Ao Olhar de Deus – Pr Gean Carlos

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Maturidade – Pr André Oliveira

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Imagem de Deus – Pr Gean Carlos

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Após militância LGBT influenciar mudança doutrinária, Igreja Anglicana celebra primeiro ‘casamento gay’

A secularização das Igrejas Anglicanas na Europa segue a todo vapor, e pela primeira vez na história, uma cerimônia de união homossexual foi realizada em um templo da denominação na Escócia.

Os homossexuais Peter Matthews e Alistair Dinnie se tornaram os primeiros a oficializarem sua união em uma cerimônia realizada em uma Igreja Anglicana no Reino Unido. O “casamento gay” aconteceu em Edimburgo, com aprovação da Igreja Episcopal Escocesa e comemoração por parte dos ativistas gays.

Os jornais The Times Scotland e Telegraph repercutiram o fato anunciando que desde que a cerimônia foi realizada, no começo de setembro, outros homossexuais oficializaram suas uniões em templos cristãos das cidades de Glasgow e Moray.

O reverendo Markus Dunzkofer afirmou à BBC que era “um privilégio e uma honra” celebrar a união de Peter e Alistair, já que a permissão havia sido dada desde a alteração da lei canônica da Igreja Episcopal durante o Sínodo Geral em Edimburgo, realizado em junho.

“Estou encantado que os dois se uniram e tiveram o casamento na igreja. O amor que eles têm um pelo outro é bastante óbvio. Ele não alimentou apenas a mim, mas a muitos membros da congregação. São membros muito ativos e solidários da igreja. Não estaríamos onde estamos sem eles”, acrescentou o reverendo Dunzkofer.

A mudança nas regras da igreja só foi implementada porque os membros votaram pela retirada da cláusula doutrinária que estipulava o casamento apenas como a “união de um homem e uma mulher”. Agora, o texto diz que “o clero que não desejar presidir casamentos do mesmo sexo, não será obrigado a fazê-lo contra a consciência”.

No entanto, a mudança não é do agrado de todos na Igreja Episcopal Anglicana. O secretário geral da Comunhão Anglicana, Josiah Atkins Idowu-Fearon – que teve o nome omitido pela reportagem do Telegraph – destacou que a decisão “está em desacordo com a posição da maioria de que o casamento é a união ao longo da vida de um homem e uma mulher”.

 

Veja publica artigo com discriminação a evangélicos: “Gente incômoda”; Pastores reagem

Ao longo do texto, Guzzo dispara contra os evangélicos de forma generalizada e expõe toda sua irritação com a liberdade religiosa, aparentando apoiar o fim desse direito. A certa altura, suas palavras tomam uma conotação ainda mais preconceituosa: “Esse povo, em grande parte do ‘tipo moreno’, ou ‘brasileiro’, vem sendo visto com horror crescente pela gente de bem do Brasil”, escreveu o jornalista, sugerindo de forma pejorativa um estereótipo racial para os fiéis.

Na vião de J. R. Guzzo, a “gente de bem” não são necessariamente classificadas por sua honestidade e conduta irrepreensível. Ele explica: “Sabe-se quem são: os mais ricos, mais instruídos, mais viajados, mais capacitados a discutir política, cultura e temas nacionais. São geralmente descritos como esclarecidos, liberais, intelectuais, modernos, politizados, sofisticados e portadores de diversas outras virtudes. Toda a esquerda nacional, por definição, está aí dentro”, argumenta.

O “gente de bem”, na visão de J. R. Guzzo, seria o oposto do que são os evangélicos, e o jornalista não se contenta com pouco no que se refere à crítica a esse setor da sociedade: “Retrógrados, reacionários, repressores, fascistas e inimigos da democracia. Já foram condenados como machistas, homofóbicos e fanáticos”.

Indo além, o colunista da revista Veja diz que o que torna os evangélicos incômodos “está nas suas convicções como cidadãos”. Sem falar francamente, Guzzo dá indícios de quais pontos o incomodam na forma de ver, ser e pensar dos evangélicos: a oposição ao “progressismo”, à relativização de valores e a desidratação da família como instituição.

Resposta

A reação à postura do jornalista foi automática da parte de fiéis, nas redes sociais, e lideranças religiosas de diversas denominações. O deputado Ezequiel Teixeira (Podemos-RJ); o apóstolo Rina, da Igreja Bola de Neve; e o pastor e escritor Asaph Borba foram alguns dos que repudiaram as colocações do jornalista.

Teixeira – que também lidera o Ministério Projeto Vida Nova – destacou que o artigo publicado pela Veja é uma incitação ao “ódio a pessoas que são pacíficas e estão na vanguarda dos princípios e valores éticos desta nação”.

O deputado afirmou que os evangélicos realmente são um “povo que incomoda”, porém só se sentem incomodados os que se opõem à moralidade: “Somos um povo que verdadeiramente luta pelos valores da família, contra o lixo moral e a pedofilia. E nós vamos continuar incomodando, doa a quem doer”, avisou o parlamentar.

Rina levantou questões sobre o objetivo do jornalista e da revista com o artigo: “Por que o esforço em ridicularizar um povo que só promove o bem e o amor ao próximo, que atua diariamente e longe dos holofotes e do reconhecimento da mídia, a serviço das reais necessidades da sociedade, que inspira o altruísmo, ensina valores e princípios morais e éticos, como honestidade, integridade e lealdade, que recupera e reintegra vítimas das drogas e de tantas outras mazelas?”, questionou.

“Porque esse povo não concorda com a agenda de destruição da família? Porque são os poucos que se opõe? Onde está a liberdade de expressão que tanto se defende?”, contrapôs o apóstolo da Bola de Neve, em sua coluna no portal Guia-me.

“Numa democracia todos são livres para expressar e defender suas ideias e ninguém é obrigado a concordar com elas. Estamos incomodando? E aí vale usar termos preconceituosos na tentativa de desqualificar os cristãos diante do restante da sociedade? Como se não houvesse contribuição nenhuma dessa parcela da população na construção e evolução da nação? Aqui estão alguns morenos, dessa ‘incômoda religião’, que segundo a matéria, se tornou um ‘problema sem solução’”, acrescentou.

Asaph Borba pontuou que Guzzo foi infeliz de diversas formas: “Como evangélico e jornalista, quero dizer que o artigo é muito mal escrito, pois é confuso em sua abordagem e, comete erros básicos, como se referir ao público em questão com termos discriminatórios de raça e cor e ainda com uma conotação pejorativa”, pontuou.

“O articulista não deixa claro quais são as pessoas de bem a quem os evangélicos tanto perturbam. Fico livre, então, para imaginar quem seriam esses baluartes da honestidade e da intelectualidade que estão perturbados pelo aumento da fé evangélica. Quem são os políticos preocupados com o aumento da bancada evangélica? Essa gente ‘de bem’, por certo, deve ser a elite que cuida e direciona a educação e a cultura brasileira e quer impor goela abaixo da população suas práticas liberais, contrárias à Palavra de Deus, e que não são defendidas pelos evangélicos”, criticou Borba.

Lenda do rock deixa a homossexualidade e prega contra a ideologia de gênero: “Deus fez homens e mulheres”

Richard Wayne Penniman é um senhor de 84 anos que prega contra a ideologia de gênero e vê a homossexualidade como um pecado que inverte o propósito de Deus. Descrito dessa forma, ele poderia ser compreendido como algum evangélico conservador com décadas de igreja, mas trata-se do oitavo maior artista da música de todos os tempos, ex-homossexual.

Little Richard é uma lenda no rock, construiu uma carreira sólida e amplamente produtiva em termos de composições. Teve canções gravadas por Elvis Presley e outros artistas, além de cravar outras entre as mais marcantes da música norte-americana. A vida toda se apresentou publicamente como homossexual, e suas performances exibiam trejeitos afeminados.

Em 2012, já aos 79 anos, dizia ser um “pansexual”, uma pessoa com atração por todos os sexos e orientações sexuais. Chegou a dizer que o sexo era como um rodízio: “Nós somos todos homens e mulheres. O sexo para mim é como um smorgasbord (refeição de múltiplos pratos do tipo buffet típica da Suécia). O que eu quiser, eu sou. Qualquer tipo de sexo. Eu sou pansexual”, declarou.

Em 1995, Little Richard concedeu uma entrevista à revista Penthouse que a homossexualidade era aceita por Deus, e a reprovação a isso era ódio: “Fui gay toda a minha vida e sei que Deus é um Deus de amor, não de ódio”, afirmou, citando que foi o terceiro de 12 filhos e que seu pai o colocou para fora de casa por ser quem ele era: “Ele disse que queria sete garotos, e que eu tinha arruinado isso porque eu era gay”.

Agora, uma mudança radical no modo de pensar de Little Richard foi exposta ao mundo numa entrevista concedida à emissora Three Angels Broadcast Network (3ABN). “Entregue tudo o que você tem a Jesus e você se sentirá muito melhor”, disse o músico ao entrevistador Danny Shelton.

Líder muçulmano ressuscita após experiência sobrenatural com Jesus, se converte e passa a evangelizar

O testemunho de conversão de um imã muçulmano ao Evangelho envolve uma experiência sobrenatural e sua ressuscitação momentos antes do enterro. O relato do caso foi feito por missionários da Bibles 4 MidEast.

Identificado pelo nome fictício de Munaf Ali, por razões de segurança, o imã de 46 anos liderou por muito tempo uma mesquita na região onde vivia, e certo dia recebeu a visita de um grupo de missionários em sua casa, e ouviu deles a mensagem do Evangelho, contrariado.

Quando os missionários da Bibles 4 MidEast deixaram o local, Munaf expressou toda sua fúria com aquela situação e planejou um ataque aos cristãos. Para tanto, reuniu uma turba de extremistas muçulmanos que frequentavam sua mesquita e foi até o local onde o grupo estava baseado, com gritos de “Allahu Akbar” (“Alá é grande”, em árabe).

Ao chegarem no destino, no entanto, não encontraram ninguém e assim o protesto se dispersou. Poucos dias depois, Munaf estava no caminho de volta para sua casa após ter liderado a tradicional oração de sexta-feira na mesquita quando desmaiou. Nesse momento, passou a ter visões de demônios que o cercavam para “levar sua alma”.

Essa experiência foi relatada por Munaf aos missionários posteriormente. Ele contou que no meio do tumulto, enquanto os demônios tentavam matá-lo, Jesus apareceu acompanhado por um exército de anjos, afugentando os demônios, e oferecendo a ele uma oportunidade de redenção.

O primeiro Adão desobedeceu a Deus e pecou sob influência de satanás. Eu sou o segundo Adão, a Palavra de Deus, o Messias, Filho do Altíssimo. Eu nasci sem pecado para redimir o primeiro Adão e todos os seus descendentes, inclusive você. Tenha fé em mim e seja minha testemunha. Eu darei sua vida de volta, pois tenho autoridade para dar vida”, disse Jesus a Munaf durante essa experiência.

Porém, as visões não foram apenas um momento de inconsciência: Munaf foi encontrado caído e dado como morto. Seus parentes já haviam levado seu corpo para ser preparado para a cerimônia de velório e sepultamento, quando ele voltou à vida, assustando todos os presentes.

Em meio àquele tumulto, Munaf tentou explicar o que havia acabado de vivenciar, a mensagem que tinha recebido e o significado do Evangelho aos parentes, mas a reação de todos foi achar que ele estava louco.

Nas semanas que se seguiram a esse episódio, Munaf continuou a falar sobre Jesus ao parentes e amigos, dizendo que havia se transformado em um cristão, já que tinha crido no Evangelho e reconhecido o nazareno como Filho de Deus e Salvador.

O resultado de tudo isso é que Munaf passou a ser perseguido pelos antigos amigos, foi destituído da posição de imã e removido da liderança da mesquita. Assim, ele agora se dedica a evangelizar, apesar das perseguições, todas as pessoas da comunidade, assumindo a liderança de uma nova igreja local.

 

O QUE EU ERA E O QUE EU SOU AGORA – Estudo para Células nº 04/10

Estudo para Células nº 04/10

“O QUE EU ERA E O QUE EU SOU AGORA”

Texto: Salmo 14:2,3 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Preciso ter conhecimento da minha verdadeira posição em Cristo. Antes, eu era escravo dos meus próprios desejos, hoje sou controlado pelo Espírito Santo de Deus.

1º) Ele se fez filho do homem, para que eu me tornasse filho de Deus: Gl. 4:4 e Jo. 1:12.

2º) Ele participou da minha natureza humana para que eu fosse participante da sua natureza divina: Fl. 2:6,7 com 2Pe. 1:4.

3º) Ele se tornou em tudo semelhante a mim, para que eu me tornasse em tudo semelhante a Ele: Hb. 2:17 com Rm. 8:29.

4º) Ele recebeu a minha punição, para que eu fosse perdoado: Is. 53:3,4.

5º) Ele foi ferido, para que eu fosse sarado: Is. 53:4,5.

6º) Ele se fez pecado, para que eu fosse feito justiça de Deus: 2Co. 5:21.

7º) Ele morreu a minha morte, para que eu recebesse a sua vida: Hb. 2:9.

8º) Ele se fez maldição em meu lugar, para que eu fosse participante da benção:Gl. 3:13.

9º) Ele se fez pobreza para que eu compartilhasse da sua abundância: 2Co. 8:9 e 9:8.

10º) Ele sofreu a minha vergonha, para que eu participasse da sua Glória: Mt. 27:35,36.

11º) Ele sofreu rejeição para que eu tivesse a sua aceitação com o Pai: Mt. 27:46 e Ef. 1:5.

12º) Ele foi cortado pela morte, para que eu fosse unido à Deus para sempre: Is. 53:8.

13º) Ele tomou o meu corpo humano, para me dar o seu Espírito Divino: Hb. 10:5 e At. 5:32.

14º) Meu velho homem morreu com Ele,para que eu ande com Ele em novidade de vida e o novo homem em mim se manifeste: Rm. 6:6; Cl. 3:9,10.

Conclusão: tome hoje, a sua posição real em Cristo e viva a unção de conquista e multiplicação que o Senhor te deu.

ENFRAQUECIMENTO ESPIRITUAL – Estudo para Células nº 03/10

Estudo para Células nº 03/10

“ENFRAQUECIMENTO ESPIRITUAL”

Texto: Hebreus 12:1-3 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: O que é enfraquecimento espiritual? O que causa o enfraquecimento espiritual? Como voltar a ser forte espiritualmente novamente?

1º) O que causa o enfraquecimento espiritual?
1.1: deixar de olhar para Jesus: Hb. 12:2;
1.2: perda da simplicidade do evangelho: Rm. 14:13-20;
1.3: perda do discernimento espiritual: Gn. 2:22-25; Gn. 3:1-10.

2º) Qual o comportamento do fraco espiritual?
2.1: ira, nervosismo, rosto diferente, fuga, críticas: Gl. 5:16;
2.2: desconfiança espiritual: Tg. 3:1-10;
2.3: perda do compromisso, responsabilidade, temor, fé: 2Tm. 4:10;
2.4: apego às coisas materiais: Pv. 11:24-28.

3º) Por quê acontece o enfraquecimento espiritual?
3.1: más companhias: pv.13:20; 1Jo.4:1;
3.2: inveja, ciúmes, pecados ocultos: Sl. 66:18; Sl 32:1-5;
3.3: desobediência a Deus: 1Sm. 15:23.

4º) Quem tira proveito do enfraquecimento espiritual?
4.1: o diabo, os demônios : 1Pe. 5:8; Tg. 4:7;
4.3: as falsas religiões: 1Pe. 3:15;
4.4: incrédulos que não querem Jesus: Hb. 12:1,2;
4.5: “crentes” frios e rebeldes: 1Co. 3:1-3.

5º) Quem é atingido com o enfraquecimento espiritual?
5.1: Deus (Pai, Filho Jesus Cristo e o Espírito Santo) 1Co. 15:58;
5.2: líderes da igreja (pastor, líderes de células e de macro-células): Fp. 2:25-30; Cl. 4:12;
5.2: a igreja; família; sociedade: Hb. 10:25.

6º) Como voltar a ser forte espiritualmente?
6.1: perdão e arrependimento: Sl. 32 (todo o salmo);
6.2: tomar sua posição em cristo: Ap. 2:1-5;
6.3: congregar; dizimar; ofertar: Mt. 22:23; Ml. 3:8-12;
6.4: praticar a palavra: Tg. 1:22;
6.5: orar e jejuar: Lc. 18:1; 1Ts. 5:17; Mt. 26:41;
6.6: fortalecer a célula principal, que é a família: 1Pe. 3:1-7;
6.7: pagar todas as dívidas: Rm. 13:8;
6.8: tomar cuidado com as palavras: Mt. 12:36,37;
6.9: andar só com sábios espirituais:Pv. 13:20;
6.10: não ignorar a batalha espiritual: Ef. 6:10-18;

Conclusão: todo nós, cristãos, passamos por provas e lutas e devemos tirar proveito para nossa edificação espiritual. Determinadas batalhas só servem para nosso fortalecimento espiritual. Não adianta se desviar do Senhor e da Igreja. Não adianta mudar de Igreja. É preciso mudar o nosso comportamento. Não adianta abandonar os cargos e posições. Não adianta fugir do compromisso. Quando se sentir fraco, confia no Senhor. Ne. 8:10 e Jl. 3:10.

PEQUENAS COISAS QUE PODEM TIRAR A NOSSA PAZ COM DEUS – Estudo para Células nº 02/10

Estudo para Células nº 02/10

“PEQUENAS COISAS QUE PODEM TIRAR A NOSSA PAZ COM DEUS”

Texto: Cantares de Salomão 2:15 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Nossa vida espiritual pode muito bem ser comparada a uma vinha que está em flor. As “Rapozinhas”, na verdade, são pequenas coisas, e às vezes, aos nossos olhos, coisas insignificantes, que, se não forem tratadas, danificarão as flores da vinha, impedindo nossa frutificação e multiplicação.

1º) Não podemos ignorar as pequenas coisas: Zc. 4:10;
2º) Nada começa grande, mas pequeno: 1Co. 5:6; Gl. 5:9;
3º) Cuidado para não tropeçar em pequenas coisas: Tg. 2:10; Jo. 11:19;
4º) Pequenas coisas atrapalham as grandes: 2Co. 11:3; 1Sm. 17:32-47;
5º) Pequenas coisas em cada discípulo se transformam em coisas gigantescas: Jz. 5:1-8; Jz. 3:7-11; Jz. 3:12-14;
6º) Pequenas coisas abrem legalidades à Satanás: 1Pe .5:8; Tg. 4:6-7; Jo. 13:21-30; Jo. 12:1-6;
7º) O diabo trabalha no sentido de derrubar o Cristão. Sua função é: roubar , matar, destruir: Jo. 10:10; Ef. 6:10-18.

Lista de pequenas coisas que podem tirar a nossa Paz:
1. Passar o sinal vermelho.
2. Assistir novelas ou filmes indecorosos.
3. Comer demais, beber muito café, beber muito refrigerante.
4. Gritar com os filhos.
5. Faltar nos cultos da igreja.
6. Não entregar ofertas para missionários.
7. Usar roupas provocantes.
8. Usar perfumes e cosméticos provocantes.
9. Discutir com o cônjuge e não pedir perdão.
10. Preguiça, dormir demais.
11. Criticar os patrões, chefes, a empresa, o Presidente, etc….
12. Não cumprimentar aos irmãos.
13. Não conservar limpa a casa.
14. Desanimar por qualquer coisa.
15. Perder oportunidades de falar de Jesus.
16. Criticar o tempo, murmurar por causa do calor, frio, chuvas.
17. Não querer andar a pé.
Lista de coisas mais graves:
1. Não orar, não ler a Bíblia.
2. Não falar de Jesus, não buscar o desviado.
3. Criticar a visão que Deus deu ao Pastor e à Igreja.
4. Não entregar o dízimo e as ofertas missionárias.
5. Fofocar, criticar, murmurar etc…
6. Faltar aos cultos constantemente.
7. Não respeitar nenhuma autoridade humana.
8. Falar mal da obra do Espírito Santo.
9. Brigar com o cônjuge e não se reconciliar.
10. Cobiçar o cônjuge alheio.
11. Não se reconciliar com o irmão.
12. Não pagar as dívidas, não dar justificativas.
13. Abandonar o chamado de Deus.
14. Voltar ao vício da mentira.
15. Voltar ao vício da masturbação.
16. Voltar a sentir rancor pelas pessoas .
17. Voltar aos traumas,complexos e problemas psicológicos.
18. Ignorar a batalha espiritual.
19. Achar que é mais espiritual que os demais
20. Não se esforçar para conhecer a Palavra de Deus.
21. Não

CURADOS PARA CONQUISTAR / Estudo para Células nº 01/10

Estudo para Células nº 01/10

“CURADOS PARA CONQUISTAR”

Texto: 2 Timóteo 2:4 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução:temos uma nação para conquistar; e há no exercito do Senhor muitos soldados feridos. Nestes dias o Senhor Jesus está levantando um exército curado, com capacidade e habilidade para invadir e conquistar almas para o Senhor.

1º) RETIRAR OS CONQUISTADORES DAS CAVERNAS:
1.1 – chamados da caverna: 1Sm. 22:1,2;
1.2 – tornando-se valentes: 2Sm. 23:8.

2º) SAIR DA MEDIOCRIDADE:
2.1 – ignorar os fatos: Jz. 6:11;
2.2 – não esconder mais: Jz. 6:11-16.

3º) SAIR DA INVEJA:
3.1 – aprender a se conformar com a vitória dos outros: 1Sm. 18:5-9;
3.2 – quando há interferência dos demônios: 1Sm. 19:8-10.

4º) TIRAR O ESPÍRITO DE GRANDEZA:
4.1 – tirar a idéia de que “sou o melhor”: Mt. 20:20-28;
4.2 – servir acima de tudo: Mt. 20:26-28.

Conclusão: Permita que o Espírito Santo possa curar a tua alma, transformando-o em um soldado curado e preparado para conquistar almas para o Senhor Jesus.
20

VENCENDO O ENGANO – Luciano Subirá

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Quem é Jesus para mim? Pr Gean C. Souza

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Uma nova história – Pr Gean C. Souza

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“Diabo” desfila em igreja evangélica de Londres

A designer turca Dilara Findikoglu apresentou sua coleção Primavera/Verão 2018 na London Fashion Week esta semana. Para surpresa de muitos, ela escolheu montar a passarela dentro da igreja anglicana Saint Andrew, no centro de Londres.

Para o observador atento, o desfile acabou revelando diversas referências à missa negra praticada pelos satanistas. A título de decoração, o altar da igreja foi ornado com simbolismo ocultista, que lembra lojas maçônicas. Entre os pilares está a letra G dentro de um pentagrama invertido. Também pode ser notado a presença do “olho que vê tudo” dentro de um hexagrama.

O piso do templo se transformou em passarela, por onde passaram modelos que ostentavam no rosto símbolos reconhecidamente ligados ao ocultismo e o satanismo, incluindo cruzes invertidas.

O “ponto alto” da mostra foi a presença da modelo Violet Chachki, uma drag queen, que ostentava chifres, e roupa vermelha, remetendo os presentes à imagem popular do próprio Satanás.  Segundo a estilista turca, a proposta era a androgenia, e a mistura de gêneros para uma moda unissex.

Enquanto Dilara foi chamada de “rebelde do mundo da moda”, ela aproveitou para reforçar sua marca, que já é usada por celebridades como Rihanna. Com informações Daily Mail

Hillsong United se apresenta na prisão: “adoração de verdade”

Os australianos do grupo gospel Hillsong United receberam uma carta de um preso na prisão de Folsom, na Califórnia. A carta do preso detalhava como ele havia vindo a Cristo através das músicas do ministério Hillsong. Isso encorajou muito a banda, por isso decidiram ir a prisão para visitar o novo amigo e louvar com os prisioneiros.

“Eu nunca sonhei que eu iria te ver”, disse o preso aos membros da banda Jonathon Douglass, Taya Smith e Matt Crocker. “É inacreditável”.


O autor da carta, que se chama Lothar Preston, disse que a melhor coisa que aconteceu na prisão foi quando eles tiveram acesso ao canal de TV da Hillsong. “Um dia na minha cela, ouvi o concerto de Miami e a música me tocou de uma forma que nunca mais fui o mesmo”.

Preston explica também que a música de Hillsong lhe ensinou a conhecer “o Espírito Santo, a graça e saber o quanto Deus me ama.”

Douglass compartilhou como a banda esperava alcançar pessoas de todas as maneiras possíveis e até de formas que eles nem imaginavam.


Além de conhecer o preso que lhes escreveu a carta, a banda passou algum tempo com os prisioneiros, cantando louvores. “Estou seguro em dizer que acabamos de ter uma das experiências mais loucas e memoráveis ​​de nossas vidas”, conclui Douglass após a visita a Folsom. Para ele, o que viram foi “adoração de verdade”.

Em outro vídeo, eles mostram como foi a apresentação na prisão feminina de West Virginia.

Em ambas as apresentações eles tiveram o apoio do ministério God Behind Bars [Deus por trás das grades], que lhes ajudou nos contatos. Refletindo sobre a experiência, os membros da United citaram as palavras de Jesus que os estimulou: “Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver” (Mateus 25:36). Com informações de Church Leaders

Prisão de Folton:

 

Rosh HaShaná: Judeus comemoram o ano de 5.778

A celebração do Ano Novo Judaico, o Rosh HaShaná (“Cabeça do Ano”, em Hebraico), teve início ao pôr do sol desta quarta-feira, 20 de setembro. Comemorada em todo o mundo, a celebração dura dez dias, e culmina com o dia do Perdão, o Yom Kippur, quando os judeus praticantes fazem jejum de 25 horas, acompanhado de orações nas sinagogas.

Enquanto o mundo segue o calendário cristão e está 2017 depois de Cristo, os judeus comemoram o início do ano 5778 do seu calendário. Segundo a tradição, ele teria se iniciado no dia da criação do homem e do mundo.

Leonardo Alanati, rabino da Congregação Israelita Mineira, ensina que o Ano Novo Judaico difere do tradicional réveillon dos brasileiros. “Na noite do Rosh HaShaná, os judeus vão à sinagoga orar e ouvir o toque do shofar, uma espécie de berrante feita com chifre de carneiro. Depois das orações, as famílias se reúnem para jantar, trocam presente, flores e consomem alimentos simbólicos. Apesar de o significado ser totalmente diferente, o espírito se assemelharia mais ao do Natal em outras culturas”, explica.

O rabino Leonardo enfatiza: “O Ano Novo Judaico passa uma dupla mensagem. De um lado, felicidade, paz e saúde. De outro, representa uma reavaliação de cada um e uma oportunidade para pedir perdão e iniciar um novo ciclo”.

O Shaná Tová, saudação que significa “um bom ano” marca esse período do ano especial para os judeus, orações são mais longas e são feitos 100 toques do shofar. Os dez dias entre “RoshHaShaná” e o “Yom Kipur”, são chamados de “Iamim Noraim” (dias temíveis). Nesse período, os israelitas continuam a fazer o balanço dos atos passados e comprometem-se com a mudança e o arrependimento, explica Marcus Strozberg,  presidente da Sociedade Israelita do Estado do Ceará.

Marcus enfatiza que o calendário judaico é lunar, por isso a data é comemorada em dias diferentes todos os anos, mas sempre na mesma época. Segundo a tradição judaica, Adão e Eva foram criados no primeiro dia do mês de “Tishrei”, que foi o sexto dia da Criação.

No calendário judaico existem doze meses no ano, e há doze Tribos em Israel. Cada mês do ano judaico tem sua tribo representativa. O mês de Tishrei é o mês da Tribo de Dã. Isto tem um significado simbólico, pois quando Dã nasceu, sua mãe Lea disse: “Deus julgou-me e também atendeu à minha voz.” Dan e Din (Yom HaDin, Dia do Julgamento) são ambos derivados da mesma raiz, simbolizando que Tishrei é a época do Julgamento Divino e do perdão.

Momentos antes do suicídio, homem ouve a voz de Jesus, desiste e descobre que tinha recebido livramento

Uma tentativa de suicídio que decorreu de uma frustração nos negócios foi impedida por uma experiência sobrenatural em que o homem que queria desistir de viver ouviu uma voz que o alertou sobre as consequências daquele ato, e ele se entregou para Jesus Cristo.

A história de Dominique, um jovem indiano, foi relatada ao mundo pela entidade missionária Bible 4 MidEast. Ele havia iniciado um negócio com um amigo de infância, chamado Rahman, muçulmano, e um colega de ambos decidiu convidar o pastor Paul – um missionário local – para orar pelo empreendimento.

Ao final do encontro, Paul chamou Dominique para entregar uma mensagem a ele: Seu amigo vai te enganar e tentar tirar você da parceria. Sua vida está em perigo. Tenha cuidado e olhe para Jesus antes de fazer qualquer coisa”, disse o missionário.

A incredulidade de Dominique foi mais forte, e ele ignorou o alerta do pastor Paul: “Essas orações são como uma lavagem cerebral nas pessoas pobres, para tirar proveito delas”, disse ele, na época, acreditando que seu amigo e sócio não o trairia porque era um “verdadeiro muçulmano”.

Dois anos se passaram e a empresa ia bem, até que uma queda nos lucros gerou dívidas e o banco acionou os sócios na Justiça. No desespero, Dominique e Rahman fizeram um pacto de suicídio, e foram até uma linha de trem próxima, esperando que uma composição fosse passar.

Deitaram nos trilhos, com vendas e rolhas nos ouvidos, mas antes que o trem chegasse, Dominique sentiu que uma força o estava arrastando para longe da linha férrea: “Você não tem autoridade para tomar sua própria alma”, ele ouviu.

A voz continuou: “Esse é o meu presente para você. Eu, Jesus, seu Salvador, estou te poupando do inferno e da dívida”. Dominique tirou as rolhas dos ouvidos, o pano de seus olhos e ficou de pé. Olhando em volta, não viu ninguém. Não encontrando o corpo de seu amigo perto dos trilhos, ele achou que o trem o tinha levado para longe.

De repente, ele viu Rahman escondido atrás de uma árvore, e nesse momento, se deu conta que o amigo tinha tentado matá-lo. Assim, ele lembrou das palavras do pastor Paul, e o procurou para relatar o que havia acontecido e entregar sua vida a Jesus Cristo.

Agora, Dominique atua como pastor no norte da Índia, é casado e pai de um filho. Seu testemunho de conversão vem sendo repercutido pela Bibles 4 Mid East em todo o planeta, e mostrando como Deus o livrou de uma morte certa.

 

OS QUATRO TIPOS DE CORAÇÃO – Ultima de Setembro

“OS QUATRO TIPOS DE CORAÇÃO”

Texto: Mateus 13:1-9 e 19-23 (ORE ANTES DE MINISTRAR).
Introdução: Há quatro tipos de Corações. O que Rejeita a Cristo, o que Despreza a Cristo, o que Ignora a Cristo e o que Entrega-se totalmente à Cristo.

1º) O CORAÇÃO “BEIRA DO CAMINHO”:
1.1 – Um coração Pisado: Mt. 13:04 e Mt. 13:19;
1.2 – Um coração Infrutífero e Dominador: Mt. 13:4 e Mt. 13:19;
1.3 – Um coração Egoísta: Mt. 13:4 e Mt. 13:19.

2º) O CORAÇÃO “PEDREGOSO”:
2.1 – Um coração sem Profundidade: Mt. 13:6 e Mt. 13:21;
2.2 – Um coração Emotivo e Fraco: Mt. 13:5 e Mt. 13:20;
2.3 – Um coração Inconstante: Mt. 13:6 e Mt. 13:21.

3º) O CORAÇÃO “ESPINHOSO”:
3.1 – Um coração Dividido: Mt. 13:7 e Mt. 13:22;
3.2 – Um coração comprometido com outras coisas: Mt. 13:7 e Mt. 13:22;
3.3 – Um coração Materialista: Mt. 13:7 e Mt. 13:22.

4º) O CORAÇÃO “BOA TERRA”:
4.1 – Um coração Frutífero: Mt. 13:8 e Mt. 13:23;
4.2 – Um coração Fiel e Obediente: Mt. 13:8 e Mt. 13:23;
4.3 – Um coração Persistente: Mt. 13:8 e Mt. 13:23.

Conclusão: Qual destes Quatro Corações é o teu Coração? Você deseja ter um coração Segundo a vontade de DEUS? Você está disposto a entregar, sem reservas o teu coração ao SENHOR?

Multiplicação: uma questão de propósito.

Multiplicação: uma questão de propósito.

Visão de multiplicação da célula
O líder segundo o coração de Deus está sempre permitindo ao próprio Deus ampliar
sua visão. Ele nunca estaciona naquilo que Deu já lhe deu. Está sempre buscando as
coisas novas que o Senhor ainda tem para fazer em sua vida e por meio de sua vida.
Talvez seja esta uma das características que fez com que o apóstolo Paulo fosse tão
importante em sua geração para o cristianismo. Veja seu estilo de vida em Filipenses 3:7-
14.
Ter visão de multiplicação da célula significa ter uma visão de crescimento para cada
membro da célula. O líder é como um pai ou mãe humanos que deseja, sonha, se angustia,
se esforça, se desgasta pelo crescimento integral de seus filhos. Era assim que o apóstolo
Paulo se sentia com relação aos seus filhos na fé (Gálatas 5:19). Como líder de célula,
peça sempre a Deus para mostrar a você a visão particular que ele tem para sua vida e
para cada pessoa que você está pastoreando.

As resistências à multiplicação
Em João 16:21 Jesus nos fala sobre a hora do parto: “Quando a mulher está para
dar à luz, fica triste porque chegou a hora de sofrer. Mas depois já não se lembra
mais do sofrimento, pois está feliz porque nasceu uma criança”. O nascimento de uma
criança é uma experiência dolorosa, mas a alegria de ter e segurar uma criança nos braços
ultrapassa de longe a dor do parto.
Muitas células nunca geram novas células. Entre as muitas razões, destacamos três
citadas por Joel Comiskey, no seu livro “O Crescimento Explosivo da Igreja em
Células”, pg. 96.
Os membros do grupo tornam-se confortáveis demais na companhia uns
dos outros.
Eles se apegam fortemente aos seus relacionamentos e não querem deixa-los,
mesmo sabendo que ao fazer isso novas pessoas seriam ganhas para o Reino.
É claro que devemos incentivar os membros de células a desenvolver
relacionamentos próximos, mas não a ponto de excluírem outras pessoas.
Este sentimento deve ser combatido com o argumento de que ao deixarem a célula
para darem início a uma nova, eles continuarão mantendo contato com os amigos da célula
antiga. A célula-mãe e a célula-filha poderão se reunir ocasionalmente na semana livre para
a confraternização.
Os membros não conhecem a alegria do nascimento de uma nova célula,
e de como isso contribui para o crescimento da igreja do Reino de Cristo.
É preciso sair da teoria para a prática. Só a explanação da bênção da multiplicação
não é suficiente. Essa alegria precisa ser experimentada por todos aqueles que estão em
células.

Após provar a beleza do mover do Espírito de Deus em um grupo pequeno,
existe o medo de que o grupo não seja tão bom.
As pessoas resistem à multiplicação devido à preocupação de que o novo grupo
possa não ser tão ungido como o atual. Para superar essa tendência, os líderes e membros
de célula precisam ser constantemente lembrados de que o Espírito de Deus irá fazer
aquela nova célula ser tão especial quanto a atual.
Abordando este assunto, Ralph Neighbour Junior faz uma afirmação bastante
importante: “A beleza da igreja em células continua mesmo quando o grupo gera uma nova
célula porque o poder do Espírito continua a operar na vida do novo grupo”.
v Multiplicação de células
Na forma denominada de multiplicação “mãe-filha”, uma célula existente
supervisiona a criação de uma célula-filha provendo pessoas, liderança e uma parcela de
cuidado pessoal para apóia-la. Um grupo da célula-mãe é formado e é enviado para iniciar
uma célula-filha. Este é o método tradicional e mais freqüentemente utilizado para a
multiplicação de células.
Tradicionalmente a célula-mãe forma um novo núcleo que é constituído do novo
líder, do novo auxiliar e alguns membros da célula-mãe. O líder dessa equipe geralmente
servia como auxiliar na célula-mãe. A decisão de manter o auxiliar na célula original ou de
coloca-lo na liderança da célula-filha depende da maturidade e do nível de liderança dessa
pessoa.Uma variante mais comum do método mãe-filha é o líder iniciar com alguns membros
da célula-mãe uma nova célula. Neste cenário, o auxiliar da célula assume a direção da
célula-mãe.
II. PREPARANDO-SE PARA A MULTIPLICAÇÃO
v O tamanho adequado para a multiplicação
A célula tem que permanecer um grupo pequeno para não perder a sua eficácia e
sua habilidade de cuidar das necessidades de cada membro. O crescimento em número de
membros normalmente exclui o crescimento na intimidade e essa é a razão mais forte a
favor da multiplicação. Quando o grupo pequeno aumenta em número de membros, cresce
também a diferença no percentual de participação entre a pessoa mais ativa e a pessoa
menos ativa. A célula precisa ser pequena o suficiente para que todos os membros possam
contribuir livremente e compartilhar necessidades pessoais.
Muitos crêem que o tamanho perfeito para a multiplicação está entre oito e doze
pessoas. Dale Galloway diz: “O número ideal para boas dinâmicas de grupo e para o
cuidado e o diálogo está em torno de oito a doze pessoas. A participação é muito maior
quando o grupo permanece nesse número”. John Mallison, outro especialista em grupos
pequenos, afirma: “O número de doze não estabelece somente o limite máximo para
relacionamentos significativos, mas promove uma situação não ameaçadora para aqueles
que são novos em experiências de grupos menores… É significativo que Jesus escolheu
doze homens para estarem em seu grupo”. Carl George, outro estudioso sobre o assunto,
fixa o número adequado em dez pessoas. No seu entendimento este é o número ideal para
que o líder possa oferecer cuidado pastoral qualitativo.

v A célula tem duração de seis a doze meses
A célula tem vida limitada. As igrejas que estão em células há vários anos tem
observado que após um certo tempo de vida a célula tende a estagnar. Depois de certo
período os grupos tendem a se tornar imóveis. Inicialmente as pessoas não querem ficar
juntas, mas depois disso, elas tendem a ficar juntas por muito tempo.
Durante os primeiros seis a doze meses as pessoas aprendem umas com as outras;
mas depois disso, é provável que comecem a relaxar e deixar o barco correr. Por essa
razão, espera-se que a célula se multiplique dentro de um período ideal de seis meses e
máximo de doze meses, para que haja a possibilidade do desenvolvimento de novos
relacionamentos.
Caso não haja possibilidade de multiplicação durante este período, o problema deve
ser diagnosticado e a célula reestruturada, para cumprir o seu objetivo final, ou seja, a
multiplicação.
Coloque a multiplicação como um objetivo para a célula, desde a primeira reunião.
Trabalhe para que o momento do “nascimento” de uma nova célula aconteça dentro do
cronograma normal. Para que isto aconteça o líder deve concentrar grande parte do seu
ministério com seus três auxiliares, pois a célula se multiplica pelo núcleo (liderança) e não
pelo citoplasma, ou seja, corpo da célula.
O líder de célula deve, desde o início, selecionar e treinar dois ou três líderes em
potencial dos membros da sua célula. O maior reconhecimento que poderá ser dado ao
líder de célula é ter levado a sua célula à multiplicação. Ele deve colocar esse alvo diante
de si, trabalhando para alcançar aquele momento em que a sua célula vai dar à luz uma
célula-filha. Quando o líder chegar a este ponto, já deverá estar com os auxiliares
plenamente aptos para se tornarem líderes da nova célula, ou novas células.
v As etapas da vida de uma célula.
Durante a vida da célula, ela irá passar por quatro fases de crescimento. O líder deve
estar atento para estas etapas na vida da célula, para que possa ministrar com eficácia.
A etapa da descoberta (conhecendo-se uns aos outros)
Depois de certa convivência é comum às pessoas confessarem umas as outras,
depois de um período de forte convivência: “Você não é bem como eu pensava que
fosse na primeira vez que o vi”.
Esta é uma reação bem comum, porque as primeiras impressões que temos das
pessoas são baseadas, geralmente, em relacionamentos do passado que tivemos com
outras pessoas. É necessário que os membros da célula participem de duas ou três
reuniões para vencerem as falsas conclusões que tiraram a respeito de outros.
Este processo pode ser acelerado se a célula realizar um retiro de formação
espiritual, no qual as pessoas vão ter a oportunidade de passar bem mais tempo em
comunhão concentrada. Também é significativo promover uma atividade de fim-de-semana
de quatro a seis horas, como um piquenique com jogos e outras atividades.
Nesta fase inicial da vida da célula não é recomendável levar visitantes. É uma
oportunidade para os próprios membros da célula se conhecerem mutuamente. Antes que
alguém venha visitar a célula é necessário que haja entre os irmãos um pouco de
entrosamento para que o ambiente celular fique mais descontraído, menos formal e mais
relacional.

4
A etapa dos conflitos
Quando as pessoas chegam a se conhecer bem, os seus sistemas de valores
entram em choque. Pode ser que uma fale demais, irritando o grupo inteiro pela dominação
indesejável. Outro membro talvez seja caracterizado pela insensibilidade, machucando com
suas atitudes os outros irmãos da célula, ao passo que ainda outros sejam hipersensíveis e
se machucam com facilidade.
Depois de uns cinco ou seis encontros, conflitos como esses virão à tona na hora do
debate, do compartilhamento da palavra. Aí vai haver o processo do efeito-lixa. Como
resultado, as pessoas aprenderão a confiar umas nas outras até o ponto de deixar
transparecer os seus desacordos e assim poderão resolvê-los.
Se o líder tem pouca experiência com grupos pequenos, é provável que venha a
sentir um pouco de medo quando surgir à etapa dos conflitos. Mas não deve ter receio!
Precisa continuar conduzindo o grupo de forma gentil, deixando que os participantes
compartilhem coisas íntimas.
Durante a reunião da célula é importante conscientizar os membros, que os conflitos
são naturais e fazem parte da vida com sucesso da célula. O líder descobrirá que os
próprios membros irão resolver essas diferenças. Os resultados serão fantásticos!
Enquanto o líder trabalha com os conflitos, a identidade da célula será estabelecida e um
novo compromisso para com a célula irá surgir. Pela primeira vez, a identidade da célula
será formada, e as pessoas de fato se comprometerão com os irmãos que a compõe.
A etapa da comunidade
A etapa dos conflitos é seguida de um período bastante significativo, no qual os
membros irão de encontro uns dos outros de uma forma bastante especial. Neste período
os membros aumentam, de modo especial, a sua expressão de comunhão. Este não é
somente um período de enriquecimento, mas também é um período bastante perigoso.
Por terem formado relacionamentos significativos, os membros da célula podem
querer se enclausurar, para não serem perturbados. Se isto for permitido, a célula se
transformará num monstro feio e egoísta. Passará aquele bom momento e os membros não
terão mais força para multiplicar a célula.
Logo que o líder perceber que os laços entre os membros estão muito fortes, deve
lidera-los para alcançar outros e focalizar seu ministério em atividades de multiplicação.
A etapa do ministério (ministrar a outros)
Logo no primeiro encontro o líder deve deixar bem claro para os presentes que a
célula existe para fortalecer os seus membros a fim de que ajudem a outros. A partir da
primeira reunião, cada membro deve ser encorajado a cultivar relacionamentos com
incrédulos.
Assim que o líder sentir que sua célula está adentrando na etapa da comunidade,
deverá imediatamente começar a enfatizar a importância de todo membro se envolver em
alcançar outras pessoas e servir às necessidades dos membros da célula.

“Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta.
Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.
Mateus 7:7,8

Disney manda excluir termos religiosos nas traduções de seus desenhos e gera nova polêmica

A presença do secularismo em produções da Disney vem se tornando cada vez maior e agora a empresa, novamente, mostra seu desprezo pelas tradições ao estabelecer como norma uma política que pretende limitar ao máximo expressões religiosas ou menções à fé de forma específica.

No Brasil, o Disney Channel virou assunto recentemente de uma reportagem da jornalista Cristina Padiglione, do O Estado de S. Paulo, por conta da determinação de mudança na forma de tradução de termos ligados às religiões, mesmo que sejam simples ou genéricos.

De acordo com Padiglione, termos como “credo”, “cruzes” e outros passaram a ser alterados, ganhando expressões equivalentes sem referências à fé, nas dublagens e traduções de séries e filmes para o Brasil. Até mensagens como “Feliz Natal” tem sido trocadas por “Boas Festas”, por exemplo.

Em comunicado, a direção do Disney Channel afirmou que “o conteúdo do canal procura ser relevante para as crianças e famílias de todo o mundo, refletindo a diversidade e a inclusão”, admitindo que a mudança é intencional.

“Sempre que possível buscamos ampliar nossas expressões a fim de integrar o maior número de pessoas. Entretanto, toda vez que o conteúdo nos pede especificidade, não deixamos de utilizar expressões que sejam relacionadas à religião, como ‘Natal’ ou ‘Hanukkah’, ou hábitos culturais”, acrescentou a nota.

Secularismo

Há poucos meses a Disney foi alvo da fúria de lideranças conservadoras no Brasil e no mundo por conta da exibição do primeiro beijo gay em um desenho infantil e pela postura ativista adotada na caracterização de um personagem do remake do filme A Bela e a Fera.

A gigante do entretenimento infantil abraçou o ativismo LGBT e exibiu, no desenho Star vs. as Forças do Mal, veiculado no canal Disney XD, uma cena em que dois casais homossexuais se beijam.

Já em A Bela e a Fera, o longa-metragem chegou aos cinemas cercado de polêmica por conta da escolha de narrar, paralelamente à história principal, um romance gay. O personagem LeFou, interpretado pelo ator Josh Gad, é apresentado como alguém com trejeitos femininos. Ele é um criado do protagonista, Gaston (Luke Evans), e tem admiração pelo patrão.

Essa postura motivou boicotes à empresa em vários lugares do mundo, incluindo o Brasil, críticas de lideranças cristãs e irritação de entusiastas com a manifestação de reprovação dos conservadores.

No futuro, todo mundo terá um chip implantado no corpo, dizem especialistas; Cristãos reprovam

“Você receberá um chip. É só uma questão de tempo”. Essa foi a constatação de um jornalista americano após pesquisar e preparar uma extensa reportagem sobre o uso de microchips no ambiente corporativo.

Depois que uma empresa do estado norte-americano de Wisconsin decidiu implantar microchips em seus funcionários para abandonar crachás e códigos de acesso, a internet entrou em um debate total. Lideranças religiosas e fiéis ficaram tão chocados que passaram a protestar de forma incisiva contra a empresa.

De acordo com o jornalista Jefferson Graham, do portal USA Today, outros setores da sociedade quiseram saber mais sobre a iniciativa, mostrando uma dicotomia em relação ao assunto. “Isso acontecerá com todos”, diz Noelle Chesley, 49 anos, professora associada de sociologia da Universidade de Wisconsin-Milwaukee. “Mas não este ano, e não em 2018. Talvez não seja minha geração, mas certamente a dos meus filhos”, acrescentou.

Gene Munster, investidor e analista da Loup Ventures, é um defensor da realidade aumentada, da realidade virtual e de outras novas tecnologias. Ele acha que chips embutidos em corpos humanos estão a 50 anos de distância. “Em 10 anos, o Facebook, o Google, a Apple e a Tesla não terão seus empregados quebrados. Você verá algumas pessoas adeptas de tecnologia avançada adotando, mas não grandes empresas”.

A idéia de implantar um chip também tem “muita conotação negativa” hoje, mas em 2067 “teremos sido desensibilizados pelo estigma social”, diz Munster.

Por enquanto, a empresa que obrigou os funcionários a usarem o chip não mostrou maiores utilidades para a ferramenta. Munster diz que foi um “golpe de marketing” para chamar a atenção para o seu produto, com manchetes em todo o mundo. A empresa, que vende quiosques de cafeteria corporativos projetados para substituir máquinas de venda automática, gostaria que os quiosques fizesse as transações sem dinheiro.

Isso iria além do pagamento com seu smartphone. Em vez disso, os clientes com o chip implantado simplesmente agitariam suas mãos em vez de usar aplicativos. Os idealizadores esperam que, no futuro, as pessoas façam check-in no aeroporto sem passaportes; liguem carros, destranquem portas ou desativem alarmes, tudo com o chip.

Os defensores da tecnologia frisam que o chip não é um rastreador de GPS. No entanto, os analistas acreditam que esses implantes acompanharão todos os nossos movimentos.

“Depois de anos como uma subcultura, ‘a hora é agora’ para que os chips sejam mais utilizados”, diz Amal Graafstra, fundador de uma empresa ligada à tecnologia. “Nós vamos começar a ver implantes de microchips obtendo o mesmo domínio de aceitação que piercings e tatuagens tê hoje”, acrescentou.

“Isso se tornará parte de você da maneira que um celular é”, diz Graafstra. “Você nunca pode esquecer, e você não pode perdê-lo. E você tem a capacidade de se comunicar com as máquinas da maneira que você não poderia antes”, disse, aprovando o desenvolvimento.

Mas diante da nova onda de debates sobre o assunto, qual seria o próximo passo? Os especialistas afirmam que os consumidores aderirão aos chips antes que as empresas os peçam.

Chesley diz que as empresas são mais lentas para responder a mudanças maciças e que haverá uma questão de idade. Os funcionários mais jovens estarão mais abertos a isso, enquanto os trabalhadores mais velhos se negarão.

“A maioria dos empregadores que têm força de trabalho intergeracional pode avançar gradualmente. Não consigo imaginar pessoas com idade mais avançada entusiasmadas sobre ter dispositivos implantados em seus corpos”, ponderou.

Adiciona Alec Levenson, pesquisadora do Centro de Organizações Efetivas da Universidade do Sul da Califórnia, diz que “a grande maioria das pessoas não apoiará isso”, o que pode levar a uma espécie de discriminação no trabalho.

“É com isso que estamos preocupados”, diz Bryan Allen, chefe de gabinete da deputada estadual Tina Davis (D), que está apresentando um projeto de lei na Pensilvânia para proibir a incorporação obrigatória de chips. “Se houver fiscalização, impediremos que um empregador diga ‘ou você faz isso, ou você não pode mais trabalhar aqui’”, comentou.

Vários estados passaram leis semelhantes. “Você precisa ter muita confiança para colocar um desses em seu corpo”, diz Kent Grayson, professor de marketing na Kellogg School of Management da Northwestern University. Segundo ele, os trabalhadores precisarão de garantias de que o chip é saudável, não pode ser pirateado, e sua informação é privada.

Enquanto isso, lideranças religiosas usam as redes sociais a expressar seu descontentamento com o uso dessa tecnologia. “Quando Jesus foi criado, ele foi levado corpo e alma, e foi ele, não um zumbi, não um fantasma. Seremos ressuscitados da mesma forma”, escreveu um internauta cristão.

Os especialistas, no entanto, desdenham. “Acostume-se a isso”, diz Chesley, lembrando que há dez anos, os funcionários não consultavam o e-mail corporativo durante o fim de semana, por uma questão cultural ligada à folga. Hoje, isso mudou, “quer nos agrade ou não”, ponderou. “Seja tecnologia portátil ou um chip embutido, o chip sempre conectado sempre será parte de nossas vidas”, concluiu a professora.

Cristãos fazem clamor nas ruas da Venezuela pedindo misericórdia a Deus durante a crise

A Venezuela atravessa uma crise de proporções preocupantes, com a ditadura imposta por Nicolás Maduro avançando sobre os direitos políticos da oposição, o cerceamento da liberdade de manifestação e o encolhimento da economia do país, gerando desempregos e aumento da criminalidade. Diante disso, os cristãos do país estão saindo às ruas para clamar a Deus.

No Facebook, a página cristã venezuelana Un Chico Cristiano (“um menino cristão”, em tradução livre) divulgou um vídeo que mostra vários fiéis ajoelhados no meio da rua, clamando a Deus por solução para a crise.

“Deus tem o controle de toda a Venezuela, animem-se! Ajude o seu irmão venezuelano. Estamos reunidos muito pacificamente para enviar uma mensagem muito forte [ao governo]: escute, remova os tampões do ouvido e as vendas de seus olhos e veja o que está acontecendo, veja o que as pessoas da Venezuela desejam”, dizia a legenda do vídeo.

O vídeo mostra ainda um policial cristão durante seu expediente, ajoelhado, orando junto à população para que a situação seja modificada. Embora a página não detalhe dia e horário que a gravação foi feita, a publicação aconteceu no último sábado, 12 de agosto.

“Em Sua presença, aqui, Senhor, nos humilhamos, para que Tu sejas entronizado, para que seja o Senhor aquele que recebe toda honra, toda glória. Porque Tu dizes: ‘Se o meu povo se humilhar e clamar pelo pelo meu nome, eu sararei sua terra’. Amado Jesus, a Ti seja a honra e a glória. Sabemos que Tu vais à frente de todos nós como um poderoso gigante”, declarou o policial durante a oração.

 

SUA ATITUDES PROVAM O QUANTO VOCÊ DESEJA A VONTADE DE DEUS

“Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de DEUS” (Romanos 12.2).

A diferença entre conhecer a vontade de DEUS e experimentar a vontade de DEUS é a mesma entre ouvir o que DEUS diz e praticar o que DEUS diz. Tudo depende da minha atitude. DEUS diz para eu não viver na fôrma do mundo, mas devo transformar a mim mesmo para que eu viva no mundo onde a vontade DELE acontece. Sou eu que transformo o mundo em que vou viver. Sou eu que transformo a mim mesmo. Sou eu que devo agir para que a vontade de DEUS se estabeleça em minha vida.

Eu não posso colocar na conta de DEUS a responsabilidade pelos acontecimentos em minha vida, enquanto não tomo a responsabilidade de agir conforme o que ELE diz. DEUS vai agir depois que eu agir conforme o que ELE disse. As atitudes que tomo são as provas que mostram se realmente busco a vontade de DEUS para minha vida.

:: CHRISTIAN CLAYTON

Dependência de internet tem graves consequências

Pagar as contas, fazer compras, comparecer à reunião de trabalho e matar as saudades de quem mora longe. Com a correria do dia a dia, dar conta de todos esses afazeres fica cada vez mais difícil e, em alguns casos, até mesmo impossível. Porém, com as facilidades oferecidas pela internet é possível fazer tudo isso em apenas alguns cliques, sem precisar sair da comodidade de casa.

Por trás de toda praticidade da internet existe um mal com consequências graves para o usuário. A dependência desse meio de comunicação pode acarretar prejuízos no trabalho, perda de contato com amigos e familiares, entre outros problemas. Conheça as causas, consequências e como evitar esse mal.

Reconhecendo os sintomas

Segundo Dora Sampaio Góes, psicóloga do Grupo de Dependência de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o tempo que o usuário permanece conectado não é o fator mais determinante para identificar a dependência de internet. “O diagnóstico é traçado a partir das respostas referentes a oito critérios. Para que o paciente seja considerado um dependente de internet, ele deve se encaixar em pelo menos cinco desses oito pontos”, explica a psicóloga.

Veja abaixo quais são os critérios utilizados pelo Instituto de Psiquiatria do HC para diagnosticar a dependência de internet.

  1. Preocupação excessiva com internet
  2. Necessidade de aumentar o tempo conectado para ter a mesma satisfação
  3. Exibir esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da internet
  4. Apresentar irritabilidade e/ou depressão e buscar conforto navegando na internet
  5. Quando o uso da internet é restringido, apresenta instabilidade emocional
  6. Permanece mais tempo conectado do que o programado
  7. Trabalho e relações sociais (amigos e família) em risco por conta do uso excessivo
  8. Mentir para os outros a respeito da quantidade de horas que fica conectado

Os sintomas são muito parecidos com os apresentados por quem sofre com dependência de substâncias ou comportamentais, explica Monica Levit Zilberman, pós-doutora em dependência e gênero. Ela ainda acrescenta: “a pessoa fica conectada por um tempo muito maior do que o que gostaria, com inúmeros prejuízos, seja do ponto de vista familiar, social ou mesmo profissional. Outros afazeres e atividades antes valorizadas deixam de ser prioritárias ou até de serem realizadas”, explica Monica.

A pós-doutora ainda revela que muitos pacientes chegam a comparar a internet com uma droga, pela qual eles tentam se livrar de todas as outras atividades, para poderem ficar conectados sem serem interrompidos. “Nesse estágio começam as mentiras sobre o quanto se está usando ou mesmo desculpas como ‘estou só dando uma checadinha nos e-mails’. Os parceiros tendem a se irritar com esse comportamento, pois são os primeiros a serem deixados de lado”, conclui Monica.

Veja na próxima página quais são as causas da dependência e as consequências na vida de quem sente necessidade de estar conectado 24 horas por dia.

Causas e consequências

A popularização da internet veio com muitas melhorias, principalmente na abrangência do serviço e velocidade de conexão. O preço tem se tornado atrativo também, apesar do serviço de internet no Brasil ter os custos mais elevados do mundo, segundo estudo divulgado pelo Comitê Gestor da Internet, em outubro de 2011. A facilidade de conexão ocasiona diversas situações de isolamento do indivíduo, indo de casos mais simples aos mais complexos, com comprometimento severo no trabalho e vida social. Conheça as causas apontadas pelas especialistas para essa dependência.

Causas

Segundo as psicólogas, ainda não há estudos que comprovem quais são as origens dessa dependência, porém, alguns fatores são comuns entre os dependentes. Os quadros dos pacientes geralmente trazem características de pessoas tímidas, com baixa autoestima, transtornos psiquiátricos, transtornos impulsivos, predisposição pessoal e disponibilidade de acesso. “Em uma época onde o acesso à conexão é muito rápido, aumenta a possibilidade daqueles indivíduos que tenham alguma vulnerabilidade se tornarem ‘viciados’ em comportamentos repetitivos, tornando-se dependentes. Quando a conexão era mais difícil, lenta e caía com frequência, isso aborrecia as pessoas. As chances delas se viciarem eram menores”, explica Monica Zilberman.

Conheça as consequências na vida das pessoas diagnosticadas com dependência de internet.

Consequências

As maiores perdas, segundo as psicólogas, são em relação aos relacionamentos sociais dos dependentes de internet. Isso porque a vontade de ficar conectado ao mundo virtual é mais forte do que sustentar os laços com os amigos ou até mesmo a própria família. “O isolamento acaba causando brigas com a família e o indivíduo chega a deixar os estudos e até mesmo o trabalho de lado para se dedicar à internet”, comenta Dora. Além desses fatores, a psicóloga explica que nem mesmo quem já está casado escapa dos problemas causados pela dependência. “Muitas pessoas procuram ajuda apenas depois que o casamento terminou. Além da questão de isolamento, muitos relatam casos de traição virtual”, complementa a psicóloga Dora Góes.

Veja na próxima página o que fazer para não ser mais uma vítima da dependência e como proteger os filhos do vício da internet.

Crianças e a dependência de internet

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As inovações no campo de comunicação pela internet contam também com a ajuda dos dispositivos móveis, como celulares e tablets. Por conta disso, segundo Monica Zilberman, quanto maior a facilidade de acesso, mais rápido as pessoas que já tem alguma tendência se tornam dependentes. Dora Góes explica que ainda não há estatística que comprove o aumento de casos de dependência de internet por conta do acesso em smartphones e tablets, porém, a probabilidade é que essa facilidade ao acesso contribua sim para aumentar as estatísticas.

Crianças

É natural que os pais também se preocupem com a dependência de internet por causa da exposição de conteúdo ao qual seus filhos são submetidos diariamente. Dora Góes explica que os pais precisam monitorar o tempo e o conteúdo que seus filhos estão acessando, mas não de forma policialesca. “O ideal é que os pais saibam como eles usam, quanto tempo usam e que proponham atividades além da internet. Eles devem ficar atento se os filhos não estão deixando de lado as atividades de escola e com os amigos. Quando a criança prefere ficar na internet do que na companhia dos amigos, os pais devem conversar para saber qual é o motivo. Dar limites é fundamental e, se for o caso, buscar ajuda profissional para resolver o problema”, orienta Dora.

Evite a dependência

Monica explica que é preciso buscar estratégias para controlar o alcance desse comportamento no dia a dia. A sugestão da psicóloga é estabelecer horários para conexão e não se manter conectado o tempo todo. “É preciso evitar o uso de dispositivos móveis de conexão, principalmente durante atividades sociais ou durante a noite”, explica a pós-doutora em dependência.

Fonte: BBEL
Coordenadoria de Comunicação e Marketing