‘Mão de Deus’ protege Israel quando o sistema falha, segundo operador do Domo de Ferro

O sistema de defesa de mísseis de Israel, Iron Dome, tem sido uma parte importante na segurança da nação. Mas o baixo número de vítimas é encarado como favor de Deus.

O sistema de defesa de mísseis de Israel bloqueou 86% dos mísseis lançados pelo Hamas no início do mês, segundo dados do Exército israelense.

Entre os 690 mísseis disparados por terroristas palestinos contra Israel, 410 atingiram áreas desabitadas. Outros 279 foguetes foram acionados pelo Iron Dome (Domo de Ferro, em tradução livre). Destes, 240 (86%) foram interceptados com sucesso.

Outros 39 mísseis, cerca de 14%, conseguiram atingir Israel e causaram quatro mortes, segundo as Forças de Defesa de Israel.

O complexo o sistema do Domo de Ferro não é 100% eficaz e não consegue interceptar todo foguete disparado por militantes palestinos. Sendo assim, o contraste entre o alto número de foguetes lançados e o baixo número de vítimas tem sido encarado como favor de Deus sobre a nação de Israel.

Foi o que confirmou um operador do Domo de Ferro ao site Israel Today. O homem, que não foi identificado, relata que viu a bateria do sistema falhar três vezes para derrubar um míssil que seguia em direção a Tel Aviv, em 2014.

“Um míssil foi disparado de Gaza. O Domo de Ferro calculou precisamente [sua trajetória]. Sabemos onde esses mísseis irão pousar em um raio de 200 metros. Esse míssil em particular ia atingir os prédios do Azrieli Center, a Kirya Tower ou uma estação ferroviária central de Tel Aviv. Centenas poderiam ter morrido”, disse o operador.

“Nós disparamos o primeiro [interceptador]. Ele errou. Disparamos o segundo. Ele errou. Isso é muito raro. Eu estava em choque. Neste momento tínhamos apenas quatro segundos até o míssil pousar. Nós já havíamos notificado os serviços de emergência e avisamos sobre um incidente em massa”, acrescentou.

“De repente, o Domo de Ferro mostrou um grande vento vindo do leste, um forte vento que enviou o míssil para o mar. Ficamos todos atordoados. Eu me levantei e gritei: ‘Existe um Deus!’”, ele relatou.

“Eu testemunhei esse milagre com meus próprios olhos. Não foi contado ou relatado para mim. Eu vi a mão de Deus mandar esse míssil para o mar”, ele destaca.

Na mesma semana do ataque contra Israel, o coronel Ofer Winter, comandante da Brigada de Infantaria Givati, descreveu um nevoeiro misterioso que cobriu favoravelmente a ele e suas tropas enquanto avançavam em uma posição inimiga na luz da manhã, após o ataque noturno ser adiado.

O Coronel Winter rotulou a cobertura como “nuvens de glória”.

 

DEUS PROTEGE ISRAEL

INCRÍVEL, Mísseis do Hamás lançados sobre Jerusalém, retornam em pleno ar e cai sobre os Palestino.DIVULGUE ESSE VÍDEO PARA QUE TODOS SAIBAM QUE YAHWEH AMA E PROTEGE ISRAEL.

Posted by Pastor Daniel Vieira on Tuesday, May 14, 2019

Ex-oficial da Coreia do Norte se converte em presídio após ser preso por “deslealdade”

A Coreia do Norte ocupa o posto número um na lista de países que mais perseguem os cristãos no planeta, segundo a organização Portas Abertas. Essa é uma realidade que um ex-oficial do regime comunista do país, chamado Kim Yong-Hwa, conhece muito bem.

Kim foi acusado de “deslealdade” após um acidente locomotivo em 1988. Uma trem militar que estava sob a sua responsabilidade descarrilhou, porém, devido às condições precárias da ferrovia. No entanto, as autoridades acusaram o então oficial do Exército Popular da Coreia do Norte de “deslealdade”.

Este episódio afetou profundamente Kim, pois ele literalmente adorava o líder norte-coreano da época, o ditador Kim Il-Sung. “Eu até morreria por ele. Isso seria felicidade e alegria. Já que não havia Jesus naquela nação oficialmente, então ele era maior do que Jesus naquela época para mim”, lembra ele.

Kim foi condenado pelo regime da Coreia do Norte à prisão. Isso lhe fez querer se suicidar. Ele pensou em ir para a China e atirar em si mesmo, em um local isolado, para que ninguém achasse o seu corpo, já que a descoberta de suicídio seria outro motivo de acusação, dessa vez por “traição”, o que acarretaria perseguição aos seus familiares.

Kim não conseguiu escapar da prisão e felizmente foi isso o que lhe permitiu conhecer o Evangelho, ao ser transferido para um presídio no Vietnã. Ele contou que teve acesso à Bíblia através de outro detento.

“Ele estava me dando a Bíblia e eu estava lendo. Embora eu estivesse sempre sozinho, agora eu podia pelo menos me comunicar verbalmente, murmurar para alguém. Eu estava pedindo a Deus para me salvar. Por alguns anos, eu não tinha realmente falado, mas aquela conversa [ajudou]. Na verdade, eu amaldiçoei muito a Deus durante esse tempo. Eu também estava gritando por ajuda”, lembra.

Finalmente, ao sair da prisão Kim já havia criado intimidade com Deus e com a Bíblia. Ele se tornou evangélico e fundou a Associação de Direitos Humanos dos Refugiados Norte-Coreanos, onde auxilia pessoas com histórias parecidas com a sua, segundo o Christian Post.

Em carta, jovem ex-muçulmano narra encontro com Jesus: “Descobri a verdade”

O testemunho de conversão de um jovem muçulmano que vive na Turquia foi enviado por carta à emissora cristã SAT-7 – que se dedica a veicular programas evangelísticos em países onde há intensa dificuldade de pregação do Evangelho – expondo a importância do trabalho missionário nessas regiões.

A carta do jovem Omar (nome alterado por razões de segurança) foi compartilhada pelo portal God Reports, dos Estados Unidos, com o relato em primeira pessoa das experiências vividas pelo jovem criado numa família muçulmana que entregou sua vida a Jesus.

Confira a íntegra:

Eu sou da Turquia e não vim de uma base cristã. Desde cedo comecei a investigar diferentes religiões. Eu me lembro quando meu pai me levou para passear. Por alguma razão, ele me levou a uma igreja… não sei por quê. Quando entramos, senti que havia entrado em um mundo diferente. Eu estava cheio de paz. Olhando para trás, foi o Espírito Santo. Fiquei em conflito, confuso e comecei a orar: ‘Deus, guia-me para a verdade’.

Era véspera de Natal. Eu tinha 12 anos e, na minha busca, estava lendo uma Bíblia. De repente, senti que Jesus Cristo estava diante de mim. Eu não conseguia entender o que estava acontecendo. Instantaneamente, caí de joelhos e disse: ‘Jesus Cristo, eu acredito em você’. Imediatamente, soube que havia encontrado verdade e propósito para minha vida. 

Mas contar à minha família resultaria em graves conseqüências. Foi o momento mais difícil da minha vida. Eu perguntei a Deus o que Ele queria que eu fizesse, se eu dissesse aos meus pais.

Eu orei: ‘Se Tu queres que eu diga aos meus pais, eles devem vir até mim e perguntar sobre o cristianismo’. Cinco minutos depois, minha mãe entrou no meu quarto e viu uma cruz pendurada no meu pescoço. ‘O que é isso? Você se tornou um cristão?!’. Eu disse a ela que tinha [entregado a vida a Jesus]. 

Ela começou a chorar. Era como se eu tivesse cometido assassinato. Meus pais começaram a me pressionar com espancamentos e [tentavam] me fazer retratar. Por dois anos, eles só me deixaram sair de casa para ir à escola, para me impedir de ir à igreja. Eu lhes trouxe vergonha.

Finalmente encontrei a oportunidade de sair de casa e visitar uma igreja. Eu estava com tanta fome para aprender mais. Um homem na igreja me viu olhando por cima do livreiro e me deu vários livros. Eu os levei para casa e estudei em segredo, sempre escondendo-os dos meus pais. Eventualmente, eu cresci e saí de casa. Meus pais ainda estão em negação, mas eu descobri a verdade.

 

“Dos perseguidos é Reino dos céus”, diz pastor durante julgamento na China

Durante seu julgamento em um tribunal de Hong Kong, na China, o pastor Chu Yiu-ming, 75 anos, líder da Igreja Batista Chai Wan, fez uma declaração de fé enquanto era condenado por supostamente ter se envolvido com movimentos pró-democracia.

“Durante décadas, tenho pregado inúmeros sermões. Mas a mensagem que levou mais tempo de preparação e oração, e que provavelmente alcançará o maior público, é precisamente essa que está sendo entregue no banco dos réus”, disse ele.

Para o religioso, ser condenado vítima de perseguição religiosa é o cumprimento de sua missão. “Eu fui chamado como um servo do Senhor, em imitação de Cristo. Seguindo Seus passos, cumprindo Sua missão, fazendo conhecidas Suas preocupações pelo mundo. Sem medo da pressão política ou como os outros veem seu trabalho”.

É por isso que ele não se arrepende e nem guarda ressentimentos de seus algozes. “Nas palavras de Jesus, ‘felizes são os perseguidos por fazerem a vontade de Deus; o Reino dos céus pertence a eles! (Mateus 5:10)”, declarou ele durante o julgamento que aconteceu no último dia 9 de abril

Em 2013, Chu, juntamente com os estudiosos Benny Tai e Chan Kin-man, fundaram o Occupy Central with Love and Peace (“Ocupe a Central com Amor e Paz”, em tradução livre). O principal objetivo do movimento era promover a democracia através de manifestações pacíficas.

Por conta disto, o trio foi acusado e condenado por “cometer incômodos públicos”. Durante o julgamento na última semana,  cerca de 200 cristãos se reuniram para um culto na igreja Kowloon Union, onde Chu e os outros ativistas anunciaram pela primeira vez a campanha Occupy Central. Segundo o site Evangelical Focus, fora do tribunal, partidários seguravam guarda-chuvas como forma de protesto.

Se condenado, o pastor pode pegar até sete anos de prisão. Seu caso foi classificado como “m golpe esmagador contra a liberdade de expressão e protesto pacífico em Hong Kong” pela Anistia Internacional.

Filme cristão leva quase 100 funcionários a deixarem seus empregos em clínicas de aborto

Chuck Konzelman, diretor do filme pró-vida “Unplanned”, da Pure Flix, revelou ao Congresso Nacional dos EUA nesta semana que quase 100 trabalhadores de clínicas de aborto decidiram deixar seus empregos depois de assistirem à produção.

Durante seu depoimento ao Subcomitê da Constituição do Comitê Judiciário do Senado, Konzelman disse que 94 trabalhadores de clínicas abordaram a organização sem fins lucrativos Abby Johnson, da ex-diretora da Planned Parenthood, e ‘Then There Were None’, de acordo com a agência de comunicação ‘Pure Flix Insider’.

“1% dos trabalhadores de clínicas de aborto nos Estados Unidos, depois de ver um deles ser retratado no filme”, ​ disse ele, “decidiram mudar suas vidas… e o que eles fazem para viver”.

O cineasta da Pure Flix estava no Capitólio para falar em um painel sobre a suposta censura do Twitter sobre o filme “Unplanned”. Nos dias de lançamento do longa, no final do mês de março, a plataforma de mídia social suspendeu temporariamente a conta promocional do filme.

O filme “Unplanned” narra a carreira de oito anos da médica Abby Johnson na Planned Parenthood e sua conversão ao Evangelho e também ao movimento pró-vida, depois que ela assistiu a um médico realizar um aborto via ultrassom.

Ashley Bratcher, a atriz que interpreta Johnson no filme cristão, twittou na quinta-feira que ela recebe mensagens “todos os dias” de pessoas cujas vidas — e mentes — foram transformadas depois de ver “Unplanned”.

O filme superou as expectativas de bilheteria já no fim de semana de abertura, arrecadando US $ 6,1 milhões — mais que dobrando os lucros previstos.

Em uma entrevista no início deste ano para o site cristão ‘Faithwire’, Konzelman disse que o filme foi feito “para tempos como este”, observando a série de projetos pró-aborto que passaram pelas casas legislativas nos EUA nos últimos meses.

“Não poderíamos prever os rápidos desenvolvimentos que de repente estão chegando ao auge”, disse ele, “mas servimos a um Deus que pode e fez isso”.

 

“Não temos mais uma cultura de discipulado em nossas igrejas”, alerta pastor

Confirmado como um dos preletores do Encontro Sepal 2019, que será realizado entre os dias 6 e 10 de maio, o pastor David Kornfield concedeu uma entrevista para a organização, intitulada “Igreja e Discipulado”, onde o mesmo fez sérios alertas para às igrejas evangélicas da atualidade.

“A única pessoa que pode fazer discípulos é aquela que é discípulo. É impossível reproduzir o que não somos. Muitos dos que supõem ser discipuladores não o são porque não são discípulos”, disse o pastor, que é doutor em Educação pela Universidade de Chicago e missionário da Sepal (OC Internacional).

David focou na importância do discipulado como uma ferramenta de aprendizado e amadurecimento para o cristão, especialmente os pastores que, segundo ele, desprezam tal necessidade por, provavelmente, julgarem que já são autossuficientes e seguros na fé.

“A maioria dos pastores nunca aprende a ser discípulos, muito menos discipuladores. Se eles não o são, não há muita esperança para suas igrejas”, explica David.

“Por isso acredito tão firmemente no valor indispensável do discipulado e pastoreio de pastores. Acredito de forma profunda que pastores e discipuladores saudáveis são a maior chave para uma igreja ser saudável e também discipuladora”, destaca.

David utilizou a parábola dos talentos para ensinar que cada convertido deve ser discipulado, do contrário estará abandonado à própria sorte, sem o devido cuidado pastoral. Para isso, no entanto, os pastores precisam dedicar suas vidas ao ministério, tendo o Reino de Deus como o maior foco de suas vidas.

“Todo verdadeiro discípulo se torna discipulador, reproduzindo discípulos. Se não temos uma igreja de discípulos é porque o pastor não é discipulador”, disse ele.

“Hoje, os pastores estão ocupados com tudo e qualquer coisa menos com a missão de fazer discípulos. Jesus vivia uma vida simples, não fazendo quase nada das muitas atividades dos pastores de nossos dias, para poder dedicar-se ao discipulado”, completa.

Finalmente, David contraria a ideia de que um título de liderança pode ser algo mais importante do que saber discipular. O pastor enfatiza o cuidado como principal característica de um verdadeiro pastor, algo vivenciado pelos discípulos de Jesus Cristo.

“Para o Senhor, o discipulado focava a liderança principal da igreja. Focava os pastores e apóstolos que ele estava formando”, diz ele, segundo informações da Sepal.

“É impressionante que, em meio à formação de seus discípulos, Jesus os enviou como mensageiros, como apóstolos. Mas apenas ao final de seu ministério os enviou como discipuladores. Em certo sentido, o chamado a ser discipulador é maior do que o chamado a ser apóstolo”, conclui.

 

Alunos que oravam no pátio escapam ilesos após desabamento de escola

Um grupo de alunos escapou da morte quando o teto de uma escola desabou em Fortaleza (CE). Eles haviam se reunido no pátio para uma oração quando ocorreu o incidente.

Cerca de 90 alunos estavam reunidos no grupo de oração semanal, realizado na Escola Estadual de Educação Profissional Maria Ângela da Silveira Borges, localizada no bairro Vicente Pinzón, na capital cearense.

O caso, registrado na última sexta-feira, 29 de março, está sendo tratado pelos sobreviventes como um verdadeiro livramento. “A gente já ia encerrar, mas a nossa equipe entrou na conclusão para colocar mais um louvor. Tinham pessoas que nunca foram para célula e entraram quase no final. Foi aí que veio o ocorrido”, contou o estudante Douglas Sousa.

“O nosso intuito é de levar o nome do Senhor para as escolas, e falar que Deus cuida de cada detalhe em nossas vidas. Eu estava falando sobre a atitude e que Deus cuidava de cada detalhe em nossas vidas”, acrescentou o aluno, de acordo com informações do portal Tribuna do Ceará.

Agora, as investigações sobre o que causou a ruptura do teto do edifício estão sendo realizadas por um grupo de engenheiros da Secretaria da Educação, do Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE) e da empresa responsável pela construção da escola, que permanecerá interditada até obter o conhecimento do laudo.

“A Secretaria se coloca à disposição das famílias de todos os alunos e interditou a escola até ter conhecimento do laudo”, diz uma nota oficial divulgada logo após o incidente.

 

Jovem é curado de grave lesão no cérebro e médicos dizem que foi obra de Deus

O testemunho de fé de Cole Burton é mais que desafia à ciência. Após sofrer um grave acidente, ele sofreu uma lesão no cérebro que, segundo os médicos, deveria ter lhe deixado em estado vegetativo pelo resto da vida. No entanto, algo surpreendente aconteceu.

Burton é um militar de 21 anos, estudante de geologia na Universidade de Auburn, Estados Unidos. Sua vida mudou repentinamente quando ele estava com outros amigos examinando rochas ao longo de uma estrada.

Um carro dirigido por um motorista embriagado atropelou Burton e um dos seus amigos, Nick Hood, que morreu pouco tempo depois, segundo informações da emissora americana Fox News.

Levado para o hospital, Burton foi diagnosticado com uma grave lesão cerebral e seu prognostico não foi nada bom. Charlie Burton, pai do rapaz, disse que naquele momento lembrou do versículo que está em Efésios 3:20, que diz que Deus “é capaz de fazer infinitamente mais”.

“Contra circunstâncias avassaladoras, esse versículo nos deu coragem de pedir a Deus por um milagre. Ficamos humildes pelo fato de algumas pessoas não experimentarem a cura. Há coisas que nunca entenderemos, mas no momento essa foi a nossa fé, que Deus é capaz”, lembra o pai.

De fato, a fé da família em Jesus Cristo foi fundamental para que Deus operasse na vida de Burton, porque contrariando às expectativas da medicina, o rapaz começou a se recuperar, sendo curado da lesão cerebral.

“A maioria dos pais só tem o privilégio de ver o filho andar pela primeira vez uma vez. Agora, já vimos isso pela segunda vez”, disse Charlie. Seu filho, Burton, testemunhou o que ouviu dos próprios médicos a respeito do seu estado:

“Meus médicos me disseram que a ciência não pode explicar minha recuperação”, disse ele. “Eles me disseram que Deus tem algo a ver com isso”.

Atualmente Burton faz fisioterapia todos os dias e já pretende retornar aos estudos em setembro. A sua vida se tornou um exemplo de superação e fé para toda a família.

“Minha esposa e eu vemos os pequenos milagres que acontecem todos os dias. Isso te rouba completamente a capacidade de reclamar sobre a maioria das coisas com as quais nos preocupamos hoje”, disse Charlie.

 

Hindus invadem culto, agridem cristãos e queimam suas Bíblias no meio da rua

A perseguição religiosa aos cristãos tem sido intensificada, também, na Índia, onde o hinduísmo é a religião predominante. Grande parte disso parte do radicalismo motivado pela ideologia ultra-nacionalista, a qual não admite a presença de outras crenças religiosas em determinada cultura.

Um dos casos mais recentes de intolerância religiosa contra os cristãos ocorreu em Kurubatti, na cidade de Hosur, quando cerca de 15 homens dos grupos hindus Munani (Hindu Front) e Vishva Hindu Parishad (VHP) invadiram a casa de um estudante cristão no momento de uma reunião de oração.

Os intolerantes questionaram o motivo da reunião e sem seguida arrastaram os cristãos para fora do recinto, espancando eles violentamente. Em seguida, esvaziaram suas mochilas, jogando fora folhetos evangelísticos, hinários e suas Bíblias. Os hindus ainda queimaram às Bíblias com gasolina.

Este episódio ocorrido em 19 de março, mostra a gravidade da perseguição religiosa sofrida pelos cristãos na Índia, porque não se trata de uma violência praticada nas ruas, apenas, o que já é grave, mas dentro de suas próprias casas.

“Todas as reuniões cristãs correm o risco de serem interrompidas pelas forças Hindutva”, disse Nehemiah Christie, diretor de Legislação e Regulamentação do Sínodo das Igrejas Pentecostais em Tamil Nadu, referindo-se a um termo associado ao hindus que pregam o conceito de “Hindu Rashtra”, que seriam os verdadeiros dominadores do país.

“É preocupante ver que tais grupos invadem livremente casas, questionam a crença de alguém e apreendem artigos de adoração, incluindo Bíblias, e os profanam”, destaca Christie.

“A ideologia hindutva da intolerância e da impunidade está se espalhando neste estado, incitando as pessoas a perseguir e atacar as minorias religiosas, que só querem praticar sua religião ou crença pacificamente”, completou.

Apesar da onda de violência estar crescendo, autoridades indianas parecem ignorar a realidade e em muitos casos até apoiá-la, chegando a implementar leis que proíbem a conversão religiosa de hindus para outras religiões, como o cristianismo.

“O governo indiano não pode permitir que essa ideologia divisora ​​denuncie a identidade da Índia como uma nação historicamente amante da paz. Eles devem agir agora”, pede Christie, segundo informações do Premier.

“Pastores precisam plantar igrejas lideradas pelo Espírito Santo e não por suas preferências pessoais”

Palestrando durante a Conferência Exponencial, na terça-feira, na First Baptist Orlando em Orlando, Florida, o pastor Francis Chan falou sobre a necessidade de os pastores realmente aceitarem que Jesus Cristo, e não eles, quem manda nas igrejas, referindo-se a Efésios 5.

“Ele é o nossa cabeça. Então, à luz dessa verdade, como devo agir? Todos nós acreditamos que Ele é o cabeça, certo? E se ele não fosse o chefe da Igreja? Como você faria as coisas de maneira diferente? Pense nisso ”, pediu Chan, que abandonou seu ministério como pastor de uma megaigreja nos EUA para dedicar-se a escrever e trabalhar com discipulado individual.

“Eu percebo que muitas vezes eu não ajo como se Jesus fosse o chefe da Igreja. Eu não ajo como se eu fosse apenas um braço. Eu realmente não me humilho, ‘Senhor, você é o cabeça da Igreja. O que você quer que eu faça? O braço não faz nada a menos que a cabeça diga a ele para fazer isso’”, argumentou.

Para o teólogo, é preciso que os pastores declarem constantemente: “Deus, por favor, mate minha carne”. Destacou que sempre pede “que Cristo viva através de mim”. “De vez em quando, vejo o pequeno Francis. Mate-o, Deus. Não há nada para defender aqui. Eu quero ele crucificado. Eu realmente quero que Cristo viva através de mim”.

O preletor usou o exemplo de uma “piscina de ondas” que ele viu recentemente. Para Chan, aquilo “lembra da Igreja”.

“Eu posso criar uma onda. Eu posso fazer uma onda começar às 9:20. Eu posso ter um pico às 9:30. E então vai acabar às 9:50… Eu consigo criar uma onda artificial onde mexo com a emoção de todo mundo e então saímos dizendo ‘uau, Deus se moveu!’. Mas, bem, eu acho que isso foi feito pelo homem”, explicou Chan.

Albert Tate, líder da Fellowship Church em Monrovia, Califórnia, e outro pregador da conferência, implorou para que os pastores “parem de construir igrejas que se pareçam com vocês e comecem a construir igrejas que se parecem com Jesus”.

Ele não poupou críticas ao que vê em seu país: “Nessas igrejas… todo mundo se veste da mesma forma, todos fazem compras no mesmo lugar, todas têm as mesmas coisas, todos são quase da mesma idade. Deixe-me dizer uma coisa, você tem uma igreja que está pronta para o domingo, mas não está pronta para o céu”.

“Negue a Cristo, ou sua esposa pagará o preço”

Quando Manoj se converteu ao cristianismo ele não imaginava o que aconteceria com sua família alguns meses depois do encontro que transformou a sua vida.

Ele começou a compartilhar o Evangelho com seus vizinhos e isso enfureceu os nacionalistas hindus que resolveram se revoltar contra o recém-convertido e sua família.

Certo dia, uma multidão foi até a casa de Manoj, invadiram o imóvel e o arrastaram para fora, tirando com violência sua esposa, Geeta, e o filho mais novo do casal.

“Negue a Cristo, ou sua esposa pagará o preço”, disseram os manifestantes que agrediam Geeta enquanto exigiam que Manoj renunciasse sua fé em Jesus.

Além da mulher, o próprio cristão foi espancado pela multidão enfurecida que não conseguiram vê-lo negando sua fé. O líder do grupo teve uma ideia de como fazer com que Manoj se retratasse.

Ele arrastou Manoj até o lago, amarrou suas mãos atrás das costas para não se defender e começou a empurrar a cabeça para baixo da água. Ele continuou fazendo isso repetidas vezes, privando Manoj de ar por mais e mais tempo. Ainda assim, não funcionou.

“Se você não negar a Jesus, nós vamos acender sua esposa e você vai vê-la queimar até a morte.” Com esta declaração, os homens da turba começaram a arrancar as roupas de Geeta dela, se preparando para mergulhá-la com querosene, mas ela conseguiu escapar.

Mesmo seminua, Geeta conseguiu fugir da multidão pela selva juntamente com seu filho, encontrando uma vila diversas mulheres que aceitaram escondê-los.

Os homens que a perseguiram encontraram o grupo de mulheres e questionaram se elas haviam visto a fugitiva ou seu filho, elas mentiram que eles estavam no mercado e eles não foram encontrados.

Algum tempo depois, Manoj e Geeta foram reunidos e levados para um local seguro. A equipe de campo do ministério Timothy Initiative em sua região ouviu sua história e imediatamente planejou visitá-los e incentivá-los com orações e assistência financeira, considerando que eles estavam agora permanentemente deslocados e haviam perdido tudo o que possuíam.

 

Apenas 25% das famílias cristãs nos EUA oram e leem a Bíblia

Segundo uma pesquisa do Barna Research, apenas  25% dos cristãos norte-americanos leem a Bíblia e oram em suas casas. O estudo questionava os entrevistados a respeito de três elementos da prática de fé, e a maioria cumpre apenas uma ou nenhuma das atividades.

Os três elementos são: orar todos os dias com os seus familiares e ler a Bíblia juntos; conversar sobre Deus pelo menos uma vez por semana; e acolher não familiares regularmente ou várias vezes por mês.

Dos entrevistados 33% declara que seguem as práticas espirituais de orar e ler a Bíblia e ainda conversam sobre Deus; 14% pratica apenas a hospitalidade e 28% não pratica nenhuma das ações.

“Famílias vibrantes se destacam por terem um tempo significativo, divertido e de qualidade com seus familiares”, diz a pesquisa ao comparar dados de que 32% dos entrevistados se reúnem para jogos, 63% para tomarem o café da manhã juntos e 75% que jantam juntos todos os dias.

“Um dos objetivos deste estudo era aprender com famílias que pareciam estar excepcionalmente engajadas na expressão de fé comunitária e consistente em casa”, explicou o instituto de pesquisa.

Para chegar nesta conclusão, 2.347 pessoas foram ouvidas.

Estado quer expulsar idosa de 84 anos de abrigo por dar estudos bíblicos no local

Uma situação intrigante envolvendo uma idosa de 84 anos está causando indignação nos cristãos da Califórnia, Estados Unidos. Isso porque, a viúva Artis Breau está sendo acusada de cometer “abuso de idosos”, simplesmente por dar estudos bíblicos no abrigo onde mora, correndo risco de ser expulsa do local por essa razão.

Artis mora atualmente na Veterans Home, um abrigo voltado para militares. O esposo dela, já falecido, foi um veterano de guerra. Ele serviu na Segunda Guerra Mundial, na 82ª Divisão Aerotransportada no exterior e na Força Aérea durante a Guerra da Coreia.

Como forma de exercer sua fé, Artis teve a iniciativa de realizar estudos bíblicos do abrigo, onde a participação dos residentes é totalmente voluntária. Apesar disso, ela recebeu uma carta do Departamento de Assuntos de Veteranos da Califórnia (CalVet), exigindo que ela pare com os estudos.

“A casa alega que precisa proteger os moradores dessa viúva, idosa, embora a frequência de seus estudos bíblicos seja totalmente voluntária”, informou a Pacific Justice Institute (PJI), organização advocatícia que defende Artis.

Segundo o CalVet, houve uma denúncia de que Artis teria cometido abuso ao participar de um debate com outros idosos, sobre questões relativas ao céu e o inferno. Um dos participantes do estudo não teria conseguido dormir direito naquela noite.

Para o PJI, no entanto, a única motivação contra sua cliente é por intolerância religiosa, visto que o estudo bíblico é voluntário e debates dessa natureza são comuns em se tratando de questões teológicas.

“Ao longo deste processo, temos sido profundamente perturbados não apenas pela falta de diretrizes constitucionais, inépcia e falta de devido processo na investigação, mas ainda mais pela noção de que discutir opiniões religiosas sobre o estado eterno da alma é considerado abuso emocional”, diz a PJI.

Artis também acredita estar sendo vítima de perseguição religiosa por uma “crente evangélica judaica em Jesus, o que não é aceito por alguns dos capelães do lugar”, segundo informações do Christian Headlines.

O presidente da PJI, Brad Dacus, destaca que o exercício da liberdade religiosa é um direito garantido pela Primeira Emenda Americana, e que a ameaça de expulsar Artis do abrigo, caso ela não pare com os estudos, contraria diretamente esse princípio legal.

“Este ataque chocante do Estado contra o exercício de convicções religiosas da nossa cliente é profundamente perturbador”, disse ele.

“O Estado procura punir Artis com base em diretivas inexistentes, privando-a de um ministério pessoal para os veteranos que se beneficiaram de seus serviços religiosos durante anos”, destaca.

Atualmente o caso de Artis continua na justiça, mas ela continua proibida de dar estudos, enquanto aguarda o desfecho final da sua história. “Artis não está lutando apenas por si mesma, mas pelo Evangelho e pelos moradores que são incapazes de lutar por si mesmos contra a tentativa de intimidação do Estado”, conclui Dacus.

 

200 famílias cristãs atacadas por radicais islâmicos no Paquistão, em nova onda de violência

Uma multidão de radicais islâmicos atacaram cerca de 200 famílias cristãs no Paquistão. Elas foram expulsas de suas casas depois que quatro mulheres cristãs foram falsamente acusadas de blasfêmia, na semana passada.

International Christian Concern (ICC), organização que monitora a perseguição contra cristãos em vários locais do mundo, denunciou a onda de violência ocorrida em Karachi, quinta cidade mais populosa do Paquistão. A ICC revelou que uma mulher muçulmana chamada Samina Riaz acusou quatro mulheres cristãs com idades entre 14 e 30 anos de profanarem o Alcorão.

A acusação foi feita após o cristão Amjad Dildar, pedir que Riaz e seu marido desocupassem a casa que estavam alugando porque o casal muçulmano estava “causando problemas entre as famílias cristãs da comunidade”. Como vingança, Riaz acusou três das filhas de Dildar e outra mulher cristã de danificar uma cópia do Alcorão, o livro sagrado do Islã.

As acusadas ​​de blasfêmia são Soneha Amjad (14 anos), Sophia Amjad (18), Sunaina Amjad (22) e Sophia Qamar (30).

Embora sem nenhum tipo de prova, a notícia de que mulheres cristãs haviam tentando destruir um Alcorão espalharam-se rapidamente, o que fez com que uma multidão de moradores muçulmanos do bairro passassem a atacar várias propriedades cristãs na área e uma igreja local.

A casa de Dildar fo bastante danificadas por pedras jogadas pela multidão. O grupo armado também matou animais de estimação e gado.

Posteriormente, uma investigação policial mostrou que foi a própria Riaz que mergulhou o livro sagrado do Islã em água suja, para simular a tentativa de destruição. Riaz e seu marido foram presos e a mulher admitiu que ela orquestrou a coisa toda.

A reação desproporcional mostra como as leis antiblasfêmia paquistanesas são usadas por muçulmanos radicais como desculpa para a perseguição de cristãos. Em especial por conta da absolvição recente de Asia Bibi, uma cristã acusada de blasfêmia em 2009 que foi condenada à morte, mas acabou absolvida no ano passado pela Suprema Corte do país justamente por falta de provas.

Apesar da absolvição de Bibi, há muitos outros cristãos que foram falsamente acusados ​​de blasfêmia. A ICC informa que, nos últimos 30 anos, 1.500 indivíduos foram acusados ​​de cometer blasfêmia no Paquistão, país que ocupa a quinta posição no ranking de perseguição religiosa da Missão Portas Abertas.

Evangélico britânico é preso por pregar nas ruas, mas diz que não desistirá

O Reino Unidos é o berço do movimento missionário que levou o evangelho a muitos países no século 19. Contudo, nas últimas décadas o cristianismo no país está em decadência. Igrejas históricas foram fechadas, transformadas em mesquitas ou vendidas para empresas.

No final de fevereiro a prisão de Oluwole Ilesanmi, um evangélico que pregava perto da estação de metro de Southgate, em Londres, gerou um movimento nacional. O vídeo que mostra dois policiais levando Olu, como é mais conhecido, sem explicar o motivo, viralizou, tendo mais de 2.5 milhões de visualizações.

O homem, de 64 anos, protesta, pedindo que não retirem a Bíblia dele. Os policiais alegam que Olu estava sendo detido “para evitar a violação da paz” e que havia “queixas” sobre seu comportamento. Liberado algumas horas depois, após ter dado depoimento em uma delegacia, o evangélico reclama que lhe foi negada a “oportunidade de espalhar o Evangelho”.

 

Estrela de “Pantera Negra” conta como sua fé cristã lhe ajudou a vencer a depressão

A atriz Letitia Wright, que ficou mundialmente conhecida por ‘Pantera Negra’, recebeu recentemente o prêmio BAFTA como “Estrela em Ascensão”. Quando fez seu discurso de agradecimento, ela falou um pouco sobre o que passou até ser reconhecida dentro de sua profissão.

Em determinado momento, Wright relatou como lutou por anos contra a depressão. O caso ficou mais grave e ela chegou a deixar de atuar por um período.

“As únicas coisas que me tiraram disso foram Deus, minha crença, minha fé, minha família e um e-mail me chamando para fazer parte do Breakthrough Brits”, declarou a atriz inglesa. “Quero encorajar vocês – qualquer pessoa que estiver passando por um momento difícil ou  com algo em sua alma, que perderam a luz”, discursou.

Em seguida, disse palavras de apoio a quem experimentou o mesmo: “Eu quero encorajar você, lembrar que Deus fez você, e você é importante. Pode haver alguns que me veem e estão lidando com a depressão… passando por um momento ruim, e você põe um sorriso no rosto e ninguém pode ver isso. Mas você sabe disso e Deus sabe disso. E eu só queria dizer que Deus te ama”.

A jovem atriz estará “Vingadores: Ultimato” – estreia no dia 25 de abril – e também fará parte do elenco de “Pantera Negra 2”.

 

Evangelista fala sobre crescimento da igreja, mesmo em meio à perseguição

Beun (nome fictício) é um evangelista que vive no Laos, uma nação governada por um “partido revolucionário”, onde não há liberdade de religião e nem de opinião. Qualquer pessoa que se volte contra a ideologia governamental é vista como ameaça ao poder.

Por lá o cristianismo não é bem visto e a minoria que insiste em seguir a Cristo é ameaçada de ser erradicada pelas autoridades. Mesmo assim, Beun conseguiu reunir um grupo de 50 convertidos em pouco tempo.

Ele revela que trabalha com outros seis homens dedicados ao Evangelho. “Nós pregamos aos povos hmong, khmu, tai dam, entre alguns outros. Não sabemos se nossos planos darão certo, mas os submetemos a Deus. Nós vamos para onde ele nos envia”, disse.

De acordo com a Portas Abertas, um desses homens conhecido por Sipho (nome fictício) foi expulso de uma tribo junto de sua família, por serem cristãos. “Não achando nenhum outro lugar para morar, vivemos na floresta por dez anos, até que o chefe da tribo veio e nos chamou para voltar para a aldeia”, contou.

Igrejas domésticas

Na tentativa de formar uma igreja doméstica na própria casa, o governador da província e o chefe do vilarejo não permitiram. “Foi então que conhecemos Beun e nos unimos à sua igreja. Ele me ensina a compartilhar o Evangelho e a pregar”, relatou.

Jet (nome fictício) é outro “discípulo de Beun, como ele mesmo especifica. Sua vida mudou depois que foi curado de uma enfermidade. “Minha vida melhorou e eu comecei a compartilhar o evangelho. Agora tenho minha própria igreja doméstica no meu vilarejo”, disse.

Jet foi acusado falsamente de “vender jovens para estrangeiros”, mas sabe que a acusação só aconteceu porque é cristão. Mesmo assim, ele não desiste: “Se eu tiver que comparar minha velha vida com minha vida agora, minha vida é muito melhor com Cristo”, afirmou.

Essas pessoas continuam firmes na caminhada com Cristo. Mas a colheita nem sempre é fácil no Laos. Beun conta que muitas vezes as pessoas ouvem o evangelho e o aceitam rapidamente, mas depois se esquecem do compromisso que fizeram.

Por outro lado, “quando se convertem verdadeiramente e entendem o cristianismo, as pessoas começam a compartilhar as boas novas, a fé delas permanece firme e nunca mais retornam para as antigas crenças, não importa quão difícil seja”, conclui.

Lucinho Barreto desabafa: “tenha misericórdia dos pastores”

Ele inicia citando o texto bíblico que está Mateus 11.16-19: “A que posso comparar esta geração? São como crianças que ficam sentadas nas praças e gritam umas às outras: ‘nós lhes tocamos flauta, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não se entristeceram’. Pois veio João, que jejua e não bebe vinho, e dizem: ‘ele tem demônio’. Veio o Filho do homem comendo e bebendo, e dizem: ‘aí está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores’. Mas a sabedoria é comprovada pelas obras que a acompanham”.

Qual o tipo de pastor que presta: aquele que jejua e fica no monte ou aquele descolado que faz vídeos no Youtube e usa piercing? “As pessoas sempre terão uma opinião ácida sobre pastores”, desabafou. “Qualquer pessoa pode torcer por algum tipo de futebol ou ter opinião política, menos os pastores”, disse ao se referir aos internautas que o criticaram por “inserir Deus na política”.

Polêmicas

Lucinho também citou outras críticas recebidas recentemente. Entre elas, o fato de vender camisetas com a mensagem do Evangelho. “Como eu vou sustentar minha família? Não tenho salário da igreja, não quero ser pesado à igreja, então eu vendo Bíblias e camisetas”, citou.

Por suas vendas foi criticado por não ser um pregador do Evangelho e sim um vendedor. “E se eu fosse um cara fechado, quadrado e não fizesse nada para me sustentar, seria criticado também”, lembrou.

“Tenha misericórdia dos pastores, missionários, evangelistas e profetas… tenha misericórdia da gente. Lembre que por trás de cada pastor tem uma família”, pediu. Depois citou que milhares de pessoas chegaram ao Evangelho por causa das mensagens dos pastores que geram polêmicas.

“Não estou pedindo que você cubra erros de pastores, só estou pedindo para que você repense. Não queremos aprovação e nem aplausos […] Só queremos que você entenda que ainda existem homens e mulheres de Deus sérios”. “O Sumo Pastor cuida de suas ovelhas através dos pastores imperfeitos aqui na terra. Tenha misericórdia, ore por nós”, concluiu.

Pastor é atacado pelas costas com facão durante culto

No último sábado (26) o pastor José Carlos da Silva, de 53 anos, foi atingido com três golpes de facão durante o culto realizado em uma igreja evangélica na cidade de Sorriso (MT).

O acusado pelo crime foi identificado como Dionatan Fernando de Sousa, 19 anos, ele Igreja Nova Aliança armado com o facão e durante o momento de oração foi até o pastor e o atacou.

Segundo informações da Polícia Militar, o jovem estava transtornado pela morte da mãe e teria ido na igreja pedir oração. Depois de atacar o pastor ele saiu da igreja, mas logo voltou para ameaçar os fiéis que presenciaram o crime.

Um dos frequentadores da igreja viu que o jovem se escondeu no pátio de um lava-jato perto do templo e os policiais conseguiram prendê-lo. O pastor foi socorrido e não teve nenhuma lesão grave.

 

É grande o número de jovens que abandonam a igreja durante a faculdade

Uma área pouco focada pelas igrejas atuais é a universidade. Mais da metade dos jovens cristãos, considerados fiéis durante a infância e adolescência, abandonam a vida dedicada ao Reino de Deus após entrar na faculdade, segundo uma pesquisa da LifeWay Research.

O estudo aponto que 66% dos jovens deixaram de frequentar a igreja por pelo menos um ano entre 18 e 22 anos. A taxa é menor que o índice apresentado pelo estudo de 2007, quando o número era de 70%. Mesmo assim, a margem de diferença é pouca e indica alguma deficiência permanente na abordagem das igrejas em relação aos jovens.

“A boa notícia para os líderes cristãos é que as igrejas parecem não estar perdendo mais estudantes do que há dez anos. No entanto, a diferença na taxa de desistência não é grande o suficiente para dizer que realmente melhorou”, disse Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research.

Por outro lado, o foco de vida dos jovens é apontado como um influenciador. Ou seja, nem sempre a abordagem da igreja é a responsável, mas a própria decisão dos jovens em querer seguir uma vida distante de Deus.

“A maioria dos motivos pelos quais os jovens saem da igreja reflete mudanças em suas prioridades e hábitos. Mesmo quando as igrejas comunicam fielmente suas crenças através de palavras e ações, nem todo jovem abraça ou prioriza essas crenças”, disse MacConnell.

A mudança de rotina também é outro fator. Uma vez que o jovem que entra na faculdade assume novos compromissos, a igreja perde lugar em sua programação. Este é um desafio que precisa ser superado mediante alternativas de encontros semanais, por exemplo.

“Na maior parte, as pessoas não estão deixando a igreja por amargura, influência dos ateus na faculdade ou a renúncia à fé”, disse Ben Trueblood, diretor do ministério de estudantes da LifeWay. “O tempo que eles passavam com as atividades na igreja foi simplesmente substituído por outra coisa”.

Finalmente, a tendência é que muitos jovens com o passar dos anos percebam a importância das suas raízes e vejam como a Verdade Bíblica se sobrepõe às ideologias do mundo ou, no mínimo, confirmam o que a própria ciência diz acerca da fé.

Entretanto, a frequência menor nas atividades da igreja e consequentemente o compromisso com o Reino de Deus ainda é uma realidade preocupante.

“Enquanto alguns jovens adultos que deixam a igreja estão rejeitando sua fé de infância, a maioria está escolhendo manter as crenças que tinham, mas com uma dose menor de igreja”, conclui McConnell, segundo o LifeWay.

 

Evangélicos estão divididos sobre mudança nas regras para posse de armas

Grande parte da sociedade brasileira vem debatendo a proposta do governo Jair Bolsonaro em flexibilizar as regras para a posse de armas. Ao falar sobre o tema, lideranças evangélicas mostram que a questão não é unanimidade. Nos próximos dias será assinado um decreto que facilitará a posse de armas para moradores de cidades violentas e áreas rurais. Ou seja, as pessoas poderão possuir armas dentro de casa. Ele difere do porte, que é a autorização para uma pessoa habilitada andar armada nas ruas.

O bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, é favorável à posse de armas, especialmente em áreas rurais, onde considera que as forças de segurança são menos presentes. Contudo, posiciona-se contrário à posse.

“O porte é desnecessário. Creio que o dano causado à sociedade seja maior com todo mundo armado num faroeste. Não queremos bangue-bangue”, opina.

O pastor Silas Malafaia, do ministério Vitória em Cristo, admite que existe há apoio entre fiéis, mas faz a ressalva que pessoalmente é “contra armas e qualquer tipo de armamento”.

Por sua vez, o presidente da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB), Samuel Câmara, declara-se favorável à possibilidade do porte. “O estado precisa se mostrar eficiente no combate aos bandidos. Caso contrário, o homem de bem terá que se habilitar ao porte para legítima defesa.”

Deputados evangélicos

O tema em breve deve passar pelo Congresso Nacional. Um dos projetos mais adiantados sobre isso é o PL 3722/2012, do deputado Peninha Mendonça, do MDB. Para aprová-lo será preciso maioria simples na Câmara dos Deputados e no Senado.

Um dos líderes da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) defende que “A maioria dos evangélicos não quer ter armas. Defendemos a vida. A gente sabe que isso vai provocar mortes em discussões de trânsito, em bar, assim como uma maior incidência de casos de violência como ocorrem nos Estados Unidos”. Ele também acredita que “a nossa defesa é a Deus e, depois, estão as instituições terrenais de segurança pública. Uma coisa é a posse dentro da casa, outra coisa é o porte”.

O senador eleito, Arolde de Oliveira (PSD/RJ), explica que é favorável à posse, mas tem reservas quando as pessoas andarem armadas pelas ruas. “Se você é a favor da vida, da família, da propriedade, precisa ter condições de autodefesa e a posse é necessária. O porte já é mais complexo. Teria que fazer testes para evitar que o armamento chegue nas mãos de psicopatas e malucos”, destaca.

Outro senador que assume em 1º de fevereiro, Marcos Rogério (DEM/RO) entende que a flexibilização pode contribuir com a melhora da sensação de segurança. “Hoje você proíbe as pessoas de bem de terem armas, mas o bandido está armado. É claro que é preciso de critérios claros e justificáveis para conceder a licença.”

 

Fonte: GospelPrime

“Cristãos podem ser infalíveis quando conectados a Cristo”, afirma pastor

 

Quando um cristão se reconecta a Deus através de Jesus Cristo, ele se torna infalível, porque Cristo é infalível. Essa é a ideia do pastor Scott Sauls, da igreja Christ Presbyterian em Nashville, Tennessee (EUA).

Em entrevista ao Christian Post, explicou que o cristianismo ocidental tem pouca semelhança com a visão de Jesus para sua Igreja. “Parece haver uma lacuna significativa entre o cristianismo da igreja primitiva e o cristianismo que muitos de nós experimentamos hoje”, disse.

Como exemplo usou o comportamento pouco gentil dos cristãos enquanto vizinhos e a forma como condenam e julgam as pessoas. “Não há nenhuma diferença se compararmos as pessoas que seguem a Cristo com as que não seguem. Infelizmente, é assim que muitos de nós somos percebidos hoje”, lamentou.

Em seu livro, Irresistible Faith (Fé Irresistível), Sauls identifica formas práticas pelas quais os crentes podem viver o cristianismo bíblico e buscar o propósito de Jesus para a Igreja. Baseando-se nas verdades das Escrituras, ele convida os cristãos a fazer a diferença na sociedade, transformando comunidades para a glória de Deus.

“Tudo começa com um simples retorno ao Evangelho, observando bem o que Cristo veio fazer”, enfatizou. Mas sem a conexão com Jesus é impossível obter esse retorno.

“O cristianismo moderno se desviou do cristianismo bíblico por várias razões, entre elas a mistura da fé com a política”, pontuou. Se for ver, Jesus contradiz a política atual, seja ela de esquerda ou de direita, como tem sido comum denominar. Resumindo, não devemos sair da mensagem do cristianismo, nem politizar a Bíblia.

“Deus não chama o seu povo para ser incrível ou para impactar em todo tempo”, explica. O autor acredita que Deus nos criou para servir e abençoar as pessoas desse mundo, independente do tamanho da obra.

“O primeiro chamado de Deus em nossas vidas tem a ver com espalhar amor, perdoar e ajudar as pessoas no processo de restauração”, lançou. Partindo disso, o resultado sempre será positivo, pois vai colaborar para uma sociedade saudável. “O impacto deve ser esse: levar vida às pessoas por todos os lugares onde passamos”, conclui.

Fonte: GospelPrime

Damares Alves na Globo News: “eu nunca vou negar a minha fé”

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, foi entrevistada no Jornal das 10, da Globonews, nesta quinta-feira (3). Estranhamente, em diversos momentos os jornalistas do canal tentaram constrangê-la, ignorando as respostas dadas por ela e tentando fazê-la confrontar declarações dadas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Ao abordar o vídeo que gerou polêmicas nas redes sociais, onde ela declara que “menino veste azul e menina veste rosa”, Damares explicou que usou uma “metáfora” e que não se arrependia.

“De jeito nenhum, foi uma metáfora. Temos o outubro rosa, o novembro azul. Vamos respeitar a identidade biológica das crianças. E digo mais, podemos chamar menina de princesa e menino de príncipe no Brasil que não há nenhuma confusão nisso”, assegurou.

Explicando que existe uma diferença entre falar sobre ideologia de gênero para adultos e para crianças, como vem ocorrendo nas escolas do Brasil, ela lembrou que há “ideólogos” que defendem que a criança nasce neutra e depois escolhe o que ela quer. Para a ministra, esse debate deveria ficar restrito à academia.

Por mais de uma vez precisou repetir aos entrevistadores que o ministério está buscando criar políticas públicas voltadas para a família, e que não pretende criar leis que regulem comportamentos. “Não queremos impor nada. Vamos deixar as crianças em paz”, pediu.

Ficou evidente no programa que os profissionais da GloboNews usaram o mesmo antagonismo com que trataram o então candidato Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral no ano passado.

Sem negar sua identidade, Damares explicou porque definiu a si mesma como “terrivelmente cristã” em seu discurso de posse.

“Estão com medo de uma pastora ministra de Direitos Humanos. A partir do momento que entro no ministério, não posso arrancar de mim a minha fé. A minha fé caminha comigo e eu nunca vou negar a minha fé. Quem está no comando daquele ministério é uma advogada, uma educadora e que acredita em Jesus Cristo. O estado é laico e nós vamos respeitar. Ninguém está impondo religião.”

Em seguida, questionou: “Se eu não fosse evangélica e professasse uma outra fé, será que haveria tanta resistência?”. Como não houve resposta dos jornalistas, prosseguiu: “Não estou querendo impor nenhuma religião. Ninguém vai ser preterido por causa de sua fé”.

Noutro momento do programa, reclamou da maneira com que vem sendo tratada pela grande imprensa desde que teve seu nome anunciado por Bolsonaro.  “Minhas falas como ministra começaram ontem (quarta, dia 2). A imprensa tem pinçado falas minhas de pregações. De quando sou veemente quando falo com meu segmento e puxo a orelha muitas vezes”, apontou.

 

Fonte: GospelPrime

Alemães poderão se identificar como pessoas do terceiro gênero

Os alemães intersexuais poderão se identificar a partir desta terça-feira (1) no registro civil e nos documentos de identidade como “pessoas do terceiro gênero” com a entrada em vigor de uma lei aprovada em dezembro.

A lei é a resposta do legislativo a uma sentença do Tribunal Constitucional, que qualificou de discriminatório aos intersexuais a obrigação de se identificar como pessoas dos gêneros masculino ou feminino.

Para a Associação de Gay e Lésbicas (LSVD), a nova lei é insuficiente na medida em que as pessoas que querem se registrar como pertencentes ao terceiro gênero terão de apresentar um certificado médico.

A LSVD considera que com isso a definição da identidade de gênero se reduz a caraterísticas físicas objetivas e não levam em conta fatores sociais e psicológicos.

A intersexualidade não deve ser confundida com a transexualidade, que tem a ver com pessoas que fisiologicamente podem se identificar claramente como homens ou mulheres, mas não se sentem satisfeitos com o seu gênero.

Na intersexualidade, por outro lado, não há uma definição clara do gênero do ponto de vista fisiológico e anatômico.

Fonte: G1.com

Evangélicos se reúnem em oração pelo futuro governo na Granja do Torto

No próximo dia 1 de janeiro de 2019 ocorrerá em Brasília a posse do Presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, um evento histórico no cenário político brasileiro em seu atual contexto, motivo pelo qual tem gerado muita expectativa acerca do futuro Governo.
Com base nisso, os membros de uma igreja em Brasília resolveram realizar um culto na frente da Granja do Torto, um dos endereços da Presidência da República, no Distrito Federal, pedindo a providência de Deus sobre o futuro Presidente Bolsonaro.

O pastor Wilbert Batista explicou que essa iniciativa possui fundamento bíblico, se referindo à passagem de 1 Timóteo capítulo 1, verso 1 e 2, como está escrito:
”Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças, em favor de todas as pessoas; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade”.
Wilbert, que é o líder da Igreja Núcleo da Fé, afirmou que sua congregação sempre teve essa iniciativa. “Existe um trecho na bíblia que diz que a gente tem que orar pelas autoridades. Sempre fazemos isso”, disse ele, segundo informações do Estadão.

O pastor ainda confirmou que acompanhou todas às posses presidenciais desde o Governo Collor, revelando que, como ministro do Evangelho, também não está alheio ao que acontece no universo político do país.
O culto contou com a participação de pelo menos 50 pessoas, quase todas caracterizadas com às cores da nação, algumas segurando bandeiras do Brasil. Eles fizeram orações e também endossaram o bordão de Bolsonaro, “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.
“Até agora Bolsonaro não nos decepcionou. Tomara que ele ponha o Brasil nos eixos e que os benefícios não sejam individuais. Sei que dá trabalho e que não é da noite para o dia, mas, se der certo, quem ganha é o povo”, disse Gerson Alves da Costa, que viajou cerca de 2 mil quilômetros de Paramoti (CE) até Brasília, apenas para acompanhar a posse do Presidente.

 

Cristãos se esforçam para dar testemunho e manter conduta no trabalho, aponta pesquisa

Jesus orientou aos seus seguidores que fossem o “sal da terra” e a “luz do mundo” em seu ensinamento que ficou conhecido como o “Sermão da Montanha”, no capítulo 5 do evangelho de Mateus. Uma pesquisa realizada no primeiro semestre deste ano procurou saber como os cristãos estão cumprindo essa orientação no ambiente de trabalho.

Como estão trabalhando os cristãos, da sala de reuniões à sala de aula, atendendo a esse chamado do Novo Testamento? Essa pergunta motivou os pesquisadores do Barna Group, em parceria com Abilene Christian University , que terminaram por encontrar sinais encorajadores de que os cristãos estão vivendo sua fé com integridade.

No estudo foi possível constatar que a Igreja desempenha um importante papel no incentivo à fé e integração no trabalho, e descobrir quais os valores e virtudes específicos que definem a ética de trabalho dos cristãos da atualidade.

Incentivadoramente, os cristãos que trabalham dizem que se apegam a padrões e virtudes de integridade profissional que representam bem a Igreja. Eles estão enraizados na convicção de que os cristãos devem agir com ética (82%), falar a verdade (74%) e demonstrar moralidade (72%). Em um nível ainda mais espiritual, os entrevistados dizem que os cristãos que trabalham devem fazer amigos com os não-cristãos (66%), resistir à tentação (59%) e fazer um excelente trabalho em um esforço para evidenciar glória a Deus (58%).

A maioria acredita que as pessoas de fé devem ser guiadas por uma atitude de humildade (63%) e serviço (53%), enquanto também cuidam dos outros falando contra a injustiça, seja na sociedade ou no local de trabalho (53%), e levando graça e paz aos outros (48%).

De acordo com o relatório do Barna Group, a tendência é clara: a maioria dos cristãos empregados quer fazer o bem em seus locais de trabalho – mas nem sempre de uma maneira que se destaque. Eles parecem menos inclinados a ver como sua responsabilidade ser influente: apenas um terço acredita que devem ajudar a moldar a cultura de seu local de trabalho (35%).

Além disso, apenas um quarto diz que compartilhar o Evangelho é uma responsabilidade no ambiente de trabalho (24%), apontando para uma cautela geral de falar explicitamente sobre fé, uma atitude que não é incomum no clima “politicamente correto” dos dias atuais. No entanto, os trabalhadores cristãos mais exemplares neste estudo mostram mais ousadia espiritual com uma maior disposição de compartilhar o Evangelho do que o trabalhador cristão mediano.

Os cristãos Millennials (formados pelas gerações Y e Z, nascidos em meados dos anos 1990 e 2000) formam o grupo mais disposto a considerar completamente importante que os cristãos moldem a cultura (40%, comparado a 35% da Geração X e 33% dos Boomers – termo que define pessoas nascidas no pós- Segunda Guerra Mundial, entre os anos de 1946 e 1964) ou sejam conhecidos por servir outros (58%, comparado a 51% da Geração X e 51 % de Boomers) em seus trabalhos.

No entanto, outras respostas dos Millennials implicam que eles têm algumas lições vocacionais para aprender: quando solicitados a apontar valores que deveriam exibir no local de trabalho, características como falar a verdade (68% X 78% entre os Boomers), demonstrar moralidade (72% x 76% entre os Boomers), agir eticamente (77% x 85% Boomers) ou resistir à tentação (54% x 66% entre os Boomers) diminuem em importância entre os Millennials, particularmente em comparação com os Boomers, geração formada por pessoas de maior idade. No entanto, menos da metade diz que sua igreja lhes dá uma visão para viver sua fé no trabalho (46% contra 57% da Geração X e 53% dos Boomers concordam “fortemente”).

A pesquisa foi realizada online, entre 27 de fevereiro e 12 de março de 2018, e posteriormente entre 18 de abril e 8 de maio de 2018, usando um painel no site do instituto. A amostra incluiu 1.459 cristãos norte-americanos auto-identificados que concordam, de certa forma, que sua fé é muito importante em sua vida hoje e estão empregados (em período integral, meio expediente ou autônomos, incluindo trabalho não remunerado para uma empresa familiar). A margem de erro para esta amostra é de 2,3% no nível de confiança de 95%.

‘Deus parou o fogo’, diz atriz que orou durante incêndio; Casa foi a única poupada

O estado da Califórnia (EUA) vem sofrendo com incêndios florestais que avançam sobre cidades, devorando casas e instalações em geral. O número de mortes confirmadas atualmente está em 78, porém as autoridades já registraram o desaparecimento de mais de mil pessoas, com dezenas de milhares desabrigados.

Em meio a tamanha tragédia, a atriz Brenda Epperson gravou um testemunho lembrando os cristãos do poder da oração em meio ao desastre. Em sua página no Facebook ela publicou um vídeo mostrando que o fogo chegou muito próximo da cerca de sua propriedade na área rural do estado, mas não avançou.

Em entrevista à emissora Christian Broadcasting Network (CBN News) , a atriz cristã explicou que os incêndios que assolaram seu bairro queimaram tudo ao seu redor, exceto sua casa. E que durante o ápice da crise, ela orou e recitou o Salmo 91.

“Eu simplesmente continuei orando Salmos 91 sobre nossa casa”, contou a atriz. Um jornal local noticiou que os cavalos da atriz e dos vizinhos se refugiram em sua propriedade. “Nós poderíamos apenas evacuar os cavalos que poderiam caber em nosso trailer, que eram três cavalos. E então todos os nossos vizinhos tinham cercas, então todos os seus cavalos, 25, 30, cavalos estavam naquele cercado. E então 35 cavalos lá e o fogo parou, Deus parou aquele fogo bem na nossa linha de propriedade”, acrescentou.

“Todo os cavalos estavam bem. Eles tinham água, e nem sequer tinham cinzas neles”, reiterou a atriz, que agora está trabalhando com sua família para ajudar os vizinhos, que em sua maioria, perderam tudo.

Apesar da devastação, Brenda Epperson acredita que Deus transforma toda tragédia em uma oportunidade de conhecê-lo. “O bem que vai sair disso é que eu acredito no reavivamento, que Deus vai nos acordar. Eu sei que minha vida mudou e eu só quero compartilhar o amor de Deus ainda mais com todo mundo”, disse.

Bíblia foi inspiração em criações de personagens de Stan Lee, revela editor cristão

A recente morte do profícuo quadrinista Stan Lee, criador de diversos personagens da Marvel, despertou curiosidade em muitos dos fãs sobre as origens do roteirista que figura entre os mais bem-sucedidos profissionais da área. Art Ayris, que desenvolveu um livro que narra as histórias bíblicas no formato HQ, disse que a Bíblia Sagrada foi uma grande influência nas criações do saudoso artista.

Ayris, que é editor executivo da Bíblia Kingstone, uma publicação ilustrada, afirmou que Stan Lee havia buscado influência nas Escrituras, assim como outros artistas de seu ramo nos anos 1930.

“O que muita gente não sabe sobre Lee é que ele não é apenas um extraordinário criador de quadrinhos e provavelmente o mais icônico editor de quadrinhos de todos os tempos, mas que a Bíblia também teve influência nele”, disse Art Ayris em entrevista ao portal Charisma News.

Stan Lee morreu aos 95 anos em Los Angeles (EUA), após sofrer um mal-estar e ser socorrido ao hospital. Com a saúde debilitada por conta da idade avançada, ele recebia cuidados específicos para pneumonia e olhos.

O criador de personagens como Homem-Aranha, Thor, Hulk, X-Men, Homem de Ferro, Pantera Negra, Doutor Estranho e Demolidor nasceu em Nova York, em 1922. Seu nome de batismo é Stanley Martin Lieber, e o pseudônimo artístico foi adotado em 1939, quando começou a trabalhar com histórias em quadrinhos.

“Como muitos de seus contemporâneos escritores de HQs, Stan Lee era judeu”, revelou Ayris. “Stan disse que lia a Bíblia e, embora não fosse particularmente religioso, citava a Bíblia como uma importante influência literária. Ele amava a fraseologia das Escrituras e afirmou que ‘definitivamente [a Bíblia] estava em minha mente quando eu escrevia histórias como as de Thor”, acrescentou o editor.

Essa influência era recorrente entre criadores de conteúdo, assegurou Ayris: “Muitos dos primeiros escritores de quadrinhos eram imigrantes judeus que tinham um fundo de moralidade judaico-cristã. É por isso que os principais heróis de histórias em quadrinhos foram caracterizados por claramente cortar bons e maus personagens. Eles eram pessoas de moralidade, valores e até mesmo fé. Muitos argumentariam que os super-heróis originais eram personagens do tipo Messias”.

Ao final, o editor da Bíblia Kingstone afirmou que Stan Lee deixou um importante legado: “De muitas maneiras, sentimos que o trabalho dele abriu as portas para nós. Devido à onipresença da Marvel e da DC Comics em todo o mundo, quando entramos em uma nova região com quadrinhos religiosos no estilo Marvel, somos imediatamente aceitos. Somos gratos por sua influência e busca por quebrar as nossas próprias barreiras na modelagem de seu sucesso e, mais importante, deixar a Bíblia nos influenciar em tudo o que fazemos”.

Missionário que viajou a ilha remota para pregar foi morto a flechadas por índios

Índios assassinaram a flechadas um missionário cristão que foi à ilha onde a tribo vive com a intenção de pregar o Evangelho a eles. Informações veiculadas na imprensa internacional indicam que o corpo do evangelista não pode ser recuperado.

O missionário John Allen Chau, 27 anos, viajou à ilha North Sentinel, localizada no Oceano Índico, com o propósito de levar a mensagem do Evangelho aos índios, que vivem isolados no território pertencente à Índia.

De acordo com a agência France Presse, a ilha é proibida para visitantes, mas o missionário teria ignorado a advertência sobre a hostilidade dos índios. “Ele tentou chegar à ilha North Sentinel em 14 de novembro, mas não conseguiu. Dois dias depois, ele se preparou melhor. Ele chegou de canoa à ilha”, disse uma fonte.

Numa carta endereçada aos pais, o missionário pediu que ficassem em paz se algo acontecesse a ele: “Vocês podem pensar que sou louco, mas acho que vale a pena declarar Jesus a essas pessoas. Por favor, não fiquem zangados com eles ou com Deus se eu morrer”, escreveu John Allen.

A morte do missionário foi descoberta quando pescadores viram seu cadáver numa das praias da ilha, flechado. Ele teria sido arrastado para a areia pelos índios com a ajuda de uma corda, presa ao pescoço, e abandonado no local. O jornal Andaman Sheekah informou que fontes disseram que o missionário já teria tentado contato com os indígenas hostis outras cinco vezes, e que seu corpo não teria sido resgatado por conta do alto risco.

A polícia trata o caso como homicídio, mas como os índios não podem ser responsabilizados, pois a legislação impede que o grupo que vive isolado seja tratado com o mesmo peso da lei que rege a civilização. Já os pescadores que levaram o missionário à ilha foram presos e deverão ser processados.

O caso está sendo acompanhado pela embaixada americana na Índia, e a entidade International Christian Concern, que assessora missionários e cristãos perseguidos, confirmou que John Allen havia viajado com apoio da organização, assim como em outras oportunidades, quando visitou pontos remotos do planeta.

Lembrando Reforma Protestante, pastor reprova organização de ‘halloween gospel’ nas igrejas

A festa pagã do “dia das bruxas” tem origem pagã e é sempre fruto de enorme polêmica no meio cristão, pois há sempre a dúvida se é errado participar de eventos com essa temática nos dias atuais. No entanto, a realização de festas de “haloween gospel” da festa motivou um artigo bastante contundente do pastor Renato Vargens.

O pastor, integrante do movimento Coalizão pelo Evangelho, lamenta no texto que a fé bíblica venha sendo relativizada em um grau tão acentuado que “o certo virou errado e o errado, certo”.

Vargens recapitula a origem da festa do Halloween, seu paganismo, e diz que “31 de outubro não é dia para se comemorar ou celebrar o Halloween dos ‘evangeli-wicca’”, e diz que os cristãos protestantes têm outro motivo de celebração: “Essa data obrigatoriamente deveria remeter-nos aos idos de 1517, quando o monge alemão Martinho Lutero afixou às portas do castelo de Wittenberg as 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja Católica, dando início à Reforma Protestante”.

Confira a íntegra do artigo de Renato Vargens, publicado no portal Pleno News:

Em um ambiente marcado por poucas luzes, ao som de muito thrash metal, numa decoração onde abóboras se fazem presentes, dezenas de jovens vestidos de preto, dançam efusivamente naquilo que denominam de Festa de Elohim, vulgarmente conhecido como Halloween Gospel.