“Pastores precisam plantar igrejas lideradas pelo Espírito Santo e não por suas preferências pessoais”

Palestrando durante a Conferência Exponencial, na terça-feira, na First Baptist Orlando em Orlando, Florida, o pastor Francis Chan falou sobre a necessidade de os pastores realmente aceitarem que Jesus Cristo, e não eles, quem manda nas igrejas, referindo-se a Efésios 5.

“Ele é o nossa cabeça. Então, à luz dessa verdade, como devo agir? Todos nós acreditamos que Ele é o cabeça, certo? E se ele não fosse o chefe da Igreja? Como você faria as coisas de maneira diferente? Pense nisso ”, pediu Chan, que abandonou seu ministério como pastor de uma megaigreja nos EUA para dedicar-se a escrever e trabalhar com discipulado individual.

“Eu percebo que muitas vezes eu não ajo como se Jesus fosse o chefe da Igreja. Eu não ajo como se eu fosse apenas um braço. Eu realmente não me humilho, ‘Senhor, você é o cabeça da Igreja. O que você quer que eu faça? O braço não faz nada a menos que a cabeça diga a ele para fazer isso’”, argumentou.

Para o teólogo, é preciso que os pastores declarem constantemente: “Deus, por favor, mate minha carne”. Destacou que sempre pede “que Cristo viva através de mim”. “De vez em quando, vejo o pequeno Francis. Mate-o, Deus. Não há nada para defender aqui. Eu quero ele crucificado. Eu realmente quero que Cristo viva através de mim”.

O preletor usou o exemplo de uma “piscina de ondas” que ele viu recentemente. Para Chan, aquilo “lembra da Igreja”.

“Eu posso criar uma onda. Eu posso fazer uma onda começar às 9:20. Eu posso ter um pico às 9:30. E então vai acabar às 9:50… Eu consigo criar uma onda artificial onde mexo com a emoção de todo mundo e então saímos dizendo ‘uau, Deus se moveu!’. Mas, bem, eu acho que isso foi feito pelo homem”, explicou Chan.

Albert Tate, líder da Fellowship Church em Monrovia, Califórnia, e outro pregador da conferência, implorou para que os pastores “parem de construir igrejas que se pareçam com vocês e comecem a construir igrejas que se parecem com Jesus”.

Ele não poupou críticas ao que vê em seu país: “Nessas igrejas… todo mundo se veste da mesma forma, todos fazem compras no mesmo lugar, todas têm as mesmas coisas, todos são quase da mesma idade. Deixe-me dizer uma coisa, você tem uma igreja que está pronta para o domingo, mas não está pronta para o céu”.

“Negue a Cristo, ou sua esposa pagará o preço”

Quando Manoj se converteu ao cristianismo ele não imaginava o que aconteceria com sua família alguns meses depois do encontro que transformou a sua vida.

Ele começou a compartilhar o Evangelho com seus vizinhos e isso enfureceu os nacionalistas hindus que resolveram se revoltar contra o recém-convertido e sua família.

Certo dia, uma multidão foi até a casa de Manoj, invadiram o imóvel e o arrastaram para fora, tirando com violência sua esposa, Geeta, e o filho mais novo do casal.

“Negue a Cristo, ou sua esposa pagará o preço”, disseram os manifestantes que agrediam Geeta enquanto exigiam que Manoj renunciasse sua fé em Jesus.

Além da mulher, o próprio cristão foi espancado pela multidão enfurecida que não conseguiram vê-lo negando sua fé. O líder do grupo teve uma ideia de como fazer com que Manoj se retratasse.

Ele arrastou Manoj até o lago, amarrou suas mãos atrás das costas para não se defender e começou a empurrar a cabeça para baixo da água. Ele continuou fazendo isso repetidas vezes, privando Manoj de ar por mais e mais tempo. Ainda assim, não funcionou.

“Se você não negar a Jesus, nós vamos acender sua esposa e você vai vê-la queimar até a morte.” Com esta declaração, os homens da turba começaram a arrancar as roupas de Geeta dela, se preparando para mergulhá-la com querosene, mas ela conseguiu escapar.

Mesmo seminua, Geeta conseguiu fugir da multidão pela selva juntamente com seu filho, encontrando uma vila diversas mulheres que aceitaram escondê-los.

Os homens que a perseguiram encontraram o grupo de mulheres e questionaram se elas haviam visto a fugitiva ou seu filho, elas mentiram que eles estavam no mercado e eles não foram encontrados.

Algum tempo depois, Manoj e Geeta foram reunidos e levados para um local seguro. A equipe de campo do ministério Timothy Initiative em sua região ouviu sua história e imediatamente planejou visitá-los e incentivá-los com orações e assistência financeira, considerando que eles estavam agora permanentemente deslocados e haviam perdido tudo o que possuíam.

 

Apenas 25% das famílias cristãs nos EUA oram e leem a Bíblia

Segundo uma pesquisa do Barna Research, apenas  25% dos cristãos norte-americanos leem a Bíblia e oram em suas casas. O estudo questionava os entrevistados a respeito de três elementos da prática de fé, e a maioria cumpre apenas uma ou nenhuma das atividades.

Os três elementos são: orar todos os dias com os seus familiares e ler a Bíblia juntos; conversar sobre Deus pelo menos uma vez por semana; e acolher não familiares regularmente ou várias vezes por mês.

Dos entrevistados 33% declara que seguem as práticas espirituais de orar e ler a Bíblia e ainda conversam sobre Deus; 14% pratica apenas a hospitalidade e 28% não pratica nenhuma das ações.

“Famílias vibrantes se destacam por terem um tempo significativo, divertido e de qualidade com seus familiares”, diz a pesquisa ao comparar dados de que 32% dos entrevistados se reúnem para jogos, 63% para tomarem o café da manhã juntos e 75% que jantam juntos todos os dias.

“Um dos objetivos deste estudo era aprender com famílias que pareciam estar excepcionalmente engajadas na expressão de fé comunitária e consistente em casa”, explicou o instituto de pesquisa.

Para chegar nesta conclusão, 2.347 pessoas foram ouvidas.

Estado quer expulsar idosa de 84 anos de abrigo por dar estudos bíblicos no local

Uma situação intrigante envolvendo uma idosa de 84 anos está causando indignação nos cristãos da Califórnia, Estados Unidos. Isso porque, a viúva Artis Breau está sendo acusada de cometer “abuso de idosos”, simplesmente por dar estudos bíblicos no abrigo onde mora, correndo risco de ser expulsa do local por essa razão.

Artis mora atualmente na Veterans Home, um abrigo voltado para militares. O esposo dela, já falecido, foi um veterano de guerra. Ele serviu na Segunda Guerra Mundial, na 82ª Divisão Aerotransportada no exterior e na Força Aérea durante a Guerra da Coreia.

Como forma de exercer sua fé, Artis teve a iniciativa de realizar estudos bíblicos do abrigo, onde a participação dos residentes é totalmente voluntária. Apesar disso, ela recebeu uma carta do Departamento de Assuntos de Veteranos da Califórnia (CalVet), exigindo que ela pare com os estudos.

“A casa alega que precisa proteger os moradores dessa viúva, idosa, embora a frequência de seus estudos bíblicos seja totalmente voluntária”, informou a Pacific Justice Institute (PJI), organização advocatícia que defende Artis.

Segundo o CalVet, houve uma denúncia de que Artis teria cometido abuso ao participar de um debate com outros idosos, sobre questões relativas ao céu e o inferno. Um dos participantes do estudo não teria conseguido dormir direito naquela noite.

Para o PJI, no entanto, a única motivação contra sua cliente é por intolerância religiosa, visto que o estudo bíblico é voluntário e debates dessa natureza são comuns em se tratando de questões teológicas.

“Ao longo deste processo, temos sido profundamente perturbados não apenas pela falta de diretrizes constitucionais, inépcia e falta de devido processo na investigação, mas ainda mais pela noção de que discutir opiniões religiosas sobre o estado eterno da alma é considerado abuso emocional”, diz a PJI.

Artis também acredita estar sendo vítima de perseguição religiosa por uma “crente evangélica judaica em Jesus, o que não é aceito por alguns dos capelães do lugar”, segundo informações do Christian Headlines.

O presidente da PJI, Brad Dacus, destaca que o exercício da liberdade religiosa é um direito garantido pela Primeira Emenda Americana, e que a ameaça de expulsar Artis do abrigo, caso ela não pare com os estudos, contraria diretamente esse princípio legal.

“Este ataque chocante do Estado contra o exercício de convicções religiosas da nossa cliente é profundamente perturbador”, disse ele.

“O Estado procura punir Artis com base em diretivas inexistentes, privando-a de um ministério pessoal para os veteranos que se beneficiaram de seus serviços religiosos durante anos”, destaca.

Atualmente o caso de Artis continua na justiça, mas ela continua proibida de dar estudos, enquanto aguarda o desfecho final da sua história. “Artis não está lutando apenas por si mesma, mas pelo Evangelho e pelos moradores que são incapazes de lutar por si mesmos contra a tentativa de intimidação do Estado”, conclui Dacus.

 

200 famílias cristãs atacadas por radicais islâmicos no Paquistão, em nova onda de violência

Uma multidão de radicais islâmicos atacaram cerca de 200 famílias cristãs no Paquistão. Elas foram expulsas de suas casas depois que quatro mulheres cristãs foram falsamente acusadas de blasfêmia, na semana passada.

International Christian Concern (ICC), organização que monitora a perseguição contra cristãos em vários locais do mundo, denunciou a onda de violência ocorrida em Karachi, quinta cidade mais populosa do Paquistão. A ICC revelou que uma mulher muçulmana chamada Samina Riaz acusou quatro mulheres cristãs com idades entre 14 e 30 anos de profanarem o Alcorão.

A acusação foi feita após o cristão Amjad Dildar, pedir que Riaz e seu marido desocupassem a casa que estavam alugando porque o casal muçulmano estava “causando problemas entre as famílias cristãs da comunidade”. Como vingança, Riaz acusou três das filhas de Dildar e outra mulher cristã de danificar uma cópia do Alcorão, o livro sagrado do Islã.

As acusadas ​​de blasfêmia são Soneha Amjad (14 anos), Sophia Amjad (18), Sunaina Amjad (22) e Sophia Qamar (30).

Embora sem nenhum tipo de prova, a notícia de que mulheres cristãs haviam tentando destruir um Alcorão espalharam-se rapidamente, o que fez com que uma multidão de moradores muçulmanos do bairro passassem a atacar várias propriedades cristãs na área e uma igreja local.

A casa de Dildar fo bastante danificadas por pedras jogadas pela multidão. O grupo armado também matou animais de estimação e gado.

Posteriormente, uma investigação policial mostrou que foi a própria Riaz que mergulhou o livro sagrado do Islã em água suja, para simular a tentativa de destruição. Riaz e seu marido foram presos e a mulher admitiu que ela orquestrou a coisa toda.

A reação desproporcional mostra como as leis antiblasfêmia paquistanesas são usadas por muçulmanos radicais como desculpa para a perseguição de cristãos. Em especial por conta da absolvição recente de Asia Bibi, uma cristã acusada de blasfêmia em 2009 que foi condenada à morte, mas acabou absolvida no ano passado pela Suprema Corte do país justamente por falta de provas.

Apesar da absolvição de Bibi, há muitos outros cristãos que foram falsamente acusados ​​de blasfêmia. A ICC informa que, nos últimos 30 anos, 1.500 indivíduos foram acusados ​​de cometer blasfêmia no Paquistão, país que ocupa a quinta posição no ranking de perseguição religiosa da Missão Portas Abertas.

Evangélico britânico é preso por pregar nas ruas, mas diz que não desistirá

O Reino Unidos é o berço do movimento missionário que levou o evangelho a muitos países no século 19. Contudo, nas últimas décadas o cristianismo no país está em decadência. Igrejas históricas foram fechadas, transformadas em mesquitas ou vendidas para empresas.

No final de fevereiro a prisão de Oluwole Ilesanmi, um evangélico que pregava perto da estação de metro de Southgate, em Londres, gerou um movimento nacional. O vídeo que mostra dois policiais levando Olu, como é mais conhecido, sem explicar o motivo, viralizou, tendo mais de 2.5 milhões de visualizações.

O homem, de 64 anos, protesta, pedindo que não retirem a Bíblia dele. Os policiais alegam que Olu estava sendo detido “para evitar a violação da paz” e que havia “queixas” sobre seu comportamento. Liberado algumas horas depois, após ter dado depoimento em uma delegacia, o evangélico reclama que lhe foi negada a “oportunidade de espalhar o Evangelho”.

 

Estrela de “Pantera Negra” conta como sua fé cristã lhe ajudou a vencer a depressão

A atriz Letitia Wright, que ficou mundialmente conhecida por ‘Pantera Negra’, recebeu recentemente o prêmio BAFTA como “Estrela em Ascensão”. Quando fez seu discurso de agradecimento, ela falou um pouco sobre o que passou até ser reconhecida dentro de sua profissão.

Em determinado momento, Wright relatou como lutou por anos contra a depressão. O caso ficou mais grave e ela chegou a deixar de atuar por um período.

“As únicas coisas que me tiraram disso foram Deus, minha crença, minha fé, minha família e um e-mail me chamando para fazer parte do Breakthrough Brits”, declarou a atriz inglesa. “Quero encorajar vocês – qualquer pessoa que estiver passando por um momento difícil ou  com algo em sua alma, que perderam a luz”, discursou.

Em seguida, disse palavras de apoio a quem experimentou o mesmo: “Eu quero encorajar você, lembrar que Deus fez você, e você é importante. Pode haver alguns que me veem e estão lidando com a depressão… passando por um momento ruim, e você põe um sorriso no rosto e ninguém pode ver isso. Mas você sabe disso e Deus sabe disso. E eu só queria dizer que Deus te ama”.

A jovem atriz estará “Vingadores: Ultimato” – estreia no dia 25 de abril – e também fará parte do elenco de “Pantera Negra 2”.

 

Evangelista fala sobre crescimento da igreja, mesmo em meio à perseguição

Beun (nome fictício) é um evangelista que vive no Laos, uma nação governada por um “partido revolucionário”, onde não há liberdade de religião e nem de opinião. Qualquer pessoa que se volte contra a ideologia governamental é vista como ameaça ao poder.

Por lá o cristianismo não é bem visto e a minoria que insiste em seguir a Cristo é ameaçada de ser erradicada pelas autoridades. Mesmo assim, Beun conseguiu reunir um grupo de 50 convertidos em pouco tempo.

Ele revela que trabalha com outros seis homens dedicados ao Evangelho. “Nós pregamos aos povos hmong, khmu, tai dam, entre alguns outros. Não sabemos se nossos planos darão certo, mas os submetemos a Deus. Nós vamos para onde ele nos envia”, disse.

De acordo com a Portas Abertas, um desses homens conhecido por Sipho (nome fictício) foi expulso de uma tribo junto de sua família, por serem cristãos. “Não achando nenhum outro lugar para morar, vivemos na floresta por dez anos, até que o chefe da tribo veio e nos chamou para voltar para a aldeia”, contou.

Igrejas domésticas

Na tentativa de formar uma igreja doméstica na própria casa, o governador da província e o chefe do vilarejo não permitiram. “Foi então que conhecemos Beun e nos unimos à sua igreja. Ele me ensina a compartilhar o Evangelho e a pregar”, relatou.

Jet (nome fictício) é outro “discípulo de Beun, como ele mesmo especifica. Sua vida mudou depois que foi curado de uma enfermidade. “Minha vida melhorou e eu comecei a compartilhar o evangelho. Agora tenho minha própria igreja doméstica no meu vilarejo”, disse.

Jet foi acusado falsamente de “vender jovens para estrangeiros”, mas sabe que a acusação só aconteceu porque é cristão. Mesmo assim, ele não desiste: “Se eu tiver que comparar minha velha vida com minha vida agora, minha vida é muito melhor com Cristo”, afirmou.

Essas pessoas continuam firmes na caminhada com Cristo. Mas a colheita nem sempre é fácil no Laos. Beun conta que muitas vezes as pessoas ouvem o evangelho e o aceitam rapidamente, mas depois se esquecem do compromisso que fizeram.

Por outro lado, “quando se convertem verdadeiramente e entendem o cristianismo, as pessoas começam a compartilhar as boas novas, a fé delas permanece firme e nunca mais retornam para as antigas crenças, não importa quão difícil seja”, conclui.

Lucinho Barreto desabafa: “tenha misericórdia dos pastores”

Ele inicia citando o texto bíblico que está Mateus 11.16-19: “A que posso comparar esta geração? São como crianças que ficam sentadas nas praças e gritam umas às outras: ‘nós lhes tocamos flauta, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não se entristeceram’. Pois veio João, que jejua e não bebe vinho, e dizem: ‘ele tem demônio’. Veio o Filho do homem comendo e bebendo, e dizem: ‘aí está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores’. Mas a sabedoria é comprovada pelas obras que a acompanham”.

Qual o tipo de pastor que presta: aquele que jejua e fica no monte ou aquele descolado que faz vídeos no Youtube e usa piercing? “As pessoas sempre terão uma opinião ácida sobre pastores”, desabafou. “Qualquer pessoa pode torcer por algum tipo de futebol ou ter opinião política, menos os pastores”, disse ao se referir aos internautas que o criticaram por “inserir Deus na política”.

Polêmicas

Lucinho também citou outras críticas recebidas recentemente. Entre elas, o fato de vender camisetas com a mensagem do Evangelho. “Como eu vou sustentar minha família? Não tenho salário da igreja, não quero ser pesado à igreja, então eu vendo Bíblias e camisetas”, citou.

Por suas vendas foi criticado por não ser um pregador do Evangelho e sim um vendedor. “E se eu fosse um cara fechado, quadrado e não fizesse nada para me sustentar, seria criticado também”, lembrou.

“Tenha misericórdia dos pastores, missionários, evangelistas e profetas… tenha misericórdia da gente. Lembre que por trás de cada pastor tem uma família”, pediu. Depois citou que milhares de pessoas chegaram ao Evangelho por causa das mensagens dos pastores que geram polêmicas.

“Não estou pedindo que você cubra erros de pastores, só estou pedindo para que você repense. Não queremos aprovação e nem aplausos […] Só queremos que você entenda que ainda existem homens e mulheres de Deus sérios”. “O Sumo Pastor cuida de suas ovelhas através dos pastores imperfeitos aqui na terra. Tenha misericórdia, ore por nós”, concluiu.

Pastor é atacado pelas costas com facão durante culto

No último sábado (26) o pastor José Carlos da Silva, de 53 anos, foi atingido com três golpes de facão durante o culto realizado em uma igreja evangélica na cidade de Sorriso (MT).

O acusado pelo crime foi identificado como Dionatan Fernando de Sousa, 19 anos, ele Igreja Nova Aliança armado com o facão e durante o momento de oração foi até o pastor e o atacou.

Segundo informações da Polícia Militar, o jovem estava transtornado pela morte da mãe e teria ido na igreja pedir oração. Depois de atacar o pastor ele saiu da igreja, mas logo voltou para ameaçar os fiéis que presenciaram o crime.

Um dos frequentadores da igreja viu que o jovem se escondeu no pátio de um lava-jato perto do templo e os policiais conseguiram prendê-lo. O pastor foi socorrido e não teve nenhuma lesão grave.

 

É grande o número de jovens que abandonam a igreja durante a faculdade

Uma área pouco focada pelas igrejas atuais é a universidade. Mais da metade dos jovens cristãos, considerados fiéis durante a infância e adolescência, abandonam a vida dedicada ao Reino de Deus após entrar na faculdade, segundo uma pesquisa da LifeWay Research.

O estudo aponto que 66% dos jovens deixaram de frequentar a igreja por pelo menos um ano entre 18 e 22 anos. A taxa é menor que o índice apresentado pelo estudo de 2007, quando o número era de 70%. Mesmo assim, a margem de diferença é pouca e indica alguma deficiência permanente na abordagem das igrejas em relação aos jovens.

“A boa notícia para os líderes cristãos é que as igrejas parecem não estar perdendo mais estudantes do que há dez anos. No entanto, a diferença na taxa de desistência não é grande o suficiente para dizer que realmente melhorou”, disse Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research.

Por outro lado, o foco de vida dos jovens é apontado como um influenciador. Ou seja, nem sempre a abordagem da igreja é a responsável, mas a própria decisão dos jovens em querer seguir uma vida distante de Deus.

“A maioria dos motivos pelos quais os jovens saem da igreja reflete mudanças em suas prioridades e hábitos. Mesmo quando as igrejas comunicam fielmente suas crenças através de palavras e ações, nem todo jovem abraça ou prioriza essas crenças”, disse MacConnell.

A mudança de rotina também é outro fator. Uma vez que o jovem que entra na faculdade assume novos compromissos, a igreja perde lugar em sua programação. Este é um desafio que precisa ser superado mediante alternativas de encontros semanais, por exemplo.

“Na maior parte, as pessoas não estão deixando a igreja por amargura, influência dos ateus na faculdade ou a renúncia à fé”, disse Ben Trueblood, diretor do ministério de estudantes da LifeWay. “O tempo que eles passavam com as atividades na igreja foi simplesmente substituído por outra coisa”.

Finalmente, a tendência é que muitos jovens com o passar dos anos percebam a importância das suas raízes e vejam como a Verdade Bíblica se sobrepõe às ideologias do mundo ou, no mínimo, confirmam o que a própria ciência diz acerca da fé.

Entretanto, a frequência menor nas atividades da igreja e consequentemente o compromisso com o Reino de Deus ainda é uma realidade preocupante.

“Enquanto alguns jovens adultos que deixam a igreja estão rejeitando sua fé de infância, a maioria está escolhendo manter as crenças que tinham, mas com uma dose menor de igreja”, conclui McConnell, segundo o LifeWay.

 

Evangélicos estão divididos sobre mudança nas regras para posse de armas

Grande parte da sociedade brasileira vem debatendo a proposta do governo Jair Bolsonaro em flexibilizar as regras para a posse de armas. Ao falar sobre o tema, lideranças evangélicas mostram que a questão não é unanimidade. Nos próximos dias será assinado um decreto que facilitará a posse de armas para moradores de cidades violentas e áreas rurais. Ou seja, as pessoas poderão possuir armas dentro de casa. Ele difere do porte, que é a autorização para uma pessoa habilitada andar armada nas ruas.

O bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, é favorável à posse de armas, especialmente em áreas rurais, onde considera que as forças de segurança são menos presentes. Contudo, posiciona-se contrário à posse.

“O porte é desnecessário. Creio que o dano causado à sociedade seja maior com todo mundo armado num faroeste. Não queremos bangue-bangue”, opina.

O pastor Silas Malafaia, do ministério Vitória em Cristo, admite que existe há apoio entre fiéis, mas faz a ressalva que pessoalmente é “contra armas e qualquer tipo de armamento”.

Por sua vez, o presidente da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB), Samuel Câmara, declara-se favorável à possibilidade do porte. “O estado precisa se mostrar eficiente no combate aos bandidos. Caso contrário, o homem de bem terá que se habilitar ao porte para legítima defesa.”

Deputados evangélicos

O tema em breve deve passar pelo Congresso Nacional. Um dos projetos mais adiantados sobre isso é o PL 3722/2012, do deputado Peninha Mendonça, do MDB. Para aprová-lo será preciso maioria simples na Câmara dos Deputados e no Senado.

Um dos líderes da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) defende que “A maioria dos evangélicos não quer ter armas. Defendemos a vida. A gente sabe que isso vai provocar mortes em discussões de trânsito, em bar, assim como uma maior incidência de casos de violência como ocorrem nos Estados Unidos”. Ele também acredita que “a nossa defesa é a Deus e, depois, estão as instituições terrenais de segurança pública. Uma coisa é a posse dentro da casa, outra coisa é o porte”.

O senador eleito, Arolde de Oliveira (PSD/RJ), explica que é favorável à posse, mas tem reservas quando as pessoas andarem armadas pelas ruas. “Se você é a favor da vida, da família, da propriedade, precisa ter condições de autodefesa e a posse é necessária. O porte já é mais complexo. Teria que fazer testes para evitar que o armamento chegue nas mãos de psicopatas e malucos”, destaca.

Outro senador que assume em 1º de fevereiro, Marcos Rogério (DEM/RO) entende que a flexibilização pode contribuir com a melhora da sensação de segurança. “Hoje você proíbe as pessoas de bem de terem armas, mas o bandido está armado. É claro que é preciso de critérios claros e justificáveis para conceder a licença.”

 

Fonte: GospelPrime

“Cristãos podem ser infalíveis quando conectados a Cristo”, afirma pastor

 

Quando um cristão se reconecta a Deus através de Jesus Cristo, ele se torna infalível, porque Cristo é infalível. Essa é a ideia do pastor Scott Sauls, da igreja Christ Presbyterian em Nashville, Tennessee (EUA).

Em entrevista ao Christian Post, explicou que o cristianismo ocidental tem pouca semelhança com a visão de Jesus para sua Igreja. “Parece haver uma lacuna significativa entre o cristianismo da igreja primitiva e o cristianismo que muitos de nós experimentamos hoje”, disse.

Como exemplo usou o comportamento pouco gentil dos cristãos enquanto vizinhos e a forma como condenam e julgam as pessoas. “Não há nenhuma diferença se compararmos as pessoas que seguem a Cristo com as que não seguem. Infelizmente, é assim que muitos de nós somos percebidos hoje”, lamentou.

Em seu livro, Irresistible Faith (Fé Irresistível), Sauls identifica formas práticas pelas quais os crentes podem viver o cristianismo bíblico e buscar o propósito de Jesus para a Igreja. Baseando-se nas verdades das Escrituras, ele convida os cristãos a fazer a diferença na sociedade, transformando comunidades para a glória de Deus.

“Tudo começa com um simples retorno ao Evangelho, observando bem o que Cristo veio fazer”, enfatizou. Mas sem a conexão com Jesus é impossível obter esse retorno.

“O cristianismo moderno se desviou do cristianismo bíblico por várias razões, entre elas a mistura da fé com a política”, pontuou. Se for ver, Jesus contradiz a política atual, seja ela de esquerda ou de direita, como tem sido comum denominar. Resumindo, não devemos sair da mensagem do cristianismo, nem politizar a Bíblia.

“Deus não chama o seu povo para ser incrível ou para impactar em todo tempo”, explica. O autor acredita que Deus nos criou para servir e abençoar as pessoas desse mundo, independente do tamanho da obra.

“O primeiro chamado de Deus em nossas vidas tem a ver com espalhar amor, perdoar e ajudar as pessoas no processo de restauração”, lançou. Partindo disso, o resultado sempre será positivo, pois vai colaborar para uma sociedade saudável. “O impacto deve ser esse: levar vida às pessoas por todos os lugares onde passamos”, conclui.

Fonte: GospelPrime

Damares Alves na Globo News: “eu nunca vou negar a minha fé”

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, foi entrevistada no Jornal das 10, da Globonews, nesta quinta-feira (3). Estranhamente, em diversos momentos os jornalistas do canal tentaram constrangê-la, ignorando as respostas dadas por ela e tentando fazê-la confrontar declarações dadas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Ao abordar o vídeo que gerou polêmicas nas redes sociais, onde ela declara que “menino veste azul e menina veste rosa”, Damares explicou que usou uma “metáfora” e que não se arrependia.

“De jeito nenhum, foi uma metáfora. Temos o outubro rosa, o novembro azul. Vamos respeitar a identidade biológica das crianças. E digo mais, podemos chamar menina de princesa e menino de príncipe no Brasil que não há nenhuma confusão nisso”, assegurou.

Explicando que existe uma diferença entre falar sobre ideologia de gênero para adultos e para crianças, como vem ocorrendo nas escolas do Brasil, ela lembrou que há “ideólogos” que defendem que a criança nasce neutra e depois escolhe o que ela quer. Para a ministra, esse debate deveria ficar restrito à academia.

Por mais de uma vez precisou repetir aos entrevistadores que o ministério está buscando criar políticas públicas voltadas para a família, e que não pretende criar leis que regulem comportamentos. “Não queremos impor nada. Vamos deixar as crianças em paz”, pediu.

Ficou evidente no programa que os profissionais da GloboNews usaram o mesmo antagonismo com que trataram o então candidato Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral no ano passado.

Sem negar sua identidade, Damares explicou porque definiu a si mesma como “terrivelmente cristã” em seu discurso de posse.

“Estão com medo de uma pastora ministra de Direitos Humanos. A partir do momento que entro no ministério, não posso arrancar de mim a minha fé. A minha fé caminha comigo e eu nunca vou negar a minha fé. Quem está no comando daquele ministério é uma advogada, uma educadora e que acredita em Jesus Cristo. O estado é laico e nós vamos respeitar. Ninguém está impondo religião.”

Em seguida, questionou: “Se eu não fosse evangélica e professasse uma outra fé, será que haveria tanta resistência?”. Como não houve resposta dos jornalistas, prosseguiu: “Não estou querendo impor nenhuma religião. Ninguém vai ser preterido por causa de sua fé”.

Noutro momento do programa, reclamou da maneira com que vem sendo tratada pela grande imprensa desde que teve seu nome anunciado por Bolsonaro.  “Minhas falas como ministra começaram ontem (quarta, dia 2). A imprensa tem pinçado falas minhas de pregações. De quando sou veemente quando falo com meu segmento e puxo a orelha muitas vezes”, apontou.

 

Fonte: GospelPrime

Alemães poderão se identificar como pessoas do terceiro gênero

Os alemães intersexuais poderão se identificar a partir desta terça-feira (1) no registro civil e nos documentos de identidade como “pessoas do terceiro gênero” com a entrada em vigor de uma lei aprovada em dezembro.

A lei é a resposta do legislativo a uma sentença do Tribunal Constitucional, que qualificou de discriminatório aos intersexuais a obrigação de se identificar como pessoas dos gêneros masculino ou feminino.

Para a Associação de Gay e Lésbicas (LSVD), a nova lei é insuficiente na medida em que as pessoas que querem se registrar como pertencentes ao terceiro gênero terão de apresentar um certificado médico.

A LSVD considera que com isso a definição da identidade de gênero se reduz a caraterísticas físicas objetivas e não levam em conta fatores sociais e psicológicos.

A intersexualidade não deve ser confundida com a transexualidade, que tem a ver com pessoas que fisiologicamente podem se identificar claramente como homens ou mulheres, mas não se sentem satisfeitos com o seu gênero.

Na intersexualidade, por outro lado, não há uma definição clara do gênero do ponto de vista fisiológico e anatômico.

Fonte: G1.com

Evangélicos se reúnem em oração pelo futuro governo na Granja do Torto

No próximo dia 1 de janeiro de 2019 ocorrerá em Brasília a posse do Presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, um evento histórico no cenário político brasileiro em seu atual contexto, motivo pelo qual tem gerado muita expectativa acerca do futuro Governo.
Com base nisso, os membros de uma igreja em Brasília resolveram realizar um culto na frente da Granja do Torto, um dos endereços da Presidência da República, no Distrito Federal, pedindo a providência de Deus sobre o futuro Presidente Bolsonaro.

O pastor Wilbert Batista explicou que essa iniciativa possui fundamento bíblico, se referindo à passagem de 1 Timóteo capítulo 1, verso 1 e 2, como está escrito:
”Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças, em favor de todas as pessoas; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade”.
Wilbert, que é o líder da Igreja Núcleo da Fé, afirmou que sua congregação sempre teve essa iniciativa. “Existe um trecho na bíblia que diz que a gente tem que orar pelas autoridades. Sempre fazemos isso”, disse ele, segundo informações do Estadão.

O pastor ainda confirmou que acompanhou todas às posses presidenciais desde o Governo Collor, revelando que, como ministro do Evangelho, também não está alheio ao que acontece no universo político do país.
O culto contou com a participação de pelo menos 50 pessoas, quase todas caracterizadas com às cores da nação, algumas segurando bandeiras do Brasil. Eles fizeram orações e também endossaram o bordão de Bolsonaro, “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.
“Até agora Bolsonaro não nos decepcionou. Tomara que ele ponha o Brasil nos eixos e que os benefícios não sejam individuais. Sei que dá trabalho e que não é da noite para o dia, mas, se der certo, quem ganha é o povo”, disse Gerson Alves da Costa, que viajou cerca de 2 mil quilômetros de Paramoti (CE) até Brasília, apenas para acompanhar a posse do Presidente.

 

Cristãos se esforçam para dar testemunho e manter conduta no trabalho, aponta pesquisa

Jesus orientou aos seus seguidores que fossem o “sal da terra” e a “luz do mundo” em seu ensinamento que ficou conhecido como o “Sermão da Montanha”, no capítulo 5 do evangelho de Mateus. Uma pesquisa realizada no primeiro semestre deste ano procurou saber como os cristãos estão cumprindo essa orientação no ambiente de trabalho.

Como estão trabalhando os cristãos, da sala de reuniões à sala de aula, atendendo a esse chamado do Novo Testamento? Essa pergunta motivou os pesquisadores do Barna Group, em parceria com Abilene Christian University , que terminaram por encontrar sinais encorajadores de que os cristãos estão vivendo sua fé com integridade.

No estudo foi possível constatar que a Igreja desempenha um importante papel no incentivo à fé e integração no trabalho, e descobrir quais os valores e virtudes específicos que definem a ética de trabalho dos cristãos da atualidade.

Incentivadoramente, os cristãos que trabalham dizem que se apegam a padrões e virtudes de integridade profissional que representam bem a Igreja. Eles estão enraizados na convicção de que os cristãos devem agir com ética (82%), falar a verdade (74%) e demonstrar moralidade (72%). Em um nível ainda mais espiritual, os entrevistados dizem que os cristãos que trabalham devem fazer amigos com os não-cristãos (66%), resistir à tentação (59%) e fazer um excelente trabalho em um esforço para evidenciar glória a Deus (58%).

A maioria acredita que as pessoas de fé devem ser guiadas por uma atitude de humildade (63%) e serviço (53%), enquanto também cuidam dos outros falando contra a injustiça, seja na sociedade ou no local de trabalho (53%), e levando graça e paz aos outros (48%).

De acordo com o relatório do Barna Group, a tendência é clara: a maioria dos cristãos empregados quer fazer o bem em seus locais de trabalho – mas nem sempre de uma maneira que se destaque. Eles parecem menos inclinados a ver como sua responsabilidade ser influente: apenas um terço acredita que devem ajudar a moldar a cultura de seu local de trabalho (35%).

Além disso, apenas um quarto diz que compartilhar o Evangelho é uma responsabilidade no ambiente de trabalho (24%), apontando para uma cautela geral de falar explicitamente sobre fé, uma atitude que não é incomum no clima “politicamente correto” dos dias atuais. No entanto, os trabalhadores cristãos mais exemplares neste estudo mostram mais ousadia espiritual com uma maior disposição de compartilhar o Evangelho do que o trabalhador cristão mediano.

Os cristãos Millennials (formados pelas gerações Y e Z, nascidos em meados dos anos 1990 e 2000) formam o grupo mais disposto a considerar completamente importante que os cristãos moldem a cultura (40%, comparado a 35% da Geração X e 33% dos Boomers – termo que define pessoas nascidas no pós- Segunda Guerra Mundial, entre os anos de 1946 e 1964) ou sejam conhecidos por servir outros (58%, comparado a 51% da Geração X e 51 % de Boomers) em seus trabalhos.

No entanto, outras respostas dos Millennials implicam que eles têm algumas lições vocacionais para aprender: quando solicitados a apontar valores que deveriam exibir no local de trabalho, características como falar a verdade (68% X 78% entre os Boomers), demonstrar moralidade (72% x 76% entre os Boomers), agir eticamente (77% x 85% Boomers) ou resistir à tentação (54% x 66% entre os Boomers) diminuem em importância entre os Millennials, particularmente em comparação com os Boomers, geração formada por pessoas de maior idade. No entanto, menos da metade diz que sua igreja lhes dá uma visão para viver sua fé no trabalho (46% contra 57% da Geração X e 53% dos Boomers concordam “fortemente”).

A pesquisa foi realizada online, entre 27 de fevereiro e 12 de março de 2018, e posteriormente entre 18 de abril e 8 de maio de 2018, usando um painel no site do instituto. A amostra incluiu 1.459 cristãos norte-americanos auto-identificados que concordam, de certa forma, que sua fé é muito importante em sua vida hoje e estão empregados (em período integral, meio expediente ou autônomos, incluindo trabalho não remunerado para uma empresa familiar). A margem de erro para esta amostra é de 2,3% no nível de confiança de 95%.

‘Deus parou o fogo’, diz atriz que orou durante incêndio; Casa foi a única poupada

O estado da Califórnia (EUA) vem sofrendo com incêndios florestais que avançam sobre cidades, devorando casas e instalações em geral. O número de mortes confirmadas atualmente está em 78, porém as autoridades já registraram o desaparecimento de mais de mil pessoas, com dezenas de milhares desabrigados.

Em meio a tamanha tragédia, a atriz Brenda Epperson gravou um testemunho lembrando os cristãos do poder da oração em meio ao desastre. Em sua página no Facebook ela publicou um vídeo mostrando que o fogo chegou muito próximo da cerca de sua propriedade na área rural do estado, mas não avançou.

Em entrevista à emissora Christian Broadcasting Network (CBN News) , a atriz cristã explicou que os incêndios que assolaram seu bairro queimaram tudo ao seu redor, exceto sua casa. E que durante o ápice da crise, ela orou e recitou o Salmo 91.

“Eu simplesmente continuei orando Salmos 91 sobre nossa casa”, contou a atriz. Um jornal local noticiou que os cavalos da atriz e dos vizinhos se refugiram em sua propriedade. “Nós poderíamos apenas evacuar os cavalos que poderiam caber em nosso trailer, que eram três cavalos. E então todos os nossos vizinhos tinham cercas, então todos os seus cavalos, 25, 30, cavalos estavam naquele cercado. E então 35 cavalos lá e o fogo parou, Deus parou aquele fogo bem na nossa linha de propriedade”, acrescentou.

“Todo os cavalos estavam bem. Eles tinham água, e nem sequer tinham cinzas neles”, reiterou a atriz, que agora está trabalhando com sua família para ajudar os vizinhos, que em sua maioria, perderam tudo.

Apesar da devastação, Brenda Epperson acredita que Deus transforma toda tragédia em uma oportunidade de conhecê-lo. “O bem que vai sair disso é que eu acredito no reavivamento, que Deus vai nos acordar. Eu sei que minha vida mudou e eu só quero compartilhar o amor de Deus ainda mais com todo mundo”, disse.

Bíblia foi inspiração em criações de personagens de Stan Lee, revela editor cristão

A recente morte do profícuo quadrinista Stan Lee, criador de diversos personagens da Marvel, despertou curiosidade em muitos dos fãs sobre as origens do roteirista que figura entre os mais bem-sucedidos profissionais da área. Art Ayris, que desenvolveu um livro que narra as histórias bíblicas no formato HQ, disse que a Bíblia Sagrada foi uma grande influência nas criações do saudoso artista.

Ayris, que é editor executivo da Bíblia Kingstone, uma publicação ilustrada, afirmou que Stan Lee havia buscado influência nas Escrituras, assim como outros artistas de seu ramo nos anos 1930.

“O que muita gente não sabe sobre Lee é que ele não é apenas um extraordinário criador de quadrinhos e provavelmente o mais icônico editor de quadrinhos de todos os tempos, mas que a Bíblia também teve influência nele”, disse Art Ayris em entrevista ao portal Charisma News.

Stan Lee morreu aos 95 anos em Los Angeles (EUA), após sofrer um mal-estar e ser socorrido ao hospital. Com a saúde debilitada por conta da idade avançada, ele recebia cuidados específicos para pneumonia e olhos.

O criador de personagens como Homem-Aranha, Thor, Hulk, X-Men, Homem de Ferro, Pantera Negra, Doutor Estranho e Demolidor nasceu em Nova York, em 1922. Seu nome de batismo é Stanley Martin Lieber, e o pseudônimo artístico foi adotado em 1939, quando começou a trabalhar com histórias em quadrinhos.

“Como muitos de seus contemporâneos escritores de HQs, Stan Lee era judeu”, revelou Ayris. “Stan disse que lia a Bíblia e, embora não fosse particularmente religioso, citava a Bíblia como uma importante influência literária. Ele amava a fraseologia das Escrituras e afirmou que ‘definitivamente [a Bíblia] estava em minha mente quando eu escrevia histórias como as de Thor”, acrescentou o editor.

Essa influência era recorrente entre criadores de conteúdo, assegurou Ayris: “Muitos dos primeiros escritores de quadrinhos eram imigrantes judeus que tinham um fundo de moralidade judaico-cristã. É por isso que os principais heróis de histórias em quadrinhos foram caracterizados por claramente cortar bons e maus personagens. Eles eram pessoas de moralidade, valores e até mesmo fé. Muitos argumentariam que os super-heróis originais eram personagens do tipo Messias”.

Ao final, o editor da Bíblia Kingstone afirmou que Stan Lee deixou um importante legado: “De muitas maneiras, sentimos que o trabalho dele abriu as portas para nós. Devido à onipresença da Marvel e da DC Comics em todo o mundo, quando entramos em uma nova região com quadrinhos religiosos no estilo Marvel, somos imediatamente aceitos. Somos gratos por sua influência e busca por quebrar as nossas próprias barreiras na modelagem de seu sucesso e, mais importante, deixar a Bíblia nos influenciar em tudo o que fazemos”.

Missionário que viajou a ilha remota para pregar foi morto a flechadas por índios

Índios assassinaram a flechadas um missionário cristão que foi à ilha onde a tribo vive com a intenção de pregar o Evangelho a eles. Informações veiculadas na imprensa internacional indicam que o corpo do evangelista não pode ser recuperado.

O missionário John Allen Chau, 27 anos, viajou à ilha North Sentinel, localizada no Oceano Índico, com o propósito de levar a mensagem do Evangelho aos índios, que vivem isolados no território pertencente à Índia.

De acordo com a agência France Presse, a ilha é proibida para visitantes, mas o missionário teria ignorado a advertência sobre a hostilidade dos índios. “Ele tentou chegar à ilha North Sentinel em 14 de novembro, mas não conseguiu. Dois dias depois, ele se preparou melhor. Ele chegou de canoa à ilha”, disse uma fonte.

Numa carta endereçada aos pais, o missionário pediu que ficassem em paz se algo acontecesse a ele: “Vocês podem pensar que sou louco, mas acho que vale a pena declarar Jesus a essas pessoas. Por favor, não fiquem zangados com eles ou com Deus se eu morrer”, escreveu John Allen.

A morte do missionário foi descoberta quando pescadores viram seu cadáver numa das praias da ilha, flechado. Ele teria sido arrastado para a areia pelos índios com a ajuda de uma corda, presa ao pescoço, e abandonado no local. O jornal Andaman Sheekah informou que fontes disseram que o missionário já teria tentado contato com os indígenas hostis outras cinco vezes, e que seu corpo não teria sido resgatado por conta do alto risco.

A polícia trata o caso como homicídio, mas como os índios não podem ser responsabilizados, pois a legislação impede que o grupo que vive isolado seja tratado com o mesmo peso da lei que rege a civilização. Já os pescadores que levaram o missionário à ilha foram presos e deverão ser processados.

O caso está sendo acompanhado pela embaixada americana na Índia, e a entidade International Christian Concern, que assessora missionários e cristãos perseguidos, confirmou que John Allen havia viajado com apoio da organização, assim como em outras oportunidades, quando visitou pontos remotos do planeta.

Lembrando Reforma Protestante, pastor reprova organização de ‘halloween gospel’ nas igrejas

A festa pagã do “dia das bruxas” tem origem pagã e é sempre fruto de enorme polêmica no meio cristão, pois há sempre a dúvida se é errado participar de eventos com essa temática nos dias atuais. No entanto, a realização de festas de “haloween gospel” da festa motivou um artigo bastante contundente do pastor Renato Vargens.

O pastor, integrante do movimento Coalizão pelo Evangelho, lamenta no texto que a fé bíblica venha sendo relativizada em um grau tão acentuado que “o certo virou errado e o errado, certo”.

Vargens recapitula a origem da festa do Halloween, seu paganismo, e diz que “31 de outubro não é dia para se comemorar ou celebrar o Halloween dos ‘evangeli-wicca’”, e diz que os cristãos protestantes têm outro motivo de celebração: “Essa data obrigatoriamente deveria remeter-nos aos idos de 1517, quando o monge alemão Martinho Lutero afixou às portas do castelo de Wittenberg as 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja Católica, dando início à Reforma Protestante”.

Confira a íntegra do artigo de Renato Vargens, publicado no portal Pleno News:

Em um ambiente marcado por poucas luzes, ao som de muito thrash metal, numa decoração onde abóboras se fazem presentes, dezenas de jovens vestidos de preto, dançam efusivamente naquilo que denominam de Festa de Elohim, vulgarmente conhecido como Halloween Gospel.

Esposa de pastor sequestrado diz que precisou aprender a perdoar os “inimigos”

Susanna Koh, esposa de um pastor que foi sequestrado em fevereiro do ano passado, na Malásia, veio a público mais uma vez pedir orações em prol do seu esposo, mas também para contar algumas importantes lições de fé que ela tem aprendido com o este caso, como a necessidade de liberar perdão aos seus inimigos e perseguidores.

O pastor Raymond Koh continua desaparecido e ainda sem paradeiro. A Comissão de Direitos Humanos da Malásia (Suhakam) decidiu reabrir investigações em maio desse ano, mas sem resultados favoráveis até então, apesar da pressão de organizações como a Portas Abertas, que já encaminhou uma petição com cerca de 14 mil assinaturas cobrando uma resolução para o caso.

“Queridos amigos e companheiros de oração, obrigada por elevar a família Koh em suas orações. Somos gratos por seu contínuo suporte e encorajamento”, disse Susanna Koh em um comunicado, segundo a Portas Abertas.

“Já faz mais de 615 dias que o pastor Raymond foi sequestrado. Até agora não recebemos nenhuma notícia do novo governo, apesar de termos contatado várias pessoas e de a polícia ter sido instruída a manter a família atualizada”, disse ela.

Susanna destacou a possibilidade de um acusado que está sendo investigado, Datuk Awalludin Jadid, confessar todo o esquema, uma vez que se encontra com uma enfermidade grave.

“O inquérito público da Suhakam está chegando ao fim e a última testemunha é Datuk Awalludin Jadid, que foi apontado pelo denunciante como a pessoa que comandou a operação. Ele está muito doente com câncer e se encontra de licença médica até o final de novembro. Por favor, orem para que ele seja constrangido a falar a verdade”, explicou Susanna.

Apesar do momento de profunda angústia, Susanna ainda pontuou que isso tem estreitado o seu relacionamento com Deus, pois lhe fez aprender a necessidade de perdoar os que ela desconfiou de participar do sequestro do seu marido.

“Jesus nos ensinou a perdoar nossos inimigos e orar por aqueles que nos perseguem. Não foi fácil, mas eu tive que me arrepender das minhas atitudes erradas em relação à polícia”, disse ela, que por fim demonstrou estar confiante em Deus, uma vez que já fez todo o possível para encontrar o destino do pastor Raymond Koh.

“Nós já tentamos tudo o que era humanamente possível e só podemos deixar tudo nas mãos de Deus”, disse ela. “Nós confiamos nossa causa ao justo juiz do céu e da terra. Deus sabe e está no controle de tudo”.

Cresce o número de suicídios na Venezuela

Houve um aumento recorde dos casos de suicídio entre os venezuelanos. A situação tem assustado e desgastado os médicos que trabalham no hospital universitário de Mérida. O Estado tem cerca de 1 milhão habitantes, e só no ano de 2017, essa região já apurou mais de 19 suicídios a cada 100 mil habitantes.

Em nível de comparação, nos Estados Unidos, o número de suicídio anual é de 16 (em média) a cada 100 mil americanos. “Vivemos entre o terror e a impotência”, disse Ignacio Sandia, chefe do departamento de psiquiatria. O médico considera “aterrorizante” esse quadro e lamenta não poder fazer mais nada para ajudar as pessoas que são mais afetadas pela crise no país.

Na grande Caracas, houve 131 suicídios entre junho e julho, de acordo com um documento da polícia investigativa nacional, obtido pela Bloomberg News. Isso implica um total, neste ano, de 786 só na capital.

Mérida antes e depois da crise

Esse Estado é um pouco menor que Connecticut (EUA). Já foi muito conhecido por suas cidades agrícolas tranquilas e picos cobertos de neve. Além de ter sido o maior centro estudantil e turístico do ocidente venezuelano.

Hoje, a sede da prestigiosa Universidade de Los Andes, perdeu seus estudantes. Eles foram embora e levaram também o otimismo contagiante dos jovens.

Turisticamente, a maior atração é o teleférico mais alto e o segundo mais longo do mundo. Mas a triste situação não atrai mais os estrangeiros. Atualmente, os apagões perturbam a região. A escassez de gasolina e de transporte público obriga os moradores a pegar carona nas ruas repletas de lixo.

Silêncio das autoridades

O governo autocrático do presidente Nicolás Maduro, que costuma ficar em silêncio, não tem sido transparente em relação às mortes. Assim como com as estatísticas de inflação, homicídios e HIV.

Os últimos dados confiáveis do Instituto Nacional de Estatísticas da Venezuela são de 2012. Há 6 anos, todo o país teve 788 suicídios. Nos últimos anos, porém, esse tipo de morte tem se tornado comum numa população assolada pela hiperinflação, fome e emigração em massa.

O sistema público de saúde culpou a falta de remédios antidepressivos e ansiolíticos. Especialistas dos serviços de saúde mental também apontam para a solidão que as pessoas sentem à medida que os entes queridos vão embora. “Uma sensação de desesperança toma conta e as pessoas vêm que não há saída”, concluiu a psiquiatra Minerva Calderón, de Caracas.

Ateus tentam impedir oração, comunidade responde com campanha “Nós Cremos”

O caso aconteceu no final do mês passado, mas o debate continua na cidade de Locust Fork, Alabama (EUA). Antes das partidas do time de futebol da escola pública, a oração do Pai Nosso sempre era feita pelos jogadores à beira do campo e transmitidas pelo sistema de alto-falantes.

A Freedom From Religion Foundation, grupo ateísta militante, ameaçou entrar na justiça contra a escola por permitir manifestações religiosas em espaços públicos. A direção da Locust Fork High School anunciou então que a tradição chegaria ao fim.

Contudo, a comunidade local, formada majoritariamente por cristãos, decidiu não se dobrar. Pais dos alunos criaram a campanha “We Believe” [Nós Cremos] e mandaram confeccionar camisetas verdes com essa frase na frente e os versos do Pai Nosso, de Mateus 6, nas costas.

Eles passaram a ir aos jogos vestindo-as e a fazer a oração mesmo sem a transmissão nos alto-falantes da escola. Foi uma forma pacífica de protestar contra a decisão da diretoria. Em diversos jogos era possível ver uma “onda verde” se levantar antes do início das partidas e orar espontaneamente.

Gregg Armstrong, pai de um dos alunos, disse que foi um momento emocionante. Ele é o ministro da música da Igreja Batista de Locust Fork e conta que várias igrejas aderiram. A Igreja Batista da Graça, a Igreja Metodista Unida, a Igreja Batista em Pine Bluff e a Igreja Batista Edgewood financiaram a produção de 1000 camisetas que foram distribuídos ao público.

Não foi o suficiente. No jogo do dia 22, contra a equipe de Pennington, “havia cerca de 300 ou 400 pessoas que não conseguiram uma camiseta e queriam uma”. Agora eles estão produzindo mais um milhar e vendendo pelo preço de custo aos interessados.

A movimentação atingiu estabelecimentos comerciais, que começaram a fazer camisetas semelhantes, conta Amanda Moore, proprietária da Serigrafia Manda.

Logo depois que a escola anunciou que não haveria mais oração, ela começou a receber encomendas de camisetas com o Pai Nosso de pais de alunos das outras escolas da cidade e até de cidades vizinhas. “Vou vendê-las enquanto as pessoas continuarem procurando por elas”, assegura.

A ação dos ateus é contra a escola, mas não pode impedir manifestações espontâneas das pessoas. Armstrong disse que eles vão continuar a recitar a oração do Pai Nosso em todos os jogos da temporada. “Espero que o que fizemos honre ao Senhor. Era uma tradição fazer uma oração transmitida pelos alto-falantes, mas às vezes novas tradições são criadas e se tornam maiores que as do passado.”

Igrejas viram centro de abrigo para muçulmanos, após terremoto na Indonésia

Na última semana de setembro, uma série de terremotos que atingiram 7.4 na escala Richter abalou a ilha indonésia de Sulawesi, seguido por um tsunami. Enquanto a população local ainda contava os mortos, o vulcão local entrou em erupção.

A sequência de desastres naturais já deixou mais de 1.500 vítimas. Minoria perseguida no maior país muçulmano do mundo – 200 milhões de habitantes – os cristãos estão abrindo as igrejas para cuidar dos sobreviventes que perderam tudo.

Dezenas de milhares de pessoas acabaram desabrigadas após os desastres. Um grande número de casas foi “engolido” pela terra ou desabou. Além do governo, organizações como a Cruz Vermelha criaram campos para atender os deslocados, mas não foi o suficiente.

Pastores das igrejas locais decidiram abrir as portas dos seus templos para oferecer alimentos, cuidado médico e também abrigo para todos, independentemente de religião.

De acordo com a Christianity Today, líderes evangélicos relataram que 86 igrejas em Palu, cidade mais atingida, são agora “centros de ajuda”. “A maioria dos refugiados eram muçulmanos. Estamos oferecendo apoio materialmente e psicológico”, explicam Yuberlian Padele, Ika Kulas e Set Tolage, que lideram a iniciativa.

A maioria dos prédios eclesiásticos sofrem apenas algumas rachaduras e são considerados seguros. “O pátio das igrejas tornou-se um refúgio seguro para milhares de pessoas que ainda não sabem o que fazer”, disseram eles. Além de pessoas acampadas no seu terreno e dormindo nas dependências, alguns templos estão servindo como cozinhas comunitárias, oferecendo refeições gratuitas.

Não há previsão de quando os deslocados ficarão nessa situação, uma vez que o governo não apresentou planos de reconstrução. Segundo a Cruz Vermelha da Indonésia, trata-se de uma das maiores tragédias que o país já viu, comparável ao tsunami de 2004.

A tragédia de setembro vitimou 200 cristãos que estavam no Centro de Educação e Treinamento (Pusdiklat) do Sínodo das Igrejas Protestantes. O local foi engolido pela lama e o prédio desapareceu completamente. No local, 240 pessoas, incluindo muitas crianças, realizavam um acampamento bíblico. Apenas 23 alunos sobreviveram. Segundo testemunhas, o desabamento ocorreu em segundos, sendo tragado pela terra.

Os pastores de Sulawesi estão pedindo que os cristãos do mundo todo orem pela situação enquanto eles procuram dar testemunho do evangelho em palavras e ações. Palu foi invadida por saqueadores violentos e a criminalidade está em alta. Existem milhares de pessoas sem acesso a necessidades básicas como comida, água e gás.

Piper orienta como os pais devem ensinar os filhos: “Trate a Bíblia como autoridade absoluta”

Considerando o avanço de uma cultura cada vez mais relativista e a dificuldade de muitos pais em lidar com a educação dos seus filhos, o pastor e renomado autor John Piper deu algumasorientações sobre a maneira como devemos educar nossas crianças e adolescentes.

“Procure ser totalmente autêntico em seu amor por Cristo, sua alegria nele e seu deleite em seus caminhos. Você não pode forçar a satisfação de uma criança em Deus quando não parece que o Senhor está satisfazendo mamãe e papai”, disse Piper.

A declaração do pastor foi resultado do questionamento de uma mãe em seu programa de rádio. Piper enfatizou que devemos vivenciar o Evangelho diariamente, transformando o ensino da Bíblia em testemunho através do nosso comportamento.

John Piper explicou que os pais devem incluir referências da Bíblia e agradecimentos a Deus a todo momento, “saturando” os filhos com a Palavra. “Sature sua família com as Escrituras. Fale sobre isso de manhã, tarde e noite”, disse ele, destacando o texto de Deuteronômio 6:7-8.

“Fale sobre isso quando você se levantar, quando fizerem as refeições, quando estiverem no carro. Fale sobre a palavra de Deus, e procure ajudar seus filhos a entenderem isso”, completa.

Autoridade absoluta da Bíblia

Outro ponto bastante importante ressaltado por Piper foi o lugar na Bíblia no ensino familiar. Por conta de algumas correntes teológicas liberais, a Palavra de Deus tem sido relativizada por certos líderes, fazendo com que muitos fiéis percam o Evangelho como referência de suas vidas.

“Trate a Bíblia como a autoridade absoluta em sua vida. Ore para que as crianças cresçam acreditando que este livro é a mais alta autoridade no universo sob Deus”, disse Piper. “Lembre sempre aos seus filhos que Cristo morreu pelos pecadores, e que Ele nos oferece uma maneira de restaurar a comunhão com Ele mesmo quando falhamos”.

Por fim, John Piper também ressalta a importância do relacionamento entre pais e filhos, explicando que a confiança e intimidade são pilares de um bom diálogo, mas que isso deve ser conquistado, também, através do saber ouvir.

“Pergunte coisas além do que um breve ‘como vai você?’ Fique sozinho com eles em algum ambiente que estejam confortáveis e ouça o coração deles, conheça seus sentimentos, seus medos, suas esperanças, os desafios que sentem na escola. Não se contente com uma resposta simples e superficial”, conclui o pastor.

“Meu pai me estuprou, inúmeras vezes”, testemunha Joyce Meyer em novo relato

Um testemunho impactante da escritora e evangelista Joyce Meyer continua servindo para tocar milhares de vidas ao redor do mundo. Ela precisou superar o trauma do abuso sexual cometido pelo próprio pai, inúmeras vezes ao longo da sua juventude, e hoje conta como Deus lhe fez entender um propósito que parece estar além do entendimento humano.

“Meu pai me estuprou, inúmeras vezes, pelo menos 200 vezes. Não havia lugar onde eu me sentisse segura, crescendo”, disse ela na primeira vez que revelou os abusos que sofreu durante toda a juventude. Na ocasião, Meyer explicou que a sua mãe não teve forças para lidar com a situação.

“Literalmente, o que ele fez foi me estuprar, toda semana, pelo menos uma vez por semana, até os 18 anos. Meu pai, o homem em quem eu deveria confiar, que deveria me manter seguro, foi aquele que me estuprou um mínimo de 200 vezes”, detalhou ela.

Agora Meyer falou novamente sobre o assunto, porém, ressaltando como Deus aos poucos foi trabalhando em sua mente e coração, para lhe fazer compreender o que ocorreu por outra perspectiva.

“Onde estava Deus enquanto tudo aquilo acontecia? Vamos falar sobre isso por um minuto”, propôs Meyer abertamente em sua pregação. “Eu não posso explicar isso para você em minha mente … Eu sei que Deus não me tirou daquela situação, mas Ele me deu forças para passar por aquilo. Na verdade, Deus tinha um plano”, disse ela.

Uma das pregadoras mais lidas no meio evangélico da atualidade, Meyer explicou que aos poucos entendeu que não deveria pensar mais que “não deveria ter vivido aquela situação”. Ela deixou de questionar a existência do ocorrido, para aceitá-la como um propósito de Deus.

“Cerca de três anos atrás, eu disse isso: ‘Mas é claro que eu gostaria de não ter sido abusada’, e Deus me fez parar e refletir. Ele disse: ‘Pare de dizer isso’. E então eu pensei sobre isso e, hoje sei que isso parece loucura, mas estou feliz que tenha acontecido. Você sabe por quê? Porque eu sou uma pessoa melhor agora, melhor do que eu jamais teria sido”, disse ela.

“Eu não sei como tirar algum sentido disso, mas eu sei que Deus me redimiu. Ele tomou o que Satanás quis usar para o meu mal e resolveu isso para sempre”, disse ela, segundo a CBN News, levando os ouvintes às lágrimas.

Perdão e recuperação

Joyce Meyer revelou em outra ocasião que o seu pai lhe pediu perdão pelos abusos. Antes disso, porém, ela havia cuidado dele e da sua mãe quando idosos. Após ela ter lhe perdoado, ele aceitou a Cristo e foi batizado posteriormente.

A evangelista disse que o fato de hoje pregar para multidões e ser ouvida faz parte desse plano. O seu testemunho, consequentemente, está agora fazendo sentido ao ser utilizado como instrumento para impactar milhares de vidas.

“Hoje eu sou mais forte. Eu conheço mais a Deus. Eu entendo a dor das pessoas. E eu acredito que isso me possibilitou alcançar você em sua dor e sua necessidade e dizer a você com toda a minha paixão, que Deus está vivo”, disse ela.

“Você pode se recuperar? Você está olhando para alguém que se recuperou. Amém? Você está olhando para a prova viva, a evidência de que é possível se recuperar”, disse ela. “Não há poço tão profundo que Ele não possa descer e te tirar de lá”, conclui a autora.

Igreja faz culto ao ar livre após templo ser destruído em incêndio: “Deus tem um plano”

Um incêndio que terminou destruindo completamente o templo da Igreja Batista Missionária, na Carolina do Norte, Estados Unidos, está colocando à prova a fé dos membros da congregação, ao mesmo tempo que está provando a providência de Deus diante das adversidades, mediante a mobilização de toda a comunidade cristã.

Segundo informações do site WAY 31, o prédio foi destruído pelo fogo na última terça-feira (21). Até agora não foi descoberto um motivo aparente para explicar a origem do incêndio. Ninguém estava no templo no momento em que o acidente aconteceu.

“Eu preciso liderar esta igreja, mas estou lutando e orando, pedindo a Deus por graça suficiente para nos levar para fora daqui”, disse o pastor da congregação, Daryl Ross. Ele disse que ainda está se recuperando do choque, uma vez que, segundo o Corpo de Bombeiros, nada do templo poderá ser recuperado, nem mesmo partes da estrutura.

O pastor entende que alguns acontecimentos não carecem de uma explicação espiritual, mas que todos estão sob o controle de Deus. “Ele [Deus] não colocou isso sobre nós para nos punir, as coisas simplesmente acontecem”, disse o pastor, ressaltando que a falta de um espaço físico não impedirá a reunião dos membros.

“Eles sempre me perguntam ‘pastor, podemos nos reunir lá fora?’. Portanto, se o tempo permitir, teremos um culto aqui, do lado de fora. Haverá 125 pessoas esperando para ouvir a Palavra de Deus”, disse Ross, referindo-se aos membros.

A comunidade cristã, tanto os vizinhos da igreja quanto líderes de outras denominações evangélicas estão se mobilizando para ajudar a Batista Missionária, como explicou o diácono Tom Ellenburg. Segundo ele, igrejas situadas da região de de Cullman County já entraram em contato oferecendo seus templos.

“Uma igreja, na verdade, construiu recentemente um novo santuário. Seu antigo santuário não está mais sendo usado agora. É a Union Hill Methodist Church”, disse Ellenburg, citando uma alternativa para os membros da Missionária, que foi fundada em 1857 e já estava na quarta geração de templo construído no local.

Para os membros, o mais importante é compreender o que Deus fará a partir de então. Eles tentam enxergar com esperança o acontecimento, certos de que haverá providência. “Mesmo que não possamos ver, eu sei que Deus tem um plano e Ele vai cuidar de nós, independentemente de qualquer coisa”, disse  Katie Beam, uma das fiéis.

 

Famílias cristãs iraquianas estão retornando ao lar

Quase nove mil famílias já retornaram para suas cidades e vilarejos na planície de Nínive. A maioria para as cidades de Qaraqosh (5700 pessoas) e Bartella (1290). Mais de mil casas já foram restauradas até o final de julho.

Ainda há muito trabalho a ser feito e a reforma da infraestrutura é um processo lento. Os investimentos são altos, porém ajudariam a estimular a economia local, fazendo com que floresça novamente.

Além dos episódios de guerra e da perseguição religiosa, agora os cristãos que voltaram para a planície de Nínive precisam lidar com a falta de emprego. O parceiro da Portas Abertas que atua na região, precisa de estratégias para dar início a novos negócios que possam gerar trabalho e rentabilidade.

As igrejas também necessitam de recursos para motivar os jovens a continuar nas cidades e vilas. A Portas Abertas pede orações pelos cristãos iraquianos e para os parceiros e líderes locais que estão envolvidos nesse processo.

 

15 pastores mortos e pelo menos 19 igrejas destruídas por islâmicos na Etiópia

A situação dos cristãos na fronteira da Etiópia com a Somália se agravou muito este mês. Relatórios iniciais apontam que 15 pastores foram mortos e pelo menos 10 igrejas ortodoxas queimadas ou vandalizadas, além de nove igrejas evangélicas destruídas. O número de mortos pode chegar a 50 na região.

O patriarca Matias e o Sínodo da Igreja Ortodoxa Tewahido da Etiópia fizeram uma campanha de 16 dias de jejum e oração, clamando por paz. O primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, visitou a área e prometeu agir.

Embora o governo fale em “conflitos étnicos”, os ataques aos cristãos partiram das milícias Liyu, formada por muçulmanos que querem a independência do que chamam de “território Somali da Etiópia”. Com mais de mil quilômetros de extensão, é uma zona de conflito por terras de pastoreio e petróleo.

Por conta do conflito armado político/religioso, cerca de um milhão de pessoas já abandonaram a área desde abril.

O World Watch Monitor, que acompanha casos de perseguição aos cristãos em todo o mundo, relata que em junho, 20 cristãos foram mortos na região fronteiriça. O motivo dos ataques foi porque cristãos se opuseram à instalação de um monumento em homenagem a um proeminente líder muçulmano.

“Tensões semelhantes estão ocorrendo sob a superfície em outras partes do país”, disse a fonte do World Watch Monitor. “Nós sabemos de lugares onde os muçulmanos expulsaram os cristãos de suas casas. E embora esse seja tratado como disputa étnica por alguns meios de comunicação e observadores, é claramente uma questão religiosa”.