bieber publicou o trecho de uma mensagem do pastor Rich Wilkerson, proferido em um culto de domingo a convite de Kanye West. “Se você acredita ou não, e se você acredita em Deus ou não, Ele ainda acredita em você”, diz o líder cristão em um vídeo.

Com base nisso, Justin Bieber fez uma pergunta aos milhões de fãs, escrevendo com letras maiúsculas: “O QUE ACONTECERIA SE VOCÊ COLOCAR A SUA CONFIANÇA EM JESUS?”. Em outra postagem o cantor respondeu: “Coloque sua confiança em Jesus”.

Desde que se converteu a Cristo e se aproximou do pastor Carl Lentz, da igreja Hillsong New York , Justin Bieber e a sua esposa, Hailey Baldwin, que também é evangélica, se mantiveram longe dos holofotes.

O cantor pop suspendeu a carreira e passou a se dedicar ao cuidado espiritual. No começo desse ano Bieber explicou seus motivos ao responder o pedido dos fãs por um novo CD.

“Eu li muitas mensagens dizendo que vocês querem um álbum. Eu fiz turnês durante toda a minha adolescência e o começo dos meus 20 anos. Eu percebi, assim como vocês provavelmente também viram, que eu estava infeliz na última turnê”, disse ele.

“Eu não mereço isso e vocês não merecem isso. Vocês pagam dinheiro para vir e assistir a um show enérgico, divertido e eu não consegui dar essa sensação a vocês no final da turnê”, completou o cantor.

Por fim, Bieber pontuou que vem tentando consertar alguns problemas “enraizados” em sua vida e que retornará aos palcos quando “O Rei” decidir, em referência a Deus.  “A música é muito importante para mim, mas nada está acima da minha família e da minha saúde”, disse o cantor.

Com informações da CBN News.

“Deus criou a ciência”, diz PhD em genética molecular ao defender o criacionismo

Quando o apologista cristão, Norman Geisler, escreveu em seu livro “Não Tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu” (2004) que a não crença na existência de Deus é fruto da “indisposição mental para crer” e da “desonestidade intelectual” de muitos cientistas, ele já estava fundamentado pela ciência ao defender o criacionismo.

Com o passar dos anos, a tese de Geisler só tem sido reforçada por um número cada vez maior de cientistas ao redor do mundo, como a PhD em genética molecular, Dra. Georgia Purdom. Durante um programa da produtora Pure Flix, a cientista defendeu o criacionismo e a fé em Deus como algo fundamentado, também, na razão.

“Os cristãos têm uma fé fundamentada. Eu acho que muitas pessoas caracterizam os cristãos como pessoas que têm uma fé cega”, disse a Dra. Purdom durante um episódio de “Answering Atheists” (“Respondendo Ateus”).

“Eu sou uma cientista. Eu amo a ciência. Deus criou a ciência. Ele é a razão pela qual podemos estudar e trabalhar nessas coisas”, completou a geneticista, segundo o Christian Post, sugerindo que o criacionismo, conforme ensina a Bíblia Sagrada, é a explicação correta sobre a origem da vida.

Outro cientista que obteve repercussão esta semana por abandonar os preceitos da teologia da evolução de Charles Darwin, e defender implicitamente o criacionismo, foi David Gelernter, um famoso professor de Ciência da Computação da Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

Com amplo conhecimento em linguagem computacional, a qual depende de dados matemáticos precisos para a criação de novos programas e sistemas, Gelernter observou que a vida biológica, especialmente a genética molecular, também está fundamentada em dados lógicos precisos, e não aleatórios.

“Não há razão para duvidar que Darwin tenha explicado com sucesso os pequenos ajustes pelos quais um organismo se adapta às circunstâncias locais: mudanças na densidade da pele ou no estilo da asa ou na forma do bico”, escreveu o professor, se referindo ao que os criacionistas reconhecem como microevolução, isto é, adaptações focais e não de mutação entre espécies.

“No entanto, há muitas razões para duvidar se ele pode responder às perguntas difíceis e explicar o quadro geral – não o ajuste fino das espécies existentes, mas o surgimento de novas espécies [mutação entre espécies]. A origem das espécies é exatamente o que Darwin não consegue explicar”, afirmou o professor.

Recentemente, o Evolution News também informou que mais de 1000 cientistas em todo mundo já assinaram uma lista do Discovery Institute, uma organização de pesquisa sobre o “Design Inteligente” (DI), teoria essa que contrasta com a teoria da evolução proposta por Darwin.

Entre os cientistas que assinaram o Discovery Institute está o brasileiro Dr. Marcos Eberlin, que foi o primeiro cientista sul-americano a receber a Medalha Thomson, criada pela Fundação Internacional de Espectrometria de Massa (IMSF, na sigla em inglês).

“A honraria é considerada uma das mais importantes da área, tendo sido concedida a nomes mundialmente reconhecidos como John Bennett Fenn, ganhador do Nobel de Química de 2002; Graham Cooks e Michael Karas, docentes da Purdue University; e Fred Warren McLafferty, da Universidade de Frankfurt”, informou a Unicamp.

Pastor adverte que a igreja moderna está se tornando em uma organização social voltada ao entretenimento

Muitas igrejas de hoje “esqueceram” o seu propósito, tornando-se organizações sociais orientadas para o entretenimento, ansiosas por se misturar com a cultura secular, em vez de se concentrarem no discipulado bíblico, alertou o Pastor David Jeremiah.

A Igreja está sendo atacada; é esquecido o que a Igreja deveria ser ”, disse Jeremiah, fundador do Turning Point Radio and Television Ministries, ao The Christian Post. “Não somos um serviço de entretenimento; não estamos aqui para ver quão perto podemos chegar do que o mundo faz. Mas há muito do mundo na Igreja e vice-versa que não podemos dizer a diferença. Nós temos que manter a verdade. Nós temos que nos alimentar. Se isso não está acontecendo, você é uma organização social e não uma igreja ”.

Jeremiah, que também é pastor da Igreja da Comunidade de Shadow Mountain, em El Cajon, Califórnia, explicou que, em meio a um declínio nacional na freqüência à igreja, muitas igrejas se tornaram “obcecadas” em permanecer relevantes.

Há uma motivação incrível por parte de todos para ter sucesso, e muitas vezes as pessoas programam suas igrejas para ver quantas pessoas vão sentar nos bancos no domingo“, disse ele. “Não há nada de errado em levar as pessoas para lá, contanto que você compartilhe o Evangelho. Mas não há glória em apenas em números.

Não adore no altar de presença“, Jeremiah aconselhou. “Muitas coisas boas acontecem nas igrejas quando não há números enormes, mas o pastor preparou uma boa mensagem e há adoração. Nós saímos nessa coisa que temos que ser maior do que o cara da rua e como conseguir mais pessoas no prédio. Quando você está focado nisso, você nunca vai pregar nada que seja controverso e você sempre estará tentando descobrir como conseguir mais pessoas para vir.”

O autor de best-sellers do New York Times apontou que, ironicamente, as igrejas que se concentram no entretenimento e não apresentam todo o Evangelho estão realmente afastando a geração do milênio e a Geração Z. Ele citou uma pesquisa do Barna Group e da Cornerstone Knowledge Network, que descobriu que 67% dos millennials preferem uma igreja “clássica” a uma “moderna”.

Aqui na Califórnia, vemos interesse por parte dos millennials e mais jovens pela Bíblia e pela verdade”, disse o pastor. “Na maioria das vezes, vemos estatísticas sobre como as pessoas estão deixando a Igreja, mas, em muitos aspectos, os jovens estão exigindo mais verdade, mais ensino e menos entretenimento. Eles não estão interessados ??em expressões superficiais da religião ”.

Ele disse ao CP que muitos cristãos sentem-se inseguros quando se trata de viver cada dia como seguidores de Cristo – embora Deus capacite todos os crentes com tudo que eles precisam para andar com confiança como membros de Seu reino. Isto, ele disse, é frequentemente um fracasso da parte da liderança da igreja.

Os cristãos têm dois marcadores importantes em suas vidas: quando se tornam cristãos e quando vão para o céu. Mas a maioria dos cristãos não sabe o que fazer entre esses dois marcadores, e isso é porque as igrejas não os ensinam”, disse Jeremiah. “Toda a ideia de que Deus espera que construamos um caráter em nossas vidas é uma coisa estranha para tantas pessoas, porque não foi ensinada e explicada em nossos púlpitos.

O pastor está se preparando para o lançamento de seu último livro, “Tudo que você precisa: 7 passos essenciais para uma vida de confiança nas promessas de Deus”. Nele, ele descompacta 2 Pedro 1, delineando os sete passos essenciais para viver uma vida de confiança nas promessas de Deus.

“2 Pedro 1 diz que Deus nos deu tudo o que precisamos para uma vida piedosa; não “algumas coisas” – tudo “, disse Jeremiah. “Eu vejo pessoas correndo por aí tentando encontrar as coisas que supostamente precisam como crentes, e aqui está Deus nos dizendo: ‘Eu já te dei tudo o que você precisa’”.

Em Romanos, Deus descreve as qualidades do caráter que Ele quer que Seu povo cresça e se desenvolva: virtude, conhecimento, autocontrole, perseverança, piedade, bondade fraternal e amor.

O que eu tentei fazer é pegar cada uma dessas características e não apenas explicá-las, mas dar maneiras práticas de os leitores poderem usá-las“, disse Jeremiah. “Encorajo os leitores a tomarem essas preciosas promessas de Deus e memorizá-las, mantendo-as em seu disco rígido espiritual. Então verbalize-os. Quando compartilhamos essas verdades com os outros, isso os ajudará e nos encorajará, aprofundando nosso compromisso com as Escrituras. ”

Pegue um diário e, quando encontrar as Escrituras que falam a sua vida, escreva-as e construa seu inventário espiritual para que, quando enfrentar os problemas, esteja equipado com as promessas de Deus”, continuou ele.

Jeremias advertiu que os cristãos “não devem ser ignorantes das estratégias de Satanás” – e uma de suas maiores mentiras é que é bom “simplesmente flutuar” pela vida.

Paulo escreve em Filipenses que devemos ‘trabalhar a sua salvação com temor e tremor’, mas ao conversar com muitos cristãos, não é algo que pareça compreender”, disse o pastor. “Por outro lado, Satanás nos diz que é muito bom trabalhar em nossa salvação, mas quando não o fazemos bem ou bagunçamos, ele entra e diz: ‘Veja, eu lhe disse que não pode ser feito.’ Mas quando você estraga tudo, você não desiste. Você continua crescendo.

Em uma época de incertezas, Jeremiah disse que espera que seu livro encoraje os leitores a viver uma vida de confiança nas promessas de Deus e se apropriarem de sua salvação.

Eu já passei por duas rodadas de câncer, e uma coisa que aprendi com isso é que Deus realmente é tudo o que Ele promete ser”, ele compartilhou. “E onde quer que eu vá, uma das coisas sobre as quais conversamos é como Estamos todos vivendo sob pressões hoje, mas isso pode ser mitigado quando usamos o poder que Deus nos dá, baixado em nossas vidas através da Bíblia”.

Precisamos memorizá-las e praticá-las. Quando fazemos isso, obtemos o benefício das promessas de Deus que Ele claramente estabelece para nós em Sua palavra ”.

“Se você é cristão, eles matam você”, diz pastor ex-prisioneiro da Coreia do Norte

A perseguição religiosa aos cristãos na Coreia do Norte foi uma das pautas discutidas na reunião da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa, realizada na última quinta-feira (18) pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que contou também com a presença do presidente americano, Donald Trump.

O destaque sobre o país que ocupa o posto número um na lista de perseguição religiosa elaborada anualmente pela organização Portas Abertas, ficou para o pastor Kenneth Bae, que ficou preso na Coreia do Norte entre os anos 2012 e 2014, acusado de querer “derrubar o governo”.

O testemunho do pastor Kenneth fez parte de um documentário chamado Humanity Denied: Religious Freedom in North Korea, transmitido na ocasião da reunião. Segundo informações do portal The Christian Post, os agentes comunistas da Coreia chegaram à confessar ao pastor qual é o verdadeiro medo do regime de Kim Jong-Un.

“Eles disseram ‘nós não temos medo de armas nucleares… temos medo de alguém como você trazer religião para o nosso país e usá-la contra nós”, disseram os agentes, cientes de que voltados para Cristo, os coreanos deixarão o culto à personalidade do ditador Jong-Un.

“Então todos se voltarão para Deus e isso se tornará o país de Deus e nós cairemos’”, destacaram. O pastor Kenneth frisou que por causa do nível de perseguição religiosa altíssimo na Coreia do Norte, o cristianismo no país foi praticamente eliminado.

“A Coreia do Norte não é um país onde os cristãos estão sendo perseguidos; é um país onde o cristianismo foi eliminado, a eliminação total está ocorrendo. E se você é cristão, eles matam você, eles matam seus pais”, disse o pastor.

Na época em que foi preso, o pastor foi condenado a 15 anos de trabalhos forçados, mas felizmente, com a pressão internacional, ele foi libertado em 2014.

A reunião pró-liberdade religiosa feita na Casa Branca foi considerada um marco em defesa dos cristãos e outros grupos religiosos no mundo, visto que recebeu o apoio explícito da maior potência mundial, os Estados Unidos.

Na ocasião, Donald Trump também declarou que “na América, sempre entendemos que nossos direitos vêm de Deus, não do governo”, destacando que independentemente das decisões do estatais, a liberdade religiosa deve ser preservada.

 

Hillsong United virá ao Brasil para shows em São Paulo, Rio, Curitiba e Brasília

A turnê de divulgação do álbum “People”, da banda Hillsong United, chegará ao Brasil em novembro próximo. A informação foi confirmada pela filial da Hillsong Church em São Paulo.

Na última terça-feira, 23 de julho, a Hillsong Church divulgou que a venda de ingressos começará no próximo mês para as apresentações em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

“Nós estamos muito emocionados em anunciar que o Hillsong United está vindo com a The People Tour para a América Latina! Os ingressos para o Brasil estarão à venda em agosto — a partir da semana que vem”, divulgou a Hillsong São Paulo em sua página no Facebook.

O álbum “People” é o 14º disco ao vivo produzido pela banda Hillsong United. Lançado em abril de 2019, traz entre as músicas de destaque as faixas Whole Heart (Hold Me Now)Good Grace e Highlands (Song Of Ascent).

Fundada em 1998 na Austrália, a banda começou como um grupo de whorship (louvor e adoração, em inglês) voltado ao público mais jovem, já que a Hillsong Church já alcançava o público adulto com seu grupo de louvor com ministros veteranos.

Desde então, a banda cresceu e impulsionou a carreira musical de artistas como Brooke Frases, Taya Smith e Joel Houston, guitarrista e compositor filho dos fundadores da igreja, Brian e Bobbie Houston, e casado com a brasileira Esther Lima.

Além das apresentações no Brasil, serão realizados shows em outros dois países da América do Sul: Buenos Aires, Argentina, em 19 de novembro; e Lima, Peru, em 21 de novembro.

Turnê “People” – Hillsong United

Curitiba
08 de novembro
Pedreira Paulo Leminski

São Paulo

09 de novembro
Arena Anhembi

Rio de Janeiro

14 de novembro
Km de Vantagens Hall

Brasília

16 de novembro
Estádio Mané Garrincha

Egito legaliza 127 igrejas em aprovação histórica

Um comitê criado pelo governo egípcio aprovou a legalização de 127 igrejas que anteriormente estavam sendo consideradas ilegais naquele país.

Milhares de igrejas construídas no Egito esperavam desde 2016 para serem legalizadas e, assim, não sofrerem com a represália do governo.

Apesar da lei aprovada naquele ano, o processo de legalizações das igrejas não foi acelerado e apenas 1.021 receberam permissão para continuarem funcionando, segundo a International Christian Concern.

Muitas igrejas ainda aguardam para serem legalizadas, mas a autorização dessas 127 denominações já representa um começo promissor em um país onde os cristãos enfrentam violência e perseguição.

Segundo o Portas Abertas dos EUA, os cristãos egípcios ainda enfrentam a perseguição diária de grupos dentro da população de maioria islâmica, bem como os maus-tratos do próprio governo.

O Egito ocupa o 16º lugar entre os países mais hostis para com os cristãos.

 

Diretora de escola é acusada de punir alunos cristãos que recusaram atividade LGBT

A diretora de uma escola primária que forçou crianças a participarem de uma Parada Gay no ano passado agora foi denunciada às autoridades por punir ilegalmente seus alunos – crianças de 10 anos – com base em supostos comentários anti-LGBT.

Susan Papas, chefe da Escola Primária Heavers Farmer, na região de Croydon, sul de Londres, suspendeu um menino e uma menina por cinco dias depois que uma das crianças pediu permissão a um professor para não participar de uma aula sobre o Mês do Orgulho Gay.

No dia 20 de junho, o menino Farrell, sentado ao lado de sua amiga Kaysey em sala de aula, perguntou ao seu professor: “Senhor, por favor, posso não participar desta lição?”. O menino havia acabado de receber material LGBT para colorir. Ele negou a permissão dizendo que a aula LGBT fazia parte do currículo.

Depois da aula, o professor teria anotado em seu relatório que Farrell teria usado “linguagem homofóbica” por supostamente dizer “LGBT é uma droga idiota”, o que a criança nega.

Farrell, que estava sentado com Kasey, diz que é cristão e disse a um professor visitante que ele não aceitava LGBT por causa de sua religião.

Na ocasião, o professor perguntou às duas crianças: “Você quer que eles [LGBT] morram?”. “Nós dissemos não”, respondeu Farrell. Se, no entanto, isso ocorresse em outros países, eles seriam punidos por serem gays, disse o menino.

O professor perguntou a Farrell de onde ele era, e ele disse que ele tinha ascendência “africana jamaicana”, e acrescentou que lá “todo mundo é cristão e católico, então eles não aceitam LGBT”.

Mais tarde, a diretora Susan Papas gritou para as duas crianças na frente da turma, de acordo com Kaysey. “Como você ousa? Você é uma decepção para a escola”.

Susan Papas então colocou as crianças em salas diferentes e inquiriu a Kasey: “Como você se atreve a dizer que quer matar pessoas LGBT?”. Kasey respondeu: “Eu não disse matar”. Em seguida, a diretora então gritou para ela dizendo “sim, você disse, e não minta”.

Kaysey, uma cristã pentecostal, diz que ela foi mantida em detenção por cinco horas das 10h às 15h, de acordo com informações da entidade Christian Concern.

Os pais de ambos os filhos se queixaram ao Diretor Principal: “É ilegal excluir por uma razão não disciplinar”.

O código de disciplina também declara que “seria ilegal suspender um aluno” por falhar em “atender a condições específicas antes de ser reintegrado, como participar de uma reunião de reintegração”, no que a escola insiste no caso das duas crianças.

Ambos os pais insistem que seus filhos não fizeram comentários homofóbicos e a versão dos meninos é apoiada por outras crianças da turma e seus pais. Eles citam o parágrafo 8 da Orientação de Exclusões: “Ao estabelecer os fatos em relação a uma decisão de exclusão, o diretor deve aplicar o padrão civil da prova; isto é, ‘no equilíbrio das probabilidades’ é mais provável que um fato seja verdadeiro, em vez do padrão penal de ‘além da dúvida razoável’”.

Em cartas separadas, os pais também apontam que “a imposição da suspensão de um dia falta tanto a necessária proporcionalidade e equidade necessária para justificar uma longa punição” dada a “idade, maturidade, origem religiosa e cultural” de seus filhos.

“Você agiu de maneira contrária ao Dever de Igualdade da escola; precisamente o dever de eliminar a discriminação baseada na religião ou crença e de promover boas relações entre aqueles com características protegidas”, os pais acrescentam em sua carta à diretora Susan Papas.

As mães Karen Francis-Austin e Lisa Spence também pediram que seus filhos “sejam dispensados de qualquer outro ensino ou atividades que envolvam a promoção de pontos de campanha LGBT”.

Além disso, os pais citam a Seção 9 da Convenção Européia de Direitos Humanos insistindo que “as escolas mantidas devem ter em consideração o princípio de que os alunos devem ser educados de acordo com os desejos dos pais”. As famílias citaram ainda o Protocolo 1, Artigo 2, que cria uma obrigação legal da escola de respeitar a maneira como os pais procuram criar os seus filhos de acordo com sua fé cristã.

“Eu afirmaria ainda que a imposição aos pais de materiais de campanha divisórios que se chocam com as crenças religiosas profundamente arraigadas da minha família, equivale a doutrinação tanto no sentido do Protocolo 1, Artigo 2 da Convenção e Seção 406-407 da Lei de Educação de 1996. e, portanto, é totalmente proibido”, escrevem os pais.

Histórico ativista

Esta não é a primeira vez que Susan Papas é acusada de fazer militância LGBT. Em outra oportunidade, ela despertou a ira dos pais na escola que educa 750 alunos em um bairro altamente multicultural e de religiosidade plural em Londres.

Em 29 de junho de 2018, os pais ameaçaram protestar em uma Parada Gay organizado pela escola primária. Susan Papas tinha enviado cartas convidando os pais para assistir ao desfile e celebrar juntos “o arco-íris de coisas que eles e sua família especial fazem”.

Na ocasião, 14 pais queixaram-se que a diretora foi “forçando a agenda LGBT agressivamente para as crianças pequenas de uma maneira que abusa dos direitos dos pais e vitima os pais”.

Uma das mães, Izzy Montague, cristã, se recusou a permitir que seu filho de quatro anos de idade participasse do desfile e queixou-se com a Secretaria de Educação Damian Hinds que a escola tinha iniciado “proselitismo sistemático de seus jovens e vulneráveis alunos”.

O Christian Legal Centre, que está apoiando Izzy Montague, argumentou que a escola fez o tema “LGBT se tornar um elemento onipresente da vida escolar”.

Montague diz que se sentiu “intimidada”e que a escola adotou postura de confronto em relação a ela depois da queixa de que seu filho “foi forçado a participar de um evento que vai contra nossas crenças cristãs”. Mais tarde, essa mãe transferiu seu filho para uma escola católica.

Os pais ficaram ainda mais indignados quando Attie Papas, a filha da diretora, marcou uma reunião com eles e compareceu usando uma camiseta com as palavras: “Por que ser racista, sexista, homofóbico ou transfóbico, quando você pode simplesmente ficar quieto?”.

Susan Papas disse que a camiseta usada por sua filha – uma estudante de pós-graduação de “sociologia esportiva e teoria feminista” – cujos artigos incluem “Uma abordagem psicanalítica feminista aos papéis do pênis, o falo e as normas de gênero hegemônicas” não violou o código de conduta da escola.

Ruth Anderson, uma das mães, declarou que a diretora havia abusado seu papel e deveria renunciar. Ela ainda explicou que vários pais haviam se recusado a deixar seus filhos irem para a escola no dia da Parada Gay em protesto contra a postura militante de Susan Papas.

“Havia bandeiras de arco-íris ao redor da escola, e as crianças foram orientadas a usar cores brilhantes. Isso não é ter orgulho em si mesmo, isso é um apoio gritante para LGBT. Eu não sou homofóbico, mas minha fé me ensina um certo conjunto de crenças, e eu não quero que a escola da minha filha faça escolhas por ela”, disse Ruth.

O Christian Legal Centre está apoiando Karen Francis-Austin, mãe de Kaysey, e Lisa Spence, mãe de Farrell, alunos que foram punidos por solicitar o direito de não fazer a atividade com temática LGBT.

Andrea Williams, diretora executiva do Christian Legal Center, disse: “É por isso que os pais estão começando a ver os perigos da imposição da nova ideologia sexual e de gênero que não permite a dissensão mesmo de crianças inocentes de dez anos de idade”.

“Esse incidente ressalta novamente quão agressiva e intolerante a agenda LGBT pode ser. Uma ideologia que tem que recorrer a táticas tão pesadas para forçar crianças de dez anos a aceitar algo que, instintivamente, não o fazem, apenas destaca como essa ideologia é esmagadora da vida”, acrescentou a jurista cristã.

“Aqui vemos a fragilidade de toda essa agenda sexual imposta a nossos filhos e incapazes de resistir ao desafio de crianças inocentes de dez anos. Quando os ‘valentões’ sabem que o direito não está do lado deles, recorrem à coerção e à intimidação. Isso é exatamente o que está ocorrendo na Escola Primária Heavers Farm”, contextualizou Andrea Williams.

Ao final, a jurista especializada na defesa da liberdade religiosa declarou que o comportamento dos ativistas é contraditório com seus discursos: “Não é o sinal de uma ideologia vivificadora sendo promovida em uma escola quando tem que recorrer a táticas tão cruéis em crianças de dez anos para forçá-las a aceitar algo que, instintivamente, elas não aceitam”.

Igrejas transformam crise migratória nos EUA em oportunidade de evangelismo

A tentativa de entrada ilegal nos Estados Unidos da América é um problema que se arrasta durante décadas, mas que se intensificou após o início da gestão do atual presidente, Donald Trump, e a crise humanitária na Venezuela. Todavia, para algumas igrejas, essa também é uma oportunidade de evangelismo que não deve passar despercebida.

Sami DiPasquale, diretor executivo da New Town, um centro de apoio que atende pelo menos 1000 imigrantes em El Paso, região americana que faz fronteira com o México, informou que 30 igrejas se uniram para realizar um trabalho pioneiro com essas pessoas.

“Elas foram anfitriões, elas doaram materiais, motivaram suas denominações”, disse DiPasquale. Apenas a igreja Tiny El Elyon recebeu 70 imigrantes todas as noites e por vários meses seguidos. No local eles têm suas necessidades básicas acolhidas, mas também recebem apoio espiritual.

“Costumávamos fazer isso todos os dias, sete dias por semana”, disse o pastor Maribel Velázquez. O líder religioso disse que diante da crise migratória, entendeu que sua igreja não poderia ficar de braços cruzados. “‘Senhor, o que você quer que eu faça? É uma multidão que precisa de nós’”, orava ele.

O pastor DiPasquale explicou que a intenção das igrejas é mudar o foco na abordagem aos imigrantes, nesse caso, não simplesmente mandando-os de volta para seus países de origem, mas aproveitando a ocasião para realizar um trabalho missionário com eles.

“Deus está nos chamando para entrar em uma lacuna”, disse o presidente da World Relief , Scott Arbeiter, se referindo ao papel da igreja no suporte humanitário e espiritual aos imigrantes, segundo informações da rede de TV CBN News.

“A diferença não pode ser preenchido pela Patrulha de Fronteira, e eles reconhecem isso. Eles não podem ser preenchidos pelo governo dos Estados Unidos, e eles reconhecem isso. As igrejas estão entrando com essa necessidade desesperada”, conclui.

China lança campanha para eliminar as igrejas nas casas e assim exterminar o cristianismo

O governo chinês lançou uma nova campanha em abril para erradicar as igrejas domésticas clandestinas, de maneira que só permaneçam as igrejas de Três Eu autorizadas pelo estado e fortemente restringidas.

A nova campanha, de acordo com a International Christian Concern (ICC), é chamada de retorno à zero. O objetivo é “desmantelar a escala [das igrejas], dissolver a organização e dispensar a igreja”, disseram fontes à ICC.

O objetivo final é “eliminar o cristianismo” da esfera pública, disse a ICC.

Igrejas dentro da China são obrigadas a se registrar no governo e se tornar parte do movimento Três Eu. Pastores dentro do movimento Três Eu enviam seus sermões para autoridades do governo para aprovação. Em algumas igrejas de três ou três anos, o governo proíbe que as crianças participem.

Tais restrições levaram milhões de chineses a se unirem a igrejas em lares ilegais e sem registro.

Em Return to Zero, as igrejas domésticas devem se unir ao movimento dos Três Seres ou se dissolver.

Em abril, funcionários do governo visitaram a Igreja de Zaidao em Pequim e foram orientados a participar do movimento Três Eu, informou o ICC. A congregação faz parte da China Gospel Fellowship, uma rede de igrejas domésticas.

A China fechou a Igreja Shouwang, de 1.000 membros, uma congregação da casa, no início deste ano.

“Até agora, tem havido igrejas em todo o país que foi oprimido com diferentes táticas pelo governo local, com o objetivo de forçá-las a se juntar a Três Eu ou cessar suas atividades”, disse um acadêmico cristão não identificado ao ICC. “Aqueles que se recusarem serão banidos ou terão que fechar suas igrejas. Para essas grandes redes de igrejas domésticas, a atitude do governo é atacá-los e destruí-los com firmeza”.

 

Cristão sobrevive milagrosamente após ser queimado vivo três vezes pelo Estado Islâmico

Em entrevista para um documentário feito por Sean Feucht e Bethel Music, um cristão iraquiano conta que Jesus apareceu para ele duas vezes em seus sonhos quando foi preso pelo Estado Islâmico. Além de ter sofrido tortura, ele diz que sobreviveu após ter sido queimado vivo três vezes.

O homem, que não teve o nome revelado, faz parte da comunidade yazidi, povo massacrado por militantes do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) desde 2014. Ele conta que Jesus o resgatou da religião do seu povo para ser um cristão.

Feucht relata em entrevista à Fox News que “os yazidis foram realmente alvos do genocídio do ISIS. Eles foram estuprados, espancados, executados”.

O músico, que também é missionário, explica que “o ISIS não queriam aprisioná-los, eles queriam matá-los, apagá-los do mapa.”

O homem contou que foi queimado vivo três vezes pelo ISIS depois que descobriram que ele era um seguidor de Cristo. Ele disse que seu corpo “não ardeu” nenhuma vez quando foi preso e torturado pelos terroristas islâmicos radicais por dois meses.

“Ele falou comigo”, compartilhou o cristão perseguido, referindo-se a Jesus em seus sonhos.

Feucht disse ao homem: “Jesus apareceu duas vezes para você em um sonho porque Ele ama você”.

Ele conta que os membros do ISIS o encharcaram em 20 galões de gasolina. Mas apesar de ter sido queimado vivo, ele disse que inexplicavelmente sobreviveu ileso. Ele creditou sua sobreviência a Jesus.

“Eles me atearam fogo, mas eu não queimei”, disse ele.

Documentário

A história do cristão iraquiano faz parte do próximo documentário “Hearts and Hands: Iraq” (Corações e Mãos: Iraque), que deve ser lançado ainda este ano. Uma prévia será mostrada na conferência “Heaven Come”, que acontece em agosto, em Los Angeles.

Feucht disse que procura mostrar a realidade dos cristãos perseguidos e ajudá-los em suas necessidades.

Seu grupo recentemente arrecadou mais de US$ 100.000 para distribuir alimentos, cobertores, colchões e outros materiais, além de oferecer aconselhamento sobre terapia de trauma e programas para crianças, ensinar música e orar com cristãos perseguidos na região onde o cristianismo floresceu, mas está quase extinto, de acordo com avaliação de líderes cristãos.

“Eu sinto que somos realmente chamados para os lugares mais perseguidos, fechados, escuros e marginalizados”, disse Feucht.

Nos últimos 15 anos, o líder de adoração da Bethel Music foi para a Coreia do Norte, Índia, Afeganistão… “São alguns dos países mais fechados e lugares onde é ilegal ser cristão”, explicou.

Ele conta que nestes lugares viram e ouviram incríveis histórias de milagres.

Feucht disse que é encorajado pelo crescimento da igreja no Iraque, China e Índia, lugares onde a perseguição aos cristão é mais acentuada.

“Nossa equipe está no Iraque agora, e o Departamento de Estado dos EUA acabou de enviar uma notificação para que ‘todos os americanos deixassem o Iraque’ e todas as ONGs foram embora, mas nosso pessoal ainda está lá. Estávamos lá pelo ISIS. Nós estivemos lá, no pior dos piores”, disse Feucht. “Todos achavam que éramos loucos. Quando todos estavam saindo, nós chegamos e, por causa disso, temos um próspero projeto lá”.

Para Feucht, o trabalho missionário está no DNA de sua família, como filho de médicos missionários que o levaram em viagens a lugares remotos de pessoas não alcançadas, ele viu o que a maioria dos americanos cristãos, que representam apenas 5% da população cristã global, não consegue ver.

“Queremos redefinir missões para uma geração na qual somos os primeiros a responder. Essa é a essência do evangelho, entrar em lugares onde ninguém mais está disposto a ir”, concluiu Feucht.

 

Motorista de ônibus interrompe trajeto e entra em igreja para se batizar

Um motorista de transporte coletivo do distrito de Sobradinho, em Brasília (DF), emocionou as redes sociais na última semana, ao aparecer em um vídeo no qual ele interrompe o trajeto que estava fazendo em seu veículo de trabalho para se batizar em uma igreja.

Segundo informações repassadas pela Igreja Adventista do Sétimo Dia de Sobradinho, onde ocorreu o batismo, à IASD de Turmalina, o condutor — que ainda não teve seu nome revelado — tentou trocar seu turno com mais de 10 colegas para não perder a data marcada pela igreja para o seu batismo, no final do mês de abril, porém não conseguiu.

Apesar de não ter conseguido a troca, não desistiu do batismo. Então, avisou à liderança da igreja que estava disposto a se batizar, mesmo estando em horário de trabalho e pediu a ajuda de todos para que o batismo ocorresse rapidamente. Contando com a cooperação de todos, ele parou o ônibus em frente à igreja, desceu correndo e adentrou à igreja.

Já ciente da situação, o pastor recebeu o homem à frente da igreja e explicou que o batismo ocorreria rapidamente, porque o motorista precisava voltar ao trabalho.

Enquanto o batismo ocorria dentro do templo, jovens da igreja entregavam livros evangelísticos para os passageiros.

As mensagens de apoio à atitude do homem foram diversas.

“Deus o abençoe por sua decisão,as opiniões alheias nãos interessam,seja feliz ao lado de Cristo”, escreveu um usuário do Facebook na publicação do vídeo.

“Deus tem pressa de salvar os Seus… Correu mesmo sem tempo e enquanto há tempo!!”, destacou outro internauta.

“Isso que é tomar a decisão certa e fazer a escolha certa, isso se chama fé. Que Deus abençoe este homem”, declarou outra usuária das redes sociais.

Clique no vídeo acima para assistir o momento em que ele adentra à igreja.

 

O motorista de um coletivo tentou trocar a escala pra se batizar hoje e não consegui trocar com mais de 10 pessoas, porém ele parou o ônibus na porta da igreja, pediu licença alguns minutos explicou o motivo se batizou, enquanto isso os jovens entregaram livros para os passageiros, ele se batizou e voltou ao trabalho!Parabéns aos irmãos da Igreja Adventista do 7° Dia de Sobradinho distrito de Brasília, pelo empenho nas orações.

Posted by IASD Turmalina on Tuesday, April 23, 2019

Muçulmano se rende a Jesus após colocar religião à prova: “Tive dúvidas ao ler o Alcorão”

Depois de ver aumentar suas dúvidas sobre o Islã — a religião de sua criação na Arábia Saudita — Mohammed* começou a procurar a verdade através da internet. Sua curiosidade mudou sua vida para sempre.

“Por muitos anos, tive dúvidas ao ler o Alcorão”, disse Mohammed à Portas Abertas. “Por exemplo, o fato de que Alá e Maomé são considerados iguais. Como poderia Maomé, um homem pecador, ser igual a Deus?”.

Com o passar do tempo, Mohammed notou mais inconsistências e decidiu colocar sua fé muçulmana à prova. Durante toda a sua vida, ele aprendeu que se deixasse de fazer uma das cinco orações diárias, seria punido por Alá.

“Então, decidi parar de orar por apenas um dia e ver o que aconteceu”, conta Mohammed. “Nada de ruim aconteceu. Pelo contrário, tive um dia de trabalho bem sucedido”.

A dúvida continuou crescendo e Mohammed começou a pesquisar sobre outras religiões na internet. Ele se deparou com a mensagem da Bíblia e chegou a baixar um aplicativo em seu smartphone, onde aprendeu os fundamentos básicos do cristianismo.

Mohammed se sentiu cada vez mais ansioso por conhecer cristãos, visitar uma igreja e ter uma Bíblia.

Na Arábia Saudita — o 15º país que mais persegue cristãos no mundo, segundo a lista da Portas Abertas — os nativos são proibidos de entrar nas igrejas. Os convertidos do islamismo podem enfrentar a pena de morte e as Bíblias são consideradas ilegais.

Pesquisando a verdade

Mas o risco de prisão, discriminação e até morte não impediram Mohammed de conhecer a Cristo.

Em viagens para dois países diferentes no Oriente Médio, onde os cristãos são autorizados a visitar igrejas autorizadas, ele tentou entrar em um dos templos. No entanto, essas igrejas “abertas” geralmente não podem ministrar aos muçulmanos, apenas aos próprios cristãos.

Sem desistir, Mohammed fez uma nova pesquisa na internet e encontrou um site cristão voltado para o mundo árabe. “Eu sei que Jesus Cristo é o Filho de Deus”, ele digitou. “Posso fazer uma visita? Por favor, me leve a uma igreja e me dê uma Bíblia”.

A equipe de mídia social do site convidou Mohammed para o seu país. Finalmente, após anos de dúvidas e investigações, ele participou de seu primeiro culto, com outros crentes ao seu redor e adorou o verdadeiro Deus pela primeira vez. “Senti meu coração cheio de alegria”, lembra.

Naquele dia, um novo mundo se abriu para Mohammed. Ele passou a frequentar todas as reuniões de estudo bíblico, às vezes até quatro por dia, e conversou muito com os pastores da igreja.

Quem é Jesus para você?

Depois de alguns dias, um dos líderes da igreja perguntou: “Mohammed, quem é Jesus para você?”. Sua resposta não poderia ter sido mais clara: “Jesus é meu Salvador, meu Deus”. O pastor continuou: “Você acredita que Ele morreu por seus pecados na cruz?” Mais uma vez, uma confirmação completa: “Com certeza”.

Alguns dias depois, a liderança da igreja batizou Mohammed durante uma reunião especial. Na frente de um novo grupo de amigos, ele declarou ser um seguidor de Cristo. No dia seguinte, Mohammed retornou à Arábia Saudita como um cristão nascido de novo, levando consigo seu bem mais precioso: sua primeira Bíblia.

Mohammed agora vive como um cristão secreto na Arábia Saudita. Se as autoridades do país ou sua família descobrirem sua fé em Jesus, sua vida pode estar em perigo. Nem mesmo sua esposa e filhos sabem que ele se converteu ao cristianismo. Ele continua sendo discipulado através das mídias sociais.

“Ore por Mohammed e crentes como ele, que são forçados a viver sua fé em segredo. Ore para que eles encontrem uma comunidade online de cristãos com os quais possam orar e crescer em Cristo”, pede a organização.

Nome fictício por motivos de segurança.

‘Mão de Deus’ protege Israel quando o sistema falha, segundo operador do Domo de Ferro

O sistema de defesa de mísseis de Israel, Iron Dome, tem sido uma parte importante na segurança da nação. Mas o baixo número de vítimas é encarado como favor de Deus.

O sistema de defesa de mísseis de Israel bloqueou 86% dos mísseis lançados pelo Hamas no início do mês, segundo dados do Exército israelense.

Entre os 690 mísseis disparados por terroristas palestinos contra Israel, 410 atingiram áreas desabitadas. Outros 279 foguetes foram acionados pelo Iron Dome (Domo de Ferro, em tradução livre). Destes, 240 (86%) foram interceptados com sucesso.

Outros 39 mísseis, cerca de 14%, conseguiram atingir Israel e causaram quatro mortes, segundo as Forças de Defesa de Israel.

O complexo o sistema do Domo de Ferro não é 100% eficaz e não consegue interceptar todo foguete disparado por militantes palestinos. Sendo assim, o contraste entre o alto número de foguetes lançados e o baixo número de vítimas tem sido encarado como favor de Deus sobre a nação de Israel.

Foi o que confirmou um operador do Domo de Ferro ao site Israel Today. O homem, que não foi identificado, relata que viu a bateria do sistema falhar três vezes para derrubar um míssil que seguia em direção a Tel Aviv, em 2014.

“Um míssil foi disparado de Gaza. O Domo de Ferro calculou precisamente [sua trajetória]. Sabemos onde esses mísseis irão pousar em um raio de 200 metros. Esse míssil em particular ia atingir os prédios do Azrieli Center, a Kirya Tower ou uma estação ferroviária central de Tel Aviv. Centenas poderiam ter morrido”, disse o operador.

“Nós disparamos o primeiro [interceptador]. Ele errou. Disparamos o segundo. Ele errou. Isso é muito raro. Eu estava em choque. Neste momento tínhamos apenas quatro segundos até o míssil pousar. Nós já havíamos notificado os serviços de emergência e avisamos sobre um incidente em massa”, acrescentou.

“De repente, o Domo de Ferro mostrou um grande vento vindo do leste, um forte vento que enviou o míssil para o mar. Ficamos todos atordoados. Eu me levantei e gritei: ‘Existe um Deus!’”, ele relatou.

“Eu testemunhei esse milagre com meus próprios olhos. Não foi contado ou relatado para mim. Eu vi a mão de Deus mandar esse míssil para o mar”, ele destaca.

Na mesma semana do ataque contra Israel, o coronel Ofer Winter, comandante da Brigada de Infantaria Givati, descreveu um nevoeiro misterioso que cobriu favoravelmente a ele e suas tropas enquanto avançavam em uma posição inimiga na luz da manhã, após o ataque noturno ser adiado.

O Coronel Winter rotulou a cobertura como “nuvens de glória”.

 

DEUS PROTEGE ISRAEL

INCRÍVEL, Mísseis do Hamás lançados sobre Jerusalém, retornam em pleno ar e cai sobre os Palestino.DIVULGUE ESSE VÍDEO PARA QUE TODOS SAIBAM QUE YAHWEH AMA E PROTEGE ISRAEL.

Posted by Pastor Daniel Vieira on Tuesday, May 14, 2019

Ex-oficial da Coreia do Norte se converte em presídio após ser preso por “deslealdade”

A Coreia do Norte ocupa o posto número um na lista de países que mais perseguem os cristãos no planeta, segundo a organização Portas Abertas. Essa é uma realidade que um ex-oficial do regime comunista do país, chamado Kim Yong-Hwa, conhece muito bem.

Kim foi acusado de “deslealdade” após um acidente locomotivo em 1988. Uma trem militar que estava sob a sua responsabilidade descarrilhou, porém, devido às condições precárias da ferrovia. No entanto, as autoridades acusaram o então oficial do Exército Popular da Coreia do Norte de “deslealdade”.

Este episódio afetou profundamente Kim, pois ele literalmente adorava o líder norte-coreano da época, o ditador Kim Il-Sung. “Eu até morreria por ele. Isso seria felicidade e alegria. Já que não havia Jesus naquela nação oficialmente, então ele era maior do que Jesus naquela época para mim”, lembra ele.

Kim foi condenado pelo regime da Coreia do Norte à prisão. Isso lhe fez querer se suicidar. Ele pensou em ir para a China e atirar em si mesmo, em um local isolado, para que ninguém achasse o seu corpo, já que a descoberta de suicídio seria outro motivo de acusação, dessa vez por “traição”, o que acarretaria perseguição aos seus familiares.

Kim não conseguiu escapar da prisão e felizmente foi isso o que lhe permitiu conhecer o Evangelho, ao ser transferido para um presídio no Vietnã. Ele contou que teve acesso à Bíblia através de outro detento.

“Ele estava me dando a Bíblia e eu estava lendo. Embora eu estivesse sempre sozinho, agora eu podia pelo menos me comunicar verbalmente, murmurar para alguém. Eu estava pedindo a Deus para me salvar. Por alguns anos, eu não tinha realmente falado, mas aquela conversa [ajudou]. Na verdade, eu amaldiçoei muito a Deus durante esse tempo. Eu também estava gritando por ajuda”, lembra.

Finalmente, ao sair da prisão Kim já havia criado intimidade com Deus e com a Bíblia. Ele se tornou evangélico e fundou a Associação de Direitos Humanos dos Refugiados Norte-Coreanos, onde auxilia pessoas com histórias parecidas com a sua, segundo o Christian Post.

Em carta, jovem ex-muçulmano narra encontro com Jesus: “Descobri a verdade”

O testemunho de conversão de um jovem muçulmano que vive na Turquia foi enviado por carta à emissora cristã SAT-7 – que se dedica a veicular programas evangelísticos em países onde há intensa dificuldade de pregação do Evangelho – expondo a importância do trabalho missionário nessas regiões.

A carta do jovem Omar (nome alterado por razões de segurança) foi compartilhada pelo portal God Reports, dos Estados Unidos, com o relato em primeira pessoa das experiências vividas pelo jovem criado numa família muçulmana que entregou sua vida a Jesus.

Confira a íntegra:

Eu sou da Turquia e não vim de uma base cristã. Desde cedo comecei a investigar diferentes religiões. Eu me lembro quando meu pai me levou para passear. Por alguma razão, ele me levou a uma igreja… não sei por quê. Quando entramos, senti que havia entrado em um mundo diferente. Eu estava cheio de paz. Olhando para trás, foi o Espírito Santo. Fiquei em conflito, confuso e comecei a orar: ‘Deus, guia-me para a verdade’.

Era véspera de Natal. Eu tinha 12 anos e, na minha busca, estava lendo uma Bíblia. De repente, senti que Jesus Cristo estava diante de mim. Eu não conseguia entender o que estava acontecendo. Instantaneamente, caí de joelhos e disse: ‘Jesus Cristo, eu acredito em você’. Imediatamente, soube que havia encontrado verdade e propósito para minha vida. 

Mas contar à minha família resultaria em graves conseqüências. Foi o momento mais difícil da minha vida. Eu perguntei a Deus o que Ele queria que eu fizesse, se eu dissesse aos meus pais.

Eu orei: ‘Se Tu queres que eu diga aos meus pais, eles devem vir até mim e perguntar sobre o cristianismo’. Cinco minutos depois, minha mãe entrou no meu quarto e viu uma cruz pendurada no meu pescoço. ‘O que é isso? Você se tornou um cristão?!’. Eu disse a ela que tinha [entregado a vida a Jesus]. 

Ela começou a chorar. Era como se eu tivesse cometido assassinato. Meus pais começaram a me pressionar com espancamentos e [tentavam] me fazer retratar. Por dois anos, eles só me deixaram sair de casa para ir à escola, para me impedir de ir à igreja. Eu lhes trouxe vergonha.

Finalmente encontrei a oportunidade de sair de casa e visitar uma igreja. Eu estava com tanta fome para aprender mais. Um homem na igreja me viu olhando por cima do livreiro e me deu vários livros. Eu os levei para casa e estudei em segredo, sempre escondendo-os dos meus pais. Eventualmente, eu cresci e saí de casa. Meus pais ainda estão em negação, mas eu descobri a verdade.

 

“Dos perseguidos é Reino dos céus”, diz pastor durante julgamento na China

Durante seu julgamento em um tribunal de Hong Kong, na China, o pastor Chu Yiu-ming, 75 anos, líder da Igreja Batista Chai Wan, fez uma declaração de fé enquanto era condenado por supostamente ter se envolvido com movimentos pró-democracia.

“Durante décadas, tenho pregado inúmeros sermões. Mas a mensagem que levou mais tempo de preparação e oração, e que provavelmente alcançará o maior público, é precisamente essa que está sendo entregue no banco dos réus”, disse ele.

Para o religioso, ser condenado vítima de perseguição religiosa é o cumprimento de sua missão. “Eu fui chamado como um servo do Senhor, em imitação de Cristo. Seguindo Seus passos, cumprindo Sua missão, fazendo conhecidas Suas preocupações pelo mundo. Sem medo da pressão política ou como os outros veem seu trabalho”.

É por isso que ele não se arrepende e nem guarda ressentimentos de seus algozes. “Nas palavras de Jesus, ‘felizes são os perseguidos por fazerem a vontade de Deus; o Reino dos céus pertence a eles! (Mateus 5:10)”, declarou ele durante o julgamento que aconteceu no último dia 9 de abril

Em 2013, Chu, juntamente com os estudiosos Benny Tai e Chan Kin-man, fundaram o Occupy Central with Love and Peace (“Ocupe a Central com Amor e Paz”, em tradução livre). O principal objetivo do movimento era promover a democracia através de manifestações pacíficas.

Por conta disto, o trio foi acusado e condenado por “cometer incômodos públicos”. Durante o julgamento na última semana,  cerca de 200 cristãos se reuniram para um culto na igreja Kowloon Union, onde Chu e os outros ativistas anunciaram pela primeira vez a campanha Occupy Central. Segundo o site Evangelical Focus, fora do tribunal, partidários seguravam guarda-chuvas como forma de protesto.

Se condenado, o pastor pode pegar até sete anos de prisão. Seu caso foi classificado como “m golpe esmagador contra a liberdade de expressão e protesto pacífico em Hong Kong” pela Anistia Internacional.

Filme cristão leva quase 100 funcionários a deixarem seus empregos em clínicas de aborto

Chuck Konzelman, diretor do filme pró-vida “Unplanned”, da Pure Flix, revelou ao Congresso Nacional dos EUA nesta semana que quase 100 trabalhadores de clínicas de aborto decidiram deixar seus empregos depois de assistirem à produção.

Durante seu depoimento ao Subcomitê da Constituição do Comitê Judiciário do Senado, Konzelman disse que 94 trabalhadores de clínicas abordaram a organização sem fins lucrativos Abby Johnson, da ex-diretora da Planned Parenthood, e ‘Then There Were None’, de acordo com a agência de comunicação ‘Pure Flix Insider’.

“1% dos trabalhadores de clínicas de aborto nos Estados Unidos, depois de ver um deles ser retratado no filme”, ​ disse ele, “decidiram mudar suas vidas… e o que eles fazem para viver”.

O cineasta da Pure Flix estava no Capitólio para falar em um painel sobre a suposta censura do Twitter sobre o filme “Unplanned”. Nos dias de lançamento do longa, no final do mês de março, a plataforma de mídia social suspendeu temporariamente a conta promocional do filme.

O filme “Unplanned” narra a carreira de oito anos da médica Abby Johnson na Planned Parenthood e sua conversão ao Evangelho e também ao movimento pró-vida, depois que ela assistiu a um médico realizar um aborto via ultrassom.

Ashley Bratcher, a atriz que interpreta Johnson no filme cristão, twittou na quinta-feira que ela recebe mensagens “todos os dias” de pessoas cujas vidas — e mentes — foram transformadas depois de ver “Unplanned”.

O filme superou as expectativas de bilheteria já no fim de semana de abertura, arrecadando US $ 6,1 milhões — mais que dobrando os lucros previstos.

Em uma entrevista no início deste ano para o site cristão ‘Faithwire’, Konzelman disse que o filme foi feito “para tempos como este”, observando a série de projetos pró-aborto que passaram pelas casas legislativas nos EUA nos últimos meses.

“Não poderíamos prever os rápidos desenvolvimentos que de repente estão chegando ao auge”, disse ele, “mas servimos a um Deus que pode e fez isso”.

 

“Não temos mais uma cultura de discipulado em nossas igrejas”, alerta pastor

Confirmado como um dos preletores do Encontro Sepal 2019, que será realizado entre os dias 6 e 10 de maio, o pastor David Kornfield concedeu uma entrevista para a organização, intitulada “Igreja e Discipulado”, onde o mesmo fez sérios alertas para às igrejas evangélicas da atualidade.

“A única pessoa que pode fazer discípulos é aquela que é discípulo. É impossível reproduzir o que não somos. Muitos dos que supõem ser discipuladores não o são porque não são discípulos”, disse o pastor, que é doutor em Educação pela Universidade de Chicago e missionário da Sepal (OC Internacional).

David focou na importância do discipulado como uma ferramenta de aprendizado e amadurecimento para o cristão, especialmente os pastores que, segundo ele, desprezam tal necessidade por, provavelmente, julgarem que já são autossuficientes e seguros na fé.

“A maioria dos pastores nunca aprende a ser discípulos, muito menos discipuladores. Se eles não o são, não há muita esperança para suas igrejas”, explica David.

“Por isso acredito tão firmemente no valor indispensável do discipulado e pastoreio de pastores. Acredito de forma profunda que pastores e discipuladores saudáveis são a maior chave para uma igreja ser saudável e também discipuladora”, destaca.

David utilizou a parábola dos talentos para ensinar que cada convertido deve ser discipulado, do contrário estará abandonado à própria sorte, sem o devido cuidado pastoral. Para isso, no entanto, os pastores precisam dedicar suas vidas ao ministério, tendo o Reino de Deus como o maior foco de suas vidas.

“Todo verdadeiro discípulo se torna discipulador, reproduzindo discípulos. Se não temos uma igreja de discípulos é porque o pastor não é discipulador”, disse ele.

“Hoje, os pastores estão ocupados com tudo e qualquer coisa menos com a missão de fazer discípulos. Jesus vivia uma vida simples, não fazendo quase nada das muitas atividades dos pastores de nossos dias, para poder dedicar-se ao discipulado”, completa.

Finalmente, David contraria a ideia de que um título de liderança pode ser algo mais importante do que saber discipular. O pastor enfatiza o cuidado como principal característica de um verdadeiro pastor, algo vivenciado pelos discípulos de Jesus Cristo.

“Para o Senhor, o discipulado focava a liderança principal da igreja. Focava os pastores e apóstolos que ele estava formando”, diz ele, segundo informações da Sepal.

“É impressionante que, em meio à formação de seus discípulos, Jesus os enviou como mensageiros, como apóstolos. Mas apenas ao final de seu ministério os enviou como discipuladores. Em certo sentido, o chamado a ser discipulador é maior do que o chamado a ser apóstolo”, conclui.

 

Alunos que oravam no pátio escapam ilesos após desabamento de escola

Um grupo de alunos escapou da morte quando o teto de uma escola desabou em Fortaleza (CE). Eles haviam se reunido no pátio para uma oração quando ocorreu o incidente.

Cerca de 90 alunos estavam reunidos no grupo de oração semanal, realizado na Escola Estadual de Educação Profissional Maria Ângela da Silveira Borges, localizada no bairro Vicente Pinzón, na capital cearense.

O caso, registrado na última sexta-feira, 29 de março, está sendo tratado pelos sobreviventes como um verdadeiro livramento. “A gente já ia encerrar, mas a nossa equipe entrou na conclusão para colocar mais um louvor. Tinham pessoas que nunca foram para célula e entraram quase no final. Foi aí que veio o ocorrido”, contou o estudante Douglas Sousa.

“O nosso intuito é de levar o nome do Senhor para as escolas, e falar que Deus cuida de cada detalhe em nossas vidas. Eu estava falando sobre a atitude e que Deus cuidava de cada detalhe em nossas vidas”, acrescentou o aluno, de acordo com informações do portal Tribuna do Ceará.

Agora, as investigações sobre o que causou a ruptura do teto do edifício estão sendo realizadas por um grupo de engenheiros da Secretaria da Educação, do Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE) e da empresa responsável pela construção da escola, que permanecerá interditada até obter o conhecimento do laudo.

“A Secretaria se coloca à disposição das famílias de todos os alunos e interditou a escola até ter conhecimento do laudo”, diz uma nota oficial divulgada logo após o incidente.

 

Jovem é curado de grave lesão no cérebro e médicos dizem que foi obra de Deus

O testemunho de fé de Cole Burton é mais que desafia à ciência. Após sofrer um grave acidente, ele sofreu uma lesão no cérebro que, segundo os médicos, deveria ter lhe deixado em estado vegetativo pelo resto da vida. No entanto, algo surpreendente aconteceu.

Burton é um militar de 21 anos, estudante de geologia na Universidade de Auburn, Estados Unidos. Sua vida mudou repentinamente quando ele estava com outros amigos examinando rochas ao longo de uma estrada.

Um carro dirigido por um motorista embriagado atropelou Burton e um dos seus amigos, Nick Hood, que morreu pouco tempo depois, segundo informações da emissora americana Fox News.

Levado para o hospital, Burton foi diagnosticado com uma grave lesão cerebral e seu prognostico não foi nada bom. Charlie Burton, pai do rapaz, disse que naquele momento lembrou do versículo que está em Efésios 3:20, que diz que Deus “é capaz de fazer infinitamente mais”.

“Contra circunstâncias avassaladoras, esse versículo nos deu coragem de pedir a Deus por um milagre. Ficamos humildes pelo fato de algumas pessoas não experimentarem a cura. Há coisas que nunca entenderemos, mas no momento essa foi a nossa fé, que Deus é capaz”, lembra o pai.

De fato, a fé da família em Jesus Cristo foi fundamental para que Deus operasse na vida de Burton, porque contrariando às expectativas da medicina, o rapaz começou a se recuperar, sendo curado da lesão cerebral.

“A maioria dos pais só tem o privilégio de ver o filho andar pela primeira vez uma vez. Agora, já vimos isso pela segunda vez”, disse Charlie. Seu filho, Burton, testemunhou o que ouviu dos próprios médicos a respeito do seu estado:

“Meus médicos me disseram que a ciência não pode explicar minha recuperação”, disse ele. “Eles me disseram que Deus tem algo a ver com isso”.

Atualmente Burton faz fisioterapia todos os dias e já pretende retornar aos estudos em setembro. A sua vida se tornou um exemplo de superação e fé para toda a família.

“Minha esposa e eu vemos os pequenos milagres que acontecem todos os dias. Isso te rouba completamente a capacidade de reclamar sobre a maioria das coisas com as quais nos preocupamos hoje”, disse Charlie.

 

Hindus invadem culto, agridem cristãos e queimam suas Bíblias no meio da rua

A perseguição religiosa aos cristãos tem sido intensificada, também, na Índia, onde o hinduísmo é a religião predominante. Grande parte disso parte do radicalismo motivado pela ideologia ultra-nacionalista, a qual não admite a presença de outras crenças religiosas em determinada cultura.

Um dos casos mais recentes de intolerância religiosa contra os cristãos ocorreu em Kurubatti, na cidade de Hosur, quando cerca de 15 homens dos grupos hindus Munani (Hindu Front) e Vishva Hindu Parishad (VHP) invadiram a casa de um estudante cristão no momento de uma reunião de oração.

Os intolerantes questionaram o motivo da reunião e sem seguida arrastaram os cristãos para fora do recinto, espancando eles violentamente. Em seguida, esvaziaram suas mochilas, jogando fora folhetos evangelísticos, hinários e suas Bíblias. Os hindus ainda queimaram às Bíblias com gasolina.

Este episódio ocorrido em 19 de março, mostra a gravidade da perseguição religiosa sofrida pelos cristãos na Índia, porque não se trata de uma violência praticada nas ruas, apenas, o que já é grave, mas dentro de suas próprias casas.

“Todas as reuniões cristãs correm o risco de serem interrompidas pelas forças Hindutva”, disse Nehemiah Christie, diretor de Legislação e Regulamentação do Sínodo das Igrejas Pentecostais em Tamil Nadu, referindo-se a um termo associado ao hindus que pregam o conceito de “Hindu Rashtra”, que seriam os verdadeiros dominadores do país.

“É preocupante ver que tais grupos invadem livremente casas, questionam a crença de alguém e apreendem artigos de adoração, incluindo Bíblias, e os profanam”, destaca Christie.

“A ideologia hindutva da intolerância e da impunidade está se espalhando neste estado, incitando as pessoas a perseguir e atacar as minorias religiosas, que só querem praticar sua religião ou crença pacificamente”, completou.

Apesar da onda de violência estar crescendo, autoridades indianas parecem ignorar a realidade e em muitos casos até apoiá-la, chegando a implementar leis que proíbem a conversão religiosa de hindus para outras religiões, como o cristianismo.

“O governo indiano não pode permitir que essa ideologia divisora ​​denuncie a identidade da Índia como uma nação historicamente amante da paz. Eles devem agir agora”, pede Christie, segundo informações do Premier.

“Pastores precisam plantar igrejas lideradas pelo Espírito Santo e não por suas preferências pessoais”

Palestrando durante a Conferência Exponencial, na terça-feira, na First Baptist Orlando em Orlando, Florida, o pastor Francis Chan falou sobre a necessidade de os pastores realmente aceitarem que Jesus Cristo, e não eles, quem manda nas igrejas, referindo-se a Efésios 5.

“Ele é o nossa cabeça. Então, à luz dessa verdade, como devo agir? Todos nós acreditamos que Ele é o cabeça, certo? E se ele não fosse o chefe da Igreja? Como você faria as coisas de maneira diferente? Pense nisso ”, pediu Chan, que abandonou seu ministério como pastor de uma megaigreja nos EUA para dedicar-se a escrever e trabalhar com discipulado individual.

“Eu percebo que muitas vezes eu não ajo como se Jesus fosse o chefe da Igreja. Eu não ajo como se eu fosse apenas um braço. Eu realmente não me humilho, ‘Senhor, você é o cabeça da Igreja. O que você quer que eu faça? O braço não faz nada a menos que a cabeça diga a ele para fazer isso’”, argumentou.

Para o teólogo, é preciso que os pastores declarem constantemente: “Deus, por favor, mate minha carne”. Destacou que sempre pede “que Cristo viva através de mim”. “De vez em quando, vejo o pequeno Francis. Mate-o, Deus. Não há nada para defender aqui. Eu quero ele crucificado. Eu realmente quero que Cristo viva através de mim”.

O preletor usou o exemplo de uma “piscina de ondas” que ele viu recentemente. Para Chan, aquilo “lembra da Igreja”.

“Eu posso criar uma onda. Eu posso fazer uma onda começar às 9:20. Eu posso ter um pico às 9:30. E então vai acabar às 9:50… Eu consigo criar uma onda artificial onde mexo com a emoção de todo mundo e então saímos dizendo ‘uau, Deus se moveu!’. Mas, bem, eu acho que isso foi feito pelo homem”, explicou Chan.

Albert Tate, líder da Fellowship Church em Monrovia, Califórnia, e outro pregador da conferência, implorou para que os pastores “parem de construir igrejas que se pareçam com vocês e comecem a construir igrejas que se parecem com Jesus”.

Ele não poupou críticas ao que vê em seu país: “Nessas igrejas… todo mundo se veste da mesma forma, todos fazem compras no mesmo lugar, todas têm as mesmas coisas, todos são quase da mesma idade. Deixe-me dizer uma coisa, você tem uma igreja que está pronta para o domingo, mas não está pronta para o céu”.

“Negue a Cristo, ou sua esposa pagará o preço”

Quando Manoj se converteu ao cristianismo ele não imaginava o que aconteceria com sua família alguns meses depois do encontro que transformou a sua vida.

Ele começou a compartilhar o Evangelho com seus vizinhos e isso enfureceu os nacionalistas hindus que resolveram se revoltar contra o recém-convertido e sua família.

Certo dia, uma multidão foi até a casa de Manoj, invadiram o imóvel e o arrastaram para fora, tirando com violência sua esposa, Geeta, e o filho mais novo do casal.

“Negue a Cristo, ou sua esposa pagará o preço”, disseram os manifestantes que agrediam Geeta enquanto exigiam que Manoj renunciasse sua fé em Jesus.

Além da mulher, o próprio cristão foi espancado pela multidão enfurecida que não conseguiram vê-lo negando sua fé. O líder do grupo teve uma ideia de como fazer com que Manoj se retratasse.

Ele arrastou Manoj até o lago, amarrou suas mãos atrás das costas para não se defender e começou a empurrar a cabeça para baixo da água. Ele continuou fazendo isso repetidas vezes, privando Manoj de ar por mais e mais tempo. Ainda assim, não funcionou.

“Se você não negar a Jesus, nós vamos acender sua esposa e você vai vê-la queimar até a morte.” Com esta declaração, os homens da turba começaram a arrancar as roupas de Geeta dela, se preparando para mergulhá-la com querosene, mas ela conseguiu escapar.

Mesmo seminua, Geeta conseguiu fugir da multidão pela selva juntamente com seu filho, encontrando uma vila diversas mulheres que aceitaram escondê-los.

Os homens que a perseguiram encontraram o grupo de mulheres e questionaram se elas haviam visto a fugitiva ou seu filho, elas mentiram que eles estavam no mercado e eles não foram encontrados.

Algum tempo depois, Manoj e Geeta foram reunidos e levados para um local seguro. A equipe de campo do ministério Timothy Initiative em sua região ouviu sua história e imediatamente planejou visitá-los e incentivá-los com orações e assistência financeira, considerando que eles estavam agora permanentemente deslocados e haviam perdido tudo o que possuíam.