Egito legaliza 127 igrejas em aprovação histórica

Um comitê criado pelo governo egípcio aprovou a legalização de 127 igrejas que anteriormente estavam sendo consideradas ilegais naquele país.

Milhares de igrejas construídas no Egito esperavam desde 2016 para serem legalizadas e, assim, não sofrerem com a represália do governo.

Apesar da lei aprovada naquele ano, o processo de legalizações das igrejas não foi acelerado e apenas 1.021 receberam permissão para continuarem funcionando, segundo a International Christian Concern.

Muitas igrejas ainda aguardam para serem legalizadas, mas a autorização dessas 127 denominações já representa um começo promissor em um país onde os cristãos enfrentam violência e perseguição.

Segundo o Portas Abertas dos EUA, os cristãos egípcios ainda enfrentam a perseguição diária de grupos dentro da população de maioria islâmica, bem como os maus-tratos do próprio governo.

O Egito ocupa o 16º lugar entre os países mais hostis para com os cristãos.

 

Diretora de escola é acusada de punir alunos cristãos que recusaram atividade LGBT

A diretora de uma escola primária que forçou crianças a participarem de uma Parada Gay no ano passado agora foi denunciada às autoridades por punir ilegalmente seus alunos – crianças de 10 anos – com base em supostos comentários anti-LGBT.

Susan Papas, chefe da Escola Primária Heavers Farmer, na região de Croydon, sul de Londres, suspendeu um menino e uma menina por cinco dias depois que uma das crianças pediu permissão a um professor para não participar de uma aula sobre o Mês do Orgulho Gay.

No dia 20 de junho, o menino Farrell, sentado ao lado de sua amiga Kaysey em sala de aula, perguntou ao seu professor: “Senhor, por favor, posso não participar desta lição?”. O menino havia acabado de receber material LGBT para colorir. Ele negou a permissão dizendo que a aula LGBT fazia parte do currículo.

Depois da aula, o professor teria anotado em seu relatório que Farrell teria usado “linguagem homofóbica” por supostamente dizer “LGBT é uma droga idiota”, o que a criança nega.

Farrell, que estava sentado com Kasey, diz que é cristão e disse a um professor visitante que ele não aceitava LGBT por causa de sua religião.

Na ocasião, o professor perguntou às duas crianças: “Você quer que eles [LGBT] morram?”. “Nós dissemos não”, respondeu Farrell. Se, no entanto, isso ocorresse em outros países, eles seriam punidos por serem gays, disse o menino.

O professor perguntou a Farrell de onde ele era, e ele disse que ele tinha ascendência “africana jamaicana”, e acrescentou que lá “todo mundo é cristão e católico, então eles não aceitam LGBT”.

Mais tarde, a diretora Susan Papas gritou para as duas crianças na frente da turma, de acordo com Kaysey. “Como você ousa? Você é uma decepção para a escola”.

Susan Papas então colocou as crianças em salas diferentes e inquiriu a Kasey: “Como você se atreve a dizer que quer matar pessoas LGBT?”. Kasey respondeu: “Eu não disse matar”. Em seguida, a diretora então gritou para ela dizendo “sim, você disse, e não minta”.

Kaysey, uma cristã pentecostal, diz que ela foi mantida em detenção por cinco horas das 10h às 15h, de acordo com informações da entidade Christian Concern.

Os pais de ambos os filhos se queixaram ao Diretor Principal: “É ilegal excluir por uma razão não disciplinar”.

O código de disciplina também declara que “seria ilegal suspender um aluno” por falhar em “atender a condições específicas antes de ser reintegrado, como participar de uma reunião de reintegração”, no que a escola insiste no caso das duas crianças.

Ambos os pais insistem que seus filhos não fizeram comentários homofóbicos e a versão dos meninos é apoiada por outras crianças da turma e seus pais. Eles citam o parágrafo 8 da Orientação de Exclusões: “Ao estabelecer os fatos em relação a uma decisão de exclusão, o diretor deve aplicar o padrão civil da prova; isto é, ‘no equilíbrio das probabilidades’ é mais provável que um fato seja verdadeiro, em vez do padrão penal de ‘além da dúvida razoável’”.

Em cartas separadas, os pais também apontam que “a imposição da suspensão de um dia falta tanto a necessária proporcionalidade e equidade necessária para justificar uma longa punição” dada a “idade, maturidade, origem religiosa e cultural” de seus filhos.

“Você agiu de maneira contrária ao Dever de Igualdade da escola; precisamente o dever de eliminar a discriminação baseada na religião ou crença e de promover boas relações entre aqueles com características protegidas”, os pais acrescentam em sua carta à diretora Susan Papas.

As mães Karen Francis-Austin e Lisa Spence também pediram que seus filhos “sejam dispensados de qualquer outro ensino ou atividades que envolvam a promoção de pontos de campanha LGBT”.

Além disso, os pais citam a Seção 9 da Convenção Européia de Direitos Humanos insistindo que “as escolas mantidas devem ter em consideração o princípio de que os alunos devem ser educados de acordo com os desejos dos pais”. As famílias citaram ainda o Protocolo 1, Artigo 2, que cria uma obrigação legal da escola de respeitar a maneira como os pais procuram criar os seus filhos de acordo com sua fé cristã.

“Eu afirmaria ainda que a imposição aos pais de materiais de campanha divisórios que se chocam com as crenças religiosas profundamente arraigadas da minha família, equivale a doutrinação tanto no sentido do Protocolo 1, Artigo 2 da Convenção e Seção 406-407 da Lei de Educação de 1996. e, portanto, é totalmente proibido”, escrevem os pais.

Histórico ativista

Esta não é a primeira vez que Susan Papas é acusada de fazer militância LGBT. Em outra oportunidade, ela despertou a ira dos pais na escola que educa 750 alunos em um bairro altamente multicultural e de religiosidade plural em Londres.

Em 29 de junho de 2018, os pais ameaçaram protestar em uma Parada Gay organizado pela escola primária. Susan Papas tinha enviado cartas convidando os pais para assistir ao desfile e celebrar juntos “o arco-íris de coisas que eles e sua família especial fazem”.

Na ocasião, 14 pais queixaram-se que a diretora foi “forçando a agenda LGBT agressivamente para as crianças pequenas de uma maneira que abusa dos direitos dos pais e vitima os pais”.

Uma das mães, Izzy Montague, cristã, se recusou a permitir que seu filho de quatro anos de idade participasse do desfile e queixou-se com a Secretaria de Educação Damian Hinds que a escola tinha iniciado “proselitismo sistemático de seus jovens e vulneráveis alunos”.

O Christian Legal Centre, que está apoiando Izzy Montague, argumentou que a escola fez o tema “LGBT se tornar um elemento onipresente da vida escolar”.

Montague diz que se sentiu “intimidada”e que a escola adotou postura de confronto em relação a ela depois da queixa de que seu filho “foi forçado a participar de um evento que vai contra nossas crenças cristãs”. Mais tarde, essa mãe transferiu seu filho para uma escola católica.

Os pais ficaram ainda mais indignados quando Attie Papas, a filha da diretora, marcou uma reunião com eles e compareceu usando uma camiseta com as palavras: “Por que ser racista, sexista, homofóbico ou transfóbico, quando você pode simplesmente ficar quieto?”.

Susan Papas disse que a camiseta usada por sua filha – uma estudante de pós-graduação de “sociologia esportiva e teoria feminista” – cujos artigos incluem “Uma abordagem psicanalítica feminista aos papéis do pênis, o falo e as normas de gênero hegemônicas” não violou o código de conduta da escola.

Ruth Anderson, uma das mães, declarou que a diretora havia abusado seu papel e deveria renunciar. Ela ainda explicou que vários pais haviam se recusado a deixar seus filhos irem para a escola no dia da Parada Gay em protesto contra a postura militante de Susan Papas.

“Havia bandeiras de arco-íris ao redor da escola, e as crianças foram orientadas a usar cores brilhantes. Isso não é ter orgulho em si mesmo, isso é um apoio gritante para LGBT. Eu não sou homofóbico, mas minha fé me ensina um certo conjunto de crenças, e eu não quero que a escola da minha filha faça escolhas por ela”, disse Ruth.

O Christian Legal Centre está apoiando Karen Francis-Austin, mãe de Kaysey, e Lisa Spence, mãe de Farrell, alunos que foram punidos por solicitar o direito de não fazer a atividade com temática LGBT.

Andrea Williams, diretora executiva do Christian Legal Center, disse: “É por isso que os pais estão começando a ver os perigos da imposição da nova ideologia sexual e de gênero que não permite a dissensão mesmo de crianças inocentes de dez anos de idade”.

“Esse incidente ressalta novamente quão agressiva e intolerante a agenda LGBT pode ser. Uma ideologia que tem que recorrer a táticas tão pesadas para forçar crianças de dez anos a aceitar algo que, instintivamente, não o fazem, apenas destaca como essa ideologia é esmagadora da vida”, acrescentou a jurista cristã.

“Aqui vemos a fragilidade de toda essa agenda sexual imposta a nossos filhos e incapazes de resistir ao desafio de crianças inocentes de dez anos. Quando os ‘valentões’ sabem que o direito não está do lado deles, recorrem à coerção e à intimidação. Isso é exatamente o que está ocorrendo na Escola Primária Heavers Farm”, contextualizou Andrea Williams.

Ao final, a jurista especializada na defesa da liberdade religiosa declarou que o comportamento dos ativistas é contraditório com seus discursos: “Não é o sinal de uma ideologia vivificadora sendo promovida em uma escola quando tem que recorrer a táticas tão cruéis em crianças de dez anos para forçá-las a aceitar algo que, instintivamente, elas não aceitam”.

Igrejas transformam crise migratória nos EUA em oportunidade de evangelismo

A tentativa de entrada ilegal nos Estados Unidos da América é um problema que se arrasta durante décadas, mas que se intensificou após o início da gestão do atual presidente, Donald Trump, e a crise humanitária na Venezuela. Todavia, para algumas igrejas, essa também é uma oportunidade de evangelismo que não deve passar despercebida.

Sami DiPasquale, diretor executivo da New Town, um centro de apoio que atende pelo menos 1000 imigrantes em El Paso, região americana que faz fronteira com o México, informou que 30 igrejas se uniram para realizar um trabalho pioneiro com essas pessoas.

“Elas foram anfitriões, elas doaram materiais, motivaram suas denominações”, disse DiPasquale. Apenas a igreja Tiny El Elyon recebeu 70 imigrantes todas as noites e por vários meses seguidos. No local eles têm suas necessidades básicas acolhidas, mas também recebem apoio espiritual.

“Costumávamos fazer isso todos os dias, sete dias por semana”, disse o pastor Maribel Velázquez. O líder religioso disse que diante da crise migratória, entendeu que sua igreja não poderia ficar de braços cruzados. “‘Senhor, o que você quer que eu faça? É uma multidão que precisa de nós’”, orava ele.

O pastor DiPasquale explicou que a intenção das igrejas é mudar o foco na abordagem aos imigrantes, nesse caso, não simplesmente mandando-os de volta para seus países de origem, mas aproveitando a ocasião para realizar um trabalho missionário com eles.

“Deus está nos chamando para entrar em uma lacuna”, disse o presidente da World Relief , Scott Arbeiter, se referindo ao papel da igreja no suporte humanitário e espiritual aos imigrantes, segundo informações da rede de TV CBN News.

“A diferença não pode ser preenchido pela Patrulha de Fronteira, e eles reconhecem isso. Eles não podem ser preenchidos pelo governo dos Estados Unidos, e eles reconhecem isso. As igrejas estão entrando com essa necessidade desesperada”, conclui.

China lança campanha para eliminar as igrejas nas casas e assim exterminar o cristianismo

O governo chinês lançou uma nova campanha em abril para erradicar as igrejas domésticas clandestinas, de maneira que só permaneçam as igrejas de Três Eu autorizadas pelo estado e fortemente restringidas.

A nova campanha, de acordo com a International Christian Concern (ICC), é chamada de retorno à zero. O objetivo é “desmantelar a escala [das igrejas], dissolver a organização e dispensar a igreja”, disseram fontes à ICC.

O objetivo final é “eliminar o cristianismo” da esfera pública, disse a ICC.

Igrejas dentro da China são obrigadas a se registrar no governo e se tornar parte do movimento Três Eu. Pastores dentro do movimento Três Eu enviam seus sermões para autoridades do governo para aprovação. Em algumas igrejas de três ou três anos, o governo proíbe que as crianças participem.

Tais restrições levaram milhões de chineses a se unirem a igrejas em lares ilegais e sem registro.

Em Return to Zero, as igrejas domésticas devem se unir ao movimento dos Três Seres ou se dissolver.

Em abril, funcionários do governo visitaram a Igreja de Zaidao em Pequim e foram orientados a participar do movimento Três Eu, informou o ICC. A congregação faz parte da China Gospel Fellowship, uma rede de igrejas domésticas.

A China fechou a Igreja Shouwang, de 1.000 membros, uma congregação da casa, no início deste ano.

“Até agora, tem havido igrejas em todo o país que foi oprimido com diferentes táticas pelo governo local, com o objetivo de forçá-las a se juntar a Três Eu ou cessar suas atividades”, disse um acadêmico cristão não identificado ao ICC. “Aqueles que se recusarem serão banidos ou terão que fechar suas igrejas. Para essas grandes redes de igrejas domésticas, a atitude do governo é atacá-los e destruí-los com firmeza”.

 

Cristão sobrevive milagrosamente após ser queimado vivo três vezes pelo Estado Islâmico

Em entrevista para um documentário feito por Sean Feucht e Bethel Music, um cristão iraquiano conta que Jesus apareceu para ele duas vezes em seus sonhos quando foi preso pelo Estado Islâmico. Além de ter sofrido tortura, ele diz que sobreviveu após ter sido queimado vivo três vezes.

O homem, que não teve o nome revelado, faz parte da comunidade yazidi, povo massacrado por militantes do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) desde 2014. Ele conta que Jesus o resgatou da religião do seu povo para ser um cristão.

Feucht relata em entrevista à Fox News que “os yazidis foram realmente alvos do genocídio do ISIS. Eles foram estuprados, espancados, executados”.

O músico, que também é missionário, explica que “o ISIS não queriam aprisioná-los, eles queriam matá-los, apagá-los do mapa.”

O homem contou que foi queimado vivo três vezes pelo ISIS depois que descobriram que ele era um seguidor de Cristo. Ele disse que seu corpo “não ardeu” nenhuma vez quando foi preso e torturado pelos terroristas islâmicos radicais por dois meses.

“Ele falou comigo”, compartilhou o cristão perseguido, referindo-se a Jesus em seus sonhos.

Feucht disse ao homem: “Jesus apareceu duas vezes para você em um sonho porque Ele ama você”.

Ele conta que os membros do ISIS o encharcaram em 20 galões de gasolina. Mas apesar de ter sido queimado vivo, ele disse que inexplicavelmente sobreviveu ileso. Ele creditou sua sobreviência a Jesus.

“Eles me atearam fogo, mas eu não queimei”, disse ele.

Documentário

A história do cristão iraquiano faz parte do próximo documentário “Hearts and Hands: Iraq” (Corações e Mãos: Iraque), que deve ser lançado ainda este ano. Uma prévia será mostrada na conferência “Heaven Come”, que acontece em agosto, em Los Angeles.

Feucht disse que procura mostrar a realidade dos cristãos perseguidos e ajudá-los em suas necessidades.

Seu grupo recentemente arrecadou mais de US$ 100.000 para distribuir alimentos, cobertores, colchões e outros materiais, além de oferecer aconselhamento sobre terapia de trauma e programas para crianças, ensinar música e orar com cristãos perseguidos na região onde o cristianismo floresceu, mas está quase extinto, de acordo com avaliação de líderes cristãos.

“Eu sinto que somos realmente chamados para os lugares mais perseguidos, fechados, escuros e marginalizados”, disse Feucht.

Nos últimos 15 anos, o líder de adoração da Bethel Music foi para a Coreia do Norte, Índia, Afeganistão… “São alguns dos países mais fechados e lugares onde é ilegal ser cristão”, explicou.

Ele conta que nestes lugares viram e ouviram incríveis histórias de milagres.

Feucht disse que é encorajado pelo crescimento da igreja no Iraque, China e Índia, lugares onde a perseguição aos cristão é mais acentuada.

“Nossa equipe está no Iraque agora, e o Departamento de Estado dos EUA acabou de enviar uma notificação para que ‘todos os americanos deixassem o Iraque’ e todas as ONGs foram embora, mas nosso pessoal ainda está lá. Estávamos lá pelo ISIS. Nós estivemos lá, no pior dos piores”, disse Feucht. “Todos achavam que éramos loucos. Quando todos estavam saindo, nós chegamos e, por causa disso, temos um próspero projeto lá”.

Para Feucht, o trabalho missionário está no DNA de sua família, como filho de médicos missionários que o levaram em viagens a lugares remotos de pessoas não alcançadas, ele viu o que a maioria dos americanos cristãos, que representam apenas 5% da população cristã global, não consegue ver.

“Queremos redefinir missões para uma geração na qual somos os primeiros a responder. Essa é a essência do evangelho, entrar em lugares onde ninguém mais está disposto a ir”, concluiu Feucht.

 

Motorista de ônibus interrompe trajeto e entra em igreja para se batizar

Um motorista de transporte coletivo do distrito de Sobradinho, em Brasília (DF), emocionou as redes sociais na última semana, ao aparecer em um vídeo no qual ele interrompe o trajeto que estava fazendo em seu veículo de trabalho para se batizar em uma igreja.

Segundo informações repassadas pela Igreja Adventista do Sétimo Dia de Sobradinho, onde ocorreu o batismo, à IASD de Turmalina, o condutor — que ainda não teve seu nome revelado — tentou trocar seu turno com mais de 10 colegas para não perder a data marcada pela igreja para o seu batismo, no final do mês de abril, porém não conseguiu.

Apesar de não ter conseguido a troca, não desistiu do batismo. Então, avisou à liderança da igreja que estava disposto a se batizar, mesmo estando em horário de trabalho e pediu a ajuda de todos para que o batismo ocorresse rapidamente. Contando com a cooperação de todos, ele parou o ônibus em frente à igreja, desceu correndo e adentrou à igreja.

Já ciente da situação, o pastor recebeu o homem à frente da igreja e explicou que o batismo ocorreria rapidamente, porque o motorista precisava voltar ao trabalho.

Enquanto o batismo ocorria dentro do templo, jovens da igreja entregavam livros evangelísticos para os passageiros.

As mensagens de apoio à atitude do homem foram diversas.

“Deus o abençoe por sua decisão,as opiniões alheias nãos interessam,seja feliz ao lado de Cristo”, escreveu um usuário do Facebook na publicação do vídeo.

“Deus tem pressa de salvar os Seus… Correu mesmo sem tempo e enquanto há tempo!!”, destacou outro internauta.

“Isso que é tomar a decisão certa e fazer a escolha certa, isso se chama fé. Que Deus abençoe este homem”, declarou outra usuária das redes sociais.

Clique no vídeo acima para assistir o momento em que ele adentra à igreja.

 

O motorista de um coletivo tentou trocar a escala pra se batizar hoje e não consegui trocar com mais de 10 pessoas, porém ele parou o ônibus na porta da igreja, pediu licença alguns minutos explicou o motivo se batizou, enquanto isso os jovens entregaram livros para os passageiros, ele se batizou e voltou ao trabalho!Parabéns aos irmãos da Igreja Adventista do 7° Dia de Sobradinho distrito de Brasília, pelo empenho nas orações.

Posted by IASD Turmalina on Tuesday, April 23, 2019

Muçulmano se rende a Jesus após colocar religião à prova: “Tive dúvidas ao ler o Alcorão”

Depois de ver aumentar suas dúvidas sobre o Islã — a religião de sua criação na Arábia Saudita — Mohammed* começou a procurar a verdade através da internet. Sua curiosidade mudou sua vida para sempre.

“Por muitos anos, tive dúvidas ao ler o Alcorão”, disse Mohammed à Portas Abertas. “Por exemplo, o fato de que Alá e Maomé são considerados iguais. Como poderia Maomé, um homem pecador, ser igual a Deus?”.

Com o passar do tempo, Mohammed notou mais inconsistências e decidiu colocar sua fé muçulmana à prova. Durante toda a sua vida, ele aprendeu que se deixasse de fazer uma das cinco orações diárias, seria punido por Alá.

“Então, decidi parar de orar por apenas um dia e ver o que aconteceu”, conta Mohammed. “Nada de ruim aconteceu. Pelo contrário, tive um dia de trabalho bem sucedido”.

A dúvida continuou crescendo e Mohammed começou a pesquisar sobre outras religiões na internet. Ele se deparou com a mensagem da Bíblia e chegou a baixar um aplicativo em seu smartphone, onde aprendeu os fundamentos básicos do cristianismo.

Mohammed se sentiu cada vez mais ansioso por conhecer cristãos, visitar uma igreja e ter uma Bíblia.

Na Arábia Saudita — o 15º país que mais persegue cristãos no mundo, segundo a lista da Portas Abertas — os nativos são proibidos de entrar nas igrejas. Os convertidos do islamismo podem enfrentar a pena de morte e as Bíblias são consideradas ilegais.

Pesquisando a verdade

Mas o risco de prisão, discriminação e até morte não impediram Mohammed de conhecer a Cristo.

Em viagens para dois países diferentes no Oriente Médio, onde os cristãos são autorizados a visitar igrejas autorizadas, ele tentou entrar em um dos templos. No entanto, essas igrejas “abertas” geralmente não podem ministrar aos muçulmanos, apenas aos próprios cristãos.

Sem desistir, Mohammed fez uma nova pesquisa na internet e encontrou um site cristão voltado para o mundo árabe. “Eu sei que Jesus Cristo é o Filho de Deus”, ele digitou. “Posso fazer uma visita? Por favor, me leve a uma igreja e me dê uma Bíblia”.

A equipe de mídia social do site convidou Mohammed para o seu país. Finalmente, após anos de dúvidas e investigações, ele participou de seu primeiro culto, com outros crentes ao seu redor e adorou o verdadeiro Deus pela primeira vez. “Senti meu coração cheio de alegria”, lembra.

Naquele dia, um novo mundo se abriu para Mohammed. Ele passou a frequentar todas as reuniões de estudo bíblico, às vezes até quatro por dia, e conversou muito com os pastores da igreja.

Quem é Jesus para você?

Depois de alguns dias, um dos líderes da igreja perguntou: “Mohammed, quem é Jesus para você?”. Sua resposta não poderia ter sido mais clara: “Jesus é meu Salvador, meu Deus”. O pastor continuou: “Você acredita que Ele morreu por seus pecados na cruz?” Mais uma vez, uma confirmação completa: “Com certeza”.

Alguns dias depois, a liderança da igreja batizou Mohammed durante uma reunião especial. Na frente de um novo grupo de amigos, ele declarou ser um seguidor de Cristo. No dia seguinte, Mohammed retornou à Arábia Saudita como um cristão nascido de novo, levando consigo seu bem mais precioso: sua primeira Bíblia.

Mohammed agora vive como um cristão secreto na Arábia Saudita. Se as autoridades do país ou sua família descobrirem sua fé em Jesus, sua vida pode estar em perigo. Nem mesmo sua esposa e filhos sabem que ele se converteu ao cristianismo. Ele continua sendo discipulado através das mídias sociais.

“Ore por Mohammed e crentes como ele, que são forçados a viver sua fé em segredo. Ore para que eles encontrem uma comunidade online de cristãos com os quais possam orar e crescer em Cristo”, pede a organização.

Nome fictício por motivos de segurança.

‘Mão de Deus’ protege Israel quando o sistema falha, segundo operador do Domo de Ferro

O sistema de defesa de mísseis de Israel, Iron Dome, tem sido uma parte importante na segurança da nação. Mas o baixo número de vítimas é encarado como favor de Deus.

O sistema de defesa de mísseis de Israel bloqueou 86% dos mísseis lançados pelo Hamas no início do mês, segundo dados do Exército israelense.

Entre os 690 mísseis disparados por terroristas palestinos contra Israel, 410 atingiram áreas desabitadas. Outros 279 foguetes foram acionados pelo Iron Dome (Domo de Ferro, em tradução livre). Destes, 240 (86%) foram interceptados com sucesso.

Outros 39 mísseis, cerca de 14%, conseguiram atingir Israel e causaram quatro mortes, segundo as Forças de Defesa de Israel.

O complexo o sistema do Domo de Ferro não é 100% eficaz e não consegue interceptar todo foguete disparado por militantes palestinos. Sendo assim, o contraste entre o alto número de foguetes lançados e o baixo número de vítimas tem sido encarado como favor de Deus sobre a nação de Israel.

Foi o que confirmou um operador do Domo de Ferro ao site Israel Today. O homem, que não foi identificado, relata que viu a bateria do sistema falhar três vezes para derrubar um míssil que seguia em direção a Tel Aviv, em 2014.

“Um míssil foi disparado de Gaza. O Domo de Ferro calculou precisamente [sua trajetória]. Sabemos onde esses mísseis irão pousar em um raio de 200 metros. Esse míssil em particular ia atingir os prédios do Azrieli Center, a Kirya Tower ou uma estação ferroviária central de Tel Aviv. Centenas poderiam ter morrido”, disse o operador.

“Nós disparamos o primeiro [interceptador]. Ele errou. Disparamos o segundo. Ele errou. Isso é muito raro. Eu estava em choque. Neste momento tínhamos apenas quatro segundos até o míssil pousar. Nós já havíamos notificado os serviços de emergência e avisamos sobre um incidente em massa”, acrescentou.

“De repente, o Domo de Ferro mostrou um grande vento vindo do leste, um forte vento que enviou o míssil para o mar. Ficamos todos atordoados. Eu me levantei e gritei: ‘Existe um Deus!’”, ele relatou.

“Eu testemunhei esse milagre com meus próprios olhos. Não foi contado ou relatado para mim. Eu vi a mão de Deus mandar esse míssil para o mar”, ele destaca.

Na mesma semana do ataque contra Israel, o coronel Ofer Winter, comandante da Brigada de Infantaria Givati, descreveu um nevoeiro misterioso que cobriu favoravelmente a ele e suas tropas enquanto avançavam em uma posição inimiga na luz da manhã, após o ataque noturno ser adiado.

O Coronel Winter rotulou a cobertura como “nuvens de glória”.

 

DEUS PROTEGE ISRAEL

INCRÍVEL, Mísseis do Hamás lançados sobre Jerusalém, retornam em pleno ar e cai sobre os Palestino.DIVULGUE ESSE VÍDEO PARA QUE TODOS SAIBAM QUE YAHWEH AMA E PROTEGE ISRAEL.

Posted by Pastor Daniel Vieira on Tuesday, May 14, 2019

Ex-oficial da Coreia do Norte se converte em presídio após ser preso por “deslealdade”

A Coreia do Norte ocupa o posto número um na lista de países que mais perseguem os cristãos no planeta, segundo a organização Portas Abertas. Essa é uma realidade que um ex-oficial do regime comunista do país, chamado Kim Yong-Hwa, conhece muito bem.

Kim foi acusado de “deslealdade” após um acidente locomotivo em 1988. Uma trem militar que estava sob a sua responsabilidade descarrilhou, porém, devido às condições precárias da ferrovia. No entanto, as autoridades acusaram o então oficial do Exército Popular da Coreia do Norte de “deslealdade”.

Este episódio afetou profundamente Kim, pois ele literalmente adorava o líder norte-coreano da época, o ditador Kim Il-Sung. “Eu até morreria por ele. Isso seria felicidade e alegria. Já que não havia Jesus naquela nação oficialmente, então ele era maior do que Jesus naquela época para mim”, lembra ele.

Kim foi condenado pelo regime da Coreia do Norte à prisão. Isso lhe fez querer se suicidar. Ele pensou em ir para a China e atirar em si mesmo, em um local isolado, para que ninguém achasse o seu corpo, já que a descoberta de suicídio seria outro motivo de acusação, dessa vez por “traição”, o que acarretaria perseguição aos seus familiares.

Kim não conseguiu escapar da prisão e felizmente foi isso o que lhe permitiu conhecer o Evangelho, ao ser transferido para um presídio no Vietnã. Ele contou que teve acesso à Bíblia através de outro detento.

“Ele estava me dando a Bíblia e eu estava lendo. Embora eu estivesse sempre sozinho, agora eu podia pelo menos me comunicar verbalmente, murmurar para alguém. Eu estava pedindo a Deus para me salvar. Por alguns anos, eu não tinha realmente falado, mas aquela conversa [ajudou]. Na verdade, eu amaldiçoei muito a Deus durante esse tempo. Eu também estava gritando por ajuda”, lembra.

Finalmente, ao sair da prisão Kim já havia criado intimidade com Deus e com a Bíblia. Ele se tornou evangélico e fundou a Associação de Direitos Humanos dos Refugiados Norte-Coreanos, onde auxilia pessoas com histórias parecidas com a sua, segundo o Christian Post.

Em carta, jovem ex-muçulmano narra encontro com Jesus: “Descobri a verdade”

O testemunho de conversão de um jovem muçulmano que vive na Turquia foi enviado por carta à emissora cristã SAT-7 – que se dedica a veicular programas evangelísticos em países onde há intensa dificuldade de pregação do Evangelho – expondo a importância do trabalho missionário nessas regiões.

A carta do jovem Omar (nome alterado por razões de segurança) foi compartilhada pelo portal God Reports, dos Estados Unidos, com o relato em primeira pessoa das experiências vividas pelo jovem criado numa família muçulmana que entregou sua vida a Jesus.

Confira a íntegra:

Eu sou da Turquia e não vim de uma base cristã. Desde cedo comecei a investigar diferentes religiões. Eu me lembro quando meu pai me levou para passear. Por alguma razão, ele me levou a uma igreja… não sei por quê. Quando entramos, senti que havia entrado em um mundo diferente. Eu estava cheio de paz. Olhando para trás, foi o Espírito Santo. Fiquei em conflito, confuso e comecei a orar: ‘Deus, guia-me para a verdade’.

Era véspera de Natal. Eu tinha 12 anos e, na minha busca, estava lendo uma Bíblia. De repente, senti que Jesus Cristo estava diante de mim. Eu não conseguia entender o que estava acontecendo. Instantaneamente, caí de joelhos e disse: ‘Jesus Cristo, eu acredito em você’. Imediatamente, soube que havia encontrado verdade e propósito para minha vida. 

Mas contar à minha família resultaria em graves conseqüências. Foi o momento mais difícil da minha vida. Eu perguntei a Deus o que Ele queria que eu fizesse, se eu dissesse aos meus pais.

Eu orei: ‘Se Tu queres que eu diga aos meus pais, eles devem vir até mim e perguntar sobre o cristianismo’. Cinco minutos depois, minha mãe entrou no meu quarto e viu uma cruz pendurada no meu pescoço. ‘O que é isso? Você se tornou um cristão?!’. Eu disse a ela que tinha [entregado a vida a Jesus]. 

Ela começou a chorar. Era como se eu tivesse cometido assassinato. Meus pais começaram a me pressionar com espancamentos e [tentavam] me fazer retratar. Por dois anos, eles só me deixaram sair de casa para ir à escola, para me impedir de ir à igreja. Eu lhes trouxe vergonha.

Finalmente encontrei a oportunidade de sair de casa e visitar uma igreja. Eu estava com tanta fome para aprender mais. Um homem na igreja me viu olhando por cima do livreiro e me deu vários livros. Eu os levei para casa e estudei em segredo, sempre escondendo-os dos meus pais. Eventualmente, eu cresci e saí de casa. Meus pais ainda estão em negação, mas eu descobri a verdade.

 

“Dos perseguidos é Reino dos céus”, diz pastor durante julgamento na China

Durante seu julgamento em um tribunal de Hong Kong, na China, o pastor Chu Yiu-ming, 75 anos, líder da Igreja Batista Chai Wan, fez uma declaração de fé enquanto era condenado por supostamente ter se envolvido com movimentos pró-democracia.

“Durante décadas, tenho pregado inúmeros sermões. Mas a mensagem que levou mais tempo de preparação e oração, e que provavelmente alcançará o maior público, é precisamente essa que está sendo entregue no banco dos réus”, disse ele.

Para o religioso, ser condenado vítima de perseguição religiosa é o cumprimento de sua missão. “Eu fui chamado como um servo do Senhor, em imitação de Cristo. Seguindo Seus passos, cumprindo Sua missão, fazendo conhecidas Suas preocupações pelo mundo. Sem medo da pressão política ou como os outros veem seu trabalho”.

É por isso que ele não se arrepende e nem guarda ressentimentos de seus algozes. “Nas palavras de Jesus, ‘felizes são os perseguidos por fazerem a vontade de Deus; o Reino dos céus pertence a eles! (Mateus 5:10)”, declarou ele durante o julgamento que aconteceu no último dia 9 de abril

Em 2013, Chu, juntamente com os estudiosos Benny Tai e Chan Kin-man, fundaram o Occupy Central with Love and Peace (“Ocupe a Central com Amor e Paz”, em tradução livre). O principal objetivo do movimento era promover a democracia através de manifestações pacíficas.

Por conta disto, o trio foi acusado e condenado por “cometer incômodos públicos”. Durante o julgamento na última semana,  cerca de 200 cristãos se reuniram para um culto na igreja Kowloon Union, onde Chu e os outros ativistas anunciaram pela primeira vez a campanha Occupy Central. Segundo o site Evangelical Focus, fora do tribunal, partidários seguravam guarda-chuvas como forma de protesto.

Se condenado, o pastor pode pegar até sete anos de prisão. Seu caso foi classificado como “m golpe esmagador contra a liberdade de expressão e protesto pacífico em Hong Kong” pela Anistia Internacional.

Filme cristão leva quase 100 funcionários a deixarem seus empregos em clínicas de aborto

Chuck Konzelman, diretor do filme pró-vida “Unplanned”, da Pure Flix, revelou ao Congresso Nacional dos EUA nesta semana que quase 100 trabalhadores de clínicas de aborto decidiram deixar seus empregos depois de assistirem à produção.

Durante seu depoimento ao Subcomitê da Constituição do Comitê Judiciário do Senado, Konzelman disse que 94 trabalhadores de clínicas abordaram a organização sem fins lucrativos Abby Johnson, da ex-diretora da Planned Parenthood, e ‘Then There Were None’, de acordo com a agência de comunicação ‘Pure Flix Insider’.

“1% dos trabalhadores de clínicas de aborto nos Estados Unidos, depois de ver um deles ser retratado no filme”, ​ disse ele, “decidiram mudar suas vidas… e o que eles fazem para viver”.

O cineasta da Pure Flix estava no Capitólio para falar em um painel sobre a suposta censura do Twitter sobre o filme “Unplanned”. Nos dias de lançamento do longa, no final do mês de março, a plataforma de mídia social suspendeu temporariamente a conta promocional do filme.

O filme “Unplanned” narra a carreira de oito anos da médica Abby Johnson na Planned Parenthood e sua conversão ao Evangelho e também ao movimento pró-vida, depois que ela assistiu a um médico realizar um aborto via ultrassom.

Ashley Bratcher, a atriz que interpreta Johnson no filme cristão, twittou na quinta-feira que ela recebe mensagens “todos os dias” de pessoas cujas vidas — e mentes — foram transformadas depois de ver “Unplanned”.

O filme superou as expectativas de bilheteria já no fim de semana de abertura, arrecadando US $ 6,1 milhões — mais que dobrando os lucros previstos.

Em uma entrevista no início deste ano para o site cristão ‘Faithwire’, Konzelman disse que o filme foi feito “para tempos como este”, observando a série de projetos pró-aborto que passaram pelas casas legislativas nos EUA nos últimos meses.

“Não poderíamos prever os rápidos desenvolvimentos que de repente estão chegando ao auge”, disse ele, “mas servimos a um Deus que pode e fez isso”.

 

“Não temos mais uma cultura de discipulado em nossas igrejas”, alerta pastor

Confirmado como um dos preletores do Encontro Sepal 2019, que será realizado entre os dias 6 e 10 de maio, o pastor David Kornfield concedeu uma entrevista para a organização, intitulada “Igreja e Discipulado”, onde o mesmo fez sérios alertas para às igrejas evangélicas da atualidade.

“A única pessoa que pode fazer discípulos é aquela que é discípulo. É impossível reproduzir o que não somos. Muitos dos que supõem ser discipuladores não o são porque não são discípulos”, disse o pastor, que é doutor em Educação pela Universidade de Chicago e missionário da Sepal (OC Internacional).

David focou na importância do discipulado como uma ferramenta de aprendizado e amadurecimento para o cristão, especialmente os pastores que, segundo ele, desprezam tal necessidade por, provavelmente, julgarem que já são autossuficientes e seguros na fé.

“A maioria dos pastores nunca aprende a ser discípulos, muito menos discipuladores. Se eles não o são, não há muita esperança para suas igrejas”, explica David.

“Por isso acredito tão firmemente no valor indispensável do discipulado e pastoreio de pastores. Acredito de forma profunda que pastores e discipuladores saudáveis são a maior chave para uma igreja ser saudável e também discipuladora”, destaca.

David utilizou a parábola dos talentos para ensinar que cada convertido deve ser discipulado, do contrário estará abandonado à própria sorte, sem o devido cuidado pastoral. Para isso, no entanto, os pastores precisam dedicar suas vidas ao ministério, tendo o Reino de Deus como o maior foco de suas vidas.

“Todo verdadeiro discípulo se torna discipulador, reproduzindo discípulos. Se não temos uma igreja de discípulos é porque o pastor não é discipulador”, disse ele.

“Hoje, os pastores estão ocupados com tudo e qualquer coisa menos com a missão de fazer discípulos. Jesus vivia uma vida simples, não fazendo quase nada das muitas atividades dos pastores de nossos dias, para poder dedicar-se ao discipulado”, completa.

Finalmente, David contraria a ideia de que um título de liderança pode ser algo mais importante do que saber discipular. O pastor enfatiza o cuidado como principal característica de um verdadeiro pastor, algo vivenciado pelos discípulos de Jesus Cristo.

“Para o Senhor, o discipulado focava a liderança principal da igreja. Focava os pastores e apóstolos que ele estava formando”, diz ele, segundo informações da Sepal.

“É impressionante que, em meio à formação de seus discípulos, Jesus os enviou como mensageiros, como apóstolos. Mas apenas ao final de seu ministério os enviou como discipuladores. Em certo sentido, o chamado a ser discipulador é maior do que o chamado a ser apóstolo”, conclui.

 

Alunos que oravam no pátio escapam ilesos após desabamento de escola

Um grupo de alunos escapou da morte quando o teto de uma escola desabou em Fortaleza (CE). Eles haviam se reunido no pátio para uma oração quando ocorreu o incidente.

Cerca de 90 alunos estavam reunidos no grupo de oração semanal, realizado na Escola Estadual de Educação Profissional Maria Ângela da Silveira Borges, localizada no bairro Vicente Pinzón, na capital cearense.

O caso, registrado na última sexta-feira, 29 de março, está sendo tratado pelos sobreviventes como um verdadeiro livramento. “A gente já ia encerrar, mas a nossa equipe entrou na conclusão para colocar mais um louvor. Tinham pessoas que nunca foram para célula e entraram quase no final. Foi aí que veio o ocorrido”, contou o estudante Douglas Sousa.

“O nosso intuito é de levar o nome do Senhor para as escolas, e falar que Deus cuida de cada detalhe em nossas vidas. Eu estava falando sobre a atitude e que Deus cuidava de cada detalhe em nossas vidas”, acrescentou o aluno, de acordo com informações do portal Tribuna do Ceará.

Agora, as investigações sobre o que causou a ruptura do teto do edifício estão sendo realizadas por um grupo de engenheiros da Secretaria da Educação, do Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE) e da empresa responsável pela construção da escola, que permanecerá interditada até obter o conhecimento do laudo.

“A Secretaria se coloca à disposição das famílias de todos os alunos e interditou a escola até ter conhecimento do laudo”, diz uma nota oficial divulgada logo após o incidente.

 

Jovem é curado de grave lesão no cérebro e médicos dizem que foi obra de Deus

O testemunho de fé de Cole Burton é mais que desafia à ciência. Após sofrer um grave acidente, ele sofreu uma lesão no cérebro que, segundo os médicos, deveria ter lhe deixado em estado vegetativo pelo resto da vida. No entanto, algo surpreendente aconteceu.

Burton é um militar de 21 anos, estudante de geologia na Universidade de Auburn, Estados Unidos. Sua vida mudou repentinamente quando ele estava com outros amigos examinando rochas ao longo de uma estrada.

Um carro dirigido por um motorista embriagado atropelou Burton e um dos seus amigos, Nick Hood, que morreu pouco tempo depois, segundo informações da emissora americana Fox News.

Levado para o hospital, Burton foi diagnosticado com uma grave lesão cerebral e seu prognostico não foi nada bom. Charlie Burton, pai do rapaz, disse que naquele momento lembrou do versículo que está em Efésios 3:20, que diz que Deus “é capaz de fazer infinitamente mais”.

“Contra circunstâncias avassaladoras, esse versículo nos deu coragem de pedir a Deus por um milagre. Ficamos humildes pelo fato de algumas pessoas não experimentarem a cura. Há coisas que nunca entenderemos, mas no momento essa foi a nossa fé, que Deus é capaz”, lembra o pai.

De fato, a fé da família em Jesus Cristo foi fundamental para que Deus operasse na vida de Burton, porque contrariando às expectativas da medicina, o rapaz começou a se recuperar, sendo curado da lesão cerebral.

“A maioria dos pais só tem o privilégio de ver o filho andar pela primeira vez uma vez. Agora, já vimos isso pela segunda vez”, disse Charlie. Seu filho, Burton, testemunhou o que ouviu dos próprios médicos a respeito do seu estado:

“Meus médicos me disseram que a ciência não pode explicar minha recuperação”, disse ele. “Eles me disseram que Deus tem algo a ver com isso”.

Atualmente Burton faz fisioterapia todos os dias e já pretende retornar aos estudos em setembro. A sua vida se tornou um exemplo de superação e fé para toda a família.

“Minha esposa e eu vemos os pequenos milagres que acontecem todos os dias. Isso te rouba completamente a capacidade de reclamar sobre a maioria das coisas com as quais nos preocupamos hoje”, disse Charlie.

 

Hindus invadem culto, agridem cristãos e queimam suas Bíblias no meio da rua

A perseguição religiosa aos cristãos tem sido intensificada, também, na Índia, onde o hinduísmo é a religião predominante. Grande parte disso parte do radicalismo motivado pela ideologia ultra-nacionalista, a qual não admite a presença de outras crenças religiosas em determinada cultura.

Um dos casos mais recentes de intolerância religiosa contra os cristãos ocorreu em Kurubatti, na cidade de Hosur, quando cerca de 15 homens dos grupos hindus Munani (Hindu Front) e Vishva Hindu Parishad (VHP) invadiram a casa de um estudante cristão no momento de uma reunião de oração.

Os intolerantes questionaram o motivo da reunião e sem seguida arrastaram os cristãos para fora do recinto, espancando eles violentamente. Em seguida, esvaziaram suas mochilas, jogando fora folhetos evangelísticos, hinários e suas Bíblias. Os hindus ainda queimaram às Bíblias com gasolina.

Este episódio ocorrido em 19 de março, mostra a gravidade da perseguição religiosa sofrida pelos cristãos na Índia, porque não se trata de uma violência praticada nas ruas, apenas, o que já é grave, mas dentro de suas próprias casas.

“Todas as reuniões cristãs correm o risco de serem interrompidas pelas forças Hindutva”, disse Nehemiah Christie, diretor de Legislação e Regulamentação do Sínodo das Igrejas Pentecostais em Tamil Nadu, referindo-se a um termo associado ao hindus que pregam o conceito de “Hindu Rashtra”, que seriam os verdadeiros dominadores do país.

“É preocupante ver que tais grupos invadem livremente casas, questionam a crença de alguém e apreendem artigos de adoração, incluindo Bíblias, e os profanam”, destaca Christie.

“A ideologia hindutva da intolerância e da impunidade está se espalhando neste estado, incitando as pessoas a perseguir e atacar as minorias religiosas, que só querem praticar sua religião ou crença pacificamente”, completou.

Apesar da onda de violência estar crescendo, autoridades indianas parecem ignorar a realidade e em muitos casos até apoiá-la, chegando a implementar leis que proíbem a conversão religiosa de hindus para outras religiões, como o cristianismo.

“O governo indiano não pode permitir que essa ideologia divisora ​​denuncie a identidade da Índia como uma nação historicamente amante da paz. Eles devem agir agora”, pede Christie, segundo informações do Premier.

“Pastores precisam plantar igrejas lideradas pelo Espírito Santo e não por suas preferências pessoais”

Palestrando durante a Conferência Exponencial, na terça-feira, na First Baptist Orlando em Orlando, Florida, o pastor Francis Chan falou sobre a necessidade de os pastores realmente aceitarem que Jesus Cristo, e não eles, quem manda nas igrejas, referindo-se a Efésios 5.

“Ele é o nossa cabeça. Então, à luz dessa verdade, como devo agir? Todos nós acreditamos que Ele é o cabeça, certo? E se ele não fosse o chefe da Igreja? Como você faria as coisas de maneira diferente? Pense nisso ”, pediu Chan, que abandonou seu ministério como pastor de uma megaigreja nos EUA para dedicar-se a escrever e trabalhar com discipulado individual.

“Eu percebo que muitas vezes eu não ajo como se Jesus fosse o chefe da Igreja. Eu não ajo como se eu fosse apenas um braço. Eu realmente não me humilho, ‘Senhor, você é o cabeça da Igreja. O que você quer que eu faça? O braço não faz nada a menos que a cabeça diga a ele para fazer isso’”, argumentou.

Para o teólogo, é preciso que os pastores declarem constantemente: “Deus, por favor, mate minha carne”. Destacou que sempre pede “que Cristo viva através de mim”. “De vez em quando, vejo o pequeno Francis. Mate-o, Deus. Não há nada para defender aqui. Eu quero ele crucificado. Eu realmente quero que Cristo viva através de mim”.

O preletor usou o exemplo de uma “piscina de ondas” que ele viu recentemente. Para Chan, aquilo “lembra da Igreja”.

“Eu posso criar uma onda. Eu posso fazer uma onda começar às 9:20. Eu posso ter um pico às 9:30. E então vai acabar às 9:50… Eu consigo criar uma onda artificial onde mexo com a emoção de todo mundo e então saímos dizendo ‘uau, Deus se moveu!’. Mas, bem, eu acho que isso foi feito pelo homem”, explicou Chan.

Albert Tate, líder da Fellowship Church em Monrovia, Califórnia, e outro pregador da conferência, implorou para que os pastores “parem de construir igrejas que se pareçam com vocês e comecem a construir igrejas que se parecem com Jesus”.

Ele não poupou críticas ao que vê em seu país: “Nessas igrejas… todo mundo se veste da mesma forma, todos fazem compras no mesmo lugar, todas têm as mesmas coisas, todos são quase da mesma idade. Deixe-me dizer uma coisa, você tem uma igreja que está pronta para o domingo, mas não está pronta para o céu”.

“Negue a Cristo, ou sua esposa pagará o preço”

Quando Manoj se converteu ao cristianismo ele não imaginava o que aconteceria com sua família alguns meses depois do encontro que transformou a sua vida.

Ele começou a compartilhar o Evangelho com seus vizinhos e isso enfureceu os nacionalistas hindus que resolveram se revoltar contra o recém-convertido e sua família.

Certo dia, uma multidão foi até a casa de Manoj, invadiram o imóvel e o arrastaram para fora, tirando com violência sua esposa, Geeta, e o filho mais novo do casal.

“Negue a Cristo, ou sua esposa pagará o preço”, disseram os manifestantes que agrediam Geeta enquanto exigiam que Manoj renunciasse sua fé em Jesus.

Além da mulher, o próprio cristão foi espancado pela multidão enfurecida que não conseguiram vê-lo negando sua fé. O líder do grupo teve uma ideia de como fazer com que Manoj se retratasse.

Ele arrastou Manoj até o lago, amarrou suas mãos atrás das costas para não se defender e começou a empurrar a cabeça para baixo da água. Ele continuou fazendo isso repetidas vezes, privando Manoj de ar por mais e mais tempo. Ainda assim, não funcionou.

“Se você não negar a Jesus, nós vamos acender sua esposa e você vai vê-la queimar até a morte.” Com esta declaração, os homens da turba começaram a arrancar as roupas de Geeta dela, se preparando para mergulhá-la com querosene, mas ela conseguiu escapar.

Mesmo seminua, Geeta conseguiu fugir da multidão pela selva juntamente com seu filho, encontrando uma vila diversas mulheres que aceitaram escondê-los.

Os homens que a perseguiram encontraram o grupo de mulheres e questionaram se elas haviam visto a fugitiva ou seu filho, elas mentiram que eles estavam no mercado e eles não foram encontrados.

Algum tempo depois, Manoj e Geeta foram reunidos e levados para um local seguro. A equipe de campo do ministério Timothy Initiative em sua região ouviu sua história e imediatamente planejou visitá-los e incentivá-los com orações e assistência financeira, considerando que eles estavam agora permanentemente deslocados e haviam perdido tudo o que possuíam.

 

Apenas 25% das famílias cristãs nos EUA oram e leem a Bíblia

Segundo uma pesquisa do Barna Research, apenas  25% dos cristãos norte-americanos leem a Bíblia e oram em suas casas. O estudo questionava os entrevistados a respeito de três elementos da prática de fé, e a maioria cumpre apenas uma ou nenhuma das atividades.

Os três elementos são: orar todos os dias com os seus familiares e ler a Bíblia juntos; conversar sobre Deus pelo menos uma vez por semana; e acolher não familiares regularmente ou várias vezes por mês.

Dos entrevistados 33% declara que seguem as práticas espirituais de orar e ler a Bíblia e ainda conversam sobre Deus; 14% pratica apenas a hospitalidade e 28% não pratica nenhuma das ações.

“Famílias vibrantes se destacam por terem um tempo significativo, divertido e de qualidade com seus familiares”, diz a pesquisa ao comparar dados de que 32% dos entrevistados se reúnem para jogos, 63% para tomarem o café da manhã juntos e 75% que jantam juntos todos os dias.

“Um dos objetivos deste estudo era aprender com famílias que pareciam estar excepcionalmente engajadas na expressão de fé comunitária e consistente em casa”, explicou o instituto de pesquisa.

Para chegar nesta conclusão, 2.347 pessoas foram ouvidas.

Estado quer expulsar idosa de 84 anos de abrigo por dar estudos bíblicos no local

Uma situação intrigante envolvendo uma idosa de 84 anos está causando indignação nos cristãos da Califórnia, Estados Unidos. Isso porque, a viúva Artis Breau está sendo acusada de cometer “abuso de idosos”, simplesmente por dar estudos bíblicos no abrigo onde mora, correndo risco de ser expulsa do local por essa razão.

Artis mora atualmente na Veterans Home, um abrigo voltado para militares. O esposo dela, já falecido, foi um veterano de guerra. Ele serviu na Segunda Guerra Mundial, na 82ª Divisão Aerotransportada no exterior e na Força Aérea durante a Guerra da Coreia.

Como forma de exercer sua fé, Artis teve a iniciativa de realizar estudos bíblicos do abrigo, onde a participação dos residentes é totalmente voluntária. Apesar disso, ela recebeu uma carta do Departamento de Assuntos de Veteranos da Califórnia (CalVet), exigindo que ela pare com os estudos.

“A casa alega que precisa proteger os moradores dessa viúva, idosa, embora a frequência de seus estudos bíblicos seja totalmente voluntária”, informou a Pacific Justice Institute (PJI), organização advocatícia que defende Artis.

Segundo o CalVet, houve uma denúncia de que Artis teria cometido abuso ao participar de um debate com outros idosos, sobre questões relativas ao céu e o inferno. Um dos participantes do estudo não teria conseguido dormir direito naquela noite.

Para o PJI, no entanto, a única motivação contra sua cliente é por intolerância religiosa, visto que o estudo bíblico é voluntário e debates dessa natureza são comuns em se tratando de questões teológicas.

“Ao longo deste processo, temos sido profundamente perturbados não apenas pela falta de diretrizes constitucionais, inépcia e falta de devido processo na investigação, mas ainda mais pela noção de que discutir opiniões religiosas sobre o estado eterno da alma é considerado abuso emocional”, diz a PJI.

Artis também acredita estar sendo vítima de perseguição religiosa por uma “crente evangélica judaica em Jesus, o que não é aceito por alguns dos capelães do lugar”, segundo informações do Christian Headlines.

O presidente da PJI, Brad Dacus, destaca que o exercício da liberdade religiosa é um direito garantido pela Primeira Emenda Americana, e que a ameaça de expulsar Artis do abrigo, caso ela não pare com os estudos, contraria diretamente esse princípio legal.

“Este ataque chocante do Estado contra o exercício de convicções religiosas da nossa cliente é profundamente perturbador”, disse ele.

“O Estado procura punir Artis com base em diretivas inexistentes, privando-a de um ministério pessoal para os veteranos que se beneficiaram de seus serviços religiosos durante anos”, destaca.

Atualmente o caso de Artis continua na justiça, mas ela continua proibida de dar estudos, enquanto aguarda o desfecho final da sua história. “Artis não está lutando apenas por si mesma, mas pelo Evangelho e pelos moradores que são incapazes de lutar por si mesmos contra a tentativa de intimidação do Estado”, conclui Dacus.

 

200 famílias cristãs atacadas por radicais islâmicos no Paquistão, em nova onda de violência

Uma multidão de radicais islâmicos atacaram cerca de 200 famílias cristãs no Paquistão. Elas foram expulsas de suas casas depois que quatro mulheres cristãs foram falsamente acusadas de blasfêmia, na semana passada.

International Christian Concern (ICC), organização que monitora a perseguição contra cristãos em vários locais do mundo, denunciou a onda de violência ocorrida em Karachi, quinta cidade mais populosa do Paquistão. A ICC revelou que uma mulher muçulmana chamada Samina Riaz acusou quatro mulheres cristãs com idades entre 14 e 30 anos de profanarem o Alcorão.

A acusação foi feita após o cristão Amjad Dildar, pedir que Riaz e seu marido desocupassem a casa que estavam alugando porque o casal muçulmano estava “causando problemas entre as famílias cristãs da comunidade”. Como vingança, Riaz acusou três das filhas de Dildar e outra mulher cristã de danificar uma cópia do Alcorão, o livro sagrado do Islã.

As acusadas ​​de blasfêmia são Soneha Amjad (14 anos), Sophia Amjad (18), Sunaina Amjad (22) e Sophia Qamar (30).

Embora sem nenhum tipo de prova, a notícia de que mulheres cristãs haviam tentando destruir um Alcorão espalharam-se rapidamente, o que fez com que uma multidão de moradores muçulmanos do bairro passassem a atacar várias propriedades cristãs na área e uma igreja local.

A casa de Dildar fo bastante danificadas por pedras jogadas pela multidão. O grupo armado também matou animais de estimação e gado.

Posteriormente, uma investigação policial mostrou que foi a própria Riaz que mergulhou o livro sagrado do Islã em água suja, para simular a tentativa de destruição. Riaz e seu marido foram presos e a mulher admitiu que ela orquestrou a coisa toda.

A reação desproporcional mostra como as leis antiblasfêmia paquistanesas são usadas por muçulmanos radicais como desculpa para a perseguição de cristãos. Em especial por conta da absolvição recente de Asia Bibi, uma cristã acusada de blasfêmia em 2009 que foi condenada à morte, mas acabou absolvida no ano passado pela Suprema Corte do país justamente por falta de provas.

Apesar da absolvição de Bibi, há muitos outros cristãos que foram falsamente acusados ​​de blasfêmia. A ICC informa que, nos últimos 30 anos, 1.500 indivíduos foram acusados ​​de cometer blasfêmia no Paquistão, país que ocupa a quinta posição no ranking de perseguição religiosa da Missão Portas Abertas.

Evangélico britânico é preso por pregar nas ruas, mas diz que não desistirá

O Reino Unidos é o berço do movimento missionário que levou o evangelho a muitos países no século 19. Contudo, nas últimas décadas o cristianismo no país está em decadência. Igrejas históricas foram fechadas, transformadas em mesquitas ou vendidas para empresas.

No final de fevereiro a prisão de Oluwole Ilesanmi, um evangélico que pregava perto da estação de metro de Southgate, em Londres, gerou um movimento nacional. O vídeo que mostra dois policiais levando Olu, como é mais conhecido, sem explicar o motivo, viralizou, tendo mais de 2.5 milhões de visualizações.

O homem, de 64 anos, protesta, pedindo que não retirem a Bíblia dele. Os policiais alegam que Olu estava sendo detido “para evitar a violação da paz” e que havia “queixas” sobre seu comportamento. Liberado algumas horas depois, após ter dado depoimento em uma delegacia, o evangélico reclama que lhe foi negada a “oportunidade de espalhar o Evangelho”.

 

Estrela de “Pantera Negra” conta como sua fé cristã lhe ajudou a vencer a depressão

A atriz Letitia Wright, que ficou mundialmente conhecida por ‘Pantera Negra’, recebeu recentemente o prêmio BAFTA como “Estrela em Ascensão”. Quando fez seu discurso de agradecimento, ela falou um pouco sobre o que passou até ser reconhecida dentro de sua profissão.

Em determinado momento, Wright relatou como lutou por anos contra a depressão. O caso ficou mais grave e ela chegou a deixar de atuar por um período.

“As únicas coisas que me tiraram disso foram Deus, minha crença, minha fé, minha família e um e-mail me chamando para fazer parte do Breakthrough Brits”, declarou a atriz inglesa. “Quero encorajar vocês – qualquer pessoa que estiver passando por um momento difícil ou  com algo em sua alma, que perderam a luz”, discursou.

Em seguida, disse palavras de apoio a quem experimentou o mesmo: “Eu quero encorajar você, lembrar que Deus fez você, e você é importante. Pode haver alguns que me veem e estão lidando com a depressão… passando por um momento ruim, e você põe um sorriso no rosto e ninguém pode ver isso. Mas você sabe disso e Deus sabe disso. E eu só queria dizer que Deus te ama”.

A jovem atriz estará “Vingadores: Ultimato” – estreia no dia 25 de abril – e também fará parte do elenco de “Pantera Negra 2”.

 

Evangelista fala sobre crescimento da igreja, mesmo em meio à perseguição

Beun (nome fictício) é um evangelista que vive no Laos, uma nação governada por um “partido revolucionário”, onde não há liberdade de religião e nem de opinião. Qualquer pessoa que se volte contra a ideologia governamental é vista como ameaça ao poder.

Por lá o cristianismo não é bem visto e a minoria que insiste em seguir a Cristo é ameaçada de ser erradicada pelas autoridades. Mesmo assim, Beun conseguiu reunir um grupo de 50 convertidos em pouco tempo.

Ele revela que trabalha com outros seis homens dedicados ao Evangelho. “Nós pregamos aos povos hmong, khmu, tai dam, entre alguns outros. Não sabemos se nossos planos darão certo, mas os submetemos a Deus. Nós vamos para onde ele nos envia”, disse.

De acordo com a Portas Abertas, um desses homens conhecido por Sipho (nome fictício) foi expulso de uma tribo junto de sua família, por serem cristãos. “Não achando nenhum outro lugar para morar, vivemos na floresta por dez anos, até que o chefe da tribo veio e nos chamou para voltar para a aldeia”, contou.

Igrejas domésticas

Na tentativa de formar uma igreja doméstica na própria casa, o governador da província e o chefe do vilarejo não permitiram. “Foi então que conhecemos Beun e nos unimos à sua igreja. Ele me ensina a compartilhar o Evangelho e a pregar”, relatou.

Jet (nome fictício) é outro “discípulo de Beun, como ele mesmo especifica. Sua vida mudou depois que foi curado de uma enfermidade. “Minha vida melhorou e eu comecei a compartilhar o evangelho. Agora tenho minha própria igreja doméstica no meu vilarejo”, disse.

Jet foi acusado falsamente de “vender jovens para estrangeiros”, mas sabe que a acusação só aconteceu porque é cristão. Mesmo assim, ele não desiste: “Se eu tiver que comparar minha velha vida com minha vida agora, minha vida é muito melhor com Cristo”, afirmou.

Essas pessoas continuam firmes na caminhada com Cristo. Mas a colheita nem sempre é fácil no Laos. Beun conta que muitas vezes as pessoas ouvem o evangelho e o aceitam rapidamente, mas depois se esquecem do compromisso que fizeram.

Por outro lado, “quando se convertem verdadeiramente e entendem o cristianismo, as pessoas começam a compartilhar as boas novas, a fé delas permanece firme e nunca mais retornam para as antigas crenças, não importa quão difícil seja”, conclui.

Lucinho Barreto desabafa: “tenha misericórdia dos pastores”

Ele inicia citando o texto bíblico que está Mateus 11.16-19: “A que posso comparar esta geração? São como crianças que ficam sentadas nas praças e gritam umas às outras: ‘nós lhes tocamos flauta, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não se entristeceram’. Pois veio João, que jejua e não bebe vinho, e dizem: ‘ele tem demônio’. Veio o Filho do homem comendo e bebendo, e dizem: ‘aí está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores’. Mas a sabedoria é comprovada pelas obras que a acompanham”.

Qual o tipo de pastor que presta: aquele que jejua e fica no monte ou aquele descolado que faz vídeos no Youtube e usa piercing? “As pessoas sempre terão uma opinião ácida sobre pastores”, desabafou. “Qualquer pessoa pode torcer por algum tipo de futebol ou ter opinião política, menos os pastores”, disse ao se referir aos internautas que o criticaram por “inserir Deus na política”.

Polêmicas

Lucinho também citou outras críticas recebidas recentemente. Entre elas, o fato de vender camisetas com a mensagem do Evangelho. “Como eu vou sustentar minha família? Não tenho salário da igreja, não quero ser pesado à igreja, então eu vendo Bíblias e camisetas”, citou.

Por suas vendas foi criticado por não ser um pregador do Evangelho e sim um vendedor. “E se eu fosse um cara fechado, quadrado e não fizesse nada para me sustentar, seria criticado também”, lembrou.

“Tenha misericórdia dos pastores, missionários, evangelistas e profetas… tenha misericórdia da gente. Lembre que por trás de cada pastor tem uma família”, pediu. Depois citou que milhares de pessoas chegaram ao Evangelho por causa das mensagens dos pastores que geram polêmicas.

“Não estou pedindo que você cubra erros de pastores, só estou pedindo para que você repense. Não queremos aprovação e nem aplausos […] Só queremos que você entenda que ainda existem homens e mulheres de Deus sérios”. “O Sumo Pastor cuida de suas ovelhas através dos pastores imperfeitos aqui na terra. Tenha misericórdia, ore por nós”, concluiu.

Pastor é atacado pelas costas com facão durante culto

No último sábado (26) o pastor José Carlos da Silva, de 53 anos, foi atingido com três golpes de facão durante o culto realizado em uma igreja evangélica na cidade de Sorriso (MT).

O acusado pelo crime foi identificado como Dionatan Fernando de Sousa, 19 anos, ele Igreja Nova Aliança armado com o facão e durante o momento de oração foi até o pastor e o atacou.

Segundo informações da Polícia Militar, o jovem estava transtornado pela morte da mãe e teria ido na igreja pedir oração. Depois de atacar o pastor ele saiu da igreja, mas logo voltou para ameaçar os fiéis que presenciaram o crime.

Um dos frequentadores da igreja viu que o jovem se escondeu no pátio de um lava-jato perto do templo e os policiais conseguiram prendê-lo. O pastor foi socorrido e não teve nenhuma lesão grave.

 

É grande o número de jovens que abandonam a igreja durante a faculdade

Uma área pouco focada pelas igrejas atuais é a universidade. Mais da metade dos jovens cristãos, considerados fiéis durante a infância e adolescência, abandonam a vida dedicada ao Reino de Deus após entrar na faculdade, segundo uma pesquisa da LifeWay Research.

O estudo aponto que 66% dos jovens deixaram de frequentar a igreja por pelo menos um ano entre 18 e 22 anos. A taxa é menor que o índice apresentado pelo estudo de 2007, quando o número era de 70%. Mesmo assim, a margem de diferença é pouca e indica alguma deficiência permanente na abordagem das igrejas em relação aos jovens.

“A boa notícia para os líderes cristãos é que as igrejas parecem não estar perdendo mais estudantes do que há dez anos. No entanto, a diferença na taxa de desistência não é grande o suficiente para dizer que realmente melhorou”, disse Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research.

Por outro lado, o foco de vida dos jovens é apontado como um influenciador. Ou seja, nem sempre a abordagem da igreja é a responsável, mas a própria decisão dos jovens em querer seguir uma vida distante de Deus.

“A maioria dos motivos pelos quais os jovens saem da igreja reflete mudanças em suas prioridades e hábitos. Mesmo quando as igrejas comunicam fielmente suas crenças através de palavras e ações, nem todo jovem abraça ou prioriza essas crenças”, disse MacConnell.

A mudança de rotina também é outro fator. Uma vez que o jovem que entra na faculdade assume novos compromissos, a igreja perde lugar em sua programação. Este é um desafio que precisa ser superado mediante alternativas de encontros semanais, por exemplo.

“Na maior parte, as pessoas não estão deixando a igreja por amargura, influência dos ateus na faculdade ou a renúncia à fé”, disse Ben Trueblood, diretor do ministério de estudantes da LifeWay. “O tempo que eles passavam com as atividades na igreja foi simplesmente substituído por outra coisa”.

Finalmente, a tendência é que muitos jovens com o passar dos anos percebam a importância das suas raízes e vejam como a Verdade Bíblica se sobrepõe às ideologias do mundo ou, no mínimo, confirmam o que a própria ciência diz acerca da fé.

Entretanto, a frequência menor nas atividades da igreja e consequentemente o compromisso com o Reino de Deus ainda é uma realidade preocupante.

“Enquanto alguns jovens adultos que deixam a igreja estão rejeitando sua fé de infância, a maioria está escolhendo manter as crenças que tinham, mas com uma dose menor de igreja”, conclui McConnell, segundo o LifeWay.

 

Evangélicos estão divididos sobre mudança nas regras para posse de armas

Grande parte da sociedade brasileira vem debatendo a proposta do governo Jair Bolsonaro em flexibilizar as regras para a posse de armas. Ao falar sobre o tema, lideranças evangélicas mostram que a questão não é unanimidade. Nos próximos dias será assinado um decreto que facilitará a posse de armas para moradores de cidades violentas e áreas rurais. Ou seja, as pessoas poderão possuir armas dentro de casa. Ele difere do porte, que é a autorização para uma pessoa habilitada andar armada nas ruas.

O bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, é favorável à posse de armas, especialmente em áreas rurais, onde considera que as forças de segurança são menos presentes. Contudo, posiciona-se contrário à posse.

“O porte é desnecessário. Creio que o dano causado à sociedade seja maior com todo mundo armado num faroeste. Não queremos bangue-bangue”, opina.

O pastor Silas Malafaia, do ministério Vitória em Cristo, admite que existe há apoio entre fiéis, mas faz a ressalva que pessoalmente é “contra armas e qualquer tipo de armamento”.

Por sua vez, o presidente da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB), Samuel Câmara, declara-se favorável à possibilidade do porte. “O estado precisa se mostrar eficiente no combate aos bandidos. Caso contrário, o homem de bem terá que se habilitar ao porte para legítima defesa.”

Deputados evangélicos

O tema em breve deve passar pelo Congresso Nacional. Um dos projetos mais adiantados sobre isso é o PL 3722/2012, do deputado Peninha Mendonça, do MDB. Para aprová-lo será preciso maioria simples na Câmara dos Deputados e no Senado.

Um dos líderes da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) defende que “A maioria dos evangélicos não quer ter armas. Defendemos a vida. A gente sabe que isso vai provocar mortes em discussões de trânsito, em bar, assim como uma maior incidência de casos de violência como ocorrem nos Estados Unidos”. Ele também acredita que “a nossa defesa é a Deus e, depois, estão as instituições terrenais de segurança pública. Uma coisa é a posse dentro da casa, outra coisa é o porte”.

O senador eleito, Arolde de Oliveira (PSD/RJ), explica que é favorável à posse, mas tem reservas quando as pessoas andarem armadas pelas ruas. “Se você é a favor da vida, da família, da propriedade, precisa ter condições de autodefesa e a posse é necessária. O porte já é mais complexo. Teria que fazer testes para evitar que o armamento chegue nas mãos de psicopatas e malucos”, destaca.

Outro senador que assume em 1º de fevereiro, Marcos Rogério (DEM/RO) entende que a flexibilização pode contribuir com a melhora da sensação de segurança. “Hoje você proíbe as pessoas de bem de terem armas, mas o bandido está armado. É claro que é preciso de critérios claros e justificáveis para conceder a licença.”

 

Fonte: GospelPrime

“Cristãos podem ser infalíveis quando conectados a Cristo”, afirma pastor

 

Quando um cristão se reconecta a Deus através de Jesus Cristo, ele se torna infalível, porque Cristo é infalível. Essa é a ideia do pastor Scott Sauls, da igreja Christ Presbyterian em Nashville, Tennessee (EUA).

Em entrevista ao Christian Post, explicou que o cristianismo ocidental tem pouca semelhança com a visão de Jesus para sua Igreja. “Parece haver uma lacuna significativa entre o cristianismo da igreja primitiva e o cristianismo que muitos de nós experimentamos hoje”, disse.

Como exemplo usou o comportamento pouco gentil dos cristãos enquanto vizinhos e a forma como condenam e julgam as pessoas. “Não há nenhuma diferença se compararmos as pessoas que seguem a Cristo com as que não seguem. Infelizmente, é assim que muitos de nós somos percebidos hoje”, lamentou.

Em seu livro, Irresistible Faith (Fé Irresistível), Sauls identifica formas práticas pelas quais os crentes podem viver o cristianismo bíblico e buscar o propósito de Jesus para a Igreja. Baseando-se nas verdades das Escrituras, ele convida os cristãos a fazer a diferença na sociedade, transformando comunidades para a glória de Deus.

“Tudo começa com um simples retorno ao Evangelho, observando bem o que Cristo veio fazer”, enfatizou. Mas sem a conexão com Jesus é impossível obter esse retorno.

“O cristianismo moderno se desviou do cristianismo bíblico por várias razões, entre elas a mistura da fé com a política”, pontuou. Se for ver, Jesus contradiz a política atual, seja ela de esquerda ou de direita, como tem sido comum denominar. Resumindo, não devemos sair da mensagem do cristianismo, nem politizar a Bíblia.

“Deus não chama o seu povo para ser incrível ou para impactar em todo tempo”, explica. O autor acredita que Deus nos criou para servir e abençoar as pessoas desse mundo, independente do tamanho da obra.

“O primeiro chamado de Deus em nossas vidas tem a ver com espalhar amor, perdoar e ajudar as pessoas no processo de restauração”, lançou. Partindo disso, o resultado sempre será positivo, pois vai colaborar para uma sociedade saudável. “O impacto deve ser esse: levar vida às pessoas por todos os lugares onde passamos”, conclui.

Fonte: GospelPrime

Damares Alves na Globo News: “eu nunca vou negar a minha fé”

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, foi entrevistada no Jornal das 10, da Globonews, nesta quinta-feira (3). Estranhamente, em diversos momentos os jornalistas do canal tentaram constrangê-la, ignorando as respostas dadas por ela e tentando fazê-la confrontar declarações dadas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Ao abordar o vídeo que gerou polêmicas nas redes sociais, onde ela declara que “menino veste azul e menina veste rosa”, Damares explicou que usou uma “metáfora” e que não se arrependia.

“De jeito nenhum, foi uma metáfora. Temos o outubro rosa, o novembro azul. Vamos respeitar a identidade biológica das crianças. E digo mais, podemos chamar menina de princesa e menino de príncipe no Brasil que não há nenhuma confusão nisso”, assegurou.

Explicando que existe uma diferença entre falar sobre ideologia de gênero para adultos e para crianças, como vem ocorrendo nas escolas do Brasil, ela lembrou que há “ideólogos” que defendem que a criança nasce neutra e depois escolhe o que ela quer. Para a ministra, esse debate deveria ficar restrito à academia.

Por mais de uma vez precisou repetir aos entrevistadores que o ministério está buscando criar políticas públicas voltadas para a família, e que não pretende criar leis que regulem comportamentos. “Não queremos impor nada. Vamos deixar as crianças em paz”, pediu.

Ficou evidente no programa que os profissionais da GloboNews usaram o mesmo antagonismo com que trataram o então candidato Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral no ano passado.

Sem negar sua identidade, Damares explicou porque definiu a si mesma como “terrivelmente cristã” em seu discurso de posse.

“Estão com medo de uma pastora ministra de Direitos Humanos. A partir do momento que entro no ministério, não posso arrancar de mim a minha fé. A minha fé caminha comigo e eu nunca vou negar a minha fé. Quem está no comando daquele ministério é uma advogada, uma educadora e que acredita em Jesus Cristo. O estado é laico e nós vamos respeitar. Ninguém está impondo religião.”

Em seguida, questionou: “Se eu não fosse evangélica e professasse uma outra fé, será que haveria tanta resistência?”. Como não houve resposta dos jornalistas, prosseguiu: “Não estou querendo impor nenhuma religião. Ninguém vai ser preterido por causa de sua fé”.

Noutro momento do programa, reclamou da maneira com que vem sendo tratada pela grande imprensa desde que teve seu nome anunciado por Bolsonaro.  “Minhas falas como ministra começaram ontem (quarta, dia 2). A imprensa tem pinçado falas minhas de pregações. De quando sou veemente quando falo com meu segmento e puxo a orelha muitas vezes”, apontou.

 

Fonte: GospelPrime