Multiplicação: uma questão de propósito.

Multiplicação: uma questão de propósito.

Visão de multiplicação da célula
O líder segundo o coração de Deus está sempre permitindo ao próprio Deus ampliar
sua visão. Ele nunca estaciona naquilo que Deu já lhe deu. Está sempre buscando as
coisas novas que o Senhor ainda tem para fazer em sua vida e por meio de sua vida.
Talvez seja esta uma das características que fez com que o apóstolo Paulo fosse tão
importante em sua geração para o cristianismo. Veja seu estilo de vida em Filipenses 3:7-
14.
Ter visão de multiplicação da célula significa ter uma visão de crescimento para cada
membro da célula. O líder é como um pai ou mãe humanos que deseja, sonha, se angustia,
se esforça, se desgasta pelo crescimento integral de seus filhos. Era assim que o apóstolo
Paulo se sentia com relação aos seus filhos na fé (Gálatas 5:19). Como líder de célula,
peça sempre a Deus para mostrar a você a visão particular que ele tem para sua vida e
para cada pessoa que você está pastoreando.

As resistências à multiplicação
Em João 16:21 Jesus nos fala sobre a hora do parto: “Quando a mulher está para
dar à luz, fica triste porque chegou a hora de sofrer. Mas depois já não se lembra
mais do sofrimento, pois está feliz porque nasceu uma criança”. O nascimento de uma
criança é uma experiência dolorosa, mas a alegria de ter e segurar uma criança nos braços
ultrapassa de longe a dor do parto.
Muitas células nunca geram novas células. Entre as muitas razões, destacamos três
citadas por Joel Comiskey, no seu livro “O Crescimento Explosivo da Igreja em
Células”, pg. 96.
Os membros do grupo tornam-se confortáveis demais na companhia uns
dos outros.
Eles se apegam fortemente aos seus relacionamentos e não querem deixa-los,
mesmo sabendo que ao fazer isso novas pessoas seriam ganhas para o Reino.
É claro que devemos incentivar os membros de células a desenvolver
relacionamentos próximos, mas não a ponto de excluírem outras pessoas.
Este sentimento deve ser combatido com o argumento de que ao deixarem a célula
para darem início a uma nova, eles continuarão mantendo contato com os amigos da célula
antiga. A célula-mãe e a célula-filha poderão se reunir ocasionalmente na semana livre para
a confraternização.
Os membros não conhecem a alegria do nascimento de uma nova célula,
e de como isso contribui para o crescimento da igreja do Reino de Cristo.
É preciso sair da teoria para a prática. Só a explanação da bênção da multiplicação
não é suficiente. Essa alegria precisa ser experimentada por todos aqueles que estão em
células.

Após provar a beleza do mover do Espírito de Deus em um grupo pequeno,
existe o medo de que o grupo não seja tão bom.
As pessoas resistem à multiplicação devido à preocupação de que o novo grupo
possa não ser tão ungido como o atual. Para superar essa tendência, os líderes e membros
de célula precisam ser constantemente lembrados de que o Espírito de Deus irá fazer
aquela nova célula ser tão especial quanto a atual.
Abordando este assunto, Ralph Neighbour Junior faz uma afirmação bastante
importante: “A beleza da igreja em células continua mesmo quando o grupo gera uma nova
célula porque o poder do Espírito continua a operar na vida do novo grupo”.
v Multiplicação de células
Na forma denominada de multiplicação “mãe-filha”, uma célula existente
supervisiona a criação de uma célula-filha provendo pessoas, liderança e uma parcela de
cuidado pessoal para apóia-la. Um grupo da célula-mãe é formado e é enviado para iniciar
uma célula-filha. Este é o método tradicional e mais freqüentemente utilizado para a
multiplicação de células.
Tradicionalmente a célula-mãe forma um novo núcleo que é constituído do novo
líder, do novo auxiliar e alguns membros da célula-mãe. O líder dessa equipe geralmente
servia como auxiliar na célula-mãe. A decisão de manter o auxiliar na célula original ou de
coloca-lo na liderança da célula-filha depende da maturidade e do nível de liderança dessa
pessoa.Uma variante mais comum do método mãe-filha é o líder iniciar com alguns membros
da célula-mãe uma nova célula. Neste cenário, o auxiliar da célula assume a direção da
célula-mãe.
II. PREPARANDO-SE PARA A MULTIPLICAÇÃO
v O tamanho adequado para a multiplicação
A célula tem que permanecer um grupo pequeno para não perder a sua eficácia e
sua habilidade de cuidar das necessidades de cada membro. O crescimento em número de
membros normalmente exclui o crescimento na intimidade e essa é a razão mais forte a
favor da multiplicação. Quando o grupo pequeno aumenta em número de membros, cresce
também a diferença no percentual de participação entre a pessoa mais ativa e a pessoa
menos ativa. A célula precisa ser pequena o suficiente para que todos os membros possam
contribuir livremente e compartilhar necessidades pessoais.
Muitos crêem que o tamanho perfeito para a multiplicação está entre oito e doze
pessoas. Dale Galloway diz: “O número ideal para boas dinâmicas de grupo e para o
cuidado e o diálogo está em torno de oito a doze pessoas. A participação é muito maior
quando o grupo permanece nesse número”. John Mallison, outro especialista em grupos
pequenos, afirma: “O número de doze não estabelece somente o limite máximo para
relacionamentos significativos, mas promove uma situação não ameaçadora para aqueles
que são novos em experiências de grupos menores… É significativo que Jesus escolheu
doze homens para estarem em seu grupo”. Carl George, outro estudioso sobre o assunto,
fixa o número adequado em dez pessoas. No seu entendimento este é o número ideal para
que o líder possa oferecer cuidado pastoral qualitativo.

v A célula tem duração de seis a doze meses
A célula tem vida limitada. As igrejas que estão em células há vários anos tem
observado que após um certo tempo de vida a célula tende a estagnar. Depois de certo
período os grupos tendem a se tornar imóveis. Inicialmente as pessoas não querem ficar
juntas, mas depois disso, elas tendem a ficar juntas por muito tempo.
Durante os primeiros seis a doze meses as pessoas aprendem umas com as outras;
mas depois disso, é provável que comecem a relaxar e deixar o barco correr. Por essa
razão, espera-se que a célula se multiplique dentro de um período ideal de seis meses e
máximo de doze meses, para que haja a possibilidade do desenvolvimento de novos
relacionamentos.
Caso não haja possibilidade de multiplicação durante este período, o problema deve
ser diagnosticado e a célula reestruturada, para cumprir o seu objetivo final, ou seja, a
multiplicação.
Coloque a multiplicação como um objetivo para a célula, desde a primeira reunião.
Trabalhe para que o momento do “nascimento” de uma nova célula aconteça dentro do
cronograma normal. Para que isto aconteça o líder deve concentrar grande parte do seu
ministério com seus três auxiliares, pois a célula se multiplica pelo núcleo (liderança) e não
pelo citoplasma, ou seja, corpo da célula.
O líder de célula deve, desde o início, selecionar e treinar dois ou três líderes em
potencial dos membros da sua célula. O maior reconhecimento que poderá ser dado ao
líder de célula é ter levado a sua célula à multiplicação. Ele deve colocar esse alvo diante
de si, trabalhando para alcançar aquele momento em que a sua célula vai dar à luz uma
célula-filha. Quando o líder chegar a este ponto, já deverá estar com os auxiliares
plenamente aptos para se tornarem líderes da nova célula, ou novas células.
v As etapas da vida de uma célula.
Durante a vida da célula, ela irá passar por quatro fases de crescimento. O líder deve
estar atento para estas etapas na vida da célula, para que possa ministrar com eficácia.
A etapa da descoberta (conhecendo-se uns aos outros)
Depois de certa convivência é comum às pessoas confessarem umas as outras,
depois de um período de forte convivência: “Você não é bem como eu pensava que
fosse na primeira vez que o vi”.
Esta é uma reação bem comum, porque as primeiras impressões que temos das
pessoas são baseadas, geralmente, em relacionamentos do passado que tivemos com
outras pessoas. É necessário que os membros da célula participem de duas ou três
reuniões para vencerem as falsas conclusões que tiraram a respeito de outros.
Este processo pode ser acelerado se a célula realizar um retiro de formação
espiritual, no qual as pessoas vão ter a oportunidade de passar bem mais tempo em
comunhão concentrada. Também é significativo promover uma atividade de fim-de-semana
de quatro a seis horas, como um piquenique com jogos e outras atividades.
Nesta fase inicial da vida da célula não é recomendável levar visitantes. É uma
oportunidade para os próprios membros da célula se conhecerem mutuamente. Antes que
alguém venha visitar a célula é necessário que haja entre os irmãos um pouco de
entrosamento para que o ambiente celular fique mais descontraído, menos formal e mais
relacional.

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A etapa dos conflitos
Quando as pessoas chegam a se conhecer bem, os seus sistemas de valores
entram em choque. Pode ser que uma fale demais, irritando o grupo inteiro pela dominação
indesejável. Outro membro talvez seja caracterizado pela insensibilidade, machucando com
suas atitudes os outros irmãos da célula, ao passo que ainda outros sejam hipersensíveis e
se machucam com facilidade.
Depois de uns cinco ou seis encontros, conflitos como esses virão à tona na hora do
debate, do compartilhamento da palavra. Aí vai haver o processo do efeito-lixa. Como
resultado, as pessoas aprenderão a confiar umas nas outras até o ponto de deixar
transparecer os seus desacordos e assim poderão resolvê-los.
Se o líder tem pouca experiência com grupos pequenos, é provável que venha a
sentir um pouco de medo quando surgir à etapa dos conflitos. Mas não deve ter receio!
Precisa continuar conduzindo o grupo de forma gentil, deixando que os participantes
compartilhem coisas íntimas.
Durante a reunião da célula é importante conscientizar os membros, que os conflitos
são naturais e fazem parte da vida com sucesso da célula. O líder descobrirá que os
próprios membros irão resolver essas diferenças. Os resultados serão fantásticos!
Enquanto o líder trabalha com os conflitos, a identidade da célula será estabelecida e um
novo compromisso para com a célula irá surgir. Pela primeira vez, a identidade da célula
será formada, e as pessoas de fato se comprometerão com os irmãos que a compõe.
A etapa da comunidade
A etapa dos conflitos é seguida de um período bastante significativo, no qual os
membros irão de encontro uns dos outros de uma forma bastante especial. Neste período
os membros aumentam, de modo especial, a sua expressão de comunhão. Este não é
somente um período de enriquecimento, mas também é um período bastante perigoso.
Por terem formado relacionamentos significativos, os membros da célula podem
querer se enclausurar, para não serem perturbados. Se isto for permitido, a célula se
transformará num monstro feio e egoísta. Passará aquele bom momento e os membros não
terão mais força para multiplicar a célula.
Logo que o líder perceber que os laços entre os membros estão muito fortes, deve
lidera-los para alcançar outros e focalizar seu ministério em atividades de multiplicação.
A etapa do ministério (ministrar a outros)
Logo no primeiro encontro o líder deve deixar bem claro para os presentes que a
célula existe para fortalecer os seus membros a fim de que ajudem a outros. A partir da
primeira reunião, cada membro deve ser encorajado a cultivar relacionamentos com
incrédulos.
Assim que o líder sentir que sua célula está adentrando na etapa da comunidade,
deverá imediatamente começar a enfatizar a importância de todo membro se envolver em
alcançar outras pessoas e servir às necessidades dos membros da célula.

Disney manda excluir termos religiosos nas traduções de seus desenhos e gera nova polêmica

A presença do secularismo em produções da Disney vem se tornando cada vez maior e agora a empresa, novamente, mostra seu desprezo pelas tradições ao estabelecer como norma uma política que pretende limitar ao máximo expressões religiosas ou menções à fé de forma específica.

No Brasil, o Disney Channel virou assunto recentemente de uma reportagem da jornalista Cristina Padiglione, do O Estado de S. Paulo, por conta da determinação de mudança na forma de tradução de termos ligados às religiões, mesmo que sejam simples ou genéricos.

De acordo com Padiglione, termos como “credo”, “cruzes” e outros passaram a ser alterados, ganhando expressões equivalentes sem referências à fé, nas dublagens e traduções de séries e filmes para o Brasil. Até mensagens como “Feliz Natal” tem sido trocadas por “Boas Festas”, por exemplo.

Em comunicado, a direção do Disney Channel afirmou que “o conteúdo do canal procura ser relevante para as crianças e famílias de todo o mundo, refletindo a diversidade e a inclusão”, admitindo que a mudança é intencional.

“Sempre que possível buscamos ampliar nossas expressões a fim de integrar o maior número de pessoas. Entretanto, toda vez que o conteúdo nos pede especificidade, não deixamos de utilizar expressões que sejam relacionadas à religião, como ‘Natal’ ou ‘Hanukkah’, ou hábitos culturais”, acrescentou a nota.

Secularismo

Há poucos meses a Disney foi alvo da fúria de lideranças conservadoras no Brasil e no mundo por conta da exibição do primeiro beijo gay em um desenho infantil e pela postura ativista adotada na caracterização de um personagem do remake do filme A Bela e a Fera.

A gigante do entretenimento infantil abraçou o ativismo LGBT e exibiu, no desenho Star vs. as Forças do Mal, veiculado no canal Disney XD, uma cena em que dois casais homossexuais se beijam.

Já em A Bela e a Fera, o longa-metragem chegou aos cinemas cercado de polêmica por conta da escolha de narrar, paralelamente à história principal, um romance gay. O personagem LeFou, interpretado pelo ator Josh Gad, é apresentado como alguém com trejeitos femininos. Ele é um criado do protagonista, Gaston (Luke Evans), e tem admiração pelo patrão.

Essa postura motivou boicotes à empresa em vários lugares do mundo, incluindo o Brasil, críticas de lideranças cristãs e irritação de entusiastas com a manifestação de reprovação dos conservadores.

No futuro, todo mundo terá um chip implantado no corpo, dizem especialistas; Cristãos reprovam

“Você receberá um chip. É só uma questão de tempo”. Essa foi a constatação de um jornalista americano após pesquisar e preparar uma extensa reportagem sobre o uso de microchips no ambiente corporativo.

Depois que uma empresa do estado norte-americano de Wisconsin decidiu implantar microchips em seus funcionários para abandonar crachás e códigos de acesso, a internet entrou em um debate total. Lideranças religiosas e fiéis ficaram tão chocados que passaram a protestar de forma incisiva contra a empresa.

De acordo com o jornalista Jefferson Graham, do portal USA Today, outros setores da sociedade quiseram saber mais sobre a iniciativa, mostrando uma dicotomia em relação ao assunto. “Isso acontecerá com todos”, diz Noelle Chesley, 49 anos, professora associada de sociologia da Universidade de Wisconsin-Milwaukee. “Mas não este ano, e não em 2018. Talvez não seja minha geração, mas certamente a dos meus filhos”, acrescentou.

Gene Munster, investidor e analista da Loup Ventures, é um defensor da realidade aumentada, da realidade virtual e de outras novas tecnologias. Ele acha que chips embutidos em corpos humanos estão a 50 anos de distância. “Em 10 anos, o Facebook, o Google, a Apple e a Tesla não terão seus empregados quebrados. Você verá algumas pessoas adeptas de tecnologia avançada adotando, mas não grandes empresas”.

A idéia de implantar um chip também tem “muita conotação negativa” hoje, mas em 2067 “teremos sido desensibilizados pelo estigma social”, diz Munster.

Por enquanto, a empresa que obrigou os funcionários a usarem o chip não mostrou maiores utilidades para a ferramenta. Munster diz que foi um “golpe de marketing” para chamar a atenção para o seu produto, com manchetes em todo o mundo. A empresa, que vende quiosques de cafeteria corporativos projetados para substituir máquinas de venda automática, gostaria que os quiosques fizesse as transações sem dinheiro.

Isso iria além do pagamento com seu smartphone. Em vez disso, os clientes com o chip implantado simplesmente agitariam suas mãos em vez de usar aplicativos. Os idealizadores esperam que, no futuro, as pessoas façam check-in no aeroporto sem passaportes; liguem carros, destranquem portas ou desativem alarmes, tudo com o chip.

Os defensores da tecnologia frisam que o chip não é um rastreador de GPS. No entanto, os analistas acreditam que esses implantes acompanharão todos os nossos movimentos.

“Depois de anos como uma subcultura, ‘a hora é agora’ para que os chips sejam mais utilizados”, diz Amal Graafstra, fundador de uma empresa ligada à tecnologia. “Nós vamos começar a ver implantes de microchips obtendo o mesmo domínio de aceitação que piercings e tatuagens tê hoje”, acrescentou.

“Isso se tornará parte de você da maneira que um celular é”, diz Graafstra. “Você nunca pode esquecer, e você não pode perdê-lo. E você tem a capacidade de se comunicar com as máquinas da maneira que você não poderia antes”, disse, aprovando o desenvolvimento.

Mas diante da nova onda de debates sobre o assunto, qual seria o próximo passo? Os especialistas afirmam que os consumidores aderirão aos chips antes que as empresas os peçam.

Chesley diz que as empresas são mais lentas para responder a mudanças maciças e que haverá uma questão de idade. Os funcionários mais jovens estarão mais abertos a isso, enquanto os trabalhadores mais velhos se negarão.

“A maioria dos empregadores que têm força de trabalho intergeracional pode avançar gradualmente. Não consigo imaginar pessoas com idade mais avançada entusiasmadas sobre ter dispositivos implantados em seus corpos”, ponderou.

Adiciona Alec Levenson, pesquisadora do Centro de Organizações Efetivas da Universidade do Sul da Califórnia, diz que “a grande maioria das pessoas não apoiará isso”, o que pode levar a uma espécie de discriminação no trabalho.

“É com isso que estamos preocupados”, diz Bryan Allen, chefe de gabinete da deputada estadual Tina Davis (D), que está apresentando um projeto de lei na Pensilvânia para proibir a incorporação obrigatória de chips. “Se houver fiscalização, impediremos que um empregador diga ‘ou você faz isso, ou você não pode mais trabalhar aqui’”, comentou.

Vários estados passaram leis semelhantes. “Você precisa ter muita confiança para colocar um desses em seu corpo”, diz Kent Grayson, professor de marketing na Kellogg School of Management da Northwestern University. Segundo ele, os trabalhadores precisarão de garantias de que o chip é saudável, não pode ser pirateado, e sua informação é privada.

Enquanto isso, lideranças religiosas usam as redes sociais a expressar seu descontentamento com o uso dessa tecnologia. “Quando Jesus foi criado, ele foi levado corpo e alma, e foi ele, não um zumbi, não um fantasma. Seremos ressuscitados da mesma forma”, escreveu um internauta cristão.

Os especialistas, no entanto, desdenham. “Acostume-se a isso”, diz Chesley, lembrando que há dez anos, os funcionários não consultavam o e-mail corporativo durante o fim de semana, por uma questão cultural ligada à folga. Hoje, isso mudou, “quer nos agrade ou não”, ponderou. “Seja tecnologia portátil ou um chip embutido, o chip sempre conectado sempre será parte de nossas vidas”, concluiu a professora.

Cristãos fazem clamor nas ruas da Venezuela pedindo misericórdia a Deus durante a crise

A Venezuela atravessa uma crise de proporções preocupantes, com a ditadura imposta por Nicolás Maduro avançando sobre os direitos políticos da oposição, o cerceamento da liberdade de manifestação e o encolhimento da economia do país, gerando desempregos e aumento da criminalidade. Diante disso, os cristãos do país estão saindo às ruas para clamar a Deus.

No Facebook, a página cristã venezuelana Un Chico Cristiano (“um menino cristão”, em tradução livre) divulgou um vídeo que mostra vários fiéis ajoelhados no meio da rua, clamando a Deus por solução para a crise.

“Deus tem o controle de toda a Venezuela, animem-se! Ajude o seu irmão venezuelano. Estamos reunidos muito pacificamente para enviar uma mensagem muito forte [ao governo]: escute, remova os tampões do ouvido e as vendas de seus olhos e veja o que está acontecendo, veja o que as pessoas da Venezuela desejam”, dizia a legenda do vídeo.

O vídeo mostra ainda um policial cristão durante seu expediente, ajoelhado, orando junto à população para que a situação seja modificada. Embora a página não detalhe dia e horário que a gravação foi feita, a publicação aconteceu no último sábado, 12 de agosto.

“Em Sua presença, aqui, Senhor, nos humilhamos, para que Tu sejas entronizado, para que seja o Senhor aquele que recebe toda honra, toda glória. Porque Tu dizes: ‘Se o meu povo se humilhar e clamar pelo pelo meu nome, eu sararei sua terra’. Amado Jesus, a Ti seja a honra e a glória. Sabemos que Tu vais à frente de todos nós como um poderoso gigante”, declarou o policial durante a oração.

 

SUA ATITUDES PROVAM O QUANTO VOCÊ DESEJA A VONTADE DE DEUS

“Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de DEUS” (Romanos 12.2).

A diferença entre conhecer a vontade de DEUS e experimentar a vontade de DEUS é a mesma entre ouvir o que DEUS diz e praticar o que DEUS diz. Tudo depende da minha atitude. DEUS diz para eu não viver na fôrma do mundo, mas devo transformar a mim mesmo para que eu viva no mundo onde a vontade DELE acontece. Sou eu que transformo o mundo em que vou viver. Sou eu que transformo a mim mesmo. Sou eu que devo agir para que a vontade de DEUS se estabeleça em minha vida.

Eu não posso colocar na conta de DEUS a responsabilidade pelos acontecimentos em minha vida, enquanto não tomo a responsabilidade de agir conforme o que ELE diz. DEUS vai agir depois que eu agir conforme o que ELE disse. As atitudes que tomo são as provas que mostram se realmente busco a vontade de DEUS para minha vida.

:: CHRISTIAN CLAYTON

Dependência de internet tem graves consequências

Pagar as contas, fazer compras, comparecer à reunião de trabalho e matar as saudades de quem mora longe. Com a correria do dia a dia, dar conta de todos esses afazeres fica cada vez mais difícil e, em alguns casos, até mesmo impossível. Porém, com as facilidades oferecidas pela internet é possível fazer tudo isso em apenas alguns cliques, sem precisar sair da comodidade de casa.

Por trás de toda praticidade da internet existe um mal com consequências graves para o usuário. A dependência desse meio de comunicação pode acarretar prejuízos no trabalho, perda de contato com amigos e familiares, entre outros problemas. Conheça as causas, consequências e como evitar esse mal.

Reconhecendo os sintomas

Segundo Dora Sampaio Góes, psicóloga do Grupo de Dependência de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o tempo que o usuário permanece conectado não é o fator mais determinante para identificar a dependência de internet. “O diagnóstico é traçado a partir das respostas referentes a oito critérios. Para que o paciente seja considerado um dependente de internet, ele deve se encaixar em pelo menos cinco desses oito pontos”, explica a psicóloga.

Veja abaixo quais são os critérios utilizados pelo Instituto de Psiquiatria do HC para diagnosticar a dependência de internet.

  1. Preocupação excessiva com internet
  2. Necessidade de aumentar o tempo conectado para ter a mesma satisfação
  3. Exibir esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da internet
  4. Apresentar irritabilidade e/ou depressão e buscar conforto navegando na internet
  5. Quando o uso da internet é restringido, apresenta instabilidade emocional
  6. Permanece mais tempo conectado do que o programado
  7. Trabalho e relações sociais (amigos e família) em risco por conta do uso excessivo
  8. Mentir para os outros a respeito da quantidade de horas que fica conectado

Os sintomas são muito parecidos com os apresentados por quem sofre com dependência de substâncias ou comportamentais, explica Monica Levit Zilberman, pós-doutora em dependência e gênero. Ela ainda acrescenta: “a pessoa fica conectada por um tempo muito maior do que o que gostaria, com inúmeros prejuízos, seja do ponto de vista familiar, social ou mesmo profissional. Outros afazeres e atividades antes valorizadas deixam de ser prioritárias ou até de serem realizadas”, explica Monica.

A pós-doutora ainda revela que muitos pacientes chegam a comparar a internet com uma droga, pela qual eles tentam se livrar de todas as outras atividades, para poderem ficar conectados sem serem interrompidos. “Nesse estágio começam as mentiras sobre o quanto se está usando ou mesmo desculpas como ‘estou só dando uma checadinha nos e-mails’. Os parceiros tendem a se irritar com esse comportamento, pois são os primeiros a serem deixados de lado”, conclui Monica.

Veja na próxima página quais são as causas da dependência e as consequências na vida de quem sente necessidade de estar conectado 24 horas por dia.

Causas e consequências

A popularização da internet veio com muitas melhorias, principalmente na abrangência do serviço e velocidade de conexão. O preço tem se tornado atrativo também, apesar do serviço de internet no Brasil ter os custos mais elevados do mundo, segundo estudo divulgado pelo Comitê Gestor da Internet, em outubro de 2011. A facilidade de conexão ocasiona diversas situações de isolamento do indivíduo, indo de casos mais simples aos mais complexos, com comprometimento severo no trabalho e vida social. Conheça as causas apontadas pelas especialistas para essa dependência.

Causas

Segundo as psicólogas, ainda não há estudos que comprovem quais são as origens dessa dependência, porém, alguns fatores são comuns entre os dependentes. Os quadros dos pacientes geralmente trazem características de pessoas tímidas, com baixa autoestima, transtornos psiquiátricos, transtornos impulsivos, predisposição pessoal e disponibilidade de acesso. “Em uma época onde o acesso à conexão é muito rápido, aumenta a possibilidade daqueles indivíduos que tenham alguma vulnerabilidade se tornarem ‘viciados’ em comportamentos repetitivos, tornando-se dependentes. Quando a conexão era mais difícil, lenta e caía com frequência, isso aborrecia as pessoas. As chances delas se viciarem eram menores”, explica Monica Zilberman.

Conheça as consequências na vida das pessoas diagnosticadas com dependência de internet.

Consequências

As maiores perdas, segundo as psicólogas, são em relação aos relacionamentos sociais dos dependentes de internet. Isso porque a vontade de ficar conectado ao mundo virtual é mais forte do que sustentar os laços com os amigos ou até mesmo a própria família. “O isolamento acaba causando brigas com a família e o indivíduo chega a deixar os estudos e até mesmo o trabalho de lado para se dedicar à internet”, comenta Dora. Além desses fatores, a psicóloga explica que nem mesmo quem já está casado escapa dos problemas causados pela dependência. “Muitas pessoas procuram ajuda apenas depois que o casamento terminou. Além da questão de isolamento, muitos relatam casos de traição virtual”, complementa a psicóloga Dora Góes.

Veja na próxima página o que fazer para não ser mais uma vítima da dependência e como proteger os filhos do vício da internet.

Crianças e a dependência de internet

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As inovações no campo de comunicação pela internet contam também com a ajuda dos dispositivos móveis, como celulares e tablets. Por conta disso, segundo Monica Zilberman, quanto maior a facilidade de acesso, mais rápido as pessoas que já tem alguma tendência se tornam dependentes. Dora Góes explica que ainda não há estatística que comprove o aumento de casos de dependência de internet por conta do acesso em smartphones e tablets, porém, a probabilidade é que essa facilidade ao acesso contribua sim para aumentar as estatísticas.

Crianças

É natural que os pais também se preocupem com a dependência de internet por causa da exposição de conteúdo ao qual seus filhos são submetidos diariamente. Dora Góes explica que os pais precisam monitorar o tempo e o conteúdo que seus filhos estão acessando, mas não de forma policialesca. “O ideal é que os pais saibam como eles usam, quanto tempo usam e que proponham atividades além da internet. Eles devem ficar atento se os filhos não estão deixando de lado as atividades de escola e com os amigos. Quando a criança prefere ficar na internet do que na companhia dos amigos, os pais devem conversar para saber qual é o motivo. Dar limites é fundamental e, se for o caso, buscar ajuda profissional para resolver o problema”, orienta Dora.

Evite a dependência

Monica explica que é preciso buscar estratégias para controlar o alcance desse comportamento no dia a dia. A sugestão da psicóloga é estabelecer horários para conexão e não se manter conectado o tempo todo. “É preciso evitar o uso de dispositivos móveis de conexão, principalmente durante atividades sociais ou durante a noite”, explica a pós-doutora em dependência.

Fonte: BBEL
Coordenadoria de Comunicação e Marketing

HONRE AO SENHOR COM SEUS BENS

O verbo “honrar” significa “distinguir, fazer diferença”. E é isso que Deus espera de nós! Muito mais do que dízimos e ofertas, Ele espera que O honremos! “Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Pv 3.9,10). Temos aqui uma promessa de Deus que tem o Seu “sim” e o Seu “amém” (2 Co 1.21). O texto de Provérbios fala de Deus suprindo abundantemente o Seu povo com a Sua provisão. Isso não se aplica somente a celeiros e lagares hoje, de forma literal, como no caso dos judeus daquela época, mas também devemos entender que Deus está Se referindo a uma provisão abundante.

A vontade de Deus é suprir as necessidades materiais dos Seus filhos. Há diversas promessas na Bíblia que se referem a isso (Sl 23.1; Fl 4.19). Contudo não acontece de forma automática. Essa promessa é condicional, ou seja, não se cumpre por si só, mas depende de cada um de nós para que possa ser concretizada. O texto bíblico acima pode ser dividido em duas partes: o que nós temos que fazer, e o que Deus fará depois que fizermos a nossa parte. Essa promessa divina é sobre provisão e prosperidade (não entenda como “riqueza”) e revela a vontade do próprio Deus para Seus filhos. Contudo muitos crentes sinceros não a experimentam. Acredito que isso tem ocorrido justamente porque há uma dimensão de entendimento por trás dessa promessa que ainda não foi alcançada pela maioria dos crentes.

Temos ouvido muito sobre as bênçãos do dar, e acredito nesta doutrina, porque é bíblica. Mas a Palavra de Deus não nos ensina somente a dar, mas ensina também a forma certa de fazê-lo! Creio que esse texto nos revela mais sobre a atitude correta que devemos ter ao dar do que sobre a dádiva em si. O conselho que Deus nos dá por meio de Salomão é o de honrarmos ao Senhor com os nossos bens. O que está em questão aqui é a manifestação da honra, e não os bens em si. O uso dos bens é só um meio de expressarmos essa honra. Deus não está interessado em nossas ofertas, e, sim, na atitude que nos leva a entregar a Ele as nossas ofertas. Um dos maiores exemplos disso está no que Deus pediu a Abraão: o sacrifício de Isaque (Gn 22.1-10). Na hora de imolar o filho, o patriarca foi impedido de fazê-lo, e o Senhor deixou claro que Ele só queria a expressão da honra, e não privá-lo de seu filho. Ao pedir justamente o que Abraão mais amava, o Senhor estava lhe dando uma oportunidade de honrá-Lo tremendamente.

Vemos o mesmo princípio revelado de forma inversa, quando Ananias e Safira trouxeram uma oferta de alto valor, mas com a motivação errada e recheada de mentira. O que aconteceu? Deus se agradou? De forma alguma! Lemos em Atos 5.1-5 que o Senhor os julgou pelo que fizeram. O Pai celestial não queria o dinheiro deles, e, sim, uma atitude de honra. Portanto Deus deseja ser distinguido de todas as demais coisas em nossas vidas, mesmo as que temos como mais preciosas.

:: PR. LUCIANO SUBIRÁ

CRISTÃO E POLÍTICA: MURALHA CONTRA TSUNAMI

No Japão, na região de Kamaishi, foi construído um grande muro, que demorou três décadas para ficar pronto, a um custo de US$1,6 bilhões (mais de R$5 bilhões), para impedir desastres ocasionados por tsunamis, porém desmoronou justamente durante o tsunami de 2011 e deixou a cidade totalmente sem defesas.

Nas últimas semanas temos visto diversas manobras políticas do atual Presidente da República, Michel Temer, para evitar que a denúncia sobre o crime de corrupção passiva, por supostamente ser o destinatário da mala com R$500 mil repassados pela JBS a Loures, seja recebida na Câmara dos Deputados.

Apesar de nosso país estar passando por um período crítico financeiro, com o Real desvalorizado, fazendo com que o suado salário não chegue até o final do mês, inclusive, com uma dívida crescente tanto do Estado quanto do povo; tempo em que recursos para investimentos estruturais do nosso país são escassos, e a instabilidade política gera desconfiança nos possíveis investidores internacionais, é nesse momento que Michel Temer resolve raspar as reservas públicas para garantir sua permanência no poder. Espalhou R$ 529 milhões para emendas parlamentares (dinheiro para Deputados garantirem suas reeleições no próximo ano), realizou 25 trocas de deputados na Comissão de Constituição e Justiça, para garantir a aprovação do relatório contra sua denúncia e concedeu benefícios fiscais para a bancada ruralista, que acarretará na diminuição da arrecadação em bilhões de reais.

Sem julgar o mérito da culpa ou não do presidente, aqui o que se pretende é analisar a atitude de nosso representante maior, frente a uma possibilidade de perder seu posto. No lugar de enfrentar a tempestade, decide usar seu poder e o dinheiro do povo para conter os ventos e grandes ondas.

Como é fácil jogar uma pedra, mas como é difícil se render a Cristo. De certa forma, a todos nós são concedidos poder e influência. Talvez não sobre toda uma nação, como o de Temer, mas temos autoridade sobre nossa família, nossos funcionários, nossa célula, nosso salário. Temos responsabilidade sobre nosso próximo, nossas finanças, dívidas, clientes, fornecedores, até mesmo sobre nossos chefes.

Como está sendo nossa atitude frente às dificuldades que estamos enfrentando? Resolvemos usar nosso “poder” e autoridade para benefício próprio? Negligenciamos nosso chamado para satisfazer prazeres passageiros? Frente à tempestade, estamos usando todos os nossos recursos para simplesmente evitá-la?

Todavia, quando a tempestade vier, devemos sempre lembrar que nosso Mestre andou sobre as águas! Para que “assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5.16).

Melhor do que construir muros para evitar tsunamis, talvez devamos “construir nossas casas em lugares mais altos”.

Mega culto reúne 200 igrejas e intercede pelo Brasil

O mega culto realizado por igrejas evangélicas de toda Curitiba e região metropolitana na Arena da Baixada encerrou a Semana do Avivamento, quando igrejas de toda a cidade se reuniram para a realização de cultos e atividades sociais, incluindo arrecadação de doações para a Fundação de Ação Social (FAS) da prefeitura, além de mobilizar evangélicos para fazerem cadastro para a doação de órgãos e de medula óssea.

Segundo a organização, todos os 50 mil ingressos do encerramento foram vendidos. Contudo, nem todos compareceram. Mesmo assim, os 43 mil fiéis que foram até o estádio do Atlético Paranaense foi o maior culto público no local, quase superando as 45.207 pessoas que estiveram ali para o UFC 198, no ano passado

Para efeitos de comparação, a Marcha para Jesus em Curitiba atrai cerca de 150 mil participantes, mas é considerado um movimento.


A partir das 18h do sábado (28), teve início o evento religioso, que também teve conotações políticas. Logo no início, um dos pastores no palco principal pediu que s fiéis levantassem um folheto com as cores da bandeira do Brasil. Foi realizado um momento de intercessão pelo país, enquanto uma bandeira sobreposta por um enorme “Jesus” era projetada no telão.

O líder religioso explicou que era preciso orar por justiça para que “Jesus tocasse no coração dos governantes” e “o brasileiro voltar a andar de cabeça em pé”. A página do movimento MUDE, ligado aos investigadores da Lava Jato postou fotos do evento, dizendo que houve um momento de se declarar apoio à operação.

Unir as pessoas

O estudante Eduardo Schultz, 17 anos, foi com familiares para participar do culto. Ele diz ter se emocionado. “Nunca tinha visto algo assim. É a minha primeira vez aqui, então vir e ver algo desse tamanho e com essa animação é inexplicável. É diferente”, ressalta. Para a pedagoga Marinalva Starerraud, 42 anos, o diferencial de um culto desse tamanho é o contato com outras pessoas. “Unir pessoas de todas as idades e diferentes igrejas é algo maravilhoso”, acredita.

Seu esposo, o corretor Geraldo Starerraud, de 52 anos, conta que nunca viu a Arena tão cheia. “Estive aqui durante a inauguração da grama sintética [em fevereiro de 2016] e a quantidade de pessoas era bem menor. Dessa vez, até o campo está lotado”, lembra. Com informações Tribuna PR

Seita chinesa acredita que mulher reencarnou em Jesus

A Igreja do Deus Todo-Poderoso (IDTP) é uma religião que nasceu no início dos anos 90 na China, e crê que Jesus reencarnou em uma mulher chinesa “para salvar o mundo do apocalipse”.

Existe apenas uma pessoa que alega ter contato com a mulher que, de acordo com a igreja, seria Jesus reencarnado. Trata-se de Zhao Weishan, um homem nascido na província de Henan que fundou a religião há mais de 25 anos e vive atualmente nos Estados Unidos.

Além da inusitada reencarnação que a igreja defende, a instituição está envolvida em outras polêmicas.


O governo chinês não vê com bons olhos o culto religioso da IDTP e prendeu na quarta-feira (26) ao menos 18 pessoas. A polícia alega que a igreja não pode realizar encontros em todo território do gigante asiático.

As prisões ocorreram no condado de Changxing, na província oriental de Zhejiang, depois de uma investigação conduzida pelas forças de segurança, conforme a agência oficial de notícias Xinhua. A polícia apreendeu vários laptops e livros “usados pelo culto para disseminar informações”.

As ações do grupo religioso provocaram uma rejeição em massa entre a opinião pública quando, em 2014, um vídeo nas redes sociais mostrou cinco membros espancando uma mulher de 35 anos até a morte em um restaurante de fast-food, depois que ela se recusou a dar-lhes seu número de telefone.

Após o ocorrido, vários integrantes foram presos e dois condenados à morte, sendo executados pouco depois. No julgamento, os réus alegaram que a vítima “estava possuída por um espírito maligno”. “Era um demônio e tínhamos que acabar com ela”, disse uma das condenadas.

O governo de Pequim, mesmo antes do incidente em 2014, argumenta que a organização é ilegal porque “isola os membros de seus familiares e amigos e os pressiona para que doem dinheiro em troca da salvação”.

Igreja alega perseguição das autoridades

Representantes exilados da IDTP criticaram em várias ocasiões o Partido Comunista da China, acusando-o de perseguição por razões políticas. Em seu site, a igreja relata que as autoridades torturaram vários de seus integrantes.

Segundo a polícia chinesa, o financiamento da igreja depende principalmente de doações de seus membros. “Quanto maior o valor, mais direitos a pessoa consegue dentro do grupo e pode subir posições”, disseram as autoridades citadas pela agência Xinhua.

Centenas de pessoas foram presas em operações policiais em todo o país nos últimos anos por supostamente fazer parte do grupo.

A China garante, no papel, a liberdade religiosa de seus cidadãos, mas tem uma lista de cultos proibidos que não são controlados pelo Partido Comunista. Com informações de El País

Erdogan “desapropria” 50 igrejas, que devem virar mesquitas

Os cristãos turcos estão enfrentando perseguições crescentes desde que o presidente Recep Tayyip Erdogan assumiu seu papel de líder islâmico. A nova determinação assinada por ele é o confisco de 50 igrejas siríacas, incluindo o mosteiro de Mor Gabriel, um dos mais antigos centros religiosos do mundo, datado do século IV.

O siríaco é um dialeto do aramaico, muito utilizado durante o primeiro milênio em todo o Oriente Médio e a Ásia. As igrejas siríacas são cristãs, ligadas à tradição ortodoxa.

A decisão de desapropriação, assinada por Erdogan, foi levada a cabo pela Direção Turca de Assuntos Religiosos (Diyanet), e ocorreu na província de Mardin.


Segundo a imprensa do país, o governador de Mardin foi obrigado a transferir as igrejas, mosteiros, cemitérios e outros ativos da comunidade siríaca para o tesouro nacional da Turquia, que por sua vez transferiu a propriedade para o Diyanet.

A Fundação que administra o Mor Gabriel, construção com 1600 anos de idade, tentou recursos jurídicos para interromper a transferência dos registros de escrituras dos locais de adoração cristã.

Desde que o referendo nacional concedeu um poder quase absoluto sobre a Turquia, Erdogan tem avançado sobre os direitos religiosos de todas as minorias do país. No ano passado, foram desapropriadas seis igrejas (católicas, protestantes e ortodoxas), em Diyarbakir. Uma delas tinha cerca de 1.700 anos.

“O governo não assumiu essas propriedades para protegê-las”, reclama Ahmet Guvener, pastor da Igreja Protestante de Diyarbakir. “Fizeram isso para fechá-las”.

Em abril deste ano, o presidente turco transformou em mesquita a Hagia Sophia – ou Santa Sofia – que no século 6 era um dos mais importantes locais de culto cristão do mundo. Há temores que ele faça o mesmo com todos os templos cristãos do país. Com informações de CBN

Chamar homossexualidade de pecado pode dar cadeia na Suécia

Poucas semanas depois que o Canadá aprovou uma lei onde qualquer pessoa que criticar LGBTS possa ser acusada ​​de “crime de ódio”, o governo da Suécia irá incluir manifestações contrárias à “identidade de gênero” na atual legislação, o que poderá resultar até em prisão.

“Este é um grupo especial vulnerável, que vem sendo exposto ao ódio há muito tempo”, disse o ministro da Justiça da Suécia, Morgan Johansson.

A legislação sueca sobre crime de ódio do país atualmente inclui qualquer ataque a indivíduos com base em sua orientação sexual, raça ou crença religiosa.


“Queremos nos distanciar do conceito de raça, já que, claro, não há qualquer evidência científica de que podemos dividir a humanidade em raças”, acrescentou Johansson.

A Suécia é o primeiro país europeu a regulamentar a tipificação de crime de ódio referente à população LGBT. Os cristãos parecem ser o grupo mais atingido por esse tipo de lei, uma vez que a simples menção da palavra “pecado” para se referir ao comportamento homoafetivo já seria o suficiente para uma denúncia.

A notícia vem na mesma semana em que escolas cristãs foram proibidas de ensinar seus alunos a fazerem orações antes das refeições e de oferecer classes bíblicas, pois isso violaria a “Lei de Educação” do país. Com informações Christian Post

Estuprada no dia do casamento perdoa agressores: “Minha fé ajudou”

A cristã Terry Gobanga ganhou destaque pela BBC por seu depoimento de superação. A mulher, que foi sequestrada e estuprada no dia do casamento e, em seguida, viveu várias tragédias, conseguiu superar os seus desafios. Confira sua história abaixo:

“Seria um grande casamento. Era pastora, então, todos os membros da nossa igreja haviam sido convidados, assim como nossos parentes. Harry, meu noivo, e eu estávamos muito ansiosos – afinal, nos casaríamos na Catedral de Todos os Santos de Nairóbi (capital do Quênia) e eu havia alugado um lindo vestido”, disse Terry.

No dia anterior ao casamento, Gobanga saiu à rua, para levar uma amiga ao ponto de ônibus, quando foi sequestrada e um pano foi enfiado em sua boca. A mulher lutava para se libertar, até que se livrou da mordaça, gritou e foi agredida.


“Os homens se revezaram para me estuprar. Sabia que ia morrer, mas estava lutando por minha vida, então quando um dos homens tirou o pano da minha boca, mordi o pênis dele. Ele gritou de dor e outro me esfaqueou na altura do meu estômago. Então, eles abriram a porta e me jogaram para fora do carro em movimento”, disse.

Uma criança viu Terry sendo jogada do carro. Tempos depois, a mulher estava no hospital e seu caso chamou a atenção da imprensa local. Os médicos disseram que os ferimentos a deixaram estéril. Mais tarde, seu noivo chega e contempla sua situação.

“Em julho de 2005, sete meses depois do que seria o nosso primeiro casamento, eu e Harry nos casamos e saímos de lua de mel”. Mas, para a surpresa de Gobanga, os dois foram envenenados durante a cerimônia. Harry morreu durante a lua de mel, e as pessoas passaram a encarar Terry como uma pessoa amaldiçoada.

Harry Olwande e Terry no dia de seu casamento
Harry Olwande e Terry no dia de seu casamento, em julho de 2005 (Foto: Arquivo Pessoal)

“Disse a todo mundo que nunca me casaria de novo. Deus levou meu marido, e o pensamento de passar por uma nova perda era demais para mim. É algo que eu não desejaria para ninguém. A dor é tão intensa, você a sente em todas as partes do seu corpo”.

Com o tempo, Terry conheceu Tonny Gobanga, por quem se apaixonou. A família não era muito a favor do matrimônio, e a mulher casou-se em lágrimas e receio de que seu futuro marido morresse. Com o tempo, descobriu que estava grávida, e hoje possui duas filhas.

Terry Gobanga com a família
Terry Gobanga com o marido, Tonny, e suas duas filhas (Foto: Arquivo Pessoal)

“Perdoei meus agressores. Não foi fácil, mas percebi que não valia a pena. Minha fé me estimula a perdoar e não pagar o mal com o mal, mas com o bem”, concluiu.

Igreja Batista Ágape lança Aplicativo.

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Esquecemos as palavras de Jesus e o mundo se encheu de ódio, afirma evangelista Billy Graham

A violência desmedida dos nossos dias tem contribuído para uma ausência da esperança nas pessoas e na desestruturação das famílias e instituições, e contribuído para tomada de decisões precipitadas, que se mostram equivocadas posteriormente.

Esse cenário é comum a todos os países do mundo, e o evangelista Billy Graham, 98 anos, produziu um pequeno devocional abordando o assunto e ofereceu palavras de aconselhamento sobre como enfrentar tempos tão àsperos, pois em seu modo de ver, a sociedade chegou a tal ponto por omissão dos seguidores de Jesus.

“O mundo, nos últimos anos, retrocedeu a uma espécie de barbarismo. Como o cristianismo prático diminuiu, a grosseria e a violência aumentaram. Vizinhos discutem com vizinhos. Lutas são um grande problema em nossas escolas, e as ‘guerras de gangues’ dos adolescentes passaram a apresentar uma séria ameaça em nossas cidades”, constatou.

Essa esquizofrenia que assola a sociedade tem influenciado, inclusive, áreas que antes eram imunes a esse tipo de comportamento, e o resultado, de acordo com o veterano evangelista, é a ruína de toda a civilização ocidental.

“Pais e mães discutem e brigam. As casas estão se desintegrando. Os altos funcionários do governo em Washington se envolvem em xingamentos e em disputas acaloradas, que de modo algum, são coerentes com a dignidade de seus cargos”, queixou-se no texto publicado no site da Associação Evangelística Billy Graham.

“Por que e como toda essa selvageria surgiu em nossa vida social? É porque nos esquecemos das palavras de Jesus: ‘Feliz são os mansos; Porque eles herdarão a terra’. Vi homens resistentes, ásperos e endurecidos abrirem seus corações pela fé, receberem Cristo como Salvador, e tornar-se cavalheiros gentis, pacientes e misericordiosos”, testemunhou, compartilhando parte de sua experiência de quase um século de vida.

Ao final, Billy Graham compartilhou um versículo que reitera suas palavras: “A sabedoria que é de cima é primeiro pura, então pacífica, gentil e fácil de ser tratada, cheia de piedade e bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. -Tiago 3:17”.

 

Facebook quer ser “como uma igreja”, afirma Mark Zuckerberg

O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, fez uma palestra durante a Cúpula das Comunidades, promovida pela rede social em Chicago, Estados Unidos, onde fez uma revelação inesperada. Ele apresentou a nova “visão” por trás da empresa: “deixar o mundo todo mais próximo”.

Citando a necessidade de ajudar as pessoas a encontrarem propósito e significado em suas vidas, ele diz querer aproximar as pessoas. Por isso o Facebook mudou sua missão para focar na construção de comunidades que ajudem as pessoas a se conectar. Para efeitos de comparação, disparou “como igrejas”.

A surpresa vem do fato de Zuckerberg até recentemente afirmar ser ateu. Contudo, perto do Natal do ano passado, afirmou que não se via mais assim, embora não tenha especificado qual era sua nova fé.


“Eu vim de um lar judeu, mas passei por um período onde questionei as coisas. Porém, agora acredito que a religião é muito importante”, disse ele em sua conta pessoal do Facebook. No início deste ano, ele visitou diversas igrejas americanas e afirmou que estava lá para “aprender” com os pastores.

Durante a palestra em Chicago, ele explicou que o Facebook conseguiu chegar a cerca de 2 bilhões de usuários. Mas, em sua opinião, a humanidade continua “muito dividida” e por isso ele irá trabalhar duro para tornar o mundo “mais conectado”.

Para alcançar isso, Zuckerberg diz que deseja aproveitar o poder da vida em comunidade.

“Nossas comunidades nos dão essa sensação de que somos parte de algo maior do que nós mesmos. Que não estamos sozinhos e que temos algo melhor para alcançar. Todos nós entendemos o significado de comunidade – seja ela uma igreja, uma equipe esportiva ou associação de moradores – pois isso nos dá força para expandirmos nossos horizontes e nos preocuparmos com questões mais profundas”, explicou.

“Estudos provaram que quanto mais nos conectamos, mais felizes somos e mais saudáveis ​​seremos. As pessoas que vão à igreja são mais propensas a se envolver com a comunidade e contribuir para a caridade, não apenas porque são religiosas, mas também porque são parte de uma comunidade”, observou.

A partir dessa ideia, ele ressaltou: “Acho que isso é tão importante que vamos mudar a missão total do Facebook”.  Deixou claro também que existe um “vazio” deixado pela diminuição da frequência à igreja em muitas partes do mundo, sobretudo entre os mais jovens.

Para Mark, esse espaço poderia ser preenchido em parte pela vida online e a participação dos usuários em um número maior de “grupos” dentro da sua rede social, algo que ele vê como tendência.

Mais tarde, voltou a falar sobre isso. “Uma igreja não é apenas pessoas que estão juntas. Elas têm um pastor que se preocupa com o bem-estar de sua congregação e se importa se elas têm comida e um abrigo. Uma equipe esportiva tem um treinador que motiva as crianças e as ajuda a jogar melhor. São os líderes que estabelecem a cultura, nos inspiram, nos oferecem uma rede de segurança e cuidam de nós”.

Embora não tenha apontando para nenhuma comunidade religiosa específica, o CEO do Facebook observou que tem um desafio: “Temos de construir um mundo onde cada pessoa tenha um senso de propósito e comunidade. É assim que vamos aproximar o mundo”. Com informações Christian Post

Alunos de escola cristã são proibidos de orar antes das refeições

Um jardim de infância cristão em Umea, Suécia, está proibido de ensinar as crianças a fazerem orações antes das refeições e de oferecer classes bíblicas pois isso violaria a “Lei de Educação” do país. A legislação proíbe as instituições de ensino de incorporar “elementos confessionais” durante o horário das aulas e também dá o direito de as crianças não participarem de atividades religiosas.

A pré-escola, que é administrada pela igreja Exército da Salvação, foi acusada de não oferecer aos alunos a escolha de não participar das atividades consideradas religiosas.

A diretora Britt Marie Mårtensson reconheceu que a Lei de Educação “pode ​​ser interpretada de maneiras diferentes”, mas que a escola não entendia que dar graças a Deus pelos alimentos fosse considerado parte do período de aula.

“Como uma atividade confessional, acreditávamos que fazer uma oração era algo agradável antes das refeições”, revela. “Nossa interpretação da lei difere da do município”.

Os professores da escola expressaram sua decepção em cortar a oração da programação diária da escola. Agora, as crianças dizem uma rima e agradecem pelo sol, pela chuva ou algo de sua escolha antes de comerem, mas sem tocar no nome de Deus. Com informações Christian Headlines

Perseguição religiosa na Ásia Central faz esposa de pastor abortar bebê

Recentemente, Nadina*, uma cristã que vive em um dos países da Ásia Central, perdeu seu bebê. A gestação estava em seu quinto mês e por causa de uma situação de perseguição muito estressante, ela teve um sangramento, o que interrompeu a pequena vida que estava a caminho. Tammar*, seu marido, é líder de uma igreja e estava realizando um trabalho entre os uigures (grupo étnico existente em diversos países).

Segundo o ‘Portas Abertas’, o líder não possui registro para se reunir como uma igreja, por isso todos os seus trabalhos são considerados clandestinos. Muitos vizinhos se voltaram contra a família, inclusive um policial que mora nas proximidades. No domingo de Páscoa, houve um ataque à igreja, onde havia cerca de 20 fiéis. Policiais e uma equipe antiterrorista invadiram o local. Cada membro teve que preencher um formulário e assinar uma declaração reconhecendo ter ciência de que a reunião era considerada ilegal de acordo com as autoridades do país.

O líder foi multado e não quis assinar a declaração, mas Nadina o aconselhou a fazê-lo. A multa foi paga com a ajuda de outra igreja. Depois disso, ela se sentiu muito mal e passou por um período de muito estresse. Alguns dias se passaram e então, durante a noite, alguém deixou um cachorro morto em seu quintal com uma mensagem que dizia: “Estamos observando você”. Infelizmente, no dia seguinte, Nadina passou mal e perdeu seu bebê. “Se estamos passando por isso, sabemos que estamos no caminho certo”, conclui a cristã.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

Pedidos de oração

Interceda por Nadina e Tammar durante esse momento difícil, para que sejam consolados pelo Espírito Santo. Ore pela família, amigos e todos os membros da igreja. Peça pelos perseguidores, que eles sejam alcançados e constrangidos pelo amor de Jesus.

Fonte: Portas Abertas

Na Arábia, cristão se arrisca para espalhar a palavra de Deus

A história de Oliver* começa há alguns anos, quando ele dirigia a noite pelas estradas empoeiradas da Arábia, a fim de cumprir sua missão no Reino de Deus. Dentro de uma hora ele chegou a uma pequena aldeia, onde nunca esteve antes e até onde sabia, não havia um único cristão vivendo ali. Mas, ele tinha em mente que, quando Deus quer, tudo pode mudar.

Ele estacionou seu carro, desligou os faróis e aguardou um pouco. Não havia sinal de qualquer alarme, então, lentamente, ele retirou as Bíblias que escondeu debaixo dos bancos, abriu a porta com cuidado e saiu para fazer seu trabalho. Cautelosamente, ele colocou uma Bíblia em frente de cada porta. Em pouco tempo, todas as casas receberam uma semente do evangelho.

Em silêncio, ele voltou para sua casa e, quatro meses depois, em plena luz do dia, Oliver dirigiu novamente para a mesma aldeia, depois de ter orado incessantemente por aquelas pessoas, mesmo sem conhecê-las. Ele decidiu então parar numa lanchonete e numa breve conversa com o atendente, foi reconhecido por ser estrangeiro e até revelou que era cristão. Um dos homens perguntou a ele: “Você pode nos dizer algo sobre a Bíblia?”.  Esse homem revelou ainda que encontrou um exemplar em sua porta e, desde então passou a ler, mas que não entendia muito os textos.

Outros aldeões se juntaram a conversa e Oliver iniciou então seu primeiro estudo bíblico ali naquele lugar. Sua estratégia funcionou. Nos últimos anos, ele batizou alguns daqueles homens, e fez isto em segredo, por saber que era algo proibido perante a lei. Ele conseguiu formar pequenos grupos e agora a igreja está em crescimento na pequena aldeia.

A organização Portas Abertas o apoia com orações, Bíblias e materiais de discipulado para os novos convertidos. Ore por esse trabalho, interceda por Oliver e por todos aqueles que foram alcançados pelo amor de Jesus.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.

Fonte: Portas Abertas

“Deus é verdadeiramente o maior”, diz Lewis Hamilton ao receber capacete de Ayrton Senna como homenagem

Lewis Hamilton é um dos grandes pilotos da história da Fórmula 1, e sempre declarou sua admiração por Ayrton Senna, falecido em 1994. No último final de semana, igualou um dos maiores feitos do brasileiro e agradeceu a Deus pelo privilégio.

No Canadá, o piloto inglês igualou-se à marca de 65 pole positions estabelecida por Ayrton Senna ao longo de sua carreira. Antes, Hamilton já havia igualado o número de títulos mundiais, três, e superado o número de vitórias, 41. Atualmente, o piloto da Mercedes tem 56 troféus de primeiro colocado.

A família de Ayrton Senna, através do intituto que leva o nome do piloto, resolveu retribuir todo o gesto de carinho que Lewis Hamilton sempre demonstra pelo tricampeão e o presenteou com um capacete, no dia em que ele igualou a marca mais impressionante da carreira do brasileiro.

Ao receber o presente, Hamilton não conseguiu evitar a surpresa, e as câmeras de TV flagraram o piloto às lágrimas. “Estou tremendo. Para muitos de vocês, Ayrton foi o piloto favorito. Ele era o meu também. Receber isso, e empatar com ele é uma grande honra”, disse.

“Em absolutamente descrença com o que aconteceu hoje. Deus é verdadeiramente o maior. Meus sonhos mais loucos se tornaram realidade, e eu sou tão grato! Obrigado família Senna por esse presente inacreditável. O capacete do meu herói. UAU! Eu vou apreciar isso para sempre”, afirmou.

+ Lewis Hamilton agradece a Deus: “Ele tem um plano pra mim, mas não sei qual”

Em outras oportunidades, Lewis Hamilton já deu mostras de sua espiritualidade, agradecendo a Deus por suas conquistas e dizendo que “conta as bençãos” recebidas. No começo da carreira, afirmou sem meias-palavras: “Ele tem um plano para mim, só não sei qual é”.

“Eu apenas sou grato por estar aqui, é um clima bonito, só 22 de nós podem correr, eu estou na frente desses 22, então sou superabençoado, por isso, nesse período, eu apenas conto as minhas bênçãos”, disse o tricampeão mundial há pouco mais de um ano.

A emoção de Hamilton por ser presenteado com um capacete de Ayrton Senna se prolongou por algumas horas, já que levou a relíquia para o pódio, na foto oficial dos três primeiros colocados no treino de classificação, e também para a entrevista coletiva.

Janot faz defesa da ideologia de gênero e evangélicos reagem: “Querem doutrinar nossas crianças”

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, virou alvo da fúria das lideranças evangélicas e parlamentares cristãos após mobilizar a estrutura da PGR em defesa da ideologia de gênero. A reação contrária vem sendo preparada e uma reunião será marcada entre as duas partes.

Janot ordenou abertura de ações contra leis municipais que barraram o ensino da ideologia de gênero nas escolas públicas. Sete cidades já estão sendo processadas: Novo Gama (GO), Cascavel (PR), Paranaguá (PR), Blumenau (SC), Palmas (TO), Tubarão (SC) e Ipatinga (MG).

Para o procurador-geral, essas leis municipais são motivadas por princípios religiosos e estariam estimulando o sofrimento, violência, marginalização e evasão escolar de homossexuais, segundo informações do jornal Extra.

A “cruzada” de Janot, entretanto, não passou despercebida, e deputados da bancada evangélica já se manifestaram em tom de repúdio à intromissão da PGR no assunto. “É muito estranho o procurador-geral da República emitir opinião sobre motivação religiosa, afinal de contas é dever Constitucional a livre manifestação religiosa”, pontuou o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), referindo-se ao artigo 5º da Constituição.

Já Ezequiel Teixeira (PTN-RJ) considera que a atitude de Janot é autoritária, e promete protestar no plenário da Câmara: “Querem, de qualquer forma, nos enfiar goela abaixo a doutrinação de nossas crianças e adolescentes nas escolas”, disse.

De acordo com o jornalista Ernesto Neves, do Radar Online da Veja, em breve Janot “terá de lidar com a grita dos evangélicos”, já que uma visita dos deputados à sede da PGR acontecerá na próxima terça-feira, 20 de junho.

Cláudio Duarte chora ao falar sobre preconceito contra gays

O Programa Raul Gil voltou a levar um convidado evangélico neste sábado (20). Durante o quadro “Elas Querem Saber”, o pastor Claudio Duarte conversou com Val Marchiori, Thammy Miranda, Ciça Camargo e Lola Melnick.

Conhecido por usar o humor e a sinceridade para falar sobre questões espirituais, Cláudio foi questionado sobre vários assuntos pelas participantes do quadro. Falou, por exemplo, como seria o “casamento perfeito” e também deu dicas como ter sucesso nos relacionamentos.

Casado há 25 anos, confessou que não se casou virgem e que só se aprende a amar convivendo com a pessoa. Falou também sobre algumas das dificuldades de sua vida, especialmente na infância. Lembrou que grande parte disso é pelo fato de seu pai ter casado oito vezes e ele ter convivido em muitas casas.

Entre as questões abordadas por ele foi o excesso de críticas que recebe por suas posturas, como o uso do humor, o que não é bem visto por muitas igrejas. Reclamou também da “religiosidade tóxica” e do estereótipo comum dos “evangélicos” apresentados pela mídia.

Disse que não recebe salário em sua igreja e que vive de suas palestras.

O momento que teve maior emoção foi o questionamento sobre aceitação das chamadas “minorias”. O pastor demonstrar ser contra o preconceito com a comunidade LGBT e se emocionou ao abordar o tema. Ele deixou claro que não é homofóbico, mas continua contrário ao relacionamento homoafetivo.

Relatou ainda que tem um meio irmão que é gay e eles continuam amigos. “Essa coisa absurda da extremidade que tornou o mundo do jeito que está”, lamentou. Deixou claro que condena toda forma de preconceito, mas isso não significa que ele irá negociar seus valores.

Thammy, filha transexual de Gretchen, disse durante a entrevista: “Você foi o único convidado que me respeitou aqui, nem os artistas que se dizem moderninhos me trataram assim”. Ela levantou para abraçá-lo e a imagem chamou atenção de grande parte da mídia.

Assista:

 

Portas Abertas denunciam que cristãs sofrem uma “dupla perseguição”

Geralmente quando a mídia usa o termo “guerra contra as mulheres” geralmente é para falar sobre a legalização do aborto ou outros temas pautados por movimentos feministas. Contudo, a maior parte dos meios de comunicação se abstêm de cobrir a verdadeira guerra contra mulheres – as que são escravizadas e torturadas por sua fé por radicais islâmicos.

A diretora de Ações Institucionais da Missão Portas Abertas EUA, Kristin Wright, falou com o Centro de Pesquisa de Mídia sobre a perseguição aos cristãos em todo o mundo e como se evita usar o termo genocídio, embora seja exatamente o que está acontecendo.

De acordo com um documento das Nações Unidas de 1948, genocídio significa “qualquer um dos seguintes atos cometidos com a intenção de exterminar, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso”, o que inclui matar e causar sérios danos físicos ou mentais, além do sequestro de crianças”. Isso é considerado pela Organização um “crime contra a humanidade”.


Apesar de se enquadrar nessa descrição, o relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito das Nações Unidas sobre a Síria, presidida pelo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro negou-se a admitir que os cristãos estão sendo vítimas de genocídio, optando por citar apenas outras “minorias”.

Kritin enfatizou que as mulheres enfrentam uma “dupla perseguição” em muitos países. Para ela, a imprensa deveria fazer mais. “Definitivamente não estão cobrindo o suficiente”, desabafou, pontuando que o assunto é ignorado ou minimizado na maioria dos veículos da grande mídia. “Nós definitivamente deveríamos estar vendo e ouvindo mais sobre a situação dos cristãos que enfrentam perseguição, bem com membros de outros grupos de fé.”

Como exemplo, ela cita o sequestro das 276 meninas de Chibok, Nigéria, sequestradas pelos extremistas do Boko Haram em 2014.  “Esta história ganhou as manchetes logo que aconteceu. Mas o que ouvimos sobre isso nos últimos três anos? Quase nada. “Mesmo quando eles mostram algumas delas sendo libertadas, como ocorreu com 82 na semana passada, a motivação religiosa para o crime é sempre omitida dos relatos jornalísticos.

“Definitivamente há uma guerra contra as mulheres. Não há dúvida sobre isso”, acrescentou a diretora. “Se você olhar para todas as maneiras como as mulheres sofrem… são histórias dolorosas, absolutamente devastadoras, e sinto que elas não estão sendo contadas tão frequentemente quanto deveriam”, lamentou

Como advogada de direitos humanos, Wright já se encontrou com vítimas do Estado Islâmico, tanto  cristãs quanto yazidis que foram estupradas, sequestradas e viram membros de suas famílias serem mortos diante de seus próprios olhos.

A Portas Abertas, a ONG cristã em que ela trabalha, mantém vários trabalhos com refugiados e dedica uma atenção especial às mulheres. Em um desses locais, no Iraque, ela ouviu vários testemunhos chocante de cristãs.

Essas histórias “precisam ser divulgadas”, disse Wright,  lembrando que na maioria das nações islâmicas as mulheres cristãs sofrem duplamente, tanto pela sua fé quanto pelo seu gênero. “São vistos como a parte inferior da sociedade, tratadas como alguém que pode ser estuprada,  forçadas a casar ​​ou a se converter, e não há qualquer punição aos perpetrador”.

Expectativa de mudança

Apesar de o governo Barack Obama ter dado um péssimo exemplo, tentando de todas as formas desvincular a morte premeditada de cristãos pelos muçulmanos de motivações religiosas – no que continua sendo seguido pelos governos europeus – o quaro começou a mudar este ano, com o início da administração Donald Trump.

Logo após sua vitória nas eleições, ele afirmou que iria proteger os cristãos perseguidos. No último dia 10, o vice Mike Pence reafirmou essa disposição.

“Saibam, com segurança, que o presidente Trump reconhece esses crimes como atos vis de perseguição, impulsionados pelo ódio, ódio ao evangelho de Cristo. O presidente sabe quem são as pessoas que cometeram esses crimes. Eles são a encarnação do mal em nossos dias. E ele os chama pelo nome: terroristas islâmicos radicais”, denunciou.

Segundo o Centro de Pesquisa de Mídia, nos últimos dois anos e meio, os telejornais mais vistos do mundo relataram apenas 60 vezes a perseguição aos cristãos no Oriente Médio, na África e no Sul da Ásia. Desses 60 relatos, apenas seis usaram a palavra “genocídio”.

No mês passado, um estudo do Centro de Estudos sobre Religiões mostrou que os cristãos são o grupo mais perseguido do mundo” com “até 600 milhões” sendo “impedidos de praticar sua fé de alguma maneira” em 2016.

Demitido por dar exemplar da Bíblia a aluno, professor vence causa na Justiça e recupera emprego

A vitória na Justiça de um professor cristão que foi demitido após dar um exemplar da Bíblia Sagrada a um de seus alunos se tornou notícia internacionalmente e vem inspirando cristãos em todos os lugares a se manterem firmes na defesa da liberdade religiosa.

Walter Tutka sentiu-se motivado a doar uma Bíblia a um aluno que ficou curioso a respeito de uma citação feita por ele durante uma aula. O docente disse que “assim, o último será o primeiro, e o primeiro, será o último”, fazendo referência a Mateus 20:16. O estudante manifestou curiosidade sobre a frase, e procurou o professor para entendê-la;

De acordo com informações do portal Faith Wire, o professor atendeu o aluno e mostrou-lhe a passagem bíblica em questão. Ainda mais interessado em aprender sobre a Bíblia, o jovem estudante pediu ao professor que o desse uma cópia, e assim Tutka ofereceu um exemplar das Escrituras para ele.

No entanto, a situação repercutiu entre os demais alunos e professores, e a direção do Distrito Escolar de Phillipsburg considerou que o docente cristão havia violado uma regra que proíbe os educadores locais de distribuir literatura religiosa nas escolas. Assim, Tutka foi demitido.

 

O fato, registrado no final de 2012, não acabaria nessa situação. O professor cristão recebeu ajuda jurídica da organização Liberty Institute e moveu um ação. Anos depois, a sentença foi favorável a Walter Tutka, que foi readmitido em seu antigo emprego, por ordem da Justiça.

A Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego do governo federal dos Estados Unidos entendeu que o argumento do professor cristão era sólido, e que ele havia sido discriminado por causa de sau fé.

“Estamos muito satisfeitos por termos cumprido a missão que pretendemos alcançar: restaurar o professor Walt Tutka como educador substituto em Phillipsburg”, disse Hiram Sasser, advogado da Liberty Institute. “Nós sempre soubemos que Walt cumpriu todas as políticas do distrito escolar e as leis federais. Agora o professor está voltando ao seu serviço para a comunidade de Phillipsburg”, concluiu.

Oração me ajudou a vencer o câncer, diz ator de Batman sobre cura

Val Kilmer foi um dos mais requisitados atores de Hollywood ao longo dos anos 1990, interpretando personagens protagonistas em grandes filmes, como Batman Eternamente e O Príncipe do Egito. Agora, fora do circuito, ele voltou a ser notícia por ser curado de um câncer.

Na última quarta-feira, 17 de maio, o ator de 57 anos participou de um chat de perguntas e respostas no Reddit e afirmou que venceu um câncer na boca através da oração, e agradeceu às pessoas por demonstrarem carinho e dedicarem tempo orando por ele.

“Estou muito grato por todas as orações e bons pensamentos de todo o mundo. As pessoas que sabem que sou um cientista cristão fazem a suposição de que de alguma forma me ameacei. Mas muitas pessoas foram curadas por oração durante toda a história. E muitas pessoas morreram por qualquer coisa que fosse a medicina moderna”, contou o ator.

De acordo com informações do portal The Christian Post, durante o tratamento, Val Kilmer conheceu o doutor Bernard Lown, famoso por ter idealizado o desfibrilador – aparelho que reanima pessoas com parada cardíaca – e ouviu dele um incentivo à valorização da vida.

 

“Ele começou a chorar sem que sua voz vacilasse e ele se inclinou em mim e disse: ‘Ajeite seu travesseiro. Vou te dizer o que digo a todos os estagiários. Ame. O amor cura. Mais do que qualquer outra habilidade, eu lhe peço para amar a vida que lhes é confiada para salvar’”, revelou.

Kilmer é cristão e um entusiasta do movimento de cientistas cristãos inaugurado por Mary Baker Eddy em 1866 em Boston, Massachussetts (EUA). Ela era uma estudiosa da Bíblia que decidiu se dedicar à fé após sofrer uma séria lesão naquele ano.

“Ao ler relatos de curas rápidas e poderosas de Jesus, um novo sentido de Deus, inundou seu pensamento. Impelida a entender o princípio por trás dessa experiência, ela continuou procurando e encontrando na Bíblia as leis de Deus que constituem hoje a base de seu ensino e prática na Christian Science”, resume o site oficial do movimento.

O câncer na boca que atingiu Val Kilmer é uma doença cuja incidência vem crescendo nos últimos anos, com o tabagismo, alcoolismo e exposição excessiva ao sol sendo os principais fatores de risco.

Os rumores de que o ator sofria da doença surgiram em outubro do ano passado, quando o amigo de Kilmer, Michael Douglas, também ator, falou sobre o problema em uma entrevista. O diagnóstico ocorreu em 2015, e ele passou por uma cirurgia como parte da luta contra a doença.

onversa com Bial: Priscilla Alcantara, Ton Carfi e “Jacinto Manto” mostram a face do jovem evangélico na Globo

Pedro Bial recebeu em seu novo programa na TV Globo os cantores Priscilla Alcantara, Ton Carfi e o youtuber Vinícius Rodrigues, que interpreta o personagem pentecostal Jacinto Manto, além do ateu e professor de sociologia da USP, Ricardo Mariano.

Na conversa, Bial explorou as origens dos três artistas gospel, influência entre jovens evangélicos e termos que fazem parte do cotidiano, montando um glossário sobre “canela de fogo”, “manto” e “cheio de azeite”, por exemplo.

 

O professor Mariano, convidado a comentar a representatividade dos evangélicos no Brasil, afirmou que o crescimento deste segmento religioso é um fenômeno que está próximo de completar 30 anos, com fôlego para continuar em expansão.

“Os evangélicos somam quase 60 milhões de brasileiros, atualmente. Eles têm o perfil muito jovem, urbano. É uma religião concentrada no meio urbano. Se antigamente no meio pentecostal os espaços legítimos de atuação eram casas, a igreja e o trabalho, nas últimas décadas eles passaram a ocupar todas as mídias: rádio, TV e internet, diversos formatos”, disse.

 

O tom crítico surgiu ao comentar questões que surgiram desse crescimento como “a política partidária/eleitoral”: “Começaram a vender produtos gospel – inclusive produtos eróticos gospel – e por aí afora”, criticou.

Pedro Bial se apressou em inserir o casamento gay na conversa, e Priscilla Alcantara adotou uma postura defensiva, falando apenas da visão da denominação que frequenta: “Eu sou da Igreja Bola de Neve, e é uma igreja que recebe muitos gays, inclusive eu tenho muitos fãs que são gays”, disse, sem no entanto, ressaltar a visão bíblica sobre a prática homossexual.

“Não são discriminados na igreja?”, insistiu o apresentador. “Óbvio que não. É o lugar onde eles têm que estar, e a gente faz questão de recebê-los. Nos meus shows, nas minhas ministrações, vão muitos. E eu acho que, independente do que seja certo e errado, o amor de Deus precisa ser pregado porque uma coisa que muitas vezes os cristãos esquecem é que a única pessoa que é capaz de convencer alguém, se a pessoa está errada, é o próprio Espírito Santo. Então, o nosso dever é levar o Espírito Santo até essas pessoas, para que por elas [mesmas], sejam convencidas, assim como nós somos, todos os dias”, disse a cantora.

A partir da resposta evasiva que recebeu sobre o casamento gay, Bial explorou um tema que envolve hierarquia nas denominações evangélicas, e ressaltou um ponto de vista que, embora peculiar, não é inverídico: “Está na origem protestante, que quando você não está satisfeito com um pastor, vira você pastor e faz a sua igreja”, provocou.

Mariano aproveitou a brecha e, mesmo ateu, demonstrou conhecimento histórico e compreensão do ambiente religioso protestante: “Exatamente. Lutero assegurou que o que salva é a fé. O crente é justificado pela fé. Então, não é o clero que salva, não é a instituição que salva, não são as boas obras, e nem a tradição. A referência central de Lutero é [o apóstolo] Paulo, e ele enfatizava a religião interior”, explicou.

O professor ateu usou a introdução ao assunto para explicar o motivo de existirem tantas denominações diferentes: “Outra coisa que aparece no discurso deles, claramente, é uma relação direta com Deus, sem a mediação institucional, clerical. Muita liberdade em relação à tentativa de controle institucional/pastoral”, frisou.

A conversa entre Bial e Mariano seguiu pelo lado sociológico, e o apresentador perguntou: “A disputa pelas almas, pessoas, pela fé, não se dá mais nas igrejas, é no espaço virtual, não é?”. E a resposta de Mariano foi conceituada em números, apontando para o possível surgimento de um movimento ecumênico entre católicos e evangélicos.

“Com a ocupação midiática feita pelos evangélicos, a partir dos anos 1980, há uma reação católica no Brasil. A Igreja passa a investir mais em televisão, passa a investir mais em outras mídias, sobretudo na internet. E o movimento de renovação católica carismática, que é a versão pentecostal no interior do catolicismo, compartilha músicas gospel. Em alguns países da América Latina, inclusive, há muitas reuniões conjuntas entre carismáticos católicos e pentecostais. No Brasil, isso ainda é muito incipiente”, ponderou.

Também ateu, Bial tentou encontrar um ponto de afinidade entre os dois grupos: “Têm Deus em comum, não é?”. A resposta de Mariano foi, novamente, crítica: “Eles fazem dobradinha também no Congresso Nacional em pautas morais”.

Futuro

“Quanto tempo até os protestantes serem maioria no Brasil? Dá pra dizer?”, questionou o apresentador ao professor de sociologia.

“Não dá para fazer uma estimativa, atualmente. Em 1980, segundo o Censo do IBGE, havia 90% de católicos no Brasil. Em 2010, havia 64%. Os evangélicos eram 6,6% em 1980, e 22,2% em 2010. Os sem-religião quintuplicaram nesse período, foram para 8%, e todos os demais grupos religiosos duplicaram de tamanho, foram para de 2,5% para 5% da população brasileira”, enumerou.

“A última pesquisa feita – e confiável – é do Datafolha, e estimava em 29% a proporção de evangélicos acima de 16 anos no Brasil. Isso significa entre 55 e 60 milhões de brasileiros no momento, porque eu acho [considerando os menores de 16 anos] que está entre 27% e 28% da população brasileira evangélica, no momento”, contextualizou Mariano.

De volta aos evangélicos, o apresentador quis saber “o que o jovem evangélico quer que todo jovem quer?”. Priscilla disse que é “respeito, alegria e dinheiro… brincadeira”. A reação da plateia foi de gargalhada.

“Liberdade está nisso?”, insistiu Bial. “Com certeza”, disseram os convidados.

“Prazer pode, também?”, provocou o apresentador. “A diferença, na verdade, entre um jovem cristão e não-cristão, talvez é a fonte de onde adquire o prazer, a alegria. Um jovem cristão sabe que pode encontrar a maior alegria do mundo num relacionamento com Deus. Então, eu acredito que seja isso”, resumiu Priscilla.

Assista a íntegra do programa:

 

Pastor é torturado todos os dias em prisão paquistanesa

A esposa de Zafar Bhatti, pastor que foi condenado à prisão perpétua na semana passada no Paquistão denuncia que seu marido está sendo torturado todos os dias. Devido às duras leis antiblasfêmia do país, o líder cristão não tem possibilidade de recorrer das acusações, que se resumem ao fato de ele pregar sobre outro Deus que não Allah.

“Já houve repetidas tentativas de matar o meu marido. Ele é intimidado todos os dias e não está a salvo dos outros detentos e funcionários da prisão. A cada dia eu me preocupo mais, pois tenho medo de receber a notícia de que ele morreu”, desabafa Nawab Bibi, de 65 anos.

Ela disse que ora por ele todos os dias e “quando vou visitá-lo, choramos juntos e oramos, buscando a intervenção de Deus. Eu sei que Deus vai libertá-lo um dia, mas peço que os cristãos em todo o mundo orem por ele e peçam que seus governos o ajudem”, acrescentou.

Segundo ela relata, a igreja liderada pelo marido cresceu muito, apesar de “muitos muçulmanos” conspirarem contra o seu ministério. “Gostaria que nossos perseguidores entendessem que os cristãos não são criaturas malignas. Somos seres humanos criados por Deus, o mesmo Deus que os criou, embora eles ainda não saibam disso”, lembrou.

Organizações cristãos estão arrecadando dinheiro para ajudar Bibi na luta pela liberdade de seu marido. Os filhos do casal foram forçados a ir morar com os avós da esposa, já que ela não tem condições de sustentá-los.

O pastor Bhatti está na cadeia central de Adiala desde 2012. Ele foi condenado após acusações falsas de ter enviado mensagens de texto “blasfemas” de seu telefone celular. Contudo, nada foi provado.

Seu caso é só mais um de líderes cristãos que são detidos pelo governo por não seguirem a religião oficial do país, o islamismo. Nos tribunais do Paquistão, a palavra de um cristão não é sequer considerada.

Segundo relatos, Bhatti enfrentou uma série de atentados contra sua vida na prisão, incluindo um envenenamento em 31 de março de 2013, o que o deixou em estado crítico, com sangramentos pelo nariz e pela boca. Com informações Christian Post

Missionários distribuirão 50 mil Bíblias no Iraque

Uma iniciativa da Missão Portas Abertas, em parceria com as igrejas do Iraque vai tornar possível a distribuição, até o final deste ano, de mais de 50 mil Bíblias para adultos e crianças. Também serão disponibilizados livros de estudo bíblico aos interessados.

Um homem, identificado como Sajjad, que já colabora com a Portas Abertas, costuma fazer viagens de distribuição pelo norte do Iraque, onde entrega muitas Bíblias aos jovens. Ele conta que uma garota de 13 anos, cujo nome não foi revelado por razões de segurança, comemorou o fato de, através desses livros, poder conhecer a Jesus.

Sajjad destaca que cerca de duzentas crianças pequenas, de famílias cristãs, receberam livros para colorir com histórias da Bíblia. As mais velhas receberam um livro com 27 histórias para ler. Muitas delas agora estão lendo suas próprias Bíblias.

No Iraque, país de maioria mulçumana, os cristãos não podem expressar sua fé livremente. Ele ocupa o sétimo lugar no ranking Mundial de Perseguição, elaborado pela Portas Abertas anualmente. Nos últimos anos o país foi arrasado por uma guerra contra os radicais do Estado Islâmico e outros grupos semelhantes, que tentaram exterminar o cristianismo na região.

Estima-se que 75% dos cristãos que viviam ali fugiram ou morreram. Atualmente, a Portas Abertas conduz o projeto “Mantenha a igreja viva no Iraque”, que arrecada recursos para os cristãos perseguidos naquele país. Com informações Portas Abertas

Em queda livre, denominações tradicionais podem desaparecer em 25 anos

De muitas maneiras, o que acontece nos Estados Unidos influencia o restante do mundo. Isso também vale para a questão religiosa, uma vez que grande parte da teologia consumida no Brasil tem sua origem na outra América.

O pastor batista Ed Stetzer, que além de estudioso e autor profícuo trabalha com o ministério Billy Graham, afirma ter identificado uma tendência preocupante. As denominações protestantes históricas, se não mudarem seus rumos, podem desaparecer em menos de 25 anos.

O declínio do protestantismo tradicional não é novidade. Isso inclui igrejas como a anglicana, luterana, presbiteriana e metodista. Nos Estados Unidos, esse grupo não é visto como pertencente a categoria “evangélico”.


A trajetória dessas igrejas, dominadas por uma teologia liberal e sem ênfase na evangelização, vem sendo objeto de discussão entre os pesquisadores há anos. Seu fim anunciado está muito relacionado com a demografia.

Como a tendência é as pessoas terem menos filhos, o crescimento orgânico dessa linha protestante não consegue acompanhar o número de membros que falece. O mesmo não ocorre entre outros grupos evangélicos, especialmente os pentecostais, que ainda crescem através de conversões.

De modo geral, o cristianismo enfrenta um declínio acentuado à medida que os norte-americanos se tornam ainda menos afiliados à religião. O pesquisador episcopal Kirk Hadaway já apontava em 1998 que a tendência era as pessoas se considerarem cada vez mais “espirituais”, mas sem terem ligação com qualquer igreja.

Ed Stetzer usou os dados recentemente divulgados do Levantamento Social Geral, fez uma projeção usando as taxas de declínio atuais e prevê que, caso não mudem drasticamente sua maneira de atuar, as denominações tradicionais deixarão de existir dentro de cerca de um quarto de século.

“Se os dados continuarem mostrando o mesmo padrão, os protestantes verão o número de membro chegar a zero em 2039. Logo, se essa tendência continuar, terão apenas mais 23 Páscoas”, escreveu ele em artigo para o Washington Post.

Teologia liberal

Em sua avaliação, os motivos para isso são conhecidos: “Ao longo das últimas décadas, as denominações protestantes tradicionais abandonaram doutrinas centrais que passaram a ser consideradas “ofensivas” para a cultura. Ou seja, que Jesus literalmente morreu por nossos pecados e ressuscitou dos mortos, a Bíblia é autoridade e a necessidade de conversão pessoal”.

Por exemplo, na Igreja Unida do Canadá, 20% dos pastores afirmaram não crer no Deus descrito na Bíblia. Vinte e nove por cento acredita em Deus, mas não o vê como “sobrenatural”. Pouco mais de 2% disseram ver Deus como uma “força” e 15,6% percebem Deus como uma “metáfora”.

Outro aspecto a ser levado em conta, destaca Stetzer, é que “alguns dos principais líderes protestantes rejeitaram ou minimizaram essas crenças… Mas se a expressão principal dessas igrejas não é diferente da cultura atual, as pessoas vão procurar respostas em outros lugares”.

O pesquisador disse acreditar que eventualmente essas denominações irão se reinventar para interromper a tendência de declínio, mas até lá muitos templos serão fechados, diminuindo significativamente sua influência.

Além disso, em alguns casos, estão surgindo movimentos que optaram por se desligar da denominação após decisões como a aceitação do casamento homossexual e a ordenação de pastores e pastoras LGBT.

Com isso, há denominações novas surgindo para ocupar esse espaço. Entre os presbiterianos, por exemplo, surgiu a Evangelical Covenant of Presbyterians, que reúne hoje cerca de 300 igrejas que se cansaram da agenda liberal da PCUSA.

O Centro de Pesquisa Pew indicou em 2015 que as igrejas de teologia liberal nos Estados Unidos estão perdendo quase um milhão de membros por ano. Com menos fiéis, diminuíram as entradas e com isso elas entraram em declínio. Dezenas de templos estão sendo fechados anualmente.

Chefe tribal morre, encontra com Jesus e tribo inteira se converte

Durante décadas, ninguém conseguiu chegar a uma tribo que vive em uma área remota das Ilhas Salomão por causa da hostilidade daquele povo. Tudo mudou quando Deus enviou dois missionários para pregar-lhes a Boa Nova. Entretanto, a mensagem de salvação só se espalhou por causa de um milagre.

O povo Kwaio, que vivia no interior da ilha de Malaita, tinha fama de ser violento. Durante décadas mataram todos os estrangeiros que tentavam se aproximar. Funcionários do governo, um sacerdote católico e pelo menos dois missionários evangélicos.

Parecia muito difícil que essas pessoas fossem ter acesso ao evangelho. No entanto, Deus começou a levantar vários missionários de Fiji que sentiram um chamado para aquela tribo.


Em 1990, um grupo de missionários chegou até o povo Kwaio. Eles estavam determinados a levar a mensagem. Na preparação para a tarefa, oraram e jejuaram durante sete dias.

Conseguiram contato com ex-feiticeiros, que haviam se convertido, a fim de identificar e lutar espiritualmente contra as forças demoníacas que operavam na área.

Dois desses missionários, Jack e Japta, caminharam um dia inteiro para o interior da ilha até chegarem a uma aldeia onde uma multidão estava reunida. Imediatamente, sentiram que algo estranho estava acontecendo ali.

O chefe da tribo, chamado Haribo, estava morrendo. Embora os dois cristãos tenham sido tratados com hostilidade, os anciãos da aldeia permitiram que eles vissem o moribundo quando disseram que o Único Deus verdadeiro poderia curá-lo.

Jack imediatamente compartilhou o evangelho com Haribo. “Eu esperei toda a minha vida para ouvir essa história”, comemorou o chefe. “Sempre senti que havia alguma mensagem sagrada como esta, mas ninguém veio nos trazer tais palavras. Como posso receber este Jesus em minha vida?”, pediu.

Os missionários oraram com ele. Duas horas depois, o chefe morreu.

A tribo preparou o corpo do chefe para o enterro, e Jack e Japta voltaram para a base, no litoral. No entanto, quando o sol já ia se pondo, Haribo subitamente se levantou. Foi um alvoroço na aldeia. Ele ordenou que os missionários fossem trazidos de volta e explicou o porquê.

Ele se encontrou com um homem chamado Jesus Cristo, que era o salvador e estava “vestido de roupas brancas brilhantes”. Foi levado então a um lugar bonito onde todos os que o adoravam viveriam para sempre. Não havia dor ou sofrimento entre eles, contou Haribo.

Depois, Jesus lhe mostrou um “lugar de grande tormento”, onde cairiam todos que rejeitassem a mensagem de salvação.

O chefe Haribo disse que Jesus permitiu que ele voltasse para que todos eles soubessem que a mensagem de Jack e Japta era verdadeira. “Este Jesus é a única maneira de experimentar a vida eterna”, garantiu.

Quando os dois missionários chegaram de volta à aldeia, ficaram surpresos ao saber o que tinha acontecido. Então compartilharam o evangelho com todos e praticamente todos ali receberam a Jesus como seu Senhor e Salvador.

Haribo permaneceu vivo até a manhã seguinte, quando deitou-se em sua cama e não acordou mais.

O evangelho acabou se espalhando e chegou às aldeias vizinhas, onde mais de 300 pessoas conheceram a Cristo. Hoje existem 11 aldeias cristãs naquela ilha.

Os detalhes dessa história estão no livro “Olhe o que Deus está fazendo! Histórias verdadeiras de pessoas ao redor do mundo mudadas pelo Evangelho”, escrito por Dick Eastman e reproduzido parcialmente pelo Gospel Herald.

Eastman relata que Deus continuou dando sinais entre aquelas aldeias tribais, realizando maravilhas que atraíram muitas pessoas para Jesus. Em certa ocasião, um raio atingiu e partiu ao meio uma pedra gigante, que era local de adoração dos sacerdotes tribais. Depois daquilo, abriu-se o caminho para que os sacerdotes e os moradores da aldeia recebessem a Cristo.