Lembrando Reforma Protestante, pastor reprova organização de ‘halloween gospel’ nas igrejas

A festa pagã do “dia das bruxas” tem origem pagã e é sempre fruto de enorme polêmica no meio cristão, pois há sempre a dúvida se é errado participar de eventos com essa temática nos dias atuais. No entanto, a realização de festas de “haloween gospel” da festa motivou um artigo bastante contundente do pastor Renato Vargens.

O pastor, integrante do movimento Coalizão pelo Evangelho, lamenta no texto que a fé bíblica venha sendo relativizada em um grau tão acentuado que “o certo virou errado e o errado, certo”.

Vargens recapitula a origem da festa do Halloween, seu paganismo, e diz que “31 de outubro não é dia para se comemorar ou celebrar o Halloween dos ‘evangeli-wicca’”, e diz que os cristãos protestantes têm outro motivo de celebração: “Essa data obrigatoriamente deveria remeter-nos aos idos de 1517, quando o monge alemão Martinho Lutero afixou às portas do castelo de Wittenberg as 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja Católica, dando início à Reforma Protestante”.

Confira a íntegra do artigo de Renato Vargens, publicado no portal Pleno News:

Em um ambiente marcado por poucas luzes, ao som de muito thrash metal, numa decoração onde abóboras se fazem presentes, dezenas de jovens vestidos de preto, dançam efusivamente naquilo que denominam de Festa de Elohim, vulgarmente conhecido como Halloween Gospel.

Esposa de pastor sequestrado diz que precisou aprender a perdoar os “inimigos”

Susanna Koh, esposa de um pastor que foi sequestrado em fevereiro do ano passado, na Malásia, veio a público mais uma vez pedir orações em prol do seu esposo, mas também para contar algumas importantes lições de fé que ela tem aprendido com o este caso, como a necessidade de liberar perdão aos seus inimigos e perseguidores.

O pastor Raymond Koh continua desaparecido e ainda sem paradeiro. A Comissão de Direitos Humanos da Malásia (Suhakam) decidiu reabrir investigações em maio desse ano, mas sem resultados favoráveis até então, apesar da pressão de organizações como a Portas Abertas, que já encaminhou uma petição com cerca de 14 mil assinaturas cobrando uma resolução para o caso.

“Queridos amigos e companheiros de oração, obrigada por elevar a família Koh em suas orações. Somos gratos por seu contínuo suporte e encorajamento”, disse Susanna Koh em um comunicado, segundo a Portas Abertas.

“Já faz mais de 615 dias que o pastor Raymond foi sequestrado. Até agora não recebemos nenhuma notícia do novo governo, apesar de termos contatado várias pessoas e de a polícia ter sido instruída a manter a família atualizada”, disse ela.

Susanna destacou a possibilidade de um acusado que está sendo investigado, Datuk Awalludin Jadid, confessar todo o esquema, uma vez que se encontra com uma enfermidade grave.

“O inquérito público da Suhakam está chegando ao fim e a última testemunha é Datuk Awalludin Jadid, que foi apontado pelo denunciante como a pessoa que comandou a operação. Ele está muito doente com câncer e se encontra de licença médica até o final de novembro. Por favor, orem para que ele seja constrangido a falar a verdade”, explicou Susanna.

Apesar do momento de profunda angústia, Susanna ainda pontuou que isso tem estreitado o seu relacionamento com Deus, pois lhe fez aprender a necessidade de perdoar os que ela desconfiou de participar do sequestro do seu marido.

“Jesus nos ensinou a perdoar nossos inimigos e orar por aqueles que nos perseguem. Não foi fácil, mas eu tive que me arrepender das minhas atitudes erradas em relação à polícia”, disse ela, que por fim demonstrou estar confiante em Deus, uma vez que já fez todo o possível para encontrar o destino do pastor Raymond Koh.

“Nós já tentamos tudo o que era humanamente possível e só podemos deixar tudo nas mãos de Deus”, disse ela. “Nós confiamos nossa causa ao justo juiz do céu e da terra. Deus sabe e está no controle de tudo”.

Cresce o número de suicídios na Venezuela

Houve um aumento recorde dos casos de suicídio entre os venezuelanos. A situação tem assustado e desgastado os médicos que trabalham no hospital universitário de Mérida. O Estado tem cerca de 1 milhão habitantes, e só no ano de 2017, essa região já apurou mais de 19 suicídios a cada 100 mil habitantes.

Em nível de comparação, nos Estados Unidos, o número de suicídio anual é de 16 (em média) a cada 100 mil americanos. “Vivemos entre o terror e a impotência”, disse Ignacio Sandia, chefe do departamento de psiquiatria. O médico considera “aterrorizante” esse quadro e lamenta não poder fazer mais nada para ajudar as pessoas que são mais afetadas pela crise no país.

Na grande Caracas, houve 131 suicídios entre junho e julho, de acordo com um documento da polícia investigativa nacional, obtido pela Bloomberg News. Isso implica um total, neste ano, de 786 só na capital.

Mérida antes e depois da crise

Esse Estado é um pouco menor que Connecticut (EUA). Já foi muito conhecido por suas cidades agrícolas tranquilas e picos cobertos de neve. Além de ter sido o maior centro estudantil e turístico do ocidente venezuelano.

Hoje, a sede da prestigiosa Universidade de Los Andes, perdeu seus estudantes. Eles foram embora e levaram também o otimismo contagiante dos jovens.

Turisticamente, a maior atração é o teleférico mais alto e o segundo mais longo do mundo. Mas a triste situação não atrai mais os estrangeiros. Atualmente, os apagões perturbam a região. A escassez de gasolina e de transporte público obriga os moradores a pegar carona nas ruas repletas de lixo.

Silêncio das autoridades

O governo autocrático do presidente Nicolás Maduro, que costuma ficar em silêncio, não tem sido transparente em relação às mortes. Assim como com as estatísticas de inflação, homicídios e HIV.

Os últimos dados confiáveis do Instituto Nacional de Estatísticas da Venezuela são de 2012. Há 6 anos, todo o país teve 788 suicídios. Nos últimos anos, porém, esse tipo de morte tem se tornado comum numa população assolada pela hiperinflação, fome e emigração em massa.

O sistema público de saúde culpou a falta de remédios antidepressivos e ansiolíticos. Especialistas dos serviços de saúde mental também apontam para a solidão que as pessoas sentem à medida que os entes queridos vão embora. “Uma sensação de desesperança toma conta e as pessoas vêm que não há saída”, concluiu a psiquiatra Minerva Calderón, de Caracas.

Ateus tentam impedir oração, comunidade responde com campanha “Nós Cremos”

O caso aconteceu no final do mês passado, mas o debate continua na cidade de Locust Fork, Alabama (EUA). Antes das partidas do time de futebol da escola pública, a oração do Pai Nosso sempre era feita pelos jogadores à beira do campo e transmitidas pelo sistema de alto-falantes.

A Freedom From Religion Foundation, grupo ateísta militante, ameaçou entrar na justiça contra a escola por permitir manifestações religiosas em espaços públicos. A direção da Locust Fork High School anunciou então que a tradição chegaria ao fim.

Contudo, a comunidade local, formada majoritariamente por cristãos, decidiu não se dobrar. Pais dos alunos criaram a campanha “We Believe” [Nós Cremos] e mandaram confeccionar camisetas verdes com essa frase na frente e os versos do Pai Nosso, de Mateus 6, nas costas.

Eles passaram a ir aos jogos vestindo-as e a fazer a oração mesmo sem a transmissão nos alto-falantes da escola. Foi uma forma pacífica de protestar contra a decisão da diretoria. Em diversos jogos era possível ver uma “onda verde” se levantar antes do início das partidas e orar espontaneamente.

Gregg Armstrong, pai de um dos alunos, disse que foi um momento emocionante. Ele é o ministro da música da Igreja Batista de Locust Fork e conta que várias igrejas aderiram. A Igreja Batista da Graça, a Igreja Metodista Unida, a Igreja Batista em Pine Bluff e a Igreja Batista Edgewood financiaram a produção de 1000 camisetas que foram distribuídos ao público.

Não foi o suficiente. No jogo do dia 22, contra a equipe de Pennington, “havia cerca de 300 ou 400 pessoas que não conseguiram uma camiseta e queriam uma”. Agora eles estão produzindo mais um milhar e vendendo pelo preço de custo aos interessados.

A movimentação atingiu estabelecimentos comerciais, que começaram a fazer camisetas semelhantes, conta Amanda Moore, proprietária da Serigrafia Manda.

Logo depois que a escola anunciou que não haveria mais oração, ela começou a receber encomendas de camisetas com o Pai Nosso de pais de alunos das outras escolas da cidade e até de cidades vizinhas. “Vou vendê-las enquanto as pessoas continuarem procurando por elas”, assegura.

A ação dos ateus é contra a escola, mas não pode impedir manifestações espontâneas das pessoas. Armstrong disse que eles vão continuar a recitar a oração do Pai Nosso em todos os jogos da temporada. “Espero que o que fizemos honre ao Senhor. Era uma tradição fazer uma oração transmitida pelos alto-falantes, mas às vezes novas tradições são criadas e se tornam maiores que as do passado.”

Igrejas viram centro de abrigo para muçulmanos, após terremoto na Indonésia

Na última semana de setembro, uma série de terremotos que atingiram 7.4 na escala Richter abalou a ilha indonésia de Sulawesi, seguido por um tsunami. Enquanto a população local ainda contava os mortos, o vulcão local entrou em erupção.

A sequência de desastres naturais já deixou mais de 1.500 vítimas. Minoria perseguida no maior país muçulmano do mundo – 200 milhões de habitantes – os cristãos estão abrindo as igrejas para cuidar dos sobreviventes que perderam tudo.

Dezenas de milhares de pessoas acabaram desabrigadas após os desastres. Um grande número de casas foi “engolido” pela terra ou desabou. Além do governo, organizações como a Cruz Vermelha criaram campos para atender os deslocados, mas não foi o suficiente.

Pastores das igrejas locais decidiram abrir as portas dos seus templos para oferecer alimentos, cuidado médico e também abrigo para todos, independentemente de religião.

De acordo com a Christianity Today, líderes evangélicos relataram que 86 igrejas em Palu, cidade mais atingida, são agora “centros de ajuda”. “A maioria dos refugiados eram muçulmanos. Estamos oferecendo apoio materialmente e psicológico”, explicam Yuberlian Padele, Ika Kulas e Set Tolage, que lideram a iniciativa.

A maioria dos prédios eclesiásticos sofrem apenas algumas rachaduras e são considerados seguros. “O pátio das igrejas tornou-se um refúgio seguro para milhares de pessoas que ainda não sabem o que fazer”, disseram eles. Além de pessoas acampadas no seu terreno e dormindo nas dependências, alguns templos estão servindo como cozinhas comunitárias, oferecendo refeições gratuitas.

Não há previsão de quando os deslocados ficarão nessa situação, uma vez que o governo não apresentou planos de reconstrução. Segundo a Cruz Vermelha da Indonésia, trata-se de uma das maiores tragédias que o país já viu, comparável ao tsunami de 2004.

A tragédia de setembro vitimou 200 cristãos que estavam no Centro de Educação e Treinamento (Pusdiklat) do Sínodo das Igrejas Protestantes. O local foi engolido pela lama e o prédio desapareceu completamente. No local, 240 pessoas, incluindo muitas crianças, realizavam um acampamento bíblico. Apenas 23 alunos sobreviveram. Segundo testemunhas, o desabamento ocorreu em segundos, sendo tragado pela terra.

Os pastores de Sulawesi estão pedindo que os cristãos do mundo todo orem pela situação enquanto eles procuram dar testemunho do evangelho em palavras e ações. Palu foi invadida por saqueadores violentos e a criminalidade está em alta. Existem milhares de pessoas sem acesso a necessidades básicas como comida, água e gás.

Piper orienta como os pais devem ensinar os filhos: “Trate a Bíblia como autoridade absoluta”

Considerando o avanço de uma cultura cada vez mais relativista e a dificuldade de muitos pais em lidar com a educação dos seus filhos, o pastor e renomado autor John Piper deu algumasorientações sobre a maneira como devemos educar nossas crianças e adolescentes.

“Procure ser totalmente autêntico em seu amor por Cristo, sua alegria nele e seu deleite em seus caminhos. Você não pode forçar a satisfação de uma criança em Deus quando não parece que o Senhor está satisfazendo mamãe e papai”, disse Piper.

A declaração do pastor foi resultado do questionamento de uma mãe em seu programa de rádio. Piper enfatizou que devemos vivenciar o Evangelho diariamente, transformando o ensino da Bíblia em testemunho através do nosso comportamento.

John Piper explicou que os pais devem incluir referências da Bíblia e agradecimentos a Deus a todo momento, “saturando” os filhos com a Palavra. “Sature sua família com as Escrituras. Fale sobre isso de manhã, tarde e noite”, disse ele, destacando o texto de Deuteronômio 6:7-8.

“Fale sobre isso quando você se levantar, quando fizerem as refeições, quando estiverem no carro. Fale sobre a palavra de Deus, e procure ajudar seus filhos a entenderem isso”, completa.

Autoridade absoluta da Bíblia

Outro ponto bastante importante ressaltado por Piper foi o lugar na Bíblia no ensino familiar. Por conta de algumas correntes teológicas liberais, a Palavra de Deus tem sido relativizada por certos líderes, fazendo com que muitos fiéis percam o Evangelho como referência de suas vidas.

“Trate a Bíblia como a autoridade absoluta em sua vida. Ore para que as crianças cresçam acreditando que este livro é a mais alta autoridade no universo sob Deus”, disse Piper. “Lembre sempre aos seus filhos que Cristo morreu pelos pecadores, e que Ele nos oferece uma maneira de restaurar a comunhão com Ele mesmo quando falhamos”.

Por fim, John Piper também ressalta a importância do relacionamento entre pais e filhos, explicando que a confiança e intimidade são pilares de um bom diálogo, mas que isso deve ser conquistado, também, através do saber ouvir.

“Pergunte coisas além do que um breve ‘como vai você?’ Fique sozinho com eles em algum ambiente que estejam confortáveis e ouça o coração deles, conheça seus sentimentos, seus medos, suas esperanças, os desafios que sentem na escola. Não se contente com uma resposta simples e superficial”, conclui o pastor.

“Meu pai me estuprou, inúmeras vezes”, testemunha Joyce Meyer em novo relato

Um testemunho impactante da escritora e evangelista Joyce Meyer continua servindo para tocar milhares de vidas ao redor do mundo. Ela precisou superar o trauma do abuso sexual cometido pelo próprio pai, inúmeras vezes ao longo da sua juventude, e hoje conta como Deus lhe fez entender um propósito que parece estar além do entendimento humano.

“Meu pai me estuprou, inúmeras vezes, pelo menos 200 vezes. Não havia lugar onde eu me sentisse segura, crescendo”, disse ela na primeira vez que revelou os abusos que sofreu durante toda a juventude. Na ocasião, Meyer explicou que a sua mãe não teve forças para lidar com a situação.

“Literalmente, o que ele fez foi me estuprar, toda semana, pelo menos uma vez por semana, até os 18 anos. Meu pai, o homem em quem eu deveria confiar, que deveria me manter seguro, foi aquele que me estuprou um mínimo de 200 vezes”, detalhou ela.

Agora Meyer falou novamente sobre o assunto, porém, ressaltando como Deus aos poucos foi trabalhando em sua mente e coração, para lhe fazer compreender o que ocorreu por outra perspectiva.

“Onde estava Deus enquanto tudo aquilo acontecia? Vamos falar sobre isso por um minuto”, propôs Meyer abertamente em sua pregação. “Eu não posso explicar isso para você em minha mente … Eu sei que Deus não me tirou daquela situação, mas Ele me deu forças para passar por aquilo. Na verdade, Deus tinha um plano”, disse ela.

Uma das pregadoras mais lidas no meio evangélico da atualidade, Meyer explicou que aos poucos entendeu que não deveria pensar mais que “não deveria ter vivido aquela situação”. Ela deixou de questionar a existência do ocorrido, para aceitá-la como um propósito de Deus.

“Cerca de três anos atrás, eu disse isso: ‘Mas é claro que eu gostaria de não ter sido abusada’, e Deus me fez parar e refletir. Ele disse: ‘Pare de dizer isso’. E então eu pensei sobre isso e, hoje sei que isso parece loucura, mas estou feliz que tenha acontecido. Você sabe por quê? Porque eu sou uma pessoa melhor agora, melhor do que eu jamais teria sido”, disse ela.

“Eu não sei como tirar algum sentido disso, mas eu sei que Deus me redimiu. Ele tomou o que Satanás quis usar para o meu mal e resolveu isso para sempre”, disse ela, segundo a CBN News, levando os ouvintes às lágrimas.

Perdão e recuperação

Joyce Meyer revelou em outra ocasião que o seu pai lhe pediu perdão pelos abusos. Antes disso, porém, ela havia cuidado dele e da sua mãe quando idosos. Após ela ter lhe perdoado, ele aceitou a Cristo e foi batizado posteriormente.

A evangelista disse que o fato de hoje pregar para multidões e ser ouvida faz parte desse plano. O seu testemunho, consequentemente, está agora fazendo sentido ao ser utilizado como instrumento para impactar milhares de vidas.

“Hoje eu sou mais forte. Eu conheço mais a Deus. Eu entendo a dor das pessoas. E eu acredito que isso me possibilitou alcançar você em sua dor e sua necessidade e dizer a você com toda a minha paixão, que Deus está vivo”, disse ela.

“Você pode se recuperar? Você está olhando para alguém que se recuperou. Amém? Você está olhando para a prova viva, a evidência de que é possível se recuperar”, disse ela. “Não há poço tão profundo que Ele não possa descer e te tirar de lá”, conclui a autora.

Igreja faz culto ao ar livre após templo ser destruído em incêndio: “Deus tem um plano”

Um incêndio que terminou destruindo completamente o templo da Igreja Batista Missionária, na Carolina do Norte, Estados Unidos, está colocando à prova a fé dos membros da congregação, ao mesmo tempo que está provando a providência de Deus diante das adversidades, mediante a mobilização de toda a comunidade cristã.

Segundo informações do site WAY 31, o prédio foi destruído pelo fogo na última terça-feira (21). Até agora não foi descoberto um motivo aparente para explicar a origem do incêndio. Ninguém estava no templo no momento em que o acidente aconteceu.

“Eu preciso liderar esta igreja, mas estou lutando e orando, pedindo a Deus por graça suficiente para nos levar para fora daqui”, disse o pastor da congregação, Daryl Ross. Ele disse que ainda está se recuperando do choque, uma vez que, segundo o Corpo de Bombeiros, nada do templo poderá ser recuperado, nem mesmo partes da estrutura.

O pastor entende que alguns acontecimentos não carecem de uma explicação espiritual, mas que todos estão sob o controle de Deus. “Ele [Deus] não colocou isso sobre nós para nos punir, as coisas simplesmente acontecem”, disse o pastor, ressaltando que a falta de um espaço físico não impedirá a reunião dos membros.

“Eles sempre me perguntam ‘pastor, podemos nos reunir lá fora?’. Portanto, se o tempo permitir, teremos um culto aqui, do lado de fora. Haverá 125 pessoas esperando para ouvir a Palavra de Deus”, disse Ross, referindo-se aos membros.

A comunidade cristã, tanto os vizinhos da igreja quanto líderes de outras denominações evangélicas estão se mobilizando para ajudar a Batista Missionária, como explicou o diácono Tom Ellenburg. Segundo ele, igrejas situadas da região de de Cullman County já entraram em contato oferecendo seus templos.

“Uma igreja, na verdade, construiu recentemente um novo santuário. Seu antigo santuário não está mais sendo usado agora. É a Union Hill Methodist Church”, disse Ellenburg, citando uma alternativa para os membros da Missionária, que foi fundada em 1857 e já estava na quarta geração de templo construído no local.

Para os membros, o mais importante é compreender o que Deus fará a partir de então. Eles tentam enxergar com esperança o acontecimento, certos de que haverá providência. “Mesmo que não possamos ver, eu sei que Deus tem um plano e Ele vai cuidar de nós, independentemente de qualquer coisa”, disse  Katie Beam, uma das fiéis.

 

Famílias cristãs iraquianas estão retornando ao lar

Quase nove mil famílias já retornaram para suas cidades e vilarejos na planície de Nínive. A maioria para as cidades de Qaraqosh (5700 pessoas) e Bartella (1290). Mais de mil casas já foram restauradas até o final de julho.

Ainda há muito trabalho a ser feito e a reforma da infraestrutura é um processo lento. Os investimentos são altos, porém ajudariam a estimular a economia local, fazendo com que floresça novamente.

Além dos episódios de guerra e da perseguição religiosa, agora os cristãos que voltaram para a planície de Nínive precisam lidar com a falta de emprego. O parceiro da Portas Abertas que atua na região, precisa de estratégias para dar início a novos negócios que possam gerar trabalho e rentabilidade.

As igrejas também necessitam de recursos para motivar os jovens a continuar nas cidades e vilas. A Portas Abertas pede orações pelos cristãos iraquianos e para os parceiros e líderes locais que estão envolvidos nesse processo.

 

15 pastores mortos e pelo menos 19 igrejas destruídas por islâmicos na Etiópia

A situação dos cristãos na fronteira da Etiópia com a Somália se agravou muito este mês. Relatórios iniciais apontam que 15 pastores foram mortos e pelo menos 10 igrejas ortodoxas queimadas ou vandalizadas, além de nove igrejas evangélicas destruídas. O número de mortos pode chegar a 50 na região.

O patriarca Matias e o Sínodo da Igreja Ortodoxa Tewahido da Etiópia fizeram uma campanha de 16 dias de jejum e oração, clamando por paz. O primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, visitou a área e prometeu agir.

Embora o governo fale em “conflitos étnicos”, os ataques aos cristãos partiram das milícias Liyu, formada por muçulmanos que querem a independência do que chamam de “território Somali da Etiópia”. Com mais de mil quilômetros de extensão, é uma zona de conflito por terras de pastoreio e petróleo.

Por conta do conflito armado político/religioso, cerca de um milhão de pessoas já abandonaram a área desde abril.

O World Watch Monitor, que acompanha casos de perseguição aos cristãos em todo o mundo, relata que em junho, 20 cristãos foram mortos na região fronteiriça. O motivo dos ataques foi porque cristãos se opuseram à instalação de um monumento em homenagem a um proeminente líder muçulmano.

“Tensões semelhantes estão ocorrendo sob a superfície em outras partes do país”, disse a fonte do World Watch Monitor. “Nós sabemos de lugares onde os muçulmanos expulsaram os cristãos de suas casas. E embora esse seja tratado como disputa étnica por alguns meios de comunicação e observadores, é claramente uma questão religiosa”.

 

Desacreditado pelos médicos, artista vence doença e prega evangelho

O mineiro Gabriel Soares, 20 anos, nasceu com uma doença na coluna. Segundo os médicos ele jamais teria uma vida normal. Atualmente, porém, ele tem evangelizado pelas redes sociais depois de escrever 26 livros, gravar um CD e atuar como artista plástico.

Em entrevista ao programa “Noite & Cia” da Rede Super, ele contou sobre sua trajetória e deu detalhes sobre como venceu a doença. “Eu nasci com as pernas coladas no peito e não enxergava. Mas Deus veio fazendo uma transformação. Na verdade, eu não sei nem explicar como tudo aconteceu”, ele iniciou.

“O médico desenganou”, disse. Mas depois de passar por sete cirurgias, do nascimento até os dez anos de idade, Gabriel disse que “Deus vem fazendo a obra na família”, se referindo aos familiares que observaram “seu milagre”, como ele descreve.

Para a minha transformação não existe explicação

De uma criança com sérios problemas físicos, que enfrentou até mesmo uma microcefalia, Gabriel passou a ser um jovem de relevância para o seu tempo. Além de atuar como cantor e compositor, ele também é locutor.

Sobre o preconceito das pessoas, ele diz: “Independente de ter alguma deficiência ou não, sempre haverá preconceito por alguma coisa. Às vezes, as pessoas olham diferente, mas eu nunca me deixei abater por isso, sempre superei e sempre fui feliz”.

Ao ser questionado sobre seu encontro com Cristo, Gabriel revelou que primeiro passou por momentos difíceis e que se envolveu até mesmo em vícios. “E foi o período em que eu tive mais intimidade com Deus”, ele revela.

Planos para o futuro

Atualmente, Gabriel tem planos de fazer cinema, está namorando firme e já pensa em se casar. “O meu sonho é fazer evangelismo pra fora do Brasil, mas por enquanto, estou evangelizando pelas redes sociais”, conta.

“Eu sempre me ajoelho e peço a Deus que me dê capacitação pra trazer transformação e mostrar a realidade das coisas”, disse o artista. “Que eu possa mostrar como a pessoa pode superar as dificuldades da vida, confiando sempre em Deus”, ele conclui.

Estátua de Satanás é inaugurada ao lado de monumento aos 10 Mandamentos

Adoradores de Satanás estão lutando na justiça americana pelo reconhecimento como uma prática religiosa igual ao cristianismo. Nesta quinta (16), eles conseguiram permissão judicial para colocar uma estátua de bronze de Baphomet, um dos símbolos mais conhecidos do satanismo.

A escultura ficará em frente à sede do governo do Estado de Arkansas, na capital Little Rock. Financiada pela organização Templo Satânico, a estátua seria um protesto contra um monumento aos Dez Mandamentos que já se encontrava no local.

Medindo cerca de 2,5 metros, o ícone da criatura com rosto de bode sentada em um trono e ladeada por duas crianças ficará em frente ao Capitólio temporariamente. Contudo, seus idealizadores entraram com processos para que seja uma exibição permanente, pois deveriam usufruir os mesmos direitos de liberdade religiosa que as demais formas de culto.

A co-fundadora do Templo Satânico no Arkansas, Ivy Forrester, argumentou ao Independent: “Se você concorda com um monumento religioso em local público, então deve permitir outros. Se você não concordar com isso, então não deveríamos ter nenhum.”

Obviamente, a estátua representando Satanás gerou protesto da comunidade cristã, enquanto Jason Rapert, um importante político conservador classificou a imagem de “ofensiva” e prometeu lutar para que ela seja retirada. Ele foi o autor do projeto que permitiu a colocação de um monumento com os 10 Mandamentos no mesmo local.

Rapert disse que respeita os direitos de todos praticarem sua religião, mas acredita que o Templo Satânico é formado por “extremistas”.

Além dos satanistas, um grupo de ativistas ateus também participou da inauguração da estátua nesta quinta-feira diante do Capitólio. Vários oradores fizeram discursos, argumentando que o monumento bíblico ao lado violava a separação entre Igreja e Estado.

Cerca de 150 pessoas participaram do evento do Templo Satânico. Havia um grupo menor de cristãos protestando a alguns metros de distância, segurando cartazes com versículos da Bíblia e cantando hinos.

 

Enfermeira demitida por dar Bíblias aos pacientes ganha processo contra hospital

A enfermeira Sarah Kuteh foi demitida do Hospital Darent Valley, Inglaterra, dois anos atrás, acusada de “impor sua religião aos pacientes”. Afirmando estar sendo injustiçada, ela processou o Conselho de Enfermagem do Reino Unido e venceu.

Agora a profissional poderá voltar ao seu antigo posto. “Isso me traz muita alegria, porque amo a minha profissão”, comemora.

Durante os meses em que lutava na justiça pela reparação, Kuteh teve o apoio da ONG Christian Concern, que ofereceu-lhe advogados e acompanhou o caso.

Em junho de 2016, o órgão federal Serviço Nacional de Saúde, apresentou uma denúncia, alegando que havia queixas de pacientes. Ela alegou que perguntar a religião das pessoas fazia parte de um questionário padrão. Kuteh ressalta que apenas se oferecia para orar pelos doentes e distribuiu Bíblias aos interessados, sempre respeitando os que não aceitavam falar sobre fé.

Mãe de 3 filhos, a enfermeira estava no mesmo hospital desde 2007. Mesmo com 15 anos de profissão, ela disse que teve dificuldades para encontrar um novo emprego, pela maneira como seu caso foi conduzido.

Em 2016, ela foi advertida formalmente sobre seu comportamento, mas não esperava a demissão. “Recebi uma carta dizendo que eu poderia falar sobre religião com os pacientes, mas apenas se eles me pedissem”, reclama Sarah. “Eu sempre perguntei aos meus pacientes se eles se sentiam à vontade para falar do assunto. A maioria dizia que sim”.

Quando perdeu o emprego, ela emitiu uma nota, onde questionava: “Como falar sobre Jesus pode causar problemas a qualquer pessoa?”. Também lamentava o fato que a Inglaterra não parecia mais permitir a livre expressão religiosa.

Durante a última audiência do Conselho de Enfermagem, em julho, a supervisora ​​de Kuteh a descreveu como “uma enfermeira amável, atenciosa, honesta e amigável” e “uma valiosa integrante da equipe”.

Agora que terá condições de voltar a desempenhar sua profissão, explica que será mais cuidadosa ao abordar o tema com os pacientes, mas não negará sua crença em Jesus. Com informações Express

Muçulmanos encontram Jesus na peregrinação a Meca

Neste domingo, mais de dois milhões de muçulmanos vindos do mundo inteiro deram início ao Hajj, peregrinação anual a Meca, Arábia Saudita, considerado o local mais sagrado do islã. Um missionário que trabalha no Oriente Médio revela que entre esses islâmicos praticantes, alguns estão vendo a Jesus em sonhos e se convertendo.

Perry LaHaie, da Missão Frontiers, explica que o Hajj acontece ao longo de cinco dias, com milhões de pessoas circulando a Caaba, um cubo negro que acreditam ser a “casa de Allah”.

O missionário divulgou testemunhos sobre as inúmeras histórias que tem ouvido sobre como “Deus está usando o Hajj para revelar aos muçulmanos a verdade da Bíblia e de Jesus Cristo”. Isso ocorreria através de sonhos, algo muito forte dentro da cultura oriental.

“Uma mulher chamada Adila teve vários sonhos com Jesus e foi conversar com seu imã sobre isso. O líder islâmico afirma que Allah a está ‘favorecendo’ e que ela deveria participar do Hajj. Quando ela dá a primeira volta ao redor da Caaba, perto do meio-dia, vê Jesus em pé sobre a rocha sagrada. Ele diz: ‘Leia o livro [Bíblia] Eu te amo, eu morri por você, leia o livro”. Segundo o missionário, Adila obedeceu e agora está seguindo a Jesus.

Outro testemunho é de um casal vindo da Turquia, Ali e Zehrav. O marido, Ali, era um alcoólatra que batia em sua esposa na frente de seus filhos. Alguns anos atrás, tentando mudar de vida, decidiu procurar a ajuda de Allah no Hajj.

“Ele esperava que assim se tornaria um muçulmano devoto. Ele não queria mais machucar sua família. Na sua primeira noite em Meca, Jesus apareceu-lhe em um sonho dizendo: ‘Você pertence a mim.’ Quando acordou, Ali ouviu novamente a voz de Jesus: ‘Você pertence a mim”, revelou o missionário.

LaHaie destaca que “Foi só o começo. A transformação de vida dele depois de um tempo inspirou toda sua família a seguir Jesus. Hoje em dia, Ali e Zehra estão pastoreando uma igreja.”

Para o missionário, os cristãos deveriam intensificar suas orações nesse período, clamando que mais islâmicos se convertam através de experiências sobrenaturais em áreas onde os obreiros cristãos não podem pregar o evangelho.

Perseguição aos que abandonam o Islã

O Centro Saudita para a Comunicação Internacional revelou que peregrinos muçulmanos continuam chegando a Meca. A contagem oficial já ultrapassou dois milhões e os maiores contingentes são do Egito, Índia, Paquistão, Bangladesh, Sudão e Jordânia.

Como é um dos cinco pilares do Islã, todos os muçulmanos que são capazes de fazer a peregrinação são estimulados a visitar a cidade sagrada pelo menos uma vez na vida.

Ao mesmo tempo, na Arábia Saudita os cristãos são proibidos de praticar livremente sua fé e os não-muçulmanos sequer podem entrar em Meca. Aqueles que abandonam o islamismo são chamados de ‘apóstatas’ e sofrem perseguições podendo ser, inclusive, condenados à morte.

A Missão Portas Abertas coloca a Arábia Saudita como a 12ª pior nação em seu ranking anual de perseguição cristã. Com informações Christian Post

Pregação sobre inferno gera pânico em passageiros de metrô, em Valência

Nove homens foram presos no sábado à noite, logo após pregarem mensagens sobre o pecado e o inferno dentro do metrô em Valência, Espanha. Os detidos foram identificados como evangelistas alemães, entre 19 e 37 anos.

Eles entraram no metrô com mochilas e uma grande cruz e começaram a pregar com megafone. As frases que mais causaram impacto foram: “Este metrô está cheio de pecados, drogas e álcool”, “nós pecadores, vamos morrer” e “vamos queimar no inferno”.

Os evangelistas também distribuíram panfletos e falaram sobre diversos assuntos, entre eles a questão das drogas e a vida religiosa. Muitas pessoas começaram a gritar, possivelmente confundindo os evangelistas com terroristas, especialmente ao ouvir a palavra “morte”.

Vendo a confusão, o condutor parou o metrô e muitos dos passageiros desembarcaram. Segundo o jornal La Vanguardia, uma jovem ficou levemente ferida ao tentar descer. Agentes policiais levaram os nove homens que estavam evangelizando para a delegacia.

O caso está sob os cuidados do Tribunal Superior de Justiça da Comunidade Valenciana e pode ser considerado crime de desordem pública. Além disso, os acusados terão de pagar uma multa de 12 mil euros para sair da prisão. Com informações ABC

Sobrevivente de aborto aos 7 meses, mulher conta testemunho emocionante de perdão

O aborto é uma das práticas mais discutidas em nossos dias, do ponto de vista judicial, moral e religioso, em praticamente todo o planeta. Pessoas que lutam em favor da vida estão travando uma verdadeira batalha contra a legalização desse tipo de assassinato, e uma delas é Gianna Jessen.

Jessen esteve em um culto da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, liderada pelo pastor Silas Malafaia. Durante a Escola Bíblica Dominical ela contou o seu testemunho, dizendo como atualmente lida com o trauma de ter sido vítima de uma tentativa de aborto:

“Eu nasci em uma clínica de aborto, salva pelo poder de Jesus Cristo”, disse ela, explicando que sua mãe, na época com 17 anos, tentou lhe abortar aplicando solução salina em seu útero. O procedimento faz com que o bebê seja queimado pelo ácido, por dentro e por fora.

Apesar da tentativa, Jessen conseguiu sobreviver. “Isso aí para mim foi a glória de Deus. Ele é tão bom e eu sou a garota Dele! Então eu devo dizer: ‘Não mexa comigo, porque o meu pai é o dono do mundo’. E também não é muito sábio causar problemas para um órfão”, disse ela.

Após nascer, ela ficou em uma encubadora por meses. Sua mãe havia lhe abandonado, então levaram ela para um programa de adoção. A primeira família que lhe recebeu, no entanto, também lhe abandonou em seguida: “Eu fui rejeitada desde o início por todos, menos por Deus. Ele me ama e luta por mim e por você também”, disse ela.

Jessen ficou com sequelas devido à tentativa de aborto, sendo diagnosticada com paralisia cerebral aos 17 meses de vida. Para ela, o argumento de que o aborto deve ser legalizado nos casos em que o bebê apresenta alguma deficiência física é inaceitável:

“Eu não teria paralisia cerebral se não tivesse passado pela tentativa de aborto. Vocês podem imaginar o quanto eu fico assustada quando ouço alguém dizer que o aborto deve ser permitido se o bebê nascer com um defeito físico”, destacou.

Apesar do trauma, Jessen compreende que mulheres que já abortaram ou pensam em abortar, devem ser perdoadas e não condenadas. “Em muitos lugares onde vou falar, há pessoas que fizeram aborto ou que conhecem pessoas que fizeram aborto”, disse ela.

“Eu quero te dizer que não estou aqui para te condenar, porque Jesus não está aqui para te condenar. Ele está aqui para te libertar, mas você precisa se arrepender, você tem que pedir perdão e tem que pedir para que Ele te liberte”, conclui.

Assista o vídeo com o testemunho de Gianna Jessen abaixo:

 

 

 

Homem de 41 casa com menina de 11, alegando que lei islâmica permite

O casamento de um homem de 41 anos e uma menina de 11, reacendeu a polêmica sobre a separação da lei civil e a sharia, lei religiosa islâmica. Celebrado no mês passado, o casamento pedófilo ocorreu na fronteira da Tailândia com Malásia, país onde a maioria da população é muçulmana.

Na Malásia, menores de 16 anos podem casar, caso tenham a permissão de um tribunal de sharia. Porém, o Ministério de Mulheres e Famílias do país garante que não é a legislação em vigor no país.

Genocídio já deixou mais de 6 mil cristãos nigerianos mortos, incluindo crianças

O que está ocorrendo na Nigéria este ano é “puro genocídio”, denuncia a Associação Cristã da Nigéria, (CAN na sigla original). Os pastores calculam que são mais de 6.000 mortos este ano – a maioria mulheres e crianças – assassinados por jihadistas da etnia fulani desde janeiro.

“O que está acontecendo na Nigéria, principalmente no estado de Plateau é puro genocídio e deve ser interrompido imediatamente”, disse a CAN em uma nota oficial.

Meu MAIOR Inimigo! Pr Gean Carlos

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Pastor é linchado a mando de extremistas hindus, mas ressuscita e volta a anunciar o Evangelho

O extremismo religioso na Índia é um dos mais violentos do planeta, mas recebe pouca atenção da mídia ocidental. Como o país é dividido entre hindus e muçulmanos, os cristãos são vítimas de perseguição por ambos os lados. Nesse contexto, o linchamento de um pastor terminou com uma reviravolta sobrenatural.

O pastor, identificado com o pseudônimo Tilak, estava incomodando os nacionalistas hindus, que se opõem a qualquer influência estrangeira, com seu trabalho evangelístico. Assim, para “resolver” o problema, os extremistas religiosos contrataram um grupo comunista chamado naxalitas conhecido por seu radicalismo.

De acordo com informações da Missão Portas Abertas, os naxalitas sequestraram o pastor e tentaram fazê-lo apostatar da fé em Jesus Cristo, negando o Filho de Deus. Mas, Tilak se manteve firme e os radicais o espancaram.

Com mãos e pernas amarradas, o pastor era surrado com uma espessa vara enquanto era forçado a se arrastar montanha acima. Em certo ponto do linchamento, o pastor perdeu as forças e caiu, e os naxalitas comemoraram quando não encontraram seus sinais vitais.

O ministério de Tilak vinha crescendo com seu trabalho, e pouco antes de ser sequestrado e linchado, 40 famílias haviam entregado suas vidas a Jesus.

Quando os extremistas hindus receberam a confirmação de sua morte por um médico contratado pelo grupo, jogaram seu corpo numa vala e foram à comunidade dos cristãos para debochar e ameaçar: “Assim como o seu Jesus foi espancado e morto, matamos o pastor de vocês. O corpo está em uma vala na floresta. Encontrem e enterrem”, disseram.

As famílias integrantes da igreja que o pastor vinha formando se juntaram e foram procurar seu corpo, que foi levado de volta para a comunidade. Durante o velório, Tilak abriu os olhos e se mexeu.

O alvoroço pela ressuscitação do pastor despertou a curiosidade dos extremistas hindus e dos naxalitas, que correram para ver se Tilak estava realmente vivo. Ao chegarem, ficaram em choque.

Essa situação encorajou o pastor, que passou a agir de forma mais ousada na divulgação do Evangelho, incomodando novamente os hindus. No entanto, os naxalitas agora não queriam mais espancar o pastor, por medo, e assim, o levaram para a floresta novamente, em segredo, e o disseram para fugir em troca da vida de sua família.

“Saí da aldeia com a minha família de uma vez, pois eu sofri uma tortura extrema há um ano. Eu não queria o mesmo para minha família”, relatou Tilak a missionário da Portas Abertas.

Em fuga, o pastor chegou a outra aldeia seis horas depois, e lá recebeu a ajuda de um homem que vivia numa cabana. “Ele tinha me visto quando eu ministrava nas redondezas da minha aldeia. Ele ouviu minha pregação e desenvolveu a fé em seu coração. Ele trabalhava como pedreiro. Ele era um homem muito pobre, mas com um grande coração”, contou Tilak.

Hoje, mais de um ano após o episódio, o pastor e sua família moram na mesma cabana e dividem espaço com a família do pedreiro. Apesar de seu testemunho, o próprio Tilak tem tido dificuldade para retomar sua ação evangelística, mas tem recebido encorajamento de missionários.

“Sempre que passamos por sofrimento e dor, é para a glória do Senhor. Quando deixarmos o mundo e formos para o céu, não haverá mais dor e tristeza. É por isso que precisamos nos concentrar no Senhor agora”, disse o pastor, resumindo sua situação.

Ore pela Igreja Perseguida ao redor do mundo. Cristãos de diferentes tribos e nações enfrentam angústias e adversidades intensas por causa de sua fé em Jesus, diariamente, e sofrem na pele por isso.

 

Escolhi esperar: Yudi Tamashiro conta que decidiu se abster de sexo após conversão

Apresentador e dançarino, Yudi Tamashiro se converteu ao Evangelho há menos de um ano e a mudança de conceitos tem influenciado diretamente em sua vida cotidiana, incluindo a abstinência do sexo, o que o levou a reavaliar seu relacionamento com Wanessa Bicalho, sua namorada.

Yudi concedeu uma entrevista ao comediante e apresentador Rafael Cortez no canal Love Treta, do YouTube, e falou sobre sua escolha de esperar pelo casamento para voltar a praticar sexo.

“Me converti, não só eu como minha namorada também, a família dela já era evangélica. E eu já comecei o meu relacionamento transando com ela. Só que chegou um momento que ela falou que queria fazer como está na bíblia, que não queria transar”, resumiu Yudi.

A mudança, no entanto, não foi simples e teve momentos de recaída: “Eu fiquei acho que uns três, quatro meses sem transar. Aí, sem querer, ela dormindo na minha casa, acabei transando novamente com ela. Bateu um arrependimento muito grande, é como se você tivesse três meses fazendo certo e um dia você ‘caga’ e volta tudo”, admitiu.

No vídeo, repleto de perguntas capciosas, Rafael Cortez não debochou da escolha de Yudi, mas também não se privou de assuntos que fazem parte do passado de Yudi, como por exemplo uma pergunta sobre masturbação. Segundo o jovem dançarino e ex-apresentador do Bom Dia & Cia, do SBT, sua luta diária tem sido para evitar a prática: “Não pode [a masturbação]. Fornicação tá ali, aí já vai outra coisa, vai aparecendo, aparecendo… É difícil, ainda mais eu que tinha vida muito ativa, ainda eu que tinha todo dia uma mina aqui, outra ali”, explicou.

 

Cristãos são torturados e multados por terem bíblias e livros cristãos, no Uzbequistão

A perseguição religiosa aos cristãos no Uzbequistão assume contornos de intolerância governamental. Ex-integrante da extinta União Soviética, onde o regime comunista perseguiu e assassinou milhares de pessoas discordantes da ideologia política, apesar do país ser o único da Ásia Central que possui uma Sociedade Bíblia oficialmente aberta, o controle exercido pelo Estado faz com que essa entidade exista apenas no papel e a liberdade de culto seja incerta.

Diversos casos que vieram à tona nos últimos dias comprovam essa realidade, onde denúncias de cristãos sendo perseguidos, multados e até torturados, simplesmente por carregarem suas bíblias e outros materiais cristãos, explicam o motivo do Uzbequistão ocupar a 16ª da lista de perseguição religiosa mundial, publicada anualmente pela organização Portas Abertas.

O pastor Ahmadjon Nazarov é uma das testemunhas da intolerância religiosa contra os cristãos no país. Ele chegou a ser preso no ano passado, após ter o culto invadido por policiais. Além das agressões, os equipamentos eletrônicos utilizados pela igreja foram quebrados.

Nazarov também contou que mulheres estão sendo intimidadas pelos policiais, como Shakhzoda Rajabova, uma cristã que teve vários pertences tomados em dezembro passado e recebido uma multa, apenas por ter livros cristãos. Ela está sendo processada pelo fato e apesar de recorrer, teve sua apelação negada sem maiores justificativas.

Outra testemunha é Sharofat Allamova, que já em abril desse ano (2018) também recebeu uma multa por ter livros cristãos em casa. Até o seu aparelho celular foi confiscado pelas autoridades, segundo uma publicação do Fórum 18.

A Portas Abertas perde aos irmãos em todo mundo que orem para que a Sociedade Bíblia possa atuar de forma livre e que as igrejas fiquem unidas, pois o governo utiliza a divisão para enfraquecer o cristianismo no país, e para que o Espírito Santo quebrante os corações dos que vão ouvir o evangelho.

 

“Onde abundou o pecado, transbordou a graça”: filme ‘Paulo, apóstolo de Cristo’ estreia no Brasil

Paulo, Apóstolo de Cristo estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 03 de maio, com a promessa de contar a história do apóstolo dos gentios em uma abordagem que ressalta o amor, a misericórdia e a graça.

A distribuidora do filme, Sony Pictures, adotou o subtítulo “Onde abundou o pecado, transbordou a graça”, uma referência ao capítulo 5 da carta do apóstolo aos Romanos. O longa-metragem narra o testemunho de vida do homem que foi transformado de perseguidor a propagador do Evangelho.

Segundo informações da assessoria de imprensa, o estúdio responsável pela produção do longa, Affirm Films, é especializado em filmes baseados na fé, e o elenco é recheado de atores que já provaram seu talento em Hollywood.

O diretor e roteirista do filme, Andrew Hyatt, ressaltou seu compromisso com a fidelidade do que é retratado na Bíblia: “Sempre começamos com as Escrituras em primeiro lugar pois tudo precisa ter a Palavra como referência. Essa é a prioridade”, comentou o cineasta.

“Espero que a Igreja vá assistir ao filme, mas eu adoraria que ele atraísse aos que estão em dúvida da sua fé ou sentem que não podem ser perdoados por Deus e que Sua graça não seria grande suficiente. Esse filme mostra que é”, ressaltou.

Ao longo de 1h48, o filme apresenta uma mensagem tocante, segundo o pastor Bruno Gonçalves, da Igreja Bola de Neve na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Ele foi um dos 7 mil convidados para a pré-estreia do filme em sessões realizadas em todo o Brasil.

“O longa mostra bem a realidade e contexto histórico que Paulo vivia na época. Mas, o que mais me chamou atenção é ver os versículos que tanto lemos na bíblia nos diálogos entre os personagens. Além, é claro, de perceber nas telonas o desejo e paixão de Paulo pela obra de Deus. Isso nos ensina muito. Edificante”, resumiu Gonçalves.

 

Jurgen Klopp, treinador do Liverpool: “Não há deuses no futebol, mas há um Deus que nos ama”

Jurgen Klopp é um técnico de futebol em ascensão e acaba de classificar seu time, o Liverpool da Inglaterra para a final da Champions League, o maior torneio de clubes do mundo. Com todos os holofotes do esporte sobre si, a mídia se debruçou sobre a história do treinador, e descobriu sua fé em Deus como um dos pontos que ele mais valoriza.

Os torcedores do Liverpool são conhecidos como alguns dos mais fanáticos da Inglaterra. O time, que tem como lema “You Never Walk Alone” (“você nunca caminhará sozinho”, em tradução livre) viu surgir nas arquibancadas faixas com manifestações intensas dos torcedores em relação ao técnico alemão: “In Klopp we trust” (“nós confiamos em Klopp”).

Conhecido por sua franqueza, mas também pela discrição em relação à vida pessoal, o técnico falou sobre sua fé em algumas oportunidades, como no início de sua carreira como treinador, quando comandava o pequeno Mainz, na Alemanha.

Segundo informações do Premier Christianity, após uma derrota um repórter perguntou se os “deuses do futebol” estavam contra ele. “Não há deuses do futebol, mas existe um Deus que nos ama assim como somos, com todas as nossas peculiaridades. Mas somos nós que devemos marcar nossos próprios gols”, afirmou, à época. No mesmo contexto, acrescentou dizendo que seu “relacionamento com Deus mudou sua perspectiva de vida”.

Antes de ser treinador, Klopp foi jogador e, como todo menino aficcionado por futebol, a dedicação ao esporte o privava de outras atividades: “Com cerca de 13, 14 anos, surgiu a questão: posso jogar no domingo de manhã, embora saiba que deveria ir à igreja? Logo percebi que havia muito tempo no resto da semana para a fé”, relatou.

Assim, construiu sua carreira sem abandonar a fé, tornou-se treinador e logo estava à frente de um dos maiores clubes da Alemanha, o Borússia Dortmund, onde conquistou diversos títulos. Em 2015, após assumir o Liverpool, a questão de sua fé veio à tona mais uma vez, e um artigo escrito por Klopp, então, se tornou sua afirmação mais incisiva sobre o assunto.

“Sou um crente, mas não falo muito sobre isso! Se alguém perguntar sobre minha fé, eu explico. Não tenho a pretensão de ser algum tipo de missionário, mas quando olho para mim e para a minha vida sinto-me guiado pelas mãos divinas. Acho uma pena que outras pessoas não tenham essa sensação de segurança”, disse.

Agora, aos 50 anos, diante da chance de conquistar o maior torneio de futebol do mundo contra o Real Madrid, o treinador sabe que os torcedores do Liverpool confiam nele, mas sabem que ele não deposita sua fé em si mesmo, mas em Deus.

 

Possível libertação de cristãos presos na Coreia do Norte é anunciada por Trump

Kim Dong-chul, Kim Sang-duk e Kim Hak-song, três cristãos note-americanos presos na Coreia do Norte pelo regime comunista, já foram transferidos do campo de concentração onde trabalhavam como prisioneiros, para um hotel nos arredores da capital Pyongyang, segundo informações divulgadas pela emissora CBN News.

Ao que parece, o Departamento de Defesa Americano está colhendo informações com informantes locais, os quais já disseram que os três cristãos receberam cuidados médicos e agora estão aguardando a possível libertação.

O Presidente Donald Trump se manifestou no último dia 2 em tom irônico, ao citar a tentativa anterior do governo Obama de libertar os prisioneiros do regime comunista coreano, mas sem sucesso:

“Como todos estão cientes, o governo passado [Obama] tem pedido por três reféns para serem libertados de um campo trabalhista norte-coreano, mas sem sucesso. Fique ligado!”, disse ele no Twitter, sugerindo implicitamente que a libertação poderá ocorrer em breve como fruto das suas negociações com o ditador Kim Jong Un.

A notícia da possível libertação dos três cristãos norte-americanos veio logo depois das duas Coreias (Norte e Sul) anunciarem um acordo de paz, declarando o fim de uma guerra que perdurou por mais de meio século.

Apesar do acordo ainda ser considerado precoce para o total abandono do clima bélico entre os dois países, especialistas consideram que os desdobramentos do acordo influenciaram a decisão de soltura dos prisioneiros, como um “gesto de boa vontade”:

“Ouvimos isso através de nossas fontes na Coréia do Norte no final do mês passado. Acreditamos que Trump possa levá-los de volta no dia do encontro entre EUA e Coréia do Norte ou enviar alguém para trazê-los de volta para os EUA antes da cúpula”, disse Choi Sung-ryong, um ativista humanitário que acompanha o caso.

Donald Trump, por sua vez, confirmou sua participação nas negociações para a libertação dos prisioneiros, reforçando o seu papel como mediador do impasse:

“Estamos também lutando muito diligentemente para recuperar os três cidadãos americanos. Eu acho que há uma boa chance de fazer isso. Estamos tendo um diálogo muito bom”, disse ele durante uma entrevista coletiva em abril, segundo informações da CBN News.

Cristãos se mobilizam para ajudar vítimas de ataque na Síria: “Como se fossem nossos próprios filhos”

O terrível ataque ocorrido da Síria no último sábado, vitimando cerca de 40 pessoas e deixando várias gravemente debilitadas, está colocando o mundo sob a tensão de uma possível guerra entre duas das maiores potências militares do planeta, Estados Unidos e Rússia. Apesar dos argumentos geopolíticos envolvidos divergirem e a iminência de um conflito armado se intensificar no local, um grupo de cristãos se mobilizou para ajudar os sírios e está fazendo a diferença na região.

“Temos uma clínica médica móvel que fica a menos de um quilômetro de onde este recente ataque químico ocorreu e eles estão tratando os sírios enquanto falamos. E estamos fornecendo alimentos e remédios e água limpa e roupas e higiene e fórmula infantil. O que quer que possamos colocar em suas mãos para ajudá-los a sobreviver”, disse Vernon Brewer, fundador da Ajuda Mundial, segundo informações da CBN News.

“Estamos tentando ser as mãos e os pés de Jesus”

Algo bem maior do que a “simples” ajuda humanitária move o grupo de cristãos. Eles entendem que isso tem a ver com o amor de Deus. A capacidade de se colocar no lugar do outro e assumir para si, também, parte do seu sofrimento:

“Estamos intervindo e nos mobilizando a oração. Estamos orando por esses refugiados como se fossem nossos próprios filhos e nossos próprios netos. Estamos tentando ser as mãos e os pés de Jesus. Não apenas salvar vidas, mas mostrar-lhes o amor de Jesus Cristo, sendo as mãos e os pés de Jesus na terra”, disse Brewer.

Devido ao grande número de intervenções de outros países, como os Estados Unidos e a Rússia, além das ações do governo sírio e dos paramilitares rebeldes que lutam para derrubar o regime, os cidadãos sírios, maiores vítimas do conflito, estão inseguros quanto à confiança. Eles não sabem como reagir diante de tantas incertezas.

“Eles não sabem mais em quem confiar. Existe uma atmosfera de desconfiança e, certamente, uma atmosfera que o governo deles não apenas falhou, mas que o governo deles está por trás de todos esses ataques brutais”, explica Brewer.

Dessa forma, o auxílio dos cristãos pode ser uma zona de conforto não apenas físico, mas também espiritual e consequentemente emocional para os cidadãos sírios. O grupo pede orações aos irmãos de várias partes do mundo.

 

Sociedade Bíblica realiza viagem com o “Barco da Bíblia” para alcançar 3 mil pessoas na Amazônia

Um a das iniciativas mais significativas da Sociedade Bíblia do Brasil pretende alcançar cerca de 3 mil pessoas que vivem na região da Amazônia, através da Palavra de Deus. Para isso, a entidade colocou em prática o projeto  “Luz na Amazônia II”, onde é utilizado um barco que vai navegar por nove municípios dos estados do Pará e Amapá.

No “Barco da Bíblia”, como também é chamado o projeto, há apresentações culturais, como o “Museu da Bíblia”, onde os ribeirinhos e moradoras das regiões próximas de onde o barco fica ancorado, podem conhecer maiores detalhes sobre o livro que é considerado um best-seller por excelência no mundo inteiro.

A viagem começou no dia 02 de abril e vai até 03 de junto. No barco, além da Bíblia, são ofertadas outras literaturas que envolvem o tema bíblico. A intenção é disponibilizar ao público uma compreensão maior sobre o surgimento da fé cristã. O horário de abertura do “Barco da Bíblia” é de 08 às 20h.

A oportunidade dos moradores entrarem em contato com o “Barco da Bíblia” também possibilita a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) conhecer melhor o perfil do público nessas regiões, suas dúvidas e necessidades, permitindo a entidade traçar novas estratégias para atingir um público ainda maior, bem como adequar o tipo de material que poderá ser mais adequado às necessidades da população.

Além de distribuir exemplares da Bíblia, o projeto “Luz na Amazônia II” também realiza ações sociais, como a oferta de consultas na área de saúde e outras orientações ao público. Em 2014 o projeto visitou oito cidades e distribuiu 15 mil obras da Palavra de Deus.

Convertido, ex-muçulmano funda a primeira igreja em seu país após 700 anos de hegemonia islâmica

Kosovo é um país de predominância islâmica, com ampla influência do antigo Império Otomano e que, mais recentemente, conquistou a independência da Sérvia. Essa nação não via surgir uma igreja cristã há pelo menos 700 anos, mas agora a comunidade de seguidores de Jesus Cristo tem um templo para se reunir em culto a Deus.

Localizado no sudeste da Europa, Kosovo está vivendo um tempo histórico: um ex-muçulmano que se converteu ao Evangelho passou a compartilhar a mensagem de Jesus junto às pessoas mais próximas e estruturou uma igreja na cidade de Malisevo, um município do distrito de Prizren.

De acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN), a implantação da igreja interrompe sete séculos de ausência completa do cristianismo no país. O homem usado por Deus para mudar essa escrita é Urim Bogaj, que cresceu em uma família muçulmana e odiava os cristãos.

Seu testemunho de entrega de vida a Jesus remete a 1999, quando o território do Kosovo ainda pertencia à Sérvia, e ele ouviu o Evangelho de sua tia, que estava refugiada na Albânia em fuga da guerra em sua terra natal e terminou conhecendo as mensagens de Jesus.

Convertida, ela compartilhou sua transformação com Urim, que na época tinha apenas 15 anos e estudava no Ensino Médio em Pristina, capital do Kosovo. “Era difícil ouvir e receber o que ela tinha a dizer. Sempre soubemos que os cristãos eram serpentes. As serpentes eram más. Não queria ser cristão”, relatou ele à Global News Alliance.

 

Fé, Esperança e Amor – Pr Paulo JR. Borges

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Alheio à hostilidade por se converter, Yudi diz que “andar com Jesus” surpreendeu sua família

Yudi Tamashiro está experimentando a hostilidade direcionada a quem entrega a vida a Jesus e muda seu comportamento, alinhando sua conduta aos princípios que a fé cristã prega. O apresentador, no entanto, contou que não se sente intimidado e reitera que sua escolha tem mudado sua vida.

“Recebi milhões de mensagens falando: “‘Você está indo pela moda’. Se for moda, eu quero que essa moda se espalhe, porque é uma moda que está fazendo muito bem para o meu coração”, disse ele em entrevista ao programa TV Fama, da RedeTV!, na última terça-feira, 10 de abril.

A mudança de vida, as novas prioridades e a postura resultante dessa nova fase têm sido elogiadas pela família do apresentador. “É algo que me completa. Não só está me completando, como minha família também. Eles sentem a diferença do Yudi andando com Jesus”, acrescentou Yudi.

“Eu sei o que passa dentro de mim, Ele sabe o que passa também. Ele está cuidando de mim direitinho, então não posso abandoná-Lo e jamais negar que realmente sou evangélico, sou crente”, enfatizou, minimizando a importância das críticas e opiniões de pessoas que não fazem parte de sua intimidade.

Durante a entrevista, Yudi Tamashiro foi questionado se apagaria suas tatuagens por causa da conversão, mas o apresentador demonstrou maturidade ao responder: “Eu tenho uma gueixa morta aqui no meu braço e não vou apagar, porque é só uma tatuagem. O que ficou para trás, ficou para trás. Hoje eu vivo algo novo na minha vida e acho que não tem o porquê estar nesse pensamento”, concluiu.

Conhecido por sua parceria com Priscila Alcantara à frente do programa infantil Bom Dia & Cia, do SBT, Yudi Tamashiro se converteu ao Evangelho em 2017, e foi batizado nas águas em novembro último, compartilhando o momento com seus seguidores nas redes sociais.