Erdogan “desapropria” 50 igrejas, que devem virar mesquitas

Os cristãos turcos estão enfrentando perseguições crescentes desde que o presidente Recep Tayyip Erdogan assumiu seu papel de líder islâmico. A nova determinação assinada por ele é o confisco de 50 igrejas siríacas, incluindo o mosteiro de Mor Gabriel, um dos mais antigos centros religiosos do mundo, datado do século IV.

O siríaco é um dialeto do aramaico, muito utilizado durante o primeiro milênio em todo o Oriente Médio e a Ásia. As igrejas siríacas são cristãs, ligadas à tradição ortodoxa.

A decisão de desapropriação, assinada por Erdogan, foi levada a cabo pela Direção Turca de Assuntos Religiosos (Diyanet), e ocorreu na província de Mardin.


Segundo a imprensa do país, o governador de Mardin foi obrigado a transferir as igrejas, mosteiros, cemitérios e outros ativos da comunidade siríaca para o tesouro nacional da Turquia, que por sua vez transferiu a propriedade para o Diyanet.

A Fundação que administra o Mor Gabriel, construção com 1600 anos de idade, tentou recursos jurídicos para interromper a transferência dos registros de escrituras dos locais de adoração cristã.

Desde que o referendo nacional concedeu um poder quase absoluto sobre a Turquia, Erdogan tem avançado sobre os direitos religiosos de todas as minorias do país. No ano passado, foram desapropriadas seis igrejas (católicas, protestantes e ortodoxas), em Diyarbakir. Uma delas tinha cerca de 1.700 anos.

“O governo não assumiu essas propriedades para protegê-las”, reclama Ahmet Guvener, pastor da Igreja Protestante de Diyarbakir. “Fizeram isso para fechá-las”.

Em abril deste ano, o presidente turco transformou em mesquita a Hagia Sophia – ou Santa Sofia – que no século 6 era um dos mais importantes locais de culto cristão do mundo. Há temores que ele faça o mesmo com todos os templos cristãos do país. Com informações de CBN

Chamar homossexualidade de pecado pode dar cadeia na Suécia

Poucas semanas depois que o Canadá aprovou uma lei onde qualquer pessoa que criticar LGBTS possa ser acusada ​​de “crime de ódio”, o governo da Suécia irá incluir manifestações contrárias à “identidade de gênero” na atual legislação, o que poderá resultar até em prisão.

“Este é um grupo especial vulnerável, que vem sendo exposto ao ódio há muito tempo”, disse o ministro da Justiça da Suécia, Morgan Johansson.

A legislação sueca sobre crime de ódio do país atualmente inclui qualquer ataque a indivíduos com base em sua orientação sexual, raça ou crença religiosa.


“Queremos nos distanciar do conceito de raça, já que, claro, não há qualquer evidência científica de que podemos dividir a humanidade em raças”, acrescentou Johansson.

A Suécia é o primeiro país europeu a regulamentar a tipificação de crime de ódio referente à população LGBT. Os cristãos parecem ser o grupo mais atingido por esse tipo de lei, uma vez que a simples menção da palavra “pecado” para se referir ao comportamento homoafetivo já seria o suficiente para uma denúncia.

A notícia vem na mesma semana em que escolas cristãs foram proibidas de ensinar seus alunos a fazerem orações antes das refeições e de oferecer classes bíblicas, pois isso violaria a “Lei de Educação” do país. Com informações Christian Post

Estuprada no dia do casamento perdoa agressores: “Minha fé ajudou”

A cristã Terry Gobanga ganhou destaque pela BBC por seu depoimento de superação. A mulher, que foi sequestrada e estuprada no dia do casamento e, em seguida, viveu várias tragédias, conseguiu superar os seus desafios. Confira sua história abaixo:

“Seria um grande casamento. Era pastora, então, todos os membros da nossa igreja haviam sido convidados, assim como nossos parentes. Harry, meu noivo, e eu estávamos muito ansiosos – afinal, nos casaríamos na Catedral de Todos os Santos de Nairóbi (capital do Quênia) e eu havia alugado um lindo vestido”, disse Terry.

No dia anterior ao casamento, Gobanga saiu à rua, para levar uma amiga ao ponto de ônibus, quando foi sequestrada e um pano foi enfiado em sua boca. A mulher lutava para se libertar, até que se livrou da mordaça, gritou e foi agredida.


“Os homens se revezaram para me estuprar. Sabia que ia morrer, mas estava lutando por minha vida, então quando um dos homens tirou o pano da minha boca, mordi o pênis dele. Ele gritou de dor e outro me esfaqueou na altura do meu estômago. Então, eles abriram a porta e me jogaram para fora do carro em movimento”, disse.

Uma criança viu Terry sendo jogada do carro. Tempos depois, a mulher estava no hospital e seu caso chamou a atenção da imprensa local. Os médicos disseram que os ferimentos a deixaram estéril. Mais tarde, seu noivo chega e contempla sua situação.

“Em julho de 2005, sete meses depois do que seria o nosso primeiro casamento, eu e Harry nos casamos e saímos de lua de mel”. Mas, para a surpresa de Gobanga, os dois foram envenenados durante a cerimônia. Harry morreu durante a lua de mel, e as pessoas passaram a encarar Terry como uma pessoa amaldiçoada.

Harry Olwande e Terry no dia de seu casamento
Harry Olwande e Terry no dia de seu casamento, em julho de 2005 (Foto: Arquivo Pessoal)

“Disse a todo mundo que nunca me casaria de novo. Deus levou meu marido, e o pensamento de passar por uma nova perda era demais para mim. É algo que eu não desejaria para ninguém. A dor é tão intensa, você a sente em todas as partes do seu corpo”.

Com o tempo, Terry conheceu Tonny Gobanga, por quem se apaixonou. A família não era muito a favor do matrimônio, e a mulher casou-se em lágrimas e receio de que seu futuro marido morresse. Com o tempo, descobriu que estava grávida, e hoje possui duas filhas.

Terry Gobanga com a família
Terry Gobanga com o marido, Tonny, e suas duas filhas (Foto: Arquivo Pessoal)

“Perdoei meus agressores. Não foi fácil, mas percebi que não valia a pena. Minha fé me estimula a perdoar e não pagar o mal com o mal, mas com o bem”, concluiu.

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Esquecemos as palavras de Jesus e o mundo se encheu de ódio, afirma evangelista Billy Graham

A violência desmedida dos nossos dias tem contribuído para uma ausência da esperança nas pessoas e na desestruturação das famílias e instituições, e contribuído para tomada de decisões precipitadas, que se mostram equivocadas posteriormente.

Esse cenário é comum a todos os países do mundo, e o evangelista Billy Graham, 98 anos, produziu um pequeno devocional abordando o assunto e ofereceu palavras de aconselhamento sobre como enfrentar tempos tão àsperos, pois em seu modo de ver, a sociedade chegou a tal ponto por omissão dos seguidores de Jesus.

“O mundo, nos últimos anos, retrocedeu a uma espécie de barbarismo. Como o cristianismo prático diminuiu, a grosseria e a violência aumentaram. Vizinhos discutem com vizinhos. Lutas são um grande problema em nossas escolas, e as ‘guerras de gangues’ dos adolescentes passaram a apresentar uma séria ameaça em nossas cidades”, constatou.

Essa esquizofrenia que assola a sociedade tem influenciado, inclusive, áreas que antes eram imunes a esse tipo de comportamento, e o resultado, de acordo com o veterano evangelista, é a ruína de toda a civilização ocidental.

“Pais e mães discutem e brigam. As casas estão se desintegrando. Os altos funcionários do governo em Washington se envolvem em xingamentos e em disputas acaloradas, que de modo algum, são coerentes com a dignidade de seus cargos”, queixou-se no texto publicado no site da Associação Evangelística Billy Graham.

“Por que e como toda essa selvageria surgiu em nossa vida social? É porque nos esquecemos das palavras de Jesus: ‘Feliz são os mansos; Porque eles herdarão a terra’. Vi homens resistentes, ásperos e endurecidos abrirem seus corações pela fé, receberem Cristo como Salvador, e tornar-se cavalheiros gentis, pacientes e misericordiosos”, testemunhou, compartilhando parte de sua experiência de quase um século de vida.

Ao final, Billy Graham compartilhou um versículo que reitera suas palavras: “A sabedoria que é de cima é primeiro pura, então pacífica, gentil e fácil de ser tratada, cheia de piedade e bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. -Tiago 3:17”.

 

Facebook quer ser “como uma igreja”, afirma Mark Zuckerberg

O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, fez uma palestra durante a Cúpula das Comunidades, promovida pela rede social em Chicago, Estados Unidos, onde fez uma revelação inesperada. Ele apresentou a nova “visão” por trás da empresa: “deixar o mundo todo mais próximo”.

Citando a necessidade de ajudar as pessoas a encontrarem propósito e significado em suas vidas, ele diz querer aproximar as pessoas. Por isso o Facebook mudou sua missão para focar na construção de comunidades que ajudem as pessoas a se conectar. Para efeitos de comparação, disparou “como igrejas”.

A surpresa vem do fato de Zuckerberg até recentemente afirmar ser ateu. Contudo, perto do Natal do ano passado, afirmou que não se via mais assim, embora não tenha especificado qual era sua nova fé.


“Eu vim de um lar judeu, mas passei por um período onde questionei as coisas. Porém, agora acredito que a religião é muito importante”, disse ele em sua conta pessoal do Facebook. No início deste ano, ele visitou diversas igrejas americanas e afirmou que estava lá para “aprender” com os pastores.

Durante a palestra em Chicago, ele explicou que o Facebook conseguiu chegar a cerca de 2 bilhões de usuários. Mas, em sua opinião, a humanidade continua “muito dividida” e por isso ele irá trabalhar duro para tornar o mundo “mais conectado”.

Para alcançar isso, Zuckerberg diz que deseja aproveitar o poder da vida em comunidade.

“Nossas comunidades nos dão essa sensação de que somos parte de algo maior do que nós mesmos. Que não estamos sozinhos e que temos algo melhor para alcançar. Todos nós entendemos o significado de comunidade – seja ela uma igreja, uma equipe esportiva ou associação de moradores – pois isso nos dá força para expandirmos nossos horizontes e nos preocuparmos com questões mais profundas”, explicou.

“Estudos provaram que quanto mais nos conectamos, mais felizes somos e mais saudáveis ​​seremos. As pessoas que vão à igreja são mais propensas a se envolver com a comunidade e contribuir para a caridade, não apenas porque são religiosas, mas também porque são parte de uma comunidade”, observou.

A partir dessa ideia, ele ressaltou: “Acho que isso é tão importante que vamos mudar a missão total do Facebook”.  Deixou claro também que existe um “vazio” deixado pela diminuição da frequência à igreja em muitas partes do mundo, sobretudo entre os mais jovens.

Para Mark, esse espaço poderia ser preenchido em parte pela vida online e a participação dos usuários em um número maior de “grupos” dentro da sua rede social, algo que ele vê como tendência.

Mais tarde, voltou a falar sobre isso. “Uma igreja não é apenas pessoas que estão juntas. Elas têm um pastor que se preocupa com o bem-estar de sua congregação e se importa se elas têm comida e um abrigo. Uma equipe esportiva tem um treinador que motiva as crianças e as ajuda a jogar melhor. São os líderes que estabelecem a cultura, nos inspiram, nos oferecem uma rede de segurança e cuidam de nós”.

Embora não tenha apontando para nenhuma comunidade religiosa específica, o CEO do Facebook observou que tem um desafio: “Temos de construir um mundo onde cada pessoa tenha um senso de propósito e comunidade. É assim que vamos aproximar o mundo”. Com informações Christian Post

Alunos de escola cristã são proibidos de orar antes das refeições

Um jardim de infância cristão em Umea, Suécia, está proibido de ensinar as crianças a fazerem orações antes das refeições e de oferecer classes bíblicas pois isso violaria a “Lei de Educação” do país. A legislação proíbe as instituições de ensino de incorporar “elementos confessionais” durante o horário das aulas e também dá o direito de as crianças não participarem de atividades religiosas.

A pré-escola, que é administrada pela igreja Exército da Salvação, foi acusada de não oferecer aos alunos a escolha de não participar das atividades consideradas religiosas.

A diretora Britt Marie Mårtensson reconheceu que a Lei de Educação “pode ​​ser interpretada de maneiras diferentes”, mas que a escola não entendia que dar graças a Deus pelos alimentos fosse considerado parte do período de aula.

“Como uma atividade confessional, acreditávamos que fazer uma oração era algo agradável antes das refeições”, revela. “Nossa interpretação da lei difere da do município”.

Os professores da escola expressaram sua decepção em cortar a oração da programação diária da escola. Agora, as crianças dizem uma rima e agradecem pelo sol, pela chuva ou algo de sua escolha antes de comerem, mas sem tocar no nome de Deus. Com informações Christian Headlines

Perseguição religiosa na Ásia Central faz esposa de pastor abortar bebê

Recentemente, Nadina*, uma cristã que vive em um dos países da Ásia Central, perdeu seu bebê. A gestação estava em seu quinto mês e por causa de uma situação de perseguição muito estressante, ela teve um sangramento, o que interrompeu a pequena vida que estava a caminho. Tammar*, seu marido, é líder de uma igreja e estava realizando um trabalho entre os uigures (grupo étnico existente em diversos países).

Segundo o ‘Portas Abertas’, o líder não possui registro para se reunir como uma igreja, por isso todos os seus trabalhos são considerados clandestinos. Muitos vizinhos se voltaram contra a família, inclusive um policial que mora nas proximidades. No domingo de Páscoa, houve um ataque à igreja, onde havia cerca de 20 fiéis. Policiais e uma equipe antiterrorista invadiram o local. Cada membro teve que preencher um formulário e assinar uma declaração reconhecendo ter ciência de que a reunião era considerada ilegal de acordo com as autoridades do país.

O líder foi multado e não quis assinar a declaração, mas Nadina o aconselhou a fazê-lo. A multa foi paga com a ajuda de outra igreja. Depois disso, ela se sentiu muito mal e passou por um período de muito estresse. Alguns dias se passaram e então, durante a noite, alguém deixou um cachorro morto em seu quintal com uma mensagem que dizia: “Estamos observando você”. Infelizmente, no dia seguinte, Nadina passou mal e perdeu seu bebê. “Se estamos passando por isso, sabemos que estamos no caminho certo”, conclui a cristã.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

Pedidos de oração

Interceda por Nadina e Tammar durante esse momento difícil, para que sejam consolados pelo Espírito Santo. Ore pela família, amigos e todos os membros da igreja. Peça pelos perseguidores, que eles sejam alcançados e constrangidos pelo amor de Jesus.

Fonte: Portas Abertas

Na Arábia, cristão se arrisca para espalhar a palavra de Deus

A história de Oliver* começa há alguns anos, quando ele dirigia a noite pelas estradas empoeiradas da Arábia, a fim de cumprir sua missão no Reino de Deus. Dentro de uma hora ele chegou a uma pequena aldeia, onde nunca esteve antes e até onde sabia, não havia um único cristão vivendo ali. Mas, ele tinha em mente que, quando Deus quer, tudo pode mudar.

Ele estacionou seu carro, desligou os faróis e aguardou um pouco. Não havia sinal de qualquer alarme, então, lentamente, ele retirou as Bíblias que escondeu debaixo dos bancos, abriu a porta com cuidado e saiu para fazer seu trabalho. Cautelosamente, ele colocou uma Bíblia em frente de cada porta. Em pouco tempo, todas as casas receberam uma semente do evangelho.

Em silêncio, ele voltou para sua casa e, quatro meses depois, em plena luz do dia, Oliver dirigiu novamente para a mesma aldeia, depois de ter orado incessantemente por aquelas pessoas, mesmo sem conhecê-las. Ele decidiu então parar numa lanchonete e numa breve conversa com o atendente, foi reconhecido por ser estrangeiro e até revelou que era cristão. Um dos homens perguntou a ele: “Você pode nos dizer algo sobre a Bíblia?”.  Esse homem revelou ainda que encontrou um exemplar em sua porta e, desde então passou a ler, mas que não entendia muito os textos.

Outros aldeões se juntaram a conversa e Oliver iniciou então seu primeiro estudo bíblico ali naquele lugar. Sua estratégia funcionou. Nos últimos anos, ele batizou alguns daqueles homens, e fez isto em segredo, por saber que era algo proibido perante a lei. Ele conseguiu formar pequenos grupos e agora a igreja está em crescimento na pequena aldeia.

A organização Portas Abertas o apoia com orações, Bíblias e materiais de discipulado para os novos convertidos. Ore por esse trabalho, interceda por Oliver e por todos aqueles que foram alcançados pelo amor de Jesus.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.

Fonte: Portas Abertas

“Deus é verdadeiramente o maior”, diz Lewis Hamilton ao receber capacete de Ayrton Senna como homenagem

Lewis Hamilton é um dos grandes pilotos da história da Fórmula 1, e sempre declarou sua admiração por Ayrton Senna, falecido em 1994. No último final de semana, igualou um dos maiores feitos do brasileiro e agradeceu a Deus pelo privilégio.

No Canadá, o piloto inglês igualou-se à marca de 65 pole positions estabelecida por Ayrton Senna ao longo de sua carreira. Antes, Hamilton já havia igualado o número de títulos mundiais, três, e superado o número de vitórias, 41. Atualmente, o piloto da Mercedes tem 56 troféus de primeiro colocado.

A família de Ayrton Senna, através do intituto que leva o nome do piloto, resolveu retribuir todo o gesto de carinho que Lewis Hamilton sempre demonstra pelo tricampeão e o presenteou com um capacete, no dia em que ele igualou a marca mais impressionante da carreira do brasileiro.

Ao receber o presente, Hamilton não conseguiu evitar a surpresa, e as câmeras de TV flagraram o piloto às lágrimas. “Estou tremendo. Para muitos de vocês, Ayrton foi o piloto favorito. Ele era o meu também. Receber isso, e empatar com ele é uma grande honra”, disse.

“Em absolutamente descrença com o que aconteceu hoje. Deus é verdadeiramente o maior. Meus sonhos mais loucos se tornaram realidade, e eu sou tão grato! Obrigado família Senna por esse presente inacreditável. O capacete do meu herói. UAU! Eu vou apreciar isso para sempre”, afirmou.

+ Lewis Hamilton agradece a Deus: “Ele tem um plano pra mim, mas não sei qual”

Em outras oportunidades, Lewis Hamilton já deu mostras de sua espiritualidade, agradecendo a Deus por suas conquistas e dizendo que “conta as bençãos” recebidas. No começo da carreira, afirmou sem meias-palavras: “Ele tem um plano para mim, só não sei qual é”.

“Eu apenas sou grato por estar aqui, é um clima bonito, só 22 de nós podem correr, eu estou na frente desses 22, então sou superabençoado, por isso, nesse período, eu apenas conto as minhas bênçãos”, disse o tricampeão mundial há pouco mais de um ano.

A emoção de Hamilton por ser presenteado com um capacete de Ayrton Senna se prolongou por algumas horas, já que levou a relíquia para o pódio, na foto oficial dos três primeiros colocados no treino de classificação, e também para a entrevista coletiva.

Janot faz defesa da ideologia de gênero e evangélicos reagem: “Querem doutrinar nossas crianças”

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, virou alvo da fúria das lideranças evangélicas e parlamentares cristãos após mobilizar a estrutura da PGR em defesa da ideologia de gênero. A reação contrária vem sendo preparada e uma reunião será marcada entre as duas partes.

Janot ordenou abertura de ações contra leis municipais que barraram o ensino da ideologia de gênero nas escolas públicas. Sete cidades já estão sendo processadas: Novo Gama (GO), Cascavel (PR), Paranaguá (PR), Blumenau (SC), Palmas (TO), Tubarão (SC) e Ipatinga (MG).

Para o procurador-geral, essas leis municipais são motivadas por princípios religiosos e estariam estimulando o sofrimento, violência, marginalização e evasão escolar de homossexuais, segundo informações do jornal Extra.

A “cruzada” de Janot, entretanto, não passou despercebida, e deputados da bancada evangélica já se manifestaram em tom de repúdio à intromissão da PGR no assunto. “É muito estranho o procurador-geral da República emitir opinião sobre motivação religiosa, afinal de contas é dever Constitucional a livre manifestação religiosa”, pontuou o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), referindo-se ao artigo 5º da Constituição.

Já Ezequiel Teixeira (PTN-RJ) considera que a atitude de Janot é autoritária, e promete protestar no plenário da Câmara: “Querem, de qualquer forma, nos enfiar goela abaixo a doutrinação de nossas crianças e adolescentes nas escolas”, disse.

De acordo com o jornalista Ernesto Neves, do Radar Online da Veja, em breve Janot “terá de lidar com a grita dos evangélicos”, já que uma visita dos deputados à sede da PGR acontecerá na próxima terça-feira, 20 de junho.

Cláudio Duarte chora ao falar sobre preconceito contra gays

O Programa Raul Gil voltou a levar um convidado evangélico neste sábado (20). Durante o quadro “Elas Querem Saber”, o pastor Claudio Duarte conversou com Val Marchiori, Thammy Miranda, Ciça Camargo e Lola Melnick.

Conhecido por usar o humor e a sinceridade para falar sobre questões espirituais, Cláudio foi questionado sobre vários assuntos pelas participantes do quadro. Falou, por exemplo, como seria o “casamento perfeito” e também deu dicas como ter sucesso nos relacionamentos.

Casado há 25 anos, confessou que não se casou virgem e que só se aprende a amar convivendo com a pessoa. Falou também sobre algumas das dificuldades de sua vida, especialmente na infância. Lembrou que grande parte disso é pelo fato de seu pai ter casado oito vezes e ele ter convivido em muitas casas.

Entre as questões abordadas por ele foi o excesso de críticas que recebe por suas posturas, como o uso do humor, o que não é bem visto por muitas igrejas. Reclamou também da “religiosidade tóxica” e do estereótipo comum dos “evangélicos” apresentados pela mídia.

Disse que não recebe salário em sua igreja e que vive de suas palestras.

O momento que teve maior emoção foi o questionamento sobre aceitação das chamadas “minorias”. O pastor demonstrar ser contra o preconceito com a comunidade LGBT e se emocionou ao abordar o tema. Ele deixou claro que não é homofóbico, mas continua contrário ao relacionamento homoafetivo.

Relatou ainda que tem um meio irmão que é gay e eles continuam amigos. “Essa coisa absurda da extremidade que tornou o mundo do jeito que está”, lamentou. Deixou claro que condena toda forma de preconceito, mas isso não significa que ele irá negociar seus valores.

Thammy, filha transexual de Gretchen, disse durante a entrevista: “Você foi o único convidado que me respeitou aqui, nem os artistas que se dizem moderninhos me trataram assim”. Ela levantou para abraçá-lo e a imagem chamou atenção de grande parte da mídia.

Assista:

 

Portas Abertas denunciam que cristãs sofrem uma “dupla perseguição”

Geralmente quando a mídia usa o termo “guerra contra as mulheres” geralmente é para falar sobre a legalização do aborto ou outros temas pautados por movimentos feministas. Contudo, a maior parte dos meios de comunicação se abstêm de cobrir a verdadeira guerra contra mulheres – as que são escravizadas e torturadas por sua fé por radicais islâmicos.

A diretora de Ações Institucionais da Missão Portas Abertas EUA, Kristin Wright, falou com o Centro de Pesquisa de Mídia sobre a perseguição aos cristãos em todo o mundo e como se evita usar o termo genocídio, embora seja exatamente o que está acontecendo.

De acordo com um documento das Nações Unidas de 1948, genocídio significa “qualquer um dos seguintes atos cometidos com a intenção de exterminar, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso”, o que inclui matar e causar sérios danos físicos ou mentais, além do sequestro de crianças”. Isso é considerado pela Organização um “crime contra a humanidade”.


Apesar de se enquadrar nessa descrição, o relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito das Nações Unidas sobre a Síria, presidida pelo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro negou-se a admitir que os cristãos estão sendo vítimas de genocídio, optando por citar apenas outras “minorias”.

Kritin enfatizou que as mulheres enfrentam uma “dupla perseguição” em muitos países. Para ela, a imprensa deveria fazer mais. “Definitivamente não estão cobrindo o suficiente”, desabafou, pontuando que o assunto é ignorado ou minimizado na maioria dos veículos da grande mídia. “Nós definitivamente deveríamos estar vendo e ouvindo mais sobre a situação dos cristãos que enfrentam perseguição, bem com membros de outros grupos de fé.”

Como exemplo, ela cita o sequestro das 276 meninas de Chibok, Nigéria, sequestradas pelos extremistas do Boko Haram em 2014.  “Esta história ganhou as manchetes logo que aconteceu. Mas o que ouvimos sobre isso nos últimos três anos? Quase nada. “Mesmo quando eles mostram algumas delas sendo libertadas, como ocorreu com 82 na semana passada, a motivação religiosa para o crime é sempre omitida dos relatos jornalísticos.

“Definitivamente há uma guerra contra as mulheres. Não há dúvida sobre isso”, acrescentou a diretora. “Se você olhar para todas as maneiras como as mulheres sofrem… são histórias dolorosas, absolutamente devastadoras, e sinto que elas não estão sendo contadas tão frequentemente quanto deveriam”, lamentou

Como advogada de direitos humanos, Wright já se encontrou com vítimas do Estado Islâmico, tanto  cristãs quanto yazidis que foram estupradas, sequestradas e viram membros de suas famílias serem mortos diante de seus próprios olhos.

A Portas Abertas, a ONG cristã em que ela trabalha, mantém vários trabalhos com refugiados e dedica uma atenção especial às mulheres. Em um desses locais, no Iraque, ela ouviu vários testemunhos chocante de cristãs.

Essas histórias “precisam ser divulgadas”, disse Wright,  lembrando que na maioria das nações islâmicas as mulheres cristãs sofrem duplamente, tanto pela sua fé quanto pelo seu gênero. “São vistos como a parte inferior da sociedade, tratadas como alguém que pode ser estuprada,  forçadas a casar ​​ou a se converter, e não há qualquer punição aos perpetrador”.

Expectativa de mudança

Apesar de o governo Barack Obama ter dado um péssimo exemplo, tentando de todas as formas desvincular a morte premeditada de cristãos pelos muçulmanos de motivações religiosas – no que continua sendo seguido pelos governos europeus – o quaro começou a mudar este ano, com o início da administração Donald Trump.

Logo após sua vitória nas eleições, ele afirmou que iria proteger os cristãos perseguidos. No último dia 10, o vice Mike Pence reafirmou essa disposição.

“Saibam, com segurança, que o presidente Trump reconhece esses crimes como atos vis de perseguição, impulsionados pelo ódio, ódio ao evangelho de Cristo. O presidente sabe quem são as pessoas que cometeram esses crimes. Eles são a encarnação do mal em nossos dias. E ele os chama pelo nome: terroristas islâmicos radicais”, denunciou.

Segundo o Centro de Pesquisa de Mídia, nos últimos dois anos e meio, os telejornais mais vistos do mundo relataram apenas 60 vezes a perseguição aos cristãos no Oriente Médio, na África e no Sul da Ásia. Desses 60 relatos, apenas seis usaram a palavra “genocídio”.

No mês passado, um estudo do Centro de Estudos sobre Religiões mostrou que os cristãos são o grupo mais perseguido do mundo” com “até 600 milhões” sendo “impedidos de praticar sua fé de alguma maneira” em 2016.

Demitido por dar exemplar da Bíblia a aluno, professor vence causa na Justiça e recupera emprego

A vitória na Justiça de um professor cristão que foi demitido após dar um exemplar da Bíblia Sagrada a um de seus alunos se tornou notícia internacionalmente e vem inspirando cristãos em todos os lugares a se manterem firmes na defesa da liberdade religiosa.

Walter Tutka sentiu-se motivado a doar uma Bíblia a um aluno que ficou curioso a respeito de uma citação feita por ele durante uma aula. O docente disse que “assim, o último será o primeiro, e o primeiro, será o último”, fazendo referência a Mateus 20:16. O estudante manifestou curiosidade sobre a frase, e procurou o professor para entendê-la;

De acordo com informações do portal Faith Wire, o professor atendeu o aluno e mostrou-lhe a passagem bíblica em questão. Ainda mais interessado em aprender sobre a Bíblia, o jovem estudante pediu ao professor que o desse uma cópia, e assim Tutka ofereceu um exemplar das Escrituras para ele.

No entanto, a situação repercutiu entre os demais alunos e professores, e a direção do Distrito Escolar de Phillipsburg considerou que o docente cristão havia violado uma regra que proíbe os educadores locais de distribuir literatura religiosa nas escolas. Assim, Tutka foi demitido.

 

O fato, registrado no final de 2012, não acabaria nessa situação. O professor cristão recebeu ajuda jurídica da organização Liberty Institute e moveu um ação. Anos depois, a sentença foi favorável a Walter Tutka, que foi readmitido em seu antigo emprego, por ordem da Justiça.

A Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego do governo federal dos Estados Unidos entendeu que o argumento do professor cristão era sólido, e que ele havia sido discriminado por causa de sau fé.

“Estamos muito satisfeitos por termos cumprido a missão que pretendemos alcançar: restaurar o professor Walt Tutka como educador substituto em Phillipsburg”, disse Hiram Sasser, advogado da Liberty Institute. “Nós sempre soubemos que Walt cumpriu todas as políticas do distrito escolar e as leis federais. Agora o professor está voltando ao seu serviço para a comunidade de Phillipsburg”, concluiu.

Oração me ajudou a vencer o câncer, diz ator de Batman sobre cura

Val Kilmer foi um dos mais requisitados atores de Hollywood ao longo dos anos 1990, interpretando personagens protagonistas em grandes filmes, como Batman Eternamente e O Príncipe do Egito. Agora, fora do circuito, ele voltou a ser notícia por ser curado de um câncer.

Na última quarta-feira, 17 de maio, o ator de 57 anos participou de um chat de perguntas e respostas no Reddit e afirmou que venceu um câncer na boca através da oração, e agradeceu às pessoas por demonstrarem carinho e dedicarem tempo orando por ele.

“Estou muito grato por todas as orações e bons pensamentos de todo o mundo. As pessoas que sabem que sou um cientista cristão fazem a suposição de que de alguma forma me ameacei. Mas muitas pessoas foram curadas por oração durante toda a história. E muitas pessoas morreram por qualquer coisa que fosse a medicina moderna”, contou o ator.

De acordo com informações do portal The Christian Post, durante o tratamento, Val Kilmer conheceu o doutor Bernard Lown, famoso por ter idealizado o desfibrilador – aparelho que reanima pessoas com parada cardíaca – e ouviu dele um incentivo à valorização da vida.

 

“Ele começou a chorar sem que sua voz vacilasse e ele se inclinou em mim e disse: ‘Ajeite seu travesseiro. Vou te dizer o que digo a todos os estagiários. Ame. O amor cura. Mais do que qualquer outra habilidade, eu lhe peço para amar a vida que lhes é confiada para salvar’”, revelou.

Kilmer é cristão e um entusiasta do movimento de cientistas cristãos inaugurado por Mary Baker Eddy em 1866 em Boston, Massachussetts (EUA). Ela era uma estudiosa da Bíblia que decidiu se dedicar à fé após sofrer uma séria lesão naquele ano.

“Ao ler relatos de curas rápidas e poderosas de Jesus, um novo sentido de Deus, inundou seu pensamento. Impelida a entender o princípio por trás dessa experiência, ela continuou procurando e encontrando na Bíblia as leis de Deus que constituem hoje a base de seu ensino e prática na Christian Science”, resume o site oficial do movimento.

O câncer na boca que atingiu Val Kilmer é uma doença cuja incidência vem crescendo nos últimos anos, com o tabagismo, alcoolismo e exposição excessiva ao sol sendo os principais fatores de risco.

Os rumores de que o ator sofria da doença surgiram em outubro do ano passado, quando o amigo de Kilmer, Michael Douglas, também ator, falou sobre o problema em uma entrevista. O diagnóstico ocorreu em 2015, e ele passou por uma cirurgia como parte da luta contra a doença.

onversa com Bial: Priscilla Alcantara, Ton Carfi e “Jacinto Manto” mostram a face do jovem evangélico na Globo

Pedro Bial recebeu em seu novo programa na TV Globo os cantores Priscilla Alcantara, Ton Carfi e o youtuber Vinícius Rodrigues, que interpreta o personagem pentecostal Jacinto Manto, além do ateu e professor de sociologia da USP, Ricardo Mariano.

Na conversa, Bial explorou as origens dos três artistas gospel, influência entre jovens evangélicos e termos que fazem parte do cotidiano, montando um glossário sobre “canela de fogo”, “manto” e “cheio de azeite”, por exemplo.

 

O professor Mariano, convidado a comentar a representatividade dos evangélicos no Brasil, afirmou que o crescimento deste segmento religioso é um fenômeno que está próximo de completar 30 anos, com fôlego para continuar em expansão.

“Os evangélicos somam quase 60 milhões de brasileiros, atualmente. Eles têm o perfil muito jovem, urbano. É uma religião concentrada no meio urbano. Se antigamente no meio pentecostal os espaços legítimos de atuação eram casas, a igreja e o trabalho, nas últimas décadas eles passaram a ocupar todas as mídias: rádio, TV e internet, diversos formatos”, disse.

 

O tom crítico surgiu ao comentar questões que surgiram desse crescimento como “a política partidária/eleitoral”: “Começaram a vender produtos gospel – inclusive produtos eróticos gospel – e por aí afora”, criticou.

Pedro Bial se apressou em inserir o casamento gay na conversa, e Priscilla Alcantara adotou uma postura defensiva, falando apenas da visão da denominação que frequenta: “Eu sou da Igreja Bola de Neve, e é uma igreja que recebe muitos gays, inclusive eu tenho muitos fãs que são gays”, disse, sem no entanto, ressaltar a visão bíblica sobre a prática homossexual.

“Não são discriminados na igreja?”, insistiu o apresentador. “Óbvio que não. É o lugar onde eles têm que estar, e a gente faz questão de recebê-los. Nos meus shows, nas minhas ministrações, vão muitos. E eu acho que, independente do que seja certo e errado, o amor de Deus precisa ser pregado porque uma coisa que muitas vezes os cristãos esquecem é que a única pessoa que é capaz de convencer alguém, se a pessoa está errada, é o próprio Espírito Santo. Então, o nosso dever é levar o Espírito Santo até essas pessoas, para que por elas [mesmas], sejam convencidas, assim como nós somos, todos os dias”, disse a cantora.

A partir da resposta evasiva que recebeu sobre o casamento gay, Bial explorou um tema que envolve hierarquia nas denominações evangélicas, e ressaltou um ponto de vista que, embora peculiar, não é inverídico: “Está na origem protestante, que quando você não está satisfeito com um pastor, vira você pastor e faz a sua igreja”, provocou.

Mariano aproveitou a brecha e, mesmo ateu, demonstrou conhecimento histórico e compreensão do ambiente religioso protestante: “Exatamente. Lutero assegurou que o que salva é a fé. O crente é justificado pela fé. Então, não é o clero que salva, não é a instituição que salva, não são as boas obras, e nem a tradição. A referência central de Lutero é [o apóstolo] Paulo, e ele enfatizava a religião interior”, explicou.

O professor ateu usou a introdução ao assunto para explicar o motivo de existirem tantas denominações diferentes: “Outra coisa que aparece no discurso deles, claramente, é uma relação direta com Deus, sem a mediação institucional, clerical. Muita liberdade em relação à tentativa de controle institucional/pastoral”, frisou.

A conversa entre Bial e Mariano seguiu pelo lado sociológico, e o apresentador perguntou: “A disputa pelas almas, pessoas, pela fé, não se dá mais nas igrejas, é no espaço virtual, não é?”. E a resposta de Mariano foi conceituada em números, apontando para o possível surgimento de um movimento ecumênico entre católicos e evangélicos.

“Com a ocupação midiática feita pelos evangélicos, a partir dos anos 1980, há uma reação católica no Brasil. A Igreja passa a investir mais em televisão, passa a investir mais em outras mídias, sobretudo na internet. E o movimento de renovação católica carismática, que é a versão pentecostal no interior do catolicismo, compartilha músicas gospel. Em alguns países da América Latina, inclusive, há muitas reuniões conjuntas entre carismáticos católicos e pentecostais. No Brasil, isso ainda é muito incipiente”, ponderou.

Também ateu, Bial tentou encontrar um ponto de afinidade entre os dois grupos: “Têm Deus em comum, não é?”. A resposta de Mariano foi, novamente, crítica: “Eles fazem dobradinha também no Congresso Nacional em pautas morais”.

Futuro

“Quanto tempo até os protestantes serem maioria no Brasil? Dá pra dizer?”, questionou o apresentador ao professor de sociologia.

“Não dá para fazer uma estimativa, atualmente. Em 1980, segundo o Censo do IBGE, havia 90% de católicos no Brasil. Em 2010, havia 64%. Os evangélicos eram 6,6% em 1980, e 22,2% em 2010. Os sem-religião quintuplicaram nesse período, foram para 8%, e todos os demais grupos religiosos duplicaram de tamanho, foram para de 2,5% para 5% da população brasileira”, enumerou.

“A última pesquisa feita – e confiável – é do Datafolha, e estimava em 29% a proporção de evangélicos acima de 16 anos no Brasil. Isso significa entre 55 e 60 milhões de brasileiros no momento, porque eu acho [considerando os menores de 16 anos] que está entre 27% e 28% da população brasileira evangélica, no momento”, contextualizou Mariano.

De volta aos evangélicos, o apresentador quis saber “o que o jovem evangélico quer que todo jovem quer?”. Priscilla disse que é “respeito, alegria e dinheiro… brincadeira”. A reação da plateia foi de gargalhada.

“Liberdade está nisso?”, insistiu Bial. “Com certeza”, disseram os convidados.

“Prazer pode, também?”, provocou o apresentador. “A diferença, na verdade, entre um jovem cristão e não-cristão, talvez é a fonte de onde adquire o prazer, a alegria. Um jovem cristão sabe que pode encontrar a maior alegria do mundo num relacionamento com Deus. Então, eu acredito que seja isso”, resumiu Priscilla.

Assista a íntegra do programa:

 

Pastor é torturado todos os dias em prisão paquistanesa

A esposa de Zafar Bhatti, pastor que foi condenado à prisão perpétua na semana passada no Paquistão denuncia que seu marido está sendo torturado todos os dias. Devido às duras leis antiblasfêmia do país, o líder cristão não tem possibilidade de recorrer das acusações, que se resumem ao fato de ele pregar sobre outro Deus que não Allah.

“Já houve repetidas tentativas de matar o meu marido. Ele é intimidado todos os dias e não está a salvo dos outros detentos e funcionários da prisão. A cada dia eu me preocupo mais, pois tenho medo de receber a notícia de que ele morreu”, desabafa Nawab Bibi, de 65 anos.

Ela disse que ora por ele todos os dias e “quando vou visitá-lo, choramos juntos e oramos, buscando a intervenção de Deus. Eu sei que Deus vai libertá-lo um dia, mas peço que os cristãos em todo o mundo orem por ele e peçam que seus governos o ajudem”, acrescentou.

Segundo ela relata, a igreja liderada pelo marido cresceu muito, apesar de “muitos muçulmanos” conspirarem contra o seu ministério. “Gostaria que nossos perseguidores entendessem que os cristãos não são criaturas malignas. Somos seres humanos criados por Deus, o mesmo Deus que os criou, embora eles ainda não saibam disso”, lembrou.

Organizações cristãos estão arrecadando dinheiro para ajudar Bibi na luta pela liberdade de seu marido. Os filhos do casal foram forçados a ir morar com os avós da esposa, já que ela não tem condições de sustentá-los.

O pastor Bhatti está na cadeia central de Adiala desde 2012. Ele foi condenado após acusações falsas de ter enviado mensagens de texto “blasfemas” de seu telefone celular. Contudo, nada foi provado.

Seu caso é só mais um de líderes cristãos que são detidos pelo governo por não seguirem a religião oficial do país, o islamismo. Nos tribunais do Paquistão, a palavra de um cristão não é sequer considerada.

Segundo relatos, Bhatti enfrentou uma série de atentados contra sua vida na prisão, incluindo um envenenamento em 31 de março de 2013, o que o deixou em estado crítico, com sangramentos pelo nariz e pela boca. Com informações Christian Post

Missionários distribuirão 50 mil Bíblias no Iraque

Uma iniciativa da Missão Portas Abertas, em parceria com as igrejas do Iraque vai tornar possível a distribuição, até o final deste ano, de mais de 50 mil Bíblias para adultos e crianças. Também serão disponibilizados livros de estudo bíblico aos interessados.

Um homem, identificado como Sajjad, que já colabora com a Portas Abertas, costuma fazer viagens de distribuição pelo norte do Iraque, onde entrega muitas Bíblias aos jovens. Ele conta que uma garota de 13 anos, cujo nome não foi revelado por razões de segurança, comemorou o fato de, através desses livros, poder conhecer a Jesus.

Sajjad destaca que cerca de duzentas crianças pequenas, de famílias cristãs, receberam livros para colorir com histórias da Bíblia. As mais velhas receberam um livro com 27 histórias para ler. Muitas delas agora estão lendo suas próprias Bíblias.

No Iraque, país de maioria mulçumana, os cristãos não podem expressar sua fé livremente. Ele ocupa o sétimo lugar no ranking Mundial de Perseguição, elaborado pela Portas Abertas anualmente. Nos últimos anos o país foi arrasado por uma guerra contra os radicais do Estado Islâmico e outros grupos semelhantes, que tentaram exterminar o cristianismo na região.

Estima-se que 75% dos cristãos que viviam ali fugiram ou morreram. Atualmente, a Portas Abertas conduz o projeto “Mantenha a igreja viva no Iraque”, que arrecada recursos para os cristãos perseguidos naquele país. Com informações Portas Abertas

Em queda livre, denominações tradicionais podem desaparecer em 25 anos

De muitas maneiras, o que acontece nos Estados Unidos influencia o restante do mundo. Isso também vale para a questão religiosa, uma vez que grande parte da teologia consumida no Brasil tem sua origem na outra América.

O pastor batista Ed Stetzer, que além de estudioso e autor profícuo trabalha com o ministério Billy Graham, afirma ter identificado uma tendência preocupante. As denominações protestantes históricas, se não mudarem seus rumos, podem desaparecer em menos de 25 anos.

O declínio do protestantismo tradicional não é novidade. Isso inclui igrejas como a anglicana, luterana, presbiteriana e metodista. Nos Estados Unidos, esse grupo não é visto como pertencente a categoria “evangélico”.


A trajetória dessas igrejas, dominadas por uma teologia liberal e sem ênfase na evangelização, vem sendo objeto de discussão entre os pesquisadores há anos. Seu fim anunciado está muito relacionado com a demografia.

Como a tendência é as pessoas terem menos filhos, o crescimento orgânico dessa linha protestante não consegue acompanhar o número de membros que falece. O mesmo não ocorre entre outros grupos evangélicos, especialmente os pentecostais, que ainda crescem através de conversões.

De modo geral, o cristianismo enfrenta um declínio acentuado à medida que os norte-americanos se tornam ainda menos afiliados à religião. O pesquisador episcopal Kirk Hadaway já apontava em 1998 que a tendência era as pessoas se considerarem cada vez mais “espirituais”, mas sem terem ligação com qualquer igreja.

Ed Stetzer usou os dados recentemente divulgados do Levantamento Social Geral, fez uma projeção usando as taxas de declínio atuais e prevê que, caso não mudem drasticamente sua maneira de atuar, as denominações tradicionais deixarão de existir dentro de cerca de um quarto de século.

“Se os dados continuarem mostrando o mesmo padrão, os protestantes verão o número de membro chegar a zero em 2039. Logo, se essa tendência continuar, terão apenas mais 23 Páscoas”, escreveu ele em artigo para o Washington Post.

Teologia liberal

Em sua avaliação, os motivos para isso são conhecidos: “Ao longo das últimas décadas, as denominações protestantes tradicionais abandonaram doutrinas centrais que passaram a ser consideradas “ofensivas” para a cultura. Ou seja, que Jesus literalmente morreu por nossos pecados e ressuscitou dos mortos, a Bíblia é autoridade e a necessidade de conversão pessoal”.

Por exemplo, na Igreja Unida do Canadá, 20% dos pastores afirmaram não crer no Deus descrito na Bíblia. Vinte e nove por cento acredita em Deus, mas não o vê como “sobrenatural”. Pouco mais de 2% disseram ver Deus como uma “força” e 15,6% percebem Deus como uma “metáfora”.

Outro aspecto a ser levado em conta, destaca Stetzer, é que “alguns dos principais líderes protestantes rejeitaram ou minimizaram essas crenças… Mas se a expressão principal dessas igrejas não é diferente da cultura atual, as pessoas vão procurar respostas em outros lugares”.

O pesquisador disse acreditar que eventualmente essas denominações irão se reinventar para interromper a tendência de declínio, mas até lá muitos templos serão fechados, diminuindo significativamente sua influência.

Além disso, em alguns casos, estão surgindo movimentos que optaram por se desligar da denominação após decisões como a aceitação do casamento homossexual e a ordenação de pastores e pastoras LGBT.

Com isso, há denominações novas surgindo para ocupar esse espaço. Entre os presbiterianos, por exemplo, surgiu a Evangelical Covenant of Presbyterians, que reúne hoje cerca de 300 igrejas que se cansaram da agenda liberal da PCUSA.

O Centro de Pesquisa Pew indicou em 2015 que as igrejas de teologia liberal nos Estados Unidos estão perdendo quase um milhão de membros por ano. Com menos fiéis, diminuíram as entradas e com isso elas entraram em declínio. Dezenas de templos estão sendo fechados anualmente.

Chefe tribal morre, encontra com Jesus e tribo inteira se converte

Durante décadas, ninguém conseguiu chegar a uma tribo que vive em uma área remota das Ilhas Salomão por causa da hostilidade daquele povo. Tudo mudou quando Deus enviou dois missionários para pregar-lhes a Boa Nova. Entretanto, a mensagem de salvação só se espalhou por causa de um milagre.

O povo Kwaio, que vivia no interior da ilha de Malaita, tinha fama de ser violento. Durante décadas mataram todos os estrangeiros que tentavam se aproximar. Funcionários do governo, um sacerdote católico e pelo menos dois missionários evangélicos.

Parecia muito difícil que essas pessoas fossem ter acesso ao evangelho. No entanto, Deus começou a levantar vários missionários de Fiji que sentiram um chamado para aquela tribo.


Em 1990, um grupo de missionários chegou até o povo Kwaio. Eles estavam determinados a levar a mensagem. Na preparação para a tarefa, oraram e jejuaram durante sete dias.

Conseguiram contato com ex-feiticeiros, que haviam se convertido, a fim de identificar e lutar espiritualmente contra as forças demoníacas que operavam na área.

Dois desses missionários, Jack e Japta, caminharam um dia inteiro para o interior da ilha até chegarem a uma aldeia onde uma multidão estava reunida. Imediatamente, sentiram que algo estranho estava acontecendo ali.

O chefe da tribo, chamado Haribo, estava morrendo. Embora os dois cristãos tenham sido tratados com hostilidade, os anciãos da aldeia permitiram que eles vissem o moribundo quando disseram que o Único Deus verdadeiro poderia curá-lo.

Jack imediatamente compartilhou o evangelho com Haribo. “Eu esperei toda a minha vida para ouvir essa história”, comemorou o chefe. “Sempre senti que havia alguma mensagem sagrada como esta, mas ninguém veio nos trazer tais palavras. Como posso receber este Jesus em minha vida?”, pediu.

Os missionários oraram com ele. Duas horas depois, o chefe morreu.

A tribo preparou o corpo do chefe para o enterro, e Jack e Japta voltaram para a base, no litoral. No entanto, quando o sol já ia se pondo, Haribo subitamente se levantou. Foi um alvoroço na aldeia. Ele ordenou que os missionários fossem trazidos de volta e explicou o porquê.

Ele se encontrou com um homem chamado Jesus Cristo, que era o salvador e estava “vestido de roupas brancas brilhantes”. Foi levado então a um lugar bonito onde todos os que o adoravam viveriam para sempre. Não havia dor ou sofrimento entre eles, contou Haribo.

Depois, Jesus lhe mostrou um “lugar de grande tormento”, onde cairiam todos que rejeitassem a mensagem de salvação.

O chefe Haribo disse que Jesus permitiu que ele voltasse para que todos eles soubessem que a mensagem de Jack e Japta era verdadeira. “Este Jesus é a única maneira de experimentar a vida eterna”, garantiu.

Quando os dois missionários chegaram de volta à aldeia, ficaram surpresos ao saber o que tinha acontecido. Então compartilharam o evangelho com todos e praticamente todos ali receberam a Jesus como seu Senhor e Salvador.

Haribo permaneceu vivo até a manhã seguinte, quando deitou-se em sua cama e não acordou mais.

O evangelho acabou se espalhando e chegou às aldeias vizinhas, onde mais de 300 pessoas conheceram a Cristo. Hoje existem 11 aldeias cristãs naquela ilha.

Os detalhes dessa história estão no livro “Olhe o que Deus está fazendo! Histórias verdadeiras de pessoas ao redor do mundo mudadas pelo Evangelho”, escrito por Dick Eastman e reproduzido parcialmente pelo Gospel Herald.

Eastman relata que Deus continuou dando sinais entre aquelas aldeias tribais, realizando maravilhas que atraíram muitas pessoas para Jesus. Em certa ocasião, um raio atingiu e partiu ao meio uma pedra gigante, que era local de adoração dos sacerdotes tribais. Depois daquilo, abriu-se o caminho para que os sacerdotes e os moradores da aldeia recebessem a Cristo.

Desenganada pelos médicos, menina é curada após ser visitada por Jesus

Brittany Bakenhaster era uma criança precoce. Aos 3 anos já acompanhava os hinos na igreja e conhecia alguns versículos das Escrituras. Contudo, ela sofria com epilepsia, condição herdada  geneticamente.

Certo dia, sua mãe Jamie ouviu um ruído estranho vindo do quarto da menina. Diferentemente de sua genitora, o seu caso não podia ser tratado apenas com medicamentos, pois era muito mais grave.

A família se desesperou e começou uma campanha de oração pela pequena. A situação se agravou e os ataques ficavam cada vez mais frequentes. Segundo Jamie, a filha caía tanto que precisava andar com um capacete para evitar os traumas.


“Ela precisava de cuidados 24 horas por dia. Não importava se era noite ou dia, as convulsões continuaram”, disse Bruce, pai de Brittany. Acrescenta que o único conforto vinha da Palavra de Deus.

“Deus me deu uma promessa no Salmo 37: 4, 5: Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração”, testemunha. “Mas Deus me dizia para visualizar o que os olhos não veem”.

Aos 5 anos, Brittany teve uma crise séria, ficando no hospital por quase três semanas. “Os médicos tinham tentado de tudo; não havia nada mais que pudessem fazer”, lembra Jamie. Recomendaram que a família a levasse para casa e esperasse pelo pior. Os exames mostravam que o cérebro dela estava em uma situação crítica.

“Eu sabia que ela estava perto da morte, mas continuava dizendo: ‘Senhor, você disse que iria cuidar dela”, desabafa. Naquela noite, Jamie não dormiu. Passou em claro, intercedendo pela recuperação de sua filha.

Pela manhã, Brittany começou a falar e ficava dizendo ‘Jesus, Jesus.’  A menina começou a contar que recebera uma visita, um homem que tinha olhos como fogo e estava acompanhado de anjos. “Eu sabia que ela havia encontrado Cristo “, comemora a mãe.

A família levou Brittany de volta ao médico. Sem entender, disseram apenas que ela estava curada.  “Uma das enfermeiras me disse: “É um poder superior”, revela Jamie. “E eu disse ‘Sim, é Jesus. Ele a curou”. Para ela, embora tenha parecido que demorou muito tempo, “Deus cumpriu sua promessa, ele sempre cumpre”.

A família Bakenhaster contou recentemente seu testemunho no programa Clube 700, da CBN.   Hoje uma adolescente, Brittany quer ser psicóloga. Continua gostando de cantar na igreja e sempre que pode conta sobre como foi seu encontro com Jesus Cristo.

“A glória de Deus brilhava ao redor dele e anjos o acompanhavam, na frente, atrás, por toda parte”, disse Brittany. “Eu me sentia tão tranquila, tão à vontade. Tudo o que posso dizer é que não há nada comparado a isso. Nunca experimentei nada parecido nesta terra. “

Pesquisa de instituto de esquerda constata: brasileiro é conservador e não abre mão da família

A crise ética que assola o Brasil expôs a rejeição do povo às ideias “progressistas” que integram a base do discurso dos políticos e partidos de esquerda. A constatação foi feita em uma pesquisa recente, que também evidenciou o que já é consenso na sociedade: família e religião são valores dos quais o brasileiro não abre mão.

A Fundação Perseu Abramo, um braço do Partido dos Trabalhadores (PT), realizou uma pesquisa nas periferias e descobriu que o brasileiro das classes C, D e E tem visões econômicas liberais, afeito ao empreendedorismo e ao reconhecimento meritório no âmbito profissional. Sobre os costumes, a pesquisa concluiu que as pessoas têm na fé e na família algo inegociável.

No relatório da pesquisa, os responsáveis se viram obrigados a admitir que “a família é o grande alicerce e solução para os problemas individuais e coletivos”, e que para o brasileiro, “a família […] é considerada a base da vida”.

“Os entrevistados […] utilizam expressões superlativas como ‘é tudo, é o que faz valer a pena’, ‘é o porto seguro, o que mantem a gente na linha’”, para se referir à família, diz o relatório, que acrescenta: “[A família] é o que possibilita que sejam pessoas corretas e que tracem caminhos sem desvios. E é também o antídoto para a crise moral da sociedade”.

Essa base, segundo os entrevistados, é “necessária para a construção de uma sociedade mais correta, sem violência, sem corrupção, mais desenvolvida, com pessoas de caráter, honestas”. O relatório ainda salienta que para o brasileiro em geral, “o fracasso de uma sociedade é resultado da presença excessiva de famílias desestruturadas”.

Influência

De acordo com o jornal O Povo, o professor da Unicamp, Márcio Pochmann, vê que essa visão conservadora da população é fruto do crescimento dos evangélicos, especialmente os pentecostais e neopentecostais: “A igreja se reconstrói para estar mais próxima e disponíveis aos fiéis para ajudá-los na orientação do seu dia a dia, da sua família, na prestação do serviço”.

O sociólogo Gabriel Feltran, coordenador de Pesquisa do Centro de Estudos da Metrópole da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador do Núcleo de Etnografias Urbanas do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, disse ter constatado que há uma mudança na visão política das camadas mais pobres, influenciada pela adesão à religião.

“É um voto que concebe o mundo a partir da proximidade, da relação pessoal, da confiança na ética do candidato, um voto próximo e moral. Que por isso sempre esteve muito próximo das igrejas, espaços altamente politizados. E sabemos que a expansão pentecostal é muito mais conservadora que progressista, ao contrário das comunidades de base católicas”, comentou.

Débora Antunes, doutora em filosofia, contemporizou a constatação da pesquisa e sugeriu ser algo passageiro, afirmando que a visão conservadora de valores em cenários pós-crise não surpreende e se fez presente em vários momentos da história.

“O risco é uma participação cada vez menor das pessoas na luta por mudanças sociais mais efetivas. E isso pode gerar um agravamento das desigualdades e da culpabilização das pessoas pela sua situação de vida, seja pelo seu sucesso ou fracasso, quando na verdade não podemos tratar como iguais pessoas que tiveram pontos de partida diferentes”, alarmou.

Evidências

Todo o relatório da pesquisa da Fundação Perseu Abramo pode ser verificado na prática com o resultado das últimas eleições. Em 2014, quase 50% dos eleitores votaram para rejeitar o PT e a reeleição de Dilma Rousseff. A vitória da então presidente não freou, no entanto, a sede por mudança e punição a crimes cometidos pela esquerda.

Dilma foi destituída de seu cargo oficialmente em agosto, e meses depois, nas eleições municipais, o PT viu seu maior encolhimento, perdendo centeas de prefeituras Brasil afora. O caso mais emblemático foi registrado na capital paulista, em que o estreante João Doria (PSDB) venceu o pleito no primeiro turno, com 53% dos votos, derrotando, dentre outros, o petista Fernando Haddad, que tentava reeleição.

Ordem dos Pastores Batistas emite documento contra ideologia de gênero

A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, órgão que representa os pastores da Convenção Batista Brasileira (CBB) reuniu-se em assembleia nacional em meados de abril. Após a deliberação de diversos assuntos, a entidade emitiu o documento  “Declaração sobre homossexualidade, identidade de gênero, orientação sexual, uniões homo e poliafetivas”.

A ideia era divulgar uma posição oficial dos líderes batistas sobre questões que ganham cada vez mais espaço na mídia e vem sendo continuamente tratado como apenas uma questão de opção, desconsiderando aspectos morais e religiosos.

O material é assinado por vários pastores conhecidos como Luiz Roberto Silvado, atual presidente da Convenção Batista Brasileira e Lourenço Stelio Rega, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

A ordem dos pastores reconhece a necessidade de uma postura clara dos evangélicos diante desses temas, ressaltando que alguns segmentos dentro da igreja brasileira já defendem uma posição incompatível com as Escrituras, considerando suas práticas “completamente natural”.

Afinal, já existem no país denominações que aceitam homossexuais praticantes como membros e até igrejas chamadas “inclusivas”, voltadas para esse público.

Ao longo do documento são apresentadas várias passagens bíblicas que dão suporte à posição dos batistas contra a prática da homo afetividade . Lê-se: “Do ponto de vista da compreensão bíblica, a homossexualidade é claramente discutida como sério afastamento, desvio e disfunção em relação à natureza humana e em relação aos propósitos originais da criação conforme temos nos textos a seguir: Lv 18.22; 20.13; Is 3.9; Rm 1.24-27; 1 Co 6.9-10; 1 Tm 1.9-10; Ap 21.8, 27)”.

Também ressalta que “tais práticas não são compatíveis com os ensinos bíblicos, nem com a natureza humana criada por Deus”.

No tocante à ideologia de gênero, deixa claro que não existe uma posição definitiva da ciência sobre isso, ao contrário do argumento mais usados pelos militantes LGBT.  “Essa ideologia de gênero, então, é uma ideologia da ausência de sexo neurobiogeneticamente falando. É uma crença que afirma que os dois sexos — masculino e feminino — são meras construções culturais e sociais, não existindo, neste caso, papel neurobiogenético inscrito na natureza humana, antes formas sociáveis de desempenhar uma ou mais funções (gênero)”,  afirma o texto.

A Ordem dos Pastores Batistas finaliza ressaltando que ainda que no Brasil os poderes legislativo e judiciário tomem decisões que favoreçam a comunidade LGBT, isso não segue os textos da Constituição Federal e do Código Civil, muito menos da Bíblia, que para dos cristãos é “a fonte de verdade”

Adolescentes querem ser transgênero por que está na moda, alerta psiquiatra

Um renomado psiquiatra australiano está fazendo uma grave denúncia: crianças e adolescentes estão se identificando como transgêneros por acharem que isso está em alta.

O Dr. Stephen Stathis, diretor de uma clínica de gênero em um hospital infantil de Brisbane, na Austrália, é responsável por diagnosticar casos de disforia de gênero, caracterizada por uma forte e persistente sensação de identificação com o gênero oposto, além de desconforto com o seu próprio sexo.

Ele diz que muitos adolescentes estão apenas confusos sobre sua sexualidade ou pensam que isso os tornará “populares”. O especialista reclama que a mídia tem transformado a situação em “tendência”, o que influenciaria facilmente os mais novos.

“Um deles me disse, ‘Doutor Steve… eu quero ser transgênero, é o novo negro”, relata. Ele disse ter visto meninas querendo se identificar como transgênero após terem disso estupradas. “As meninas dizem: ‘Se eu fosse homem não teria sido abusada”, acrescentou.

Alguns foram convencidos que sua vida será melhor caso mudem de sexo a ponto de fazerem algo drástico sem pensar nas consequências. “Vi até automutilação genital, de quem tentou cortar o próprio pênis”, lamenta.

A Austrália passou recentemente a oferecer um novo “serviço de gênero”, de responsabilidade do Estado, no Hospital Infantil Lady Cilento, onde ele trabalha. Eles esperam receber cerca de 180 crianças este ano.

O objetivo da maioria dessas crianças e jovens confusos sobre sua sexualidade é começar a tomar bloqueadores da puberdade ou fazerem um tratamento com hormônios.

Contudo, a grande maioria dos paciente está simplesmente passando por uma fase comum no início da adolescência, ressalta Stathis. Apesar de dizerem que não se sentem bem no corpo que possuem, no momento em que atingem a puberdade, a maioria volta a se identificar com o seu sexo de nascimento.

Ao chegarem na fase adulta, já superaram esses sentimentos de confusão a respeito do sexo.

Como esse tipo de confusão sobre gênero geralmente é temporária e os bloqueadores hormonais causam danos permanentes, o doutor Stathis passou a exigir que os pacientes recebessem um acompanhamento na área da saúde mental. Isso fez com que um número elevado deles mudasse de ideia.

A coisa certa?

Catherine McGregor, conhecida advogada de causas LGBT na Austrália, afirmou que as crianças “tendem a fazer a coisa certa quando sentem que estão no corpo errado”. Ao mesmo tempo, diz que é preciso haver controles adequados para assegurar que não ocorram erros prematuros.

O psicólogo infantil Michael Carr-Gregg confirmou que existe 250 crianças sendo assistidas na unidade que trata da disforia de gênero no Hospital Infantil Royal, em Melbourne. Uma década atrás, havia apenas uma criança pedindo ajuda, compara. Segundo ele, “pesquisas indicam que 2,7% das crianças se enquadram nesta categoria”.

Curiosamente, a única igreja a se pronunciar sobre o caso até agora foi a Comunidade de Cristo Porta Aberta, em Cranebrook. A pastora Susan Palmer, que é lésbica e lidera a congregação voltada para a comunidade LGBT, declarou não ver problema que a criança receba acompanhamento logo que a questão seja detectada.

“A maioria dos meus conhecidos que fizeram a transição sabiam desde muito cedo que algo não estava bem, como se a mente e o corpo não estivessem em sintonia”, sublinhou.

“Uma criança é fortemente influenciada por seus cuidadores e sei que os pais podem ficar excessivamente preocupados. Eles realmente podem coagir ou influenciar as crianças quando tudo que elas estão fazendo é apenas explorar algo que não está indo na direção que eles realmente gostariam.” Com informações de Life Site News

“A morte de Jesus foi um evento único, pois ele é Deus feito carne”, lembra Billy Graham

Na época da Páscoa, muitos cristãos em todo o mundo se questionam por que a morte de Jesus é diferente de outras pessoas famosas. Em sua coluna mais recente, o evangelista Billy Graham respondeu ao questionamento de um leitor sobre o tema.

O renomado evangelista explica que há duas razões principais pelas quais a morte de Jesus era única e inigualável. A primeira tem a ver com o entendimento que o Cristo era “Deus feito carne”.

“Ao longo da história, tiranos e líderes megalomaníacos afirmaram ser divinos, mas somente Jesus Cristo realmente era Deus, tendo vindo do céu e voltado para lá”, escreveu Billy. “Ele provou isso não apenas por seus milagres, mas acima de tudo por Sua ressurreição dentre os mortos. Jesus declarou corretamente: “Eu e o Pai somos um (João 10:30).”

Ele também frisou que a morte de Jesus não era a de um “mártir”, mas foi “a morte do Salvador!”. Em seguida, ressaltou que a razão pela qual Cristo veio ao mundo foi “tornar-se o sacrifício final e completo pelo pecado. Estamos separados de Deus e merecemos apenas o julgamento, mas na cruz Cristo tomou sobre si os nossos pecados e o nosso julgamento”.

Como sempre fez, Graham enfatizou que o significado da Páscoa é “que Jesus tomou sobre si os seus pecados e o seu julgamento”. Você pode demonstrar que entende o que Ele fez por você ao crer que só ele pode oferecer salvação, convidou o evangelista.

Esta não é a primeira vez que Graham explicou em sua coluna o que torna Jesus diferente. No ano passado, lembrou que Jesus não era como qualquer outro líder religioso ou filósofo.

Apesar de muitos olharem para ele como um “exemplo” ou “mestre moral”, o aspecto mais importante é que “quando Jesus nasceu, o próprio Deus assumiu uma condição humana”.

Nenhum outro líder – religioso ou político – na história da humanidade foi capaz de fazer tal afirmação. Com informações Christian Post

Reportagem do Fantástico testemunha transformação de ex-viciada através do Evangelho

A transformação na vida de uma mulher que viveu nas ruas, cumpriu pena de prisão e se tornou viciada foi contada em uma reportagem do Fantástico, da TV Globo, no último domingo, 02 de abril.

Silvia foi morar na rua aos nove anos de idade, e logo se tornou assaltante. “Eu era também um daqueles ‘meninos de rua’. Acabei virando chefe de um desses bandos com o decorrer do tempo”, relembrou.

Quando se tornou maior de idade, aos 18 anos, foi presa e condenada a 25 anos de prisão: “Eu tinha oito processos, e fui condenada nos oito” por assalto a mão armada, contou, revelando que passou 25 anos na cadeia.

Ao cumprir sua pena e ser solta, não conseguiu emprego, pois já estava com 43 anos, não tinha sido alfabetizada e não possuía experiência em trabalhos anteriores. Terminou indo trabalhar para o tráfico. “Foi quando eu me viciei. Fazendo crack. Me joguei na droga, e aí, foi a derrota total”, lamenta.

“Bruxa da cracolândia”

Quando sua fama já se tornava grande novamente, com o apelido depreciativo de “bruxa da cracolândia”, o amor de Deus a alcançou através de um projeto social desenvolvido há anos pela Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira.

“Deus é misericordioso. Ele mandou um anjo”, diz Silvia, lembrando da abordagem de uma missionária. “Ela apareceu nas minhas costas, veio devagarzinho, me deu um abraço. E eu fiquei pensando: ‘como que uma pessoa, branquinha, bonitinha, dos olhos verdes, tem coragem de abraçar uma pessoa como eu?’”.

Esse anjo era a missionária Fernanda Toyonaga, que é voluntária do projeto social: “Ver ela naquela situação era muito doloroso, e aí eu queria entender o que acontecia para que uma senhora, naquela idade, estivesse jogada naquela situação”, explicou Fernanda.

Silvia explica que o gesto da missionária foi o passo inicial de sua mudança de vida: “Ela me trouxe esperança, vontade de viver, de ficar em pé”.

Sonho

Acolhida na “Casa Rosa”, onde acontece a primeira fase do tratamento para os dependentes que aceitam ser reabilitados, Silvia recebeu tratamento médico, completou o Ensino Fundamental e o Médio, e passou a sonhar com voos mais altos.

“Ela se tornou um referencial, porque ela está na faculdade, agora. Tem conquistado um espaço muito bacana”, disse Soraya Machado, sobre o curso de teologia que Silva está fazendo, para realizar o sonho de ser missionária.

“Eu quero ajudar, mas eu quero aprender. Eu quero dar porque estou recebendo muito”, explica Silvia, sintetizando o que o Evangelho significou na prática em sua vida. “Eu consigo sentir o que é ter paz. Eu tenho essa paz hoje. Eu só não sei explicar, mas que eu tenho, eu tenho”, acrescentou.

Ao final da reportagem, Silvia disse: “Isso é o que eu mais quero no momento: que as pessoas descubram que é bom viver. E viver bem”.

 

Globo vai usar novela A Força do Querer, de Glória Perez, para popularizar ideologia de gênero

A TV Globo vem travando um embate com a maioria da sociedade ao usar suas novelas como porta-voz do pensamento “progressista”, e agora, o novo folhetim das 21h00, A Força do Querer, irá abordar questões ligadas à ideologia de gênero.

A novela, escrita pela polêmica Glória Perez, estreou no dia 03 de abril, registrando bons indíces de audiência. Mas, em breve, uma personagem será usada para promover o debate sobre a ideologia de gênero, de acordo com informações do portal Uol.

A atriz estreante em novelas Carol Duarte interpreta Ivana, que no começo da novela foi apresentada como uma menina sendo produzida pela mãe, Joyce – personagem de Maria Fernanda Cândido – com roupas de grife, colar de pérolas e salto alto, para ser modelo-mirim, capa de revistas.

Na fase adulta, mostrada a partir de uma passagem de tempo de 15 anos, Ivana se torna uma pessoa completamente diferente, que passa a crer que é um homem nascido no corpo de uma mulher.

“Ela tem dificuldade nessa ligação do corpo com a cabeça”, disse a atriz Carol Duarte, explicando o perfil do personagem escrito por Glória Perez, autora, dentre outras novelas, de O Clone (2001), Caminho das Índias (2009) e Salve Jorge (2012), que resultou em um bate-boca da escritora com evangélicos nas redes sociais.

Gloria Perez disse que sua ideia é “criar uma empatia entre o público e os transgêneros” e “permitir que essas pessoas sejam olhadas com compreensão”, tornando a ideologia de gênero algo mais aceito pela sociedade.

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“Novela no nosso país é algo que faz parte do nosso dia a dia. Então, à medida em que o folhetim se propõe a abordar uma questão, tenta abrir perguntas, e não fornecer respostas. Assim, a discussão se potencializa. Se a novela conseguir promover o debate, a missão está cumprida”, endossou Maria Fernanda Cândido.

Travesti

Além da personagem que se transformará em transgênero, a mesma novela mostrará um travesti que, de origem nordestina, será motorista de dia e transformista à noite.

O ator Silvero Pereira dará vida ao personagem Nonato, cearense, que mudou-se para o Sudeste após ser expulso da cidade onde vivia, no Ceará.

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“Ele sai de sua cidade escorraçado, sua família não entende a necessidade que ele tem de se travestir. Como precisa do emprego de motorista, ele aceita trabalhar com esse homem homofóbico. Mais para a frente, seu patrão vai descobrir que ele não é Nonato, que ele é Elis Miranda, um artista transformista”, resumiu o ator Silvero Pereira.

Sacrifício de Cordeiro Pascal volta a ser realizado em Jerusalém

A Suprema Corte de Justiça de Israel havia proibido membros do Instituto do Templo de realizar o sacrifício de um cordeiro no Parque Davidson, o sítio arqueológico adjacente ao Muro das Lamentações, no lado sul do Monte do Templo.

Contudo, a polícia deu permissão para que a reconstituição da cerimônia tradicional de Páscoa seja realizada na próxima quinta-feira (13) na praça principal do Bairro Judeu, dentro das muralhas da Cidade Velha.

O evento está marcado para as 17h30, no pátio da histórica sinagoga de Hurva. Ele será precedido de um debate público sobre as leis judaicas do ritual e o lançamento de um pedido formal junto ao governo para coordenação das visitas ao Monte do Templo.


São aguardadas  centenas de  pessoas, incluindo rabinos e lideranças políticas, para testemunharem a cerimônia. O Instituto deixa claro que o sacrifício é apenas uma reprodução do que era feito nos tempos bíblicos, uma vez que o sacrifício da Páscoa “real”  só pode ser realizado quando o Terceiro Templo for construído.

A ideia por trás da ação é “educativa”, para familiarizar os judeus modernos com os requisitos e mandamentos da lei da Torah [Antigo Testamento]. Assim como foi instruído por Moisés,  um cordeiro será morto, seu sangue retirado da maneira tradicional e jogado sobre um altar. O animal será assado e comido no local.

Há mais de uma década os membros do Instituto do Templo realizam a reconstituição do sacrifícios rituais, mas sempre fora das muralhas que cercam Jerusalém. Em 2014, membros do Instituto foram presos após tentarem realizar um sacrifício sem autorização no local.

Eles anualmente pedem permissão para realizar a cerimônia tradicional de Páscoa junto ao Monte do Templo, onde os levitas preparavam os animais quando o Templo ainda estava no local. Desde que o Segundo Templo  foi destruído pelo exército romano no ano 70, os judeus cessaram os sacrifícios de animais.

Temendo represálias dos muçulmanos que controlam o Monte do Templo, o pedido é sempre recusado ​​pela polícia e pelos tribunais. Desta vez a permissão foi concedida, o que é marco para o Instituto, uma vez que é o primeiro registo de sacrifício desse tipo desde a refundação do Estado de Israel, em 1948.

Existe uma tradição de sacrifício nessa época do ano seguida pela pequena comunidade samaritana, mas como o sangue é derramado no monte Gerizim, não segue estritamente a tradição bíblica. Com informações Times of Israel

Chuck Norris: “Ler a Bíblia me trouxe de volta a Cristo”

Chuck Norris é uma das figuras mais reconhecidas na indústria do entretenimento. Consagrado como campeão de Karatê, virou ator sempre interpretando personagens ‘durões’. Mais recentemente passou a ilustrar ‘memes’ e ficou conhecido da nova geração.

O que muita gente ignora é que ele é um fiel seguidor de Jesus Cristo. Chuck fala abertamente sobre sua experiência como cristão: “Eu entreguei a minha vida ao Senhor aos 12 e logo fui batizado. Minha fé ficou mais forte quando eu fui a uma cruzada com Billy Graham. Infelizmente na indústria do entretenimento, às vezes você perde de vista o que é realmente importante em sua vida. Eu perdi um casamento por causa disso “, disse Norris recentemente em entrevista na TV.

Por causa das artes maciais, ele passou a estudar religiões orientais como o budismo. Porém, mesmo afastado da igreja, eventualmente lia a Bíblia. Até que um dia foi confrontado.


“Eu estava sempre com raiva, pois tinha um buraco enorme no meu coração, nada me fazia feliz. Porém, meu segundo casamento foi com Gena, uma mulher temente a Deus. Ela lia a Bíblia todas as manhãs. Depois de um tempo, ela me disse: Você quer que eu leia em voz alta para você? Então eu me sentava e a ouvia ler a Bíblia em voz alta para mim, todas as manhãs”, lembra,

Tempos depois, ele resolveu ler também.  Assim comecei a ler em voz alta por uns dias. Foi  então que o Senhor me disse: “Chuck, é hora de voltar para casa. Meu coração voltou a ser  cheio”, testemunha.

Em 2004 ele publicou um livro autobiográfico, Against All Odds [Contra Tudo], onde relata detalhes de sua conversão. O material permanece inédito no Brasil.

Quando ele desenvolveu um “programa nacional de artes marciais”, veio a público anunciar que se baseava  em princípios cristãos. “As artes marciais são também uma filosofia, que segue muitos princípios da Bíblia. Mesmo que não possamos falar sobre Jesus, podemos falar sobre o que Jesus falava como amar o seu próximo, ser uma pessoa boa, etc. Mesmo que não possamos citar as Escrituras, podemos parafrasear o que Jesus disse na Bíblia ou o que o apóstolo Paulo diz ou o que Pedro dizia. É o que fazemos, mas de forma indireta”.

Alguns anos atrás surgiu na internet um boato que ele tinha se tornado pastor. O ator nega, dizendo que vê seu ministério de uma maneira diferente. Ele gosta de pregar usando as oportunidades que ainda recebe na mídia.

“Eu escuto Chuck, você é o cara mais sortudo do mundo por ser um campeão mundial de karatê e uma estrela no cinema e na TV”, lembra. “Quando me dizem isso, eu sorrio porque não tem nada a ver com sorte, mas Deus tinha tudo a ver com isso.”

Questionado sobre os memes que dizem que Norris tem “superpoderes”, ele é direto. “Havia um homem com poder para curar as doenças, incluindo a verdadeira causa de todas as doenças: o pecado. Ele fez isso com seu sangue. Seu nome era Jesus, não Chuck Norris. Se a sua alma precisa de cura a solução está no sangue de Jesus. ” Com informações de Hello Christian

Precisamos voltar ao cristianismo de Atos, pede avivalista

A crença que a Bíblia mostra, no livro de Atos dos Apóstolos, que a vida cristã dos discípulos de Jesus Cristo deveria inclui curar os doentes, expulsar os demônios e fazer discípulos de todas as nações, é o que guia o avivalista Torben Sondergaard.

Seu ministério, a Última Reforma, dá nome ao seu livro e ao documentário feito por ele, recheado de milagres e testemunhos. O pregador dinamarquês viaja o mundo ensinando que a Igreja deve viver uma nova reforma, que será a última.

Segundo defende, em entrevista ao Gateway, será um ‘renascimento’ vindo dos cristãos que cumprem ativamente a grande comissão de Jesus, sendo Seus discípulos e fazendo discípulos, como se fazia na igreja do primeiro século.


Ele não ensina que os membros da Igreja devem abandonar suas congregações, mas é um estímulo para retornarem à maneira bíblica de se viver para Jesus, como na Igreja de Atos. “Eu não acredito que precisamos de um novo tipo de cristianismo, mas sim de voltarmos ao antigo. Precisamos voltar ao início do cristianismo, conforme lemos na Bíblia. Temos que retornar ao propósito de Deus e ver como Deus se aproxima e trabalha entre nós”, escreve Torben em um de seus livros.

Para o evangelista, todas as verdades das reformas anteriores irão se unir na “última reforma”, que unirá os membros do corpo de Cristo como Seus discípulos através da leitura da Palavra e focando em nosso relacionamento com Ele.

“Jesus está voltando muito em breve”, defende Torben, “e estou convencido que essa geração verá o Seu retorno. Mas antes de Sua vinda, Ele quer Sua Igreja como uma noiva preparada para encontrar com o seu noivo.”

A postura defendida por ele não é o fim das denominações, mas que as pessoas entendem que toda tradição pode ser limitadora. “Deus não pretendia criar igrejas e denominações separadas, cada uma com suas próprias “pequenas” verdades desconectadas, ignorando as outras partes. Isso apenas impede seus membros de conhecerem toda a verdade”, argumenta.

Ele insiste que essa reforma está em andamento e que “será mais profunda do que qualquer reforma anterior: longe das tradições da igreja, estruturas sufocantes e inúmeras reuniões em edifícios da igreja”.

Torben ensina que fomos chamados para “uma vida simples de discípulo, liderados pelo Espírito Santo, onde o reino de Deus está visível nas casas e nas ruas, em todos os lugares onde as pessoas estão, pois Deus não habita um templo construído pelo homem. Ele vive em nós – os cristãos, seus discípulos. Jesus quer fazer parte da nossa vida diária numa relação prática e direta com Ele, sem intermediários”.

Mostra sua frustração ao lembrar que está cansado de encontrar pessoas que “estão sentadas em uma Igreja há muitos anos e nunca levaram ninguém a Cristo, nunca expulsaram demônios, nem curaram os doentes ou experimentaram a vida sobrenatural”. Para ele, “a maioria dos cristãos não vive a vida descrita no livro de Atos” e essa não é a vontade de Deus.

Como Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente, ele pede que os cristãos se questionem se o Espírito Santo está agindo através deles da mesma maneira que agiu nos seguidores de Cristo no livro de Atos.

“Se isso não acontece, busquem a razão e deixem-se ser usados pelo Senhor”.

O dinamarquês de 40 anos esteve recentemente no Brasil e voltará para novos eventos este ano, chamados de Kickstart [Ativação]. Mais informações podem ser obtidas em tlrbrazil.com

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